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Operação conjunta intercepta carro com 210 quilos de maconha em Rondônia; um foi preso – Polícia

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Uma rápida intervenção da PM rondoniense na Operação Brasil Contra o Crime Organizado terminou com a apreensão de aproximadamente 210 kg de maconha após uma perseguição na RO-481, entre Santana do Guaporé e São Miguel do Guaporé, na tarde deste domingo (21).

A carga foi encontrada em um Gol branco conduzido por um morador de Cacoal. Antes de ser preso, ele ignorou a ordem de parada, fugiu em alta velocidade, realizou ultrapassagens perigosas, bateu contra uma caminhonete Fiat Toro e continuou tentando escapar.

Com diversos fardos visíveis no banco traseiro do carro e diante da suspeita de tráfico de drogas, os policiais efetuaram disparos nos pneus e motor do veículo para impedir a fuga.

O automóvel só foi parado depois de apresentar pane mecânica em uma estrada de terra. Na abordagem, os policiais encontraram vários fardos de maconha.

Segundo a ocorrência, o homem preso afirmou que havia sido contratado por uma pessoa não identificada para transportar a droga de São Francisco do Guaporé até Cacoal. Como pagamento, receberia quatro tabletes do próprio entorpecente.

Por causa dos indícios de transnacionalidade, o criminoso e a carga foram encaminhados à Polícia Federal em Ji-Paraná. O veículo permaneceu recolhido no pátio do 11º BPM por não ter condições de circulação.

A ação reuniu equipes da Polícia Militar, da Polícia Rodoviária Federal, dos Comandos Regionais de Policiamento I, II, III e IV, do Comando de Policiamento Especializado e do 1º GP/3º PEL/1ª CIA/11º BPM.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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Senador Bagattoli já destinou mais de R$ 58 milhões em maquinários e implementos agrícolas em Rondônia – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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O debate sobre o Zoneamento foi aberto, transparente e democrático (Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO)

A defesa do produtor rural e a busca por segurança jurídica marcaram a participação do deputado Ismael Crispin durante a audiência pública realizada nesta quinta-feira (18), pela Assembleia Legislativa de Rondônia, para discutir a atualização do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE). Em agenda no Cone Sul do estado, o parlamentar acompanhou e participou da discussão de forma remota.

Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, Ismael destacou que o debate sobre o zoneamento não começou agora. Segundo ele, desde que assumiu a presidência da comissão, assumiu também o compromisso de defender a atualização do zoneamento como uma das pautas mais importantes para o futuro de Rondônia e para a segurança jurídica dos produtores rurais.

Foi com esse objetivo que a Comissão de Meio Ambiente realizou, ao longo de 2025, seis audiências públicas nos municípios de Cerejeiras, Pimenta Bueno, Alta Floresta d’Oeste, São Miguel do Guaporé, Machadinho d’Oeste e Nova Mamoré. Todas foram abertas à participação popular, amplamente divulgadas e contaram com convites encaminhados aos órgãos públicos, instituições e representantes dos diversos segmentos da sociedade.

“Nós ouvimos produtores, comunidades tradicionais, povos originários, ambientalistas e representantes de vários setores. A Assembleia Legislativa abriu esse debate para todos que quiseram participar.”

De acordo com o parlamentar, todo o material levantado durante as audiências foi consolidado em um relatório técnico e entregue ao Governo do Estado para subsidiar a atualização do zoneamento.

“Fizemos o nosso papel. Percorremos Rondônia, ouvimos a sociedade, reunimos as contribuições em um relatório e entregamos ao Governo do Estado. Infelizmente, até o momento, não houve o avanço esperado e o Estado acabou se omitindo diante de uma pauta que representa os anseios de milhares de produtores rondonienses.”

Durante sua fala, Ismael reforçou que a principal reivindicação apresentada durante as audiências foi a necessidade de regras claras para quem vive da produção rural.

“O produtor não quer cometer crime ambiental. Ele não quer perseguição da Sedam, do Ibama ou de qualquer órgão de controle. Ele quer entender quais são as regras do jogo, qual é sua responsabilidade com o meio ambiente e até onde ele pode produzir dentro da legalidade.”

