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Projeto de lei da vereadora Ellis Regina propõe microchipagem e uso de coleiras fluorescentes em cães e gatos – Política

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Um novo projeto de lei apresentado na Câmara Municipal promete reestruturar as políticas públicas de controle e assistência aos animais abandonados na capital rondoniense. A proposta, de autoria da vereadora Ellis Regina (União Brasil), prevê a criação do Programa Municipal de Identificação, Monitoramento e Proteção de Cães e Gatos em Situação de Rua. O grande diferencial da medida é a combinação de alta tecnologia de rastreamento com uma solução visual simples e de baixo custo: a implantação de microchips e o uso obrigatório de coleiras fluorescentes de alta visibilidade.

A iniciativa responde a um desafio crônico na cidade, onde o abandono massivo de animais impacta diretamente a saúde pública, o bem-estar animal e a segurança viária. Segundo a justificativa do projeto, a falta de controle gera a proliferação de doenças e um índice alarmante de atropelamentos, especialmente no período noturno, quando a visibilidade nas avenidas é reduzida. As coleiras fluorescentes surgem como prevenção imediata de acidentes, alertando motoristas e sinalizando à comunidade que o animal já é assistido.

Pelo texto protocolado, cães e gatos capturados por órgãos públicos ou entidades parceiras passarão por um protocolo rigoroso de triagem. O fluxo básico inclui avaliação clínica por médico veterinário, vacinação, castração (quando indicada), cadastro no sistema municipal e a implantação do microchip. O dispositivo funcionará como um “documento de identidade” digital, reunindo o histórico de saúde do animal e evitando o retrabalho do poder público.

O modelo proposto é inspirado em experiências bem-sucedidas de outras capitais da Região Norte, como Manaus, onde estratégias semelhantes reduziram os acidentes de trânsito e aumentaram a conscientização da população. Após o atendimento em Porto Velho, os animais considerados saudáveis poderão retornar aos locais de origem como “animais comunitários”, enquanto aqueles que demandarem cuidados especiais serão encaminhados para programas oficiais de adoção responsável.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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Três policiais militares perdem cargos após condenação em esquema de usura – Geral – WEB TV ALTERNATIVA

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A decisão sobre qual material genético plantar define o teto produtivo de toda a safra. Nenhum manejo posterior consegue superar as limitações impostas por uma semente de baixa qualidade. O potencial embutido no embrião determina quanto a planta conseguirá expressar diante das condições oferecidas.

Investir em materiais superiores não é gasto, mas aplicação com retorno garantido no final do ciclo. O agricultor que compreende essa relação sai na frente desde o momento da aquisição. Cada real dedicado à compra reflete diretamente no resultado colhido meses depois.

Os pilares que definem a qualidade do material

Pureza física e varietal do lote adquirido

A composição entregue pelo fornecedor precisa atender a padrões rigorosos estabelecidos pela legislação brasileira. Sementes de outras espécies, fragmentos vegetais ou material inerte comprometem a precisão da semeadura mecanizada. Misturas varietais dentro do mesmo saco geram plantas com ciclos diferentes, dificultando o manejo integrado.

A pureza declarada no rótulo deve ser verificada por análises independentes sempre que possível. Exigir certificação de qualidade é direito do comprador que protege seu próprio investimento na lavoura.

Germinação e vigor como indicadores complementares

A porcentagem de germinação revela quantas sementes irão produzir plântulas normais em condições favoráveis de ambiente. O vigor, por sua vez, indica a capacidade de emergir sob estresse, como frio ou seca prolongada.

Lotes com alta germinação, mas baixo vigor, falham justamente nos cenários mais desafiadores do campo real. Os testes de tetrazólio e envelhecimento acelerado fornecem dados complementares sobre a qualidade fisiológica. Essas informações orientam a decisão de compra e o ajuste da densidade de semeadura recomendada.

Sanidade e ausência de patógenos transmitidos pela semente

Fungos e bactérias associados ao material viajam com ele do armazém até o solo úmido da lavoura. Patógenos como Fusarium, Aspergillus e Penicillium causam apodrecimento antes mesmo da germinação completa. Nematoides e vírus também podem ser transmitidos via materiais contaminados de origem duvidosa.

A análise sanitária prévia identifica problemas invisíveis a olho nu, evitando surpresas desagradáveis. Lotes com incidência acima do tolerado devem ser rejeitados ou submetidos a tratamento específico.

O tratamento como aliado na preservação da qualidade

Barreira química contra ameaças do ambiente

Depositada no sulco, a semente fica exposta a diversos organismos presentes naturalmente no perfil do solo. Fungos de solo, larvas de insetos e nematoides atacam o embrião nos primeiros dias críticos de vida.

Uma semente tratada recebe camada protetora que combate esses inimigos invisíveis durante a germinação. O revestimento com fungicidas e inseticidas sistêmicos forma barreira química ao redor do material semeado. Essa proteção inicial permite que a planta nasça forte e alcance os estádios seguintes com saúde.

Nutrição de arranque incorporada ao invólucro protetor

Além da proteção fitossanitária, o tratamento pode carregar nutrientes essenciais para o desenvolvimento inicial. Fósforo, zinco e molibdênio aplicados diretamente na semente ficam disponíveis desde a hidratação.

Bioestimulantes à base de aminoácidos e algas aceleram a emissão de raízes e a absorção de recursos do solo. Cobalto e molibdênio são especialmente relevantes para leguminosas que dependem da fixação biológica de nitrogênio. Essa nutrição localizada turbina o arranque vegetativo e reduz a dependência de adubações corretivas tardias.

A importância do timing entre tratamento e plantio

Produtos aplicados sobre a semente têm janela de eficácia que precisa ser respeitada rigorosamente. O tratamento realizado muito antes da semeadura perde concentração e poder de proteção no campo.

Condições inadequadas de armazenamento após o beneficiamento aceleram a degradação dos ingredientes ativos. O ideal é tratar próximo à data prevista para a deposição no solo agricultável. Esse cuidado garante que a semente chegue ao sulco com toda sua capacidade protetiva preservada.

A ligação entre material de qualidade e produtividade final

Diversos ensaios comparativos demonstram ganhos expressivos com o uso de materiais geneticamente superiores. A diferença entre um lote certificado e um de baixa qualidade ultrapassa vinte sacas por hectare. A uniformidade de emergência proporcionada por sementes vigorosas reduz a competição entre plantas vizinhas.

Lavouras estabelecidas com material de alto padrão atingem maturidade mais cedo e de forma sincronizada. O produtor que prioriza qualidade na origem colhe resultados visíveis já na primeira safra.

Armazenamento correto para preservar o potencial adquirido

Mesmo a melhor semente perde qualidade se mantida em condições inadequadas de ambiente. A temperatura elevada acelera a respiração do embrião, consumindo as reservas energéticas necessárias para a germinação.

A umidade relativa acima de sessenta por cento favorece o desenvolvimento de fungos durante a estocagem. Locais arejados, secos e protegidos da luz solar direta prolongam a viabilidade do lote armazenado. Sacos empilhados sobre pallets evitam contato com a umidade do piso e possibilitam ventilação adequada.

Critérios para avaliar o custo-benefício na aquisição

Sementes certificadas custam mais caro na compra, mas o retorno sobre o investimento justifica o valor. O cálculo considera a diferença de produtividade esperada multiplicada pelo preço da commodity. Reduções na densidade de semeadura compensam parte do custo elevado de materiais de alto vigor.

A segurança proporcionada por lotes testados reduz riscos que comprometem toda a safra planejada. O agricultor experiente sabe que economizar na semente é o pior lugar para cortar contas.

A rastreabilidade como garantia de origem e conformidade

Materiais certificados trazem informações detalhadas sobre sua origem genética e histórico de produção. A rastreabilidade permite identificar lotes problemáticos e acionar o fornecedor em caso de não conformidade. Certificações oficiais atestam que os padrões mínimos exigidos foram rigorosamente atendidos. Essa documentação protege o comprador e valoriza toda a cadeia produtiva envolvida. Exigir nota fiscal e boletins de análise é prática indispensável na aquisição responsável.

Conclusão

UM qualidade da semente representa o alicerce sobre o qual se constrói a safra inteira. Cada aspecto, da pureza ao vigor, passando pela sanidade e pelo tratamento aplicado, influencia o resultado. Investir em materiais superiores não é luxo, mas decisão técnica baseada em evidências agronômicas sólidas.

O produtor que começa com sementes de alto padrão constrói vantagem que se acumula ao longo do ciclo. A colheita generosa começa muito antes, no exato momento em que a primeira semente toca o solo.

Via: web tv alternativa

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Identificada segunda vítima fatal de acidente na BR-364 nesta terça-feira – Polícia

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Foi identificada como Maria Luiza Neves de Lima, de 22 anos, a segunda vítima fatal do acidente ocorrido na manhã desta terça-feira (23), no km 417 da BR-364, em Jaru.

A outra vítima já havia sido identificada como Saulo Henrique de Castro dos Santos, de 25 anos. Segundo o Corpo de Bombeiros, o casal seguia em uma motocicleta de Ouro Preto do Oeste para Jaru quando se envolveu em uma colisão com outra moto.

Com o impacto, os dois caíram na pista. Ainda de acordo com os bombeiros, um caminhão que trafegava no sentido contrário atropelou as vítimas logo depois da queda.

Saulo e Maria Luiza morreram no local do acidente.

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que o condutor da outra motocicleta e o motorista do caminhão deixaram o local sem prestar socorro.

FonteVia: rondoniagora

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Prefeito Léo Moraes declara apoio a pré-candidatura de Marcos Rogério para o Governo de Rondônia – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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São Francisco do Guaporé recebeu a terceira edição da Caravana Rede de Proteção à Mulher BR-429, iniciativa da deputada estadual Gislaine Lebrinha (PRD) voltada à orientação e conscientização sobre temas relacionados aos direitos das mulheres e ao enfrentamento da violência.

A ação é promovida pela Comissão de Defesa dos Direitos da Criança, do Adolescente, da Mulher e do Idoso da Assembleia Legislativa de Rondônia (Alero), presidida pela parlamentar. Durante o encontro, foram abordados temas relacionados ao enfrentamento da violência contra a mulher, autonomia financeira, mercado de trabalho e canais de denúncia.

Além das palestras e orientações, o encontro proporcionou um momento de diálogo entre as participantes e os profissionais que atuam na garantia e defesa dos direitos das mulheres.

Segundo Gislaine Lebrinha, a informação tem papel fundamental no combate à violência contra a mulher. “Muitas vezes, o silêncio e o desconhecimento impedem que uma mulher procure ajuda. Nosso compromisso é levar conhecimento, orientação e aproximar a população dos órgãos que atuam na proteção e garantia de direitos. Quanto mais informação chega às comunidades, mais vidas podem ser transformadas”, afirmou.

O encontro reuniu estudantes, lideranças locais e representantes de diferentes instituições, entre eles a psicóloga Lavínia, o defensor público Pedro Henrique, a representante do Poder Judiciário Delaine, a policial civil Angélica, o comandante Aleone, os vereadores Professor Márcio, Pastor Eber, Elias, Agnielde e Alessandra, o representante da Seduc Maurício e a presidente da Comissão da Mulher Advogada da OAB, Fabrícia.

Antes de chegar a São Francisco do Guaporé, a caravana passou pelos municípios de Alvorada do Oeste e Seringueiras. A proposta da parlamentar é que a iniciativa siga pelos demais municípios da BR-429, promovendo o acesso à informação e ao diálogo com as instituições participantes.

Via: web tv alternativa

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