Pastor Evanildo, candidato a deputado federal pelo PSD cumpriu nesta quarta-feira agenda de visitas e reuniões em diferentes pontos de Porto Velho. As atividades incluíram encontros com lideranças comunitárias, representantes religiosos, apoiadores e integrantes de seu grupo político.
No bairro Orgulho do Madeira, na Zona Leste da capital, o candidato participou de uma reunião com as lideranças Ana e Adriano. O encontro foi voltado à apresentação de propostas e ao diálogo sobre as demandas e necessidades da comunidade.
Durante a agenda na Zona Sul de Porto Velho, Pastor Evanildo também participou do adesivaço da campanha de Jeovane Ibiza, candidato a deputado estadual pelo Avante, declarando apoio à candidatura. A atividade reuniu apoiadores e marcou mais uma ação da campanha de Jeovane na capital. A participação reforça a parceria política entre os candidatos durante a disputa eleitoral de 2026.
Outro compromisso ocorreu com o deputado estadual Eyder Brasil e Everton Leoni, candidato a vice-governador. O encontro foi marcado por conversas sobre propostas, cenário político e projetos relacionados ao futuro de Rondônia.
Na área religiosa, Pastor Evanildo participou de uma reunião com pastores e membros da associação FERON, ao lado do pastor Carlos Albuquerque. O encontro serviu para a apresentação de propostas e troca de informações sobre temas relacionados às comunidades e ao estado.
Na Zona Sul, o candidato também se reuniu com o líder comunitário Francisco, conhecido como Seu Francisco, do bairro Areia Branca. Durante a conversa, foram apresentadas demandas da região e discutidas questões relacionadas às necessidades dos moradores.
Ainda na mesma região, Pastor Evanildo participou de uma reunião com a liderança Luana e outros representantes comunitários. O encontro teve como foco o diálogo sobre as demandas locais e os próximos compromissos da agenda eleitoral.
Durante as atividades, Pastor Evanildo destacou a importância de manter contato direto com diferentes segmentos da sociedade. Em uma manifestação pública sobre a agenda, afirmou que as visitas permitem conhecer diferentes realidades e ouvir as demandas apresentadas pelas comunidades.
A agenda de quarta-feira encerrou uma sequência de compromissos em Porto Velho, reunindo encontros com comunidades, lideranças religiosas, representantes políticos e apoiadores.
A.C.S.M., moradora da zona rural de Porto Velho, decidiu procurar a polícia depois de, segundo seu relato, ser atingida nas costas com a perna de aço de uma mesa. Ela afirma que vivia um histórico de agressões físicas, ofensas e violência psicológica praticadas pelo companheiro, A.M.R. O caso aconteceu na manhã do última quinta-feira (20).
Os policiais que atenderam à ocorrência constataram lesões e deram voz de prisão a A.M.R. O caso foi registrado no Boletim de Ocorrência nº 00136617/2026.
Na delegacia, porém, o rumo da ocorrência mudou: A.C.S.M., que havia denunciado a agressão, também foi presa em flagrante.
De acordo com o Despacho nº 13952/2026, assinado pelo delegado Rodrigo Silva Duarte, houve agressões recíprocas e a mulher teria iniciado o confronto.
“Segundo apurado, os ex-companheiros teriam se agredido reciprocamente, e ambos ficaram lesionados. A.C.S.M. teria iniciado a discussão e ofendido e agredido A.M.R., que revidou. A.C.S.M. teria destruído bens de A.M.R., que representou por todos os crimes”, diz trecho do despacho.
O documento policial trata os envolvidos como ex-companheiros, enquanto o boletim de ocorrência, segundo a defesa, registrava que eles mantinham uma relação. A.C.S.M. sustenta que estava cansada de apanhar e ser constantemente xingada pelo marido.
Advogada questiona prisão
A organização Advocacia Feminina de Recomeços foi acionada e assumiu a defesa da vítima. A advogada Aline Leon conseguiu a soltura da mulher, que foi encaminhada para um local seguro.