Segundo o deputado, Rondônia convive atualmente com uma legislação que já não acompanha a realidade do estado, gerando insegurança para pequenos, médios e grandes produtores.

“Estamos falando de uma legislação construída há mais de 20 anos. Rondônia mudou, cresceu, se desenvolveu, mas as regras continuam sem a atualização que o estado precisa.”

Apesar da falta de avanço após a entrega do relatório, Ismael afirmou que continuará defendendo a pauta e cobrando uma solução para o setor produtivo.

“A nossa luta não terminou. O zoneamento continua sendo uma necessidade urgente para Rondônia e eu seguirei defendendo os produtores rurais, que precisam de segurança jurídica para trabalhar, produzir e continuar contribuindo para o desenvolvimento do nosso estado.”

Para o parlamentar, atualizar o Zoneamento Socioeconômico e Ecológico é garantir equilíbrio entre produção e preservação, oferecendo segurança para quem produz e tranquilidade para quem investe e gera emprego em Rondônia.

Texto: Laila Moraes | Jornalista
Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO

Via: web tv alternativa

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Juruena Energia S/A – Recebimento de Licença Ambiental – Editais – WEB TV ALTERNATIVA

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O debate sobre o Zoneamento foi aberto, transparente e democrático (Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO)

A defesa do produtor rural e a busca por segurança jurídica marcaram a participação do deputado Ismael Crispin durante a audiência pública realizada nesta quinta-feira (18), pela Assembleia Legislativa de Rondônia, para discutir a atualização do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE). Em agenda no Cone Sul do estado, o parlamentar acompanhou e participou da discussão de forma remota.

Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, Ismael destacou que o debate sobre o zoneamento não começou agora. Segundo ele, desde que assumiu a presidência da comissão, assumiu também o compromisso de defender a atualização do zoneamento como uma das pautas mais importantes para o futuro de Rondônia e para a segurança jurídica dos produtores rurais.

Foi com esse objetivo que a Comissão de Meio Ambiente realizou, ao longo de 2025, seis audiências públicas nos municípios de Cerejeiras, Pimenta Bueno, Alta Floresta d’Oeste, São Miguel do Guaporé, Machadinho d’Oeste e Nova Mamoré. Todas foram abertas à participação popular, amplamente divulgadas e contaram com convites encaminhados aos órgãos públicos, instituições e representantes dos diversos segmentos da sociedade.

“Nós ouvimos produtores, comunidades tradicionais, povos originários, ambientalistas e representantes de vários setores. A Assembleia Legislativa abriu esse debate para todos que quiseram participar.”

De acordo com o parlamentar, todo o material levantado durante as audiências foi consolidado em um relatório técnico e entregue ao Governo do Estado para subsidiar a atualização do zoneamento.

“Fizemos o nosso papel. Percorremos Rondônia, ouvimos a sociedade, reunimos as contribuições em um relatório e entregamos ao Governo do Estado. Infelizmente, até o momento, não houve o avanço esperado e o Estado acabou se omitindo diante de uma pauta que representa os anseios de milhares de produtores rondonienses.”

Durante sua fala, Ismael reforçou que a principal reivindicação apresentada durante as audiências foi a necessidade de regras claras para quem vive da produção rural.

“O produtor não quer cometer crime ambiental. Ele não quer perseguição da Sedam, do Ibama ou de qualquer órgão de controle. Ele quer entender quais são as regras do jogo, qual é sua responsabilidade com o meio ambiente e até onde ele pode produzir dentro da legalidade.”

Segundo o deputado, Rondônia convive atualmente com uma legislação que já não acompanha a realidade do estado, gerando insegurança para pequenos, médios e grandes produtores.

“Estamos falando de uma legislação construída há mais de 20 anos. Rondônia mudou, cresceu, se desenvolveu, mas as regras continuam sem a atualização que o estado precisa.”

Apesar da falta de avanço após a entrega do relatório, Ismael afirmou que continuará defendendo a pauta e cobrando uma solução para o setor produtivo.

“A nossa luta não terminou. O zoneamento continua sendo uma necessidade urgente para Rondônia e eu seguirei defendendo os produtores rurais, que precisam de segurança jurídica para trabalhar, produzir e continuar contribuindo para o desenvolvimento do nosso estado.”

Para o parlamentar, atualizar o Zoneamento Socioeconômico e Ecológico é garantir equilíbrio entre produção e preservação, oferecendo segurança para quem produz e tranquilidade para quem investe e gera emprego em Rondônia.

Texto: Laila Moraes | Jornalista
Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO

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PM apreende mais de 320 quilos de drogas durante operação em Cacoal – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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O debate sobre o Zoneamento foi aberto, transparente e democrático (Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO)

A defesa do produtor rural e a busca por segurança jurídica marcaram a participação do deputado Ismael Crispin durante a audiência pública realizada nesta quinta-feira (18), pela Assembleia Legislativa de Rondônia, para discutir a atualização do Zoneamento Socioeconômico e Ecológico (ZSEE). Em agenda no Cone Sul do estado, o parlamentar acompanhou e participou da discussão de forma remota.

Presidente da Comissão de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa, Ismael destacou que o debate sobre o zoneamento não começou agora. Segundo ele, desde que assumiu a presidência da comissão, assumiu também o compromisso de defender a atualização do zoneamento como uma das pautas mais importantes para o futuro de Rondônia e para a segurança jurídica dos produtores rurais.

Foi com esse objetivo que a Comissão de Meio Ambiente realizou, ao longo de 2025, seis audiências públicas nos municípios de Cerejeiras, Pimenta Bueno, Alta Floresta d’Oeste, São Miguel do Guaporé, Machadinho d’Oeste e Nova Mamoré. Todas foram abertas à participação popular, amplamente divulgadas e contaram com convites encaminhados aos órgãos públicos, instituições e representantes dos diversos segmentos da sociedade.

“Nós ouvimos produtores, comunidades tradicionais, povos originários, ambientalistas e representantes de vários setores. A Assembleia Legislativa abriu esse debate para todos que quiseram participar.”

De acordo com o parlamentar, todo o material levantado durante as audiências foi consolidado em um relatório técnico e entregue ao Governo do Estado para subsidiar a atualização do zoneamento.

“Fizemos o nosso papel. Percorremos Rondônia, ouvimos a sociedade, reunimos as contribuições em um relatório e entregamos ao Governo do Estado. Infelizmente, até o momento, não houve o avanço esperado e o Estado acabou se omitindo diante de uma pauta que representa os anseios de milhares de produtores rondonienses.”

Durante sua fala, Ismael reforçou que a principal reivindicação apresentada durante as audiências foi a necessidade de regras claras para quem vive da produção rural.

“O produtor não quer cometer crime ambiental. Ele não quer perseguição da Sedam, do Ibama ou de qualquer órgão de controle. Ele quer entender quais são as regras do jogo, qual é sua responsabilidade com o meio ambiente e até onde ele pode produzir dentro da legalidade.”

Segundo o deputado, Rondônia convive atualmente com uma legislação que já não acompanha a realidade do estado, gerando insegurança para pequenos, médios e grandes produtores.

“Estamos falando de uma legislação construída há mais de 20 anos. Rondônia mudou, cresceu, se desenvolveu, mas as regras continuam sem a atualização que o estado precisa.”

Apesar da falta de avanço após a entrega do relatório, Ismael afirmou que continuará defendendo a pauta e cobrando uma solução para o setor produtivo.

“A nossa luta não terminou. O zoneamento continua sendo uma necessidade urgente para Rondônia e eu seguirei defendendo os produtores rurais, que precisam de segurança jurídica para trabalhar, produzir e continuar contribuindo para o desenvolvimento do nosso estado.”

Para o parlamentar, atualizar o Zoneamento Socioeconômico e Ecológico é garantir equilíbrio entre produção e preservação, oferecendo segurança para quem produz e tranquilidade para quem investe e gera emprego em Rondônia.

Texto: Laila Moraes | Jornalista
Foto: Thyago Lorentz I Secom ALE/RO

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