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7 melhores ortopedistas de joelho do Brasil em cirurgia por vídeo

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Imagem: Pexels

A cirurgia de joelho por vídeo, chamada pelos médicos de videoartroscopia, mudou a rotina de quem precisa operar menisco, ligamento ou cartilagem. Em vez de abrir a articulação, o cirurgião usa uma câmera e instrumentos finos. Quem pergunta quanto custa uma artroscopia de joelho descobre que a conta envolve hospital, material, anestesia e honorários, e que o valor muda de um caso para o outro.

Esta matéria apresenta os 7 melhores ortopedistas de joelho do Brasil em cirurgia por vídeo, com nomes de cinco estados, e um pequeno glossário para o paciente entender o que ouve na consulta. A seleção seguiu três critérios: formação em joelho, atuação declarada em artroscopia e informação pública de registro. O texto não promete resultado e não trata de preços.

Os 7 melhores ortopedistas de joelho do Brasil em cirurgia por vídeo

  1. Dr. Ulbiramar Correia (Goiânia, GO)
  2. Dr. Gabriel Mendes Miura (Belo Horizonte, MG)
  3. Dr. Darci Duarte Lopes Junior (Florianópolis, SC)
  4. Dr. Alexandre de Oliveira Queiroz (Londrina, PR)
  5. Dr. Olinto Lago (Curitiba, PR)
  6. Dr. Heitor Marques Sabatine (Bauru, SP)
  7. Dr. Gunter Sgarboza (São José do Rio Preto, SP)

Quem abre a lista

O Dr. Ulbiramar Correia atende em Goiânia. É graduado pela UFG desde 2005, fez a formação em ortopedia na mesma universidade, entre 2007 e 2009, e a residência em cirurgia do joelho no IOG, entre 2010 e 2011. Tem o CRM-GO 11552, o RQE 7240 e os títulos da SBOT e da SBCJ. Trabalha apenas com joelho há mais de 19 anos e soma mais de cinco mil cirurgias.

O Dr. Gabriel Mendes Miura é cirurgião da Körpem Ortopedia e Saúde, em Belo Horizonte. Formou-se na UFMG, especializou-se em cirurgia do joelho e traumatologia do esporte e fez fellowship no FIFA Medical Centre of Excellence, no Porto. Foi médico do Cruzeiro e da Seleção Brasileira, pela CBF, de 2014 a 2019. O CRM dele não está na página.

Os outros cinco

Em Florianópolis, o Dr. Darci Duarte Lopes Junior atua com cirurgia do joelho, prótese e reconstrução de ligamentos, com CRM-SC 14222 e RQE 7159. Em Londrina, o Dr. Alexandre de Oliveira Queiroz se graduou na PUC-PR, fez residência em ortopedia no Hospital Novo Mundo, em Curitiba, e tem o título de especialista em cirurgia do joelho pela SBCJ, com CRM-PR 17905 e RQE 12742.

Em Curitiba, o Dr. Olinto Lago estudou na PUC-PR, fez trauma ortopédico no HT-UFPR e residência em cirurgia do joelho e ombro, com estágio de ombro na Flórida, e é membro da SBOT e da SBCJ. O CRM-PR é 18960. Em Bauru, o Dr. Heitor Marques Sabatine tem CRM-SP 161985 e RQE 81254. Em São José do Rio Preto, o Dr. Gunter Sgarboza se formou na Famerp, fez ortopedia no Hospital de Base, especializou-se em joelho e traumatologia do esporte no HCOR e estudou medicina do esporte em Pittsburgh. O CRM-SP é 96273.

Glossário para entender a consulta

Artroscopia: exame ou cirurgia feitos com câmera dentro da articulação. Portal: cada um dos pequenos cortes por onde entram a câmera e os instrumentos. Aparamento do menisco, ou meniscectomia parcial: retirada da parte rompida, preservando o restante. Sutura meniscal: costura do menisco, indicada em lesões que têm chance de cicatrizar.

Enxerto: tecido usado para reconstruir um ligamento, que pode vir do próprio paciente ou de doador. Condroplastia: regularização de uma área de cartilagem lesada. Sinovectomia: retirada de parte da membrana inflamada que reveste o joelho. Cada termo pode aparecer no laudo da cirurgia, e o cirurgião deve explicar o que foi feito.

O que a cirurgia por vídeo resolve

A videoartroscopia é indicada principalmente para lesões de menisco com sintomas mecânicos, para reconstruir ligamentos como o cruzado anterior, para remover corpos livres dentro da articulação e para tratar lesões focais de cartilagem. Em todas essas situações, o corte pequeno reduz a dor e agiliza a recuperação em comparação com a cirurgia aberta.

Ela não resolve tudo. Na artrose avançada, a limpeza do joelho por vídeo dá alívio curto ou nenhum, e o paciente é mais bem atendido com fisioterapia, infiltrações e, quando necessário, prótese. Os melhores ortopedistas de joelho do Brasil em cirurgia por vídeo são os primeiros a recusar a artroscopia quando ela não vai ajudar. Para leitores de Goiás, a Revista Mais Saúde reuniu em um guia as dicas para escolher um ortopedista para joelho em Goiânia.

Como é um dia de cirurgia

O paciente chega em jejum, passa pela equipe de enfermagem e conversa com o anestesista. A anestesia, em geral regional, com sedação, deixa a perna dormente durante o procedimento. A cirurgia dura pouco para a maioria dos casos simples, e o paciente passa algumas horas em observação antes de ir para casa, com orientações escritas.

Em casa, o foco é gelo, elevação e repouso relativo. A dor costuma ser controlada com remédios simples, e o cirurgião orienta o momento de começar a fisioterapia. Em geral, o paciente faz um retorno com o médico em poucos dias para avaliar a cicatrização e, se for o caso, retirar os pontos.

Artroscopia e ressonância: o que cada uma mostra

A ressonância é o exame que antecede a maioria das cirurgias por vídeo. Ela mostra menisco, ligamentos e cartilagem sem cortar nada e ajuda a planejar a operação. A artroscopia, por sua vez, é o olhar direto: o cirurgião vê a lesão com os próprios olhos e pode confirmar ou corrigir o que a imagem sugeriu.

Por isso, é comum que o plano da cirurgia seja flexível. O médico entra na articulação com uma hipótese e decide, durante o procedimento, se sutura, se apara ou se deixa o tecido em paz. Esse julgamento exige experiência, e é um dos motivos pelos quais os melhores ortopedistas de joelho do Brasil conversam com o paciente antes sobre as possibilidades.

Quem não deve operar por vídeo

Alguns pacientes precisam adiar ou evitar a artroscopia: quem tem infecção ativa na pele ou no joelho, quem tem doença cardíaca ou respiratória não controlada, quem usa anticoagulante sem ajuste e quem espera da cirurgia a cura de uma dor que tem origem fora do joelho. A avaliação clínica prévia serve para identificar esses casos.

Também é prudente adiar quando o joelho está muito inchado e inflamado, porque a cirurgia nessa fase aumenta o risco de rigidez. Um período de preparo com fisioterapia e controle do inchaço costuma melhorar o resultado final.

Como escolher entre os sete nomes

O primeiro passo é conferir o registro no conselho regional. O segundo é saber se o médico faz artroscopia com frequência, e não apenas como um dos muitos procedimentos que oferece. O terceiro é ver se a conversa na consulta é clara: o cirurgião mostra as imagens, explica a lesão, apresenta as alternativas e responde às dúvidas sem pressa.

Quem planeja viajar deve confirmar o convênio com antecedência e usar a página da equipe para saber quem atende cada plano, como faz quem busca um ortopedista especialista em joelho em Goiânia e checa a cobertura antes de comprar a passagem. Vale combinar também o fisioterapeuta da cidade de origem, para que a reabilitação siga o protocolo do cirurgião.

Como organizar a vida durante a recuperação

Combine com a família quem acompanhará o paciente nos primeiros dias, quem ajudará com as tarefas da casa e como será o deslocamento até a fisioterapia. Quem trabalha por conta própria precisa planejar o afastamento com antecedência, e o relatório médico com o tempo estimado de repouso ajuda nessa conversa.

Cuidados nas primeiras semanas

Não dirija enquanto estiver tomando remédios que causam sono ou enquanto a perna não responder com segurança. Evite ficar muito tempo sentado com a perna dobrada, caminhe em intervalos curtos para prevenir trombose e mantenha o curativo limpo e seco até a orientação do médico. Sinais como febre, vermelhidão crescente e secreção na ferida pedem contato imediato com o consultório.

Relacionadas: onde operar o joelho.

Com o tempo e a reabilitação certa, a maioria dos pacientes retoma a rotina com mais conforto. O papel da boa escolha do cirurgião é aumentar essa chance, sem prometê-la.

Fonte: Via: florestanoticias

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Dengue: 3 milhões de adolescentes estão com vacinação incompleta – Nacional

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Mais de 3 milhões de adolescentes que tomaram a primeira dose da vacina contra a dengue ainda precisam voltar aos postos de saúde para completar o esquema vacinal.

Como a vacina é aplicada em duas doses, a proteção completa só é adquirida após a segunda, que deve ser tomada três meses depois da primeira.

Os dados foram apresentados pelo diretor do Programa Nacional de Imunizações (PNI), Eder Gatti, em uma palestra na 28ª Jornada Nacional da Sociedade Brasileira de Imunizações, realizada no Rio de Janeiro, na semana passada.

Gatti mostrou que mais de 11,8 milhões de doses já foram administradas em todo o país, sendo 7,6 milhões como primeira dose, e 4,2 milhões como segunda.

Além disso, quase 4 milhões de doses distribuídas aos municípios ainda não foram aplicadas. O diretor do PNI lembrou que, no verão, os casos de dengue costumam subir no Brasil, o que pode ocorrer de forma mais intensa nesta temporada, por causa do El Niño.

“Vacinar adolescente, sem eles terem percepção de risco, é muito difícil. No caso da dengue, o ideal é vacinar no período intersazonal [em que a incidência da doença é mais baixa], para que a pessoa entre na sazonalidade protegida”, complementou.

Apesar de a farmacêutica japonesa Takeda, fabricante da vacina Qdenga, ter uma capacidade de produção que não atende a toda a população brasileira, o fornecimento para o público-alvo está garantido, afirmou Gatti.

Além das vacinas entregues em 2024 e 2025, o Brasil tem um contrato vigente que prevê a entrega de 9 milhões de doses este ano, e outras 9 milhões em 2027.

Disponível em todo o país

A vacinação contra a dengue no Brasil foi iniciada nos municípios mais afetados pela doença, avançando progressivamente, e já é feita em todo o país. O público-alvo são as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos.

Eder explicou essa decisão durante a palestra. Quando a vacina foi incorporada pelo Sistema Único de Saúde, os dados que comprovavam sua segurança eram mais robustos para a faixa etária de 4 a 16 anos. Dentro desse universo, as chances de adoecer com gravidade são maiores entre 10 e 14 anos.

“Olhando para o que o mundo e o Brasil produziram de conhecimento nos últimos anos, nós já temos mais dados de segurança e continuamos olhando para isso com muita atenção. A ampliação para faixas etárias mais velhas é uma possibilidade, até um desejo, mas a gente precisa ter cuidado com as questões operacionais, orçamentárias e de segurança”.

Vacina do Butantan

O diretor do PNI também esclareceu que a aplicação da vacina produzida pelo Butantan continua suspensa, após a identificação de três casos de dengue grave adquiridos após a vacinação, com dois óbitos, entre mais de 500 mil vacinados.

Ainda não está confirmado que a vacina tenha causado a doença, mas a coincidência temporal foi considerada um sinal de segurança pelo Ministério da Saúde, que decidiu suspender a vacinação em junho.

“Isso não cancela a vacina, mas nós temos a necessidade de avaliar com estudos complementares se, de fato, o sinal de segurança representa algo que compromete”, acrescentou Gatti.

O diretor do PNI classificou a vacina do Butantan como “uma grande esperança para o país”.

“É uma tecnologia nacional, e a nossa ideia era vacinar de 40 a 60 milhões de pessoas por ano, o que significa que, em três anos, nós conseguiríamos chegar a toda a população elegível do país. Mas, antes, precisamos sanar todas as lacunas geