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Tentativa de vandalismo na avenida Guaporé é frustrada por sistema de proteção implantado pela Emdur – Geral

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Empresa de Desenvolvimento Urbano (Emdur), informa que a rede de iluminação pública da Avenida Guaporé foi alvo de uma tentativa de vandalismo. Graças ao sistema de proteção implantado pela empresa no ano passado, não houve acesso ao cabeamento da rede, evitando um prejuízo muito maior ao patrimônio público.

A tecnologia, desenvolvida pelos engenheiros da Emdur, utiliza um sistema de proteção subterrâneo com sapatas de concreto, criado para dificultar ações criminosas contra a infraestrutura da iluminação pública. O modelo já vem sendo utilizado em outros pontos estratégicos da cidade e tem apresentado resultados positivos no combate aos furtos de fios.

Para o prefeito Léo Moraes, o episódio demonstra a importância dos investimentos em tecnologia e prevenção para proteger o patrimônio público.

“Estamos trabalhando para construir uma cidade mais segura, eficiente e preparada para enfrentar problemas que causam prejuízos à população. Esse sistema de proteção mostrou sua eficácia ao impedir que os criminosos tivessem acesso à rede elétrica, preservando um serviço essencial para os moradores e reduzindo os custos de recuperação”.

Durante a ação, foi danificada apenas a alimentação de um circuito responsável pela iluminação do canteiro central. Assim que a ocorrência foi identificada, as equipes da Emdur foram acionadas e desligaram temporariamente parte do trecho para que os reparos fossem realizados com total segurança.

Como o cabeamento permaneceu preservado, o serviço de recuperação é mais rápido e já está sendo executado pelas equipes técnicas. Além do reparo, o ponto danificado receberá um reforço estrutural para ampliar ainda mais a proteção da rede.

Segundo o presidente da Emdur, Bruno Oliveira, o resultado demonstra que o investimento em engenharia e tecnologia tem cumprido seu objetivo.

Essa ocorrência mostra que o sistema implantado pela Emdur está funcionando. Houve uma tentativa de vandalismo, mas os criminosos não conseguiram acessar o cabeamento da rede. O dano ficou restrito à alimentação de um circuito, permitindo que nossas equipes atuassem rapidamente para restabelecer a iluminação.”

A Prefeitura de Porto Velho segue investindo na modernização da iluminação pública, aliando tecnologia, planejamento e resposta rápida para reduzir os prejuízos causados por atos de vandalismo e garantir uma cidade cada vez mais iluminada e segura.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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MPRO debate modelos de compreensão da deficiência e desafios da educação inclusiva

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Na manhã desta segunda-feira (19/10), o Ministério Público de Rondônia (MPRO) iniciou, em Porto Velho, o seminário Educação Inclusiva em Perspectiva Intersetorial: Justiça, Educação e Sociedade na Garantia dos Direitos.

A programação inclui debates sobre os modelos de compreensão da deficiência, os desafios da educação especial e a atuação conjunta de instituições para assegurar o acesso, a permanência e a participação de estudantes nas escolas comuns.

A primeira palestra foi conduzida por Meiriene Cavalcante Barbosa e Martinha Clarete Dutra dos Santos, que abordaram a evolução histórica das concepções sobre a deficiência e seus efeitos na organização do ensino. As especialistas explicaram como essas perspectivas influenciam o planejamento pedagógico, os métodos de avaliação e a definição dos apoios oferecidos aos estudantes.

Da exclusão à inclusão

As pesquisadoras explicaram que, ao longo da história, diferentes modelos orientaram a maneira como a sociedade compreendeu a deficiência. São eles: caritativo, médico, social, de direitos humanos e biopsicossocial.

O modelo caritativo compreende a deficiência sob o discurso do “castigo divino, tragédia pessoal”, enquadrando a pessoa na categoria dos “pobres e desvalidos”. Fundamenta a exclusão escolar e estimula o assistencialismo, em que a escola “olha a pessoa com deficiência como uma pobrezinha que precisa de ajuda, que precisa de cuidado”, impedindo que o estudante seja visto como um cidadão com direito à igualdade de condições.

Já o modelo médico estabelece um “padrão abstrato de normalidade” calcado na “ideia de homem saudável”, categorizando os sujeitos por tipos e graus (leve, moderado, severo; educáveis, treináveis).

Esse modelo alimenta a “ideia: inadequação para a escola comum”, justificando o encaminhamento para classes e escolas especiais exclusivas. Condiciona o acesso à sala comum à capacidade do aluno de adaptar-se e vencer a “incapacidade de acompanhar o ritmo dos demais estudantes”.

No cotidiano, “a pessoa ela vai ser reduzida à sua prescrição em um laudo”, fazendo com que o ato pedagógico fique subordinado ao diagnóstico clínico. Isso gera práticas de infantilização e consolida a “retenção e a distorção idade-série”.

Direito à educação

O modelo social surge na década de 1970, “retirou do indivíduo a origem da desigualdade e a devolveu ao social”, estabelecendo que “a deficiência é entendida como o resultado entre o encontro da pessoa com deficiência com uma barreira”.

Fundamenta a educação inclusiva, partindo do pressuposto de que “todas as pessoas aprendem” e de que a “escola comum é o único lugar para se exercer o direito à educação”. Desloca o foco do “déficit do aluno” para a eliminação de barreiras (atitudinais, arquitetônicas e pedagógicas) e a oferta de recursos de acessibilidade e tecnologia assistiva.

O modelo de direitos humanos centra-se na “dignidade intrínseca ao ser humano”, prevendo a observância de aspectos clínicos apenas quando estritamente necessário. Associa-se ao modelo social para assegurar a inclusão incondicional, priorizando o reconhecimento do sujeito antes de qualquer condição ou diagnóstico.

Orienta o planejamento e a avaliação escolar de modo a sustentar o “binômio da educação inclusiva, aquela que promove igualdade e que resguarda o direito à diferença”.

O modelo biopsicossocial apresenta-se como “uma espécie de fusão entre os modelos médico e social”, articulando dimensões biológicas, psicológicas e sociais.

As palestrantes recomendam “cautela”, pois se o enfoque recair prioritariamente sobre os aspectos biológicos e psicológicos, existe o risco de o modelo tornar-se “uma forma de trazer de novo, de novo o modelo médico com um outro nome” e “dar ao social pouca visibilidade”, mantendo a prática escolar focada nas limitações do estudante em vez da transformação do ambiente.

Atuação conjunta

Na palestra, a intersetorialidade é apresentada como uma abordagem basilar para assegurar o direito incondicional à educação. As palestrantes argumentam que a inclusão não se reduz ao ambiente escolar isolado, exigindo a articulação sinérgica entre educação, saúde, assistência social, órgãos do sistema de justiça, legislativo, executivo e famílias.

A atuação conjunta deve ocorrer sem que uma área substitua as atribuições da outra. Na prática, isso significa reconhecer a contribuição dos profissionais de saúde sem transferir a eles decisões que pertencem ao campo pedagógico.

As palestrantes ressaltaram que diagnósticos clínicos não devem definir, isoladamente, os métodos de ensino nem restringir o acesso dos estudantes ao currículo escolar. Cabe à educação conduzir o processo pedagógico, enquanto os demais setores contribuem dentro de suas competências para remover barreiras e assegurar direitos.

Ao defender a corresponsabilidade entre as áreas, Martinha Clarete Dutra destacou o efeito da articulação institucional na transformação das condições sociais. “Se todas as áreas estiverem juntas pensando esse processo, nós avançamos muito mais rapidamente na edificação de uma sociedade inclusiva, justa e democrática”, afirmou.

A discussão situa a educação inclusiva como uma responsabilidade compartilhada, que exige mudanças nas práticas escolares e cooperação entre instituições para garantir não apenas a matrícula, mas também a permanência, a participação e a aprendizagem dos estudantes.

Responsabilidade compartilhada

A promotora de Justiça Luciana Ondei, coordenadora do Grupo de Atuação Especial da Educação (GAEDUC), ao abrir o evento, abordou a responsabilidade compartilhada na inclusão, o papel constitucional do Ministério Público e a urgência do diálogo intersetorial.

“A expressão ‘perspectiva intersetorial’ traduz o entendimento de que problemas complexos dificilmente encontram respostas adequadas quando cada instituição atua isoladamente. A inclusão depende de todos nós.”

Sobre o papel do Ministério Público na Educação, disse que “o Ministério Público não substitui a escola, não substitui gestores públicos, não substitui profissionais de educação, da saúde, da assistência.

Tampouco deve assumir a gestão de qualquer política pública. Nossa missão é defender direitos, acompanhar políticas públicas, identificar situações de exclusão ou violação e promover a articulação necessária para a construção de soluções capazes de garantir a efetividade dos direitos assegurados pela Constituição.”

O evento reuniu promotores de Justiça, magistrados, defensores públicos, além de gestores da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), representantes de secretarias municipais de Educação, conselhos de educação e do Fundeb.

A programação contou ainda com representantes de conselhos tutelares, do Conselho Estadual de Saúde e de secretarias municipais de Assistência Social.

Confira a sequência da programação oficial do evento:

  • Programação — Segunda-feira (19/10/2026) | Tarde
    14h às 16h
  • Tema: Superdotação e dupla excepcionalidade: identificação, garantia de direitos e atuação intersetorial entre Justiça, Educação e Sociedade
  • Ministrante: Olzeni Ribeiro 16h às 18hTema: O Estudo de Caso como Instrumento de Identificação de Barreiras e Planejamento dos Apoios
  • Ministrantes: Meiriene Cavalcante Barbosa e Martinha Clarete Dutra dos Santos
  • Programação — Terça-feira (20/10/2026) | Manhã 08h30 às 10h
  • Tema: A Organização dos Apoios Educacionais e a Judicialização dos Pedidos de Apoio
  • Ministrantes: Meiriene Cavalcante Barbosa e Martinha Clarete Dutra dos Santos 10h às 12h
  • Tema: Da Demanda Individual ao Problema Estrutural: judicialização e política pública de educação inclusiva
  • Ministrante: Mariana Rosa
    Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Fonte: Via: florestanoticias

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TCE determina apuração de investimentos para proteger recursos da previdência dos servidores de Ji-Paraná

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O dinheiro destinado à previdência dos servidores públicos precisa ser administrado com acompanhamento dos riscos e transparência sobre sua aplicação.

Para proteger esse patrimônio, o Tribunal de Contas de Rondônia (TCE-RO) determinou uma apuração específica sobre investimentos do Fundo de Previdência Social do Município de Ji-Paraná (Ipreji) em fundos de risco atípico.

A investigação deverá esclarecer o caminho percorrido pelos recursos, eventual dificuldade de acesso aos valores investidos e possíveis responsabilidades por condutas relacionadas à gestão dessas aplicações. A decisão não estabelece, nesta etapa, o valor de eventual prejuízo nem representa uma conclusão definitiva sobre os responsáveis pelos fatos que serão apurados.

O encaminhamento foi aprovado por unanimidade pelo Pleno, no processo nº 07292/17, sob relatoria do conselheiro José Euler Potyguara Pereira de Mello. O Tribunal determinou a instauração de uma tomada de contas especial autônoma, procedimento destinado a apurar os fatos, identificar responsáveis e quantificar eventual dano ao patrimônio público.

RECURSOS PREVIDENCIÁRIOS SOB APURAÇÃO

A decisão decorre do acompanhamento de determinações expedidas após uma auditoria sobre a gestão previdenciária municipal. Durante esse monitoramento, o Tribunal identificou entraves nas apurações internas relacionadas às aplicações financeiras, justificando a abertura de um procedimento específico na própria Corte.

Para instruir a investigação, serão reunidos documentos, relatórios técnicos, decisões e pareceres relacionados ao caso. O objetivo é reconstruir o fluxo financeiro e examinar possíveis ações ou omissões na gestão dos investimentos, dentro do período delimitado pelo acórdão.

O Pleno também determinou o encaminhamento de cópia integral dos autos ao Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO), para apuração de eventual ato doloso de improbidade administrativa e adoção das medidas judiciais cabíveis.

CONTROLES MAIS FORTES PARA PRESERVAR O PATRIMÔNIO

Além da apuração, o TCE-RO recomendou melhorias na governança e no controle interno do Ipreji. Entre elas estão a capacitação periódica das equipes, a composição tecnicamente adequada das comissões de tomada de contas especial e a adoção de rotinas de conferência dos processos.

Outra recomendação é criar mecanismos de acompanhamento e alertas de prazos, para evitar que atrasos prejudiquem a possibilidade de responsabilização e cobrança de valores.

Para os servidores e aposentados, o benefício pretendido é a proteção do patrimônio que sustenta o regime previdenciário.

Ao exigir esclarecimentos sobre os investimentos e recomendar controles capazes de prevenir falhas, o TCE-RO busca assegurar que a gestão desses recursos seja verificável e responsável, com apuração consistente sempre que houver indícios de irregularidade.

Fonte: Via: florestanoticias

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Acesso a consultas no Hospital Universitário ocorre exclusivamente pela regulação municipal – Geral

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A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa), orienta a população sobre o fluxo de atendimento para consultas e exames especializados no Hospital Universitário. Diante de mensagens falsas que circulam em redes sociais, a Semusa esclarece que não há atendimento por livre demanda no local e que as vagas para cardiologia, ortopedia e oftalmologia são destinadas exclusivamente aos pacientes regulados.

O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destaca a importância de acompanhar as informações e orientações exclusivamente pelos meios oficiais da gestão.

“Estruturamos as ofertas no Hospital Universitário para reduzir as filas e atender nossa população com dignidade, e as vagas existem. Mas o cidadão precisa saber que o único caminho correto é procurar a sua unidade de saúde. Pedimos a todos que acompanhem nossos canais oficiais e não compartilhem notícias falsas”, afirmou o prefeito Léo Moraes.

Como funciona o fluxo oficial de atendimento

Para agendar uma consulta especializada, o paciente deve seguir as etapas da rede municipal:

1. Atendimento inicial: Procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) ou Unidade de Saúde da Família (USF) do seu bairro;

2. Avaliação e encaminhamento: Passar por consulta médica na unidade. Havendo necessidade, o profissional encaminha o pedido para a regulação municipal;

3. Agendamento: A equipe da regulação realiza a marcação e entra em contato via telefone com o paciente para confirmar data e horário.

A secretária municipal de Saúde, Sandra Cardoso, reforça a importância da atenção em relação a informações falsas e fraudes.

“Nossa regulação trabalha diariamente para contatar os pacientes e preencher essas vagas. Pedimos aos cidadãos que tenham cuidado com informações que não sejam repassadas de forma oficial e atenção dobrada para evitar golpes. Mantenham o telefone atualizado na UBS do seu bairro, compareçam no dia marcado ou avisem caso não possam ir. A colaboração de todos é fundamental para o bom funcionamento do serviço”.

Onde buscar informações oficiais

A Semusa orienta os moradores a não compartilhar conteúdos que recebam em grupos de mensagens sem confirmação prévia. Todas as informações verdadeiras e atualizadas sobre o funcionamento dos serviços de saúde do município estão disponíveis na Agência de Notícias da Prefeitura de Porto Velho (https://agencia.portovelho.ro.gov.br/) e nos perfis oficiais da Prefeitura de Porto Velho (prefeitura.pvh) e da Semusa (semusa.pvh) nas redes sociais.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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