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Hospitais mantém piso de farmacêuticos congelados há 5 anos com perdas de 30,95% – Geral

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Uma mediação de negociação foi realizada na Superintendência Regional do Trabalho (SRTE-MTE), nesta terça-feira, entre o Sindicato dos Farmacêuticos (SINFAR) e o Sindicato dos Hospitais (SINDESSERO), para tratar da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria farmacêutica dos Hospitais de Rondônia. Representaram o sindicato, o dirigente Antônio de Paula e o advogado Itamar Ferreira, e pelo lado do sindicato patronal, o presidente Rafael Augusto.

A mediação foi solicitada pelo SINFAR, considerando que houve um impasse nas negociações com o sindicato patronal, que em de 2025 ofereceu apenas 8,5% de reposição e nesta mediação 10%, contra uma perda salarial de 30,95%, referente à inflação acumulada desde junho de 2021.

A categoria farmacêutica dos hospitais está sem Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) desde 2021. Tal situação causou uma drástica perda salarial. Em termos comparativo o piso da categoria farmacêutica dos hospitais e das farmácias tinham o mesmo valor em 2016, conforme CCTs registradas no Sistema Mediador do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE). Atualmente o piso em hospitais está em R$ 3.000,00 e nas farmácias R$ 4.583,38.

O impasse se manteve nesta mediação, com os patrões apenas mudando a proposta de 8,5% de 2025 para 10% atualmente. O SINFAR propôs que os hospitais concedessem 10% de reajuste imediato e que a diferença para os 30,95%, perda real da categoria, fossem parcelados semestralmente até zerar o total das perdas, em número de parcelas a ser negociadas.

O sindicato patronal informou que precisaria consultar seus hospitais filiados. Os mediadores propuseram, e foi acatado pelas partes, a suspensão da Mediação e a continuidade dela na próxima terça-feira, dia 18. 

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Conta de Energia: Energisa explica como solicitar mudança de titularidade sem sair de casa – Cidades

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Quem precisa colocar a conta de energia no próprio nome não precisa se deslocar até uma agência. A Energisa Rondônia disponibiliza a troca de titularidade pelo WhatsApp oficial (69) 99358-9673, permitindo que todo o processo seja iniciado de casa, de maneira simples, rápida e segura.

Para solicitar o serviço, basta enviar um “Oi” para o número e selecionar a opção “Vou me mudar: Trocar a titularidade, ligação nova, encerramento contratual”. Em seguida, o cliente deve escolher a troca de titularidade e seguir as orientações apresentadas durante o atendimento.

“Os canais digitais facilitam a rotina dos clientes porque permitem solicitar serviços sem se deslocar até uma agência. A troca de titularidade pode ser iniciada pelo WhatsApp, de qualquer lugar, em qualquer dia e horário. É importante apenas estar com os documentos em mãos e acompanhar as orientações durante o atendimento”, explica Rosiane Soares, coordenadora de Atendimento da Energisa Rondônia.

Qual serviço escolher?

Embora as opções estejam disponíveis no mesmo menu, cada serviço atende a uma necessidade diferente:

Troca de titularidade: para quem deseja colocar a conta de energia no próprio nome. Se a intenção for transferir a conta para outra pessoa, o novo responsável deverá fazer a solicitação.
Ligação nova: indicada para imóvel novo que nunca teve fornecimento de energia.
Encerramento contratual: para quem deseja retirar o próprio nome da conta, sem transferi-la para outra pessoa.

Manter a titularidade atualizada é importante porque vincula corretamente o cliente ao imóvel e facilita o acesso aos serviços da Energisa. A atualização também pode contribuir para o recebimento de benefícios, como a Tarifa Social de Energia Elétrica.

Se o novo titular atender aos critérios do programa e estiver com os dados atualizados no Cadastro Único, junto ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras), o benefício poderá ser associado automaticamente à unidade consumidora. Conforme as regras da Tarifa Social, o desconto na fatura pode chegar a 100%.

Documentos necessários

Durante a solicitação, o cliente precisará informar dados pessoais e enviar os documentos exigidos. Por isso, é recomendável tê-los em mãos antes de iniciar o atendimento.

Para pessoa física, são necessários:

CPF;
RG ou outro documento oficial com foto;
Contrato de compra e venda ou de locação do imóvel.

Para pessoa jurídica, são necessários:
Contrato Social;
CNPJ;
Documento de identificação com foto e CPF do responsável pela empresa;
Documento que comprove que o solicitante está autorizado a representar a empresa.

Quem pode solicitar?

A troca de titularidade pode ser solicitada por pessoas físicas maiores de 18 anos ou por pessoas jurídicas, desde que sejam atendidas as seguintes condições:

Ser o interessado em assumir a titularidade ou seu representante legal;
Quitar previamente eventuais faturas em atraso que sejam de responsabilidade do solicitante;
Não possuir parcelamento de débitos em andamento ou taxas a faturar de responsabilidade do solicitante.

Prazo para conclusão

O prazo máximo para o processamento da troca de titularidade é de até três dias úteis para imóveis em área urbana e de até cinco dias úteis para imóveis em área rural. Nesse período, estão incluídos a análise dos documentos e o registro da solicitação nos sistemas da Energisa. O serviço pode ser solicitado pelo WhatsApp oficial da Energisa Rondônia: (69) 99358-9673. Basta enviar um “Oi” e seguir as orientações.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Aviso de licitação pregão eletrônico nº 31/2026

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Aviso de licitação pregão eletrônico nº 016/2026 – Sistema de Registro de Preços

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Fonte: Via: florestanoticias

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Empresário é denunciado por crimes sexuais mais de 10 adolescentes em Cacoal – Cidades

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Pelo menos 11 adolescentes, com idades entre 13 e 17 anos, aparecem como vítimas em uma denúncia que reúne 19 fatos atribuídos a um empresário de Cacoal. O Ministério Público de Rondônia (MPRO) aponta episódios ocorridos entre 2025 e 2026 envolvendo violência sexual, oferta de dinheiro para exploração sexual e fornecimento de bebidas alcoólicas.

A acusação atribui ao empresário o aproveitamento da condição de vulnerabilidade das adolescentes para submetê-las à violência sexual. Parte da forma de atuação descrita envolve o fornecimento de bebidas alcoólicas e a oferta de pagamentos para exploração sexual.

O empresário foi denunciado por estupro de vulnerável, crime previsto no artigo 217-A do Código Penal, com pena de 8 a 15 anos de prisão.

A denúncia também inclui favorecimento da prostituição de adolescentes, previsto no artigo 218-B do Código Penal. A pena prevista para esse crime varia de 4 a 10 anos de prisão.

Outra acusação é pelo fornecimento de bebida alcoólica a menores de idade. A conduta está prevista no artigo 243 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), com pena de 2 a 4 anos de detenção e multa.

A atuação do MPRO está relacionada à proteção de crianças e adolescentes contra a violência sexual, direito assegurado pela Constituição Federal e pelo Estatuto da Criança e do Adolescente.

Em situações de emergência, o pedido de socorro pode ser feito pelo 190. Denúncias de violência também podem ser encaminhadas à Ouvidoria do MPRO pelo número 127 ou pelo formulário disponibilizado pelo órgão na internet.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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