Segundo Aline, o alvará de soltura foi expedido quando A.C.S.M. já se encontrava na audiência de custódia.
“Quando ela já estava na audiência de custódia, saiu o alvará de soltura. Eu até comentei: ‘Saiu? Milagrosamente?’”, relatou.
A advogada classificou a atuação do delegado como uma demonstração de “misoginia e machismo estrutural” e anunciou que o caso será levado aos órgãos de controle.
“Na segunda-feira, vamos formalizar uma denúncia na Corregedoria da Polícia Civil e também no Ministério Público”, afirmou.
A versão apresentada no despacho policial sustenta que os dois ficaram feridos, que A.C.S.M. iniciou as agressões e que A.M.R. apenas teria revidado. Essas circunstâncias deverão ser apuradas durante a investigação. Até eventual condenação definitiva, todos os envolvidos são considerados inocentes.
Denúncia ao MPF cobra políticas para as mulheres
O caso ocorre no momento em que a Advocacia Feminina de Recomeços leva ao Ministério Público Federal uma denúncia sobre a falta de estrutura e de investimentos efetivos no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas em Rondônia.
A representação, assinada pela advogada Aline Leon, aponta supostas omissões do Governo do Estado e de outros órgãos responsáveis pelas políticas de proteção.
O documento, com 13 páginas, pede que o MPF fiscalize a aplicação dos recursos públicos e cobre a criação de delegacias especializadas com funcionamento 24 horas, uma Secretaria Estadual da Mulher e comitês permanentes de enfrentamento à violência de gênero.
Também são questionadas a falta de casas de acolhimento, as dificuldades para obtenção de atendimento psicológico e jurídico e a necessidade de capacitação contínua de policiais, profissionais da saúde, servidores, advogados, promotores e magistrados.
Para a organização, a prisão de A.C.S.M. demonstra o risco de revitimização: quando uma mulher procura ajuda depois de sofrer violência, mas acaba desacreditada, constrangida ou submetida a uma nova forma de violência dentro das próprias instituições responsáveis por protegê-la.
Apenas R$ 6 mil teriam sido aplicados
Segundo a denúncia, com base em dados atribuídos a relatório do Tribunal de Contas do Estado, Rondônia dispunha, no ano passado, de quase R$ 5 milhões para ações de enfrentamento à violência contra a mulher, mas teria executado somente cerca de R$ 6 mil.
A representação solicita uma auditoria urgente e a apresentação, pelo Governo de Rondônia, de um relatório detalhado sobre os recursos disponíveis, os valores efetivamente aplicados, as ações realizadas e os resultados alcançados.
Outro ponto questionado é a destinação de R$ 2,5 milhões prevista na Lei Orçamentária Anual de 2024 para o fortalecimento das políticas estaduais de proteção às mulheres. A denúncia alega que faltam transparência e informações públicas que permitam acompanhar a execução do dinheiro.
Violência que começa antes do nascimento
A representação também relaciona a ausência de políticas adequadas de proteção aos graves indicadores de mortalidade materna e infantil registrados em Rondônia.
Segundo os dados citados na denúncia, a mortalidade infantil estaria próxima de 17 mortes para cada mil crianças nascidas vivas. O documento também aponta concentração dos leitos de UTI neonatal em Porto Velho, obrigando recém-nascidos em estado grave e suas famílias a enfrentar deslocamentos de centenas de quilômetros.
Para a entidade, poucas violências são tão cruéis quanto uma mãe perder um filho por falta de estrutura que o poder público tinha o dever de oferecer.
Pedidos apresentados ao MPF
A denúncia requer seis providências principais:
Realização periódica de audiências públicas nos municípios;
Fiscalização dos recursos destinados às políticas de proteção;
Intervenção do MPF no acompanhamento das ações estaduais;
Auditoria e divulgação de relatório detalhado sobre as despesas;
Criação de delegacias especializadas 24 horas e de uma Secretaria da Mulher;
Implantação de comitês permanentes de enfrentamento à violência de gênero.
O documento também questiona o funcionamento do aplicativo Mulher Protegida, que, segundo a denúncia, teria alcance limitado, pouca divulgação e restrição de acesso para mulheres que não utilizam aparelhos com sistema Android.
A.C.S.M., moradora da zona rural de Porto Velho, decidiu procurar a polícia depois de, segundo seu relato, ser atingida nas costas com a perna de aço de uma mesa. Ela afirma que vivia um histórico de agressões físicas, ofensas e violência psicológica praticadas pelo companheiro, A.M.R. O caso aconteceu na manhã do última quinta-feira (20).
Os policiais que atenderam à ocorrência constataram lesões e deram voz de prisão a A.M.R. O caso foi registrado no Boletim de Ocorrência nº 00136617/2026.
Na delegacia, porém, o rumo da ocorrência mudou: A.C.S.M., que havia denunciado a agressão, também foi presa em flagrante.
De acordo com o Despacho nº 13952/2026, assinado pelo delegado Rodrigo Silva Duarte, houve agressões recíprocas e a mulher teria iniciado o confronto.
“Segundo apurado, os ex-companheiros teriam se agredido reciprocamente, e ambos ficaram lesionados. A.C.S.M. teria iniciado a discussão e ofendido e agredido A.M.R., que revidou. A.C.S.M. teria destruído bens de A.M.R., que representou por todos os crimes”, diz trecho do despacho.
O documento policial trata os envolvidos como ex-companheiros, enquanto o boletim de ocorrência, segundo a defesa, registrava que eles mantinham uma relação. A.C.S.M. sustenta que estava cansada de apanhar e ser constantemente xingada pelo marido.
Advogada questiona prisão
A organização Advocacia Feminina de Recomeços foi acionada e assumiu a defesa da vítima. A advogada Aline Leon conseguiu a soltura da mulher, que foi encaminhada para um local seguro.
Segundo Aline, o alvará de soltura foi expedido quando A.C.S.M. já se encontrava na audiência de custódia.
“Quando ela já estava na audiência de custódia, saiu o alvará de soltura. Eu até comentei: ‘Saiu? Milagrosamente?’”, relatou.
A advogada classificou a atuação do delegado como uma demonstração de “misoginia e machismo estrutural” e anunciou que o caso será levado aos órgãos de controle.
“Na segunda-feira, vamos formalizar uma denúncia na Corregedoria da Polícia Civil e também no Ministério Público”, afirmou.
A versão apresentada no despacho policial sustenta que os dois ficaram feridos, que A.C.S.M. iniciou as agressões e que A.M.R. apenas teria revidado. Essas circunstâncias deverão ser apuradas durante a investigação. Até eventual condenação definitiva, todos os envolvidos são considerados inocentes.
Denúncia ao MPF cobra políticas para as mulheres
O caso ocorre no momento em que a Advocacia Feminina de Recomeços leva ao Ministério Público Federal uma denúncia sobre a falta de estrutura e de investimentos efetivos no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas em Rondônia.
A representação, assinada pela advogada Aline Leon, aponta supostas omissões do Governo do Estado e de outros órgãos responsáveis pelas políticas de proteção.
O documento, com 13 páginas, pede que o MPF fiscalize a aplicação dos recursos públicos e cobre a criação de delegacias especializadas com funcionamento 24 horas, uma Secretaria Estadual da Mulher e comitês permanentes de enfrentamento à violência de gênero.
Também são questionadas a falta de casas de acolhimento, as dificuldades para obtenção de atendimento psicológico e jurídico e a necessidade de capacitação contínua de policiais, profissionais da saúde, servidores, advogados, promotores e magistrados.
Para a organização, a prisão de A.C.S.M. demonstra o risco de revitimização: quando uma mulher procura ajuda depois de sofrer violência, mas acaba desacreditada, constrangida ou submetida a uma nova forma de violência dentro das próprias instituições responsáveis por protegê-la.
Apenas R$ 6 mil teriam sido aplicados
Segundo a denúncia, com base em dados atribuídos a relatório do Tribunal de Contas do Estado, Rondônia dispunha, no ano passado, de quase R$ 5 milhões para ações de enfrentamento à violência contra a mulher, mas teria executado somente cerca de R$ 6 mil.
A representação solicita uma auditoria urgente e a apresentação, pelo Governo de Rondônia, de um relatório detalhado sobre os recursos disponíveis, os valores efetivamente aplicados, as ações realizadas e os resultados alcançados.
Outro ponto questionado é a destinação de R$ 2,5 milhões prevista na Lei Orçamentária Anual de 2024 para o fortalecimento das políticas estaduais de proteção às mulheres. A denúncia alega que faltam transparência e informações públicas que permitam acompanhar a execução do dinheiro.
Violência que começa antes do nascimento
A representação também relaciona a ausência de políticas adequadas de proteção aos graves indicadores de mortalidade materna e infantil registrados em Rondônia.
Segundo os dados citados na denúncia, a mortalidade infantil estaria próxima de 17 mortes para cada mil crianças nascidas vivas. O documento também aponta concentração dos leitos de UTI neonatal em Porto Velho, obrigando recém-nascidos em estado grave e suas famílias a enfrentar deslocamentos de centenas de quilômetros.
Para a entidade, poucas violências são tão cruéis quanto uma mãe perder um filho por falta de estrutura que o poder público tinha o dever de oferecer.
Pedidos apresentados ao MPF
A denúncia requer seis providências principais:
Realização periódica de audiências públicas nos municípios;
Fiscalização dos recursos destinados às políticas de proteção;
Intervenção do MPF no acompanhamento das ações estaduais;
Auditoria e divulgação de relatório detalhado sobre as despesas;
Criação de delegacias especializadas 24 horas e de uma Secretaria da Mulher;
Implantação de comitês permanentes de enfrentamento à violência de gênero.
O documento também questiona o funcionamento do aplicativo Mulher Protegida, que, segundo a denúncia, teria alcance limitado, pouca divulgação e restrição de acesso para mulheres que não utilizam aparelhos com sistema Android.
A.C.S.M., moradora da zona rural de Porto Velho, decidiu procurar a polícia depois de, segundo seu relato, ser atingida nas costas com a perna de aço de uma mesa. Ela afirma que vivia um histórico de agressões físicas, ofensas e violência psicológica praticadas pelo companheiro, A.M.R. O caso aconteceu na manhã do última quinta-feira (20).
Os policiais que atenderam à ocorrência constataram lesões e deram voz de prisão a A.M.R. O caso foi registrado no Boletim de Ocorrência nº 00136617/2026.
Na delegacia, porém, o rumo da ocorrência mudou: A.C.S.M., que havia denunciado a agressão, também foi presa em flagrante.
De acordo com o Despacho nº 13952/2026, assinado pelo delegado Rodrigo Silva Duarte, houve agressões recíprocas e a mulher teria iniciado o confronto.
“Segundo apurado, os ex-companheiros teriam se agredido reciprocamente, e ambos ficaram lesionados. A.C.S.M. teria iniciado a discussão e ofendido e agredido A.M.R., que revidou. A.C.S.M. teria destruído bens de A.M.R., que representou por todos os crimes”, diz trecho do despacho.
O documento policial trata os envolvidos como ex-companheiros, enquanto o boletim de ocorrência, segundo a defesa, registrava que eles mantinham uma relação. A.C.S.M. sustenta que estava cansada de apanhar e ser constantemente xingada pelo marido.
Advogada questiona prisão
A organização Advocacia Feminina de Recomeços foi acionada e assumiu a defesa da vítima. A advogada Aline Leon conseguiu a soltura da mulher, que foi encaminhada para um local seguro.
Segundo Aline, o alvará de soltura foi expedido quando A.C.S.M. já se encontrava na audiência de custódia.
“Quando ela já estava na audiência de custódia, saiu o alvará de soltura. Eu até comentei: ‘Saiu? Milagrosamente?’”, relatou.
A advogada classificou a atuação do delegado como uma demonstração de “misoginia e machismo estrutural” e anunciou que o caso será levado aos órgãos de controle.
“Na segunda-feira, vamos formalizar uma denúncia na Corregedoria da Polícia Civil e também no Ministério Público”, afirmou.
A versão apresentada no despacho policial sustenta que os dois ficaram feridos, que A.C.S.M. iniciou as agressões e que A.M.R. apenas teria revidado. Essas circunstâncias deverão ser apuradas durante a investigação. Até eventual condenação definitiva, todos os envolvidos são considerados inocentes.
Denúncia ao MPF cobra políticas para as mulheres
O caso ocorre no momento em que a Advocacia Feminina de Recomeços leva ao Ministério Público Federal uma denúncia sobre a falta de estrutura e de investimentos efetivos no enfrentamento à violência contra mulheres e meninas em Rondônia.
A representação, assinada pela advogada Aline Leon, aponta supostas omissões do Governo do Estado e de outros órgãos responsáveis pelas políticas de proteção.
O documento, com 13 páginas, pede que o MPF fiscalize a aplicação dos recursos públicos e cobre a criação de delegacias especializadas com funcionamento 24 horas, uma Secretaria Estadual da Mulher e comitês permanentes de enfrentamento à violência de gênero.
Também são questionadas a falta de casas de acolhimento, as dificuldades para obtenção de atendimento psicológico e jurídico e a necessidade de capacitação contínua de policiais, profissionais da saúde, servidores, advogados, promotores e magistrados.
Para a organização, a prisão de A.C.S.M. demonstra o risco de revitimização: quando uma mulher procura ajuda depois de sofrer violência, mas acaba desacreditada, constrangida ou submetida a uma nova forma de violência dentro das próprias instituições responsáveis por protegê-la.
Apenas R$ 6 mil teriam sido aplicados
Segundo a denúncia, com base em dados atribuídos a relatório do Tribunal de Contas do Estado, Rondônia dispunha, no ano passado, de quase R$ 5 milhões para ações de enfrentamento à violência contra a mulher, mas teria executado somente cerca de R$ 6 mil.
A representação solicita uma auditoria urgente e a apresentação, pelo Governo de Rondônia, de um relatório detalhado sobre os recursos disponíveis, os valores efetivamente aplicados, as ações realizadas e os resultados alcançados.
Outro ponto questionado é a destinação de R$ 2,5 milhões prevista na Lei Orçamentária Anual de 2024 para o fortalecimento das políticas estaduais de proteção às mulheres. A denúncia alega que faltam transparência e informações públicas que permitam acompanhar a execução do dinheiro.
Violência que começa antes do nascimento
A representação também relaciona a ausência de políticas adequadas de proteção aos graves indicadores de mortalidade materna e infantil registrados em Rondônia.
Segundo os dados citados na denúncia, a mortalidade infantil estaria próxima de 17 mortes para cada mil crianças nascidas vivas. O documento também aponta concentração dos leitos de UTI neonatal em Porto Velho, obrigando recém-nascidos em estado grave e suas famílias a enfrentar deslocamentos de centenas de quilômetros.
Para a entidade, poucas violências são tão cruéis quanto uma mãe perder um filho por falta de estrutura que o poder público tinha o dever de oferecer.
Pedidos apresentados ao MPF
A denúncia requer seis providências principais:
Realização periódica de audiências públicas nos municípios;
Fiscalização dos recursos destinados às políticas de proteção;
Intervenção do MPF no acompanhamento das ações estaduais;
Auditoria e divulgação de relatório detalhado sobre as despesas;
Criação de delegacias especializadas 24 horas e de uma Secretaria da Mulher;
Implantação de comitês permanentes de enfrentamento à violência de gênero.
O documento também questiona o funcionamento do aplicativo Mulher Protegida, que, segundo a denúncia, teria alcance limitado, pouca divulgação e restrição de acesso para mulheres que não utilizam aparelhos com sistema Android.
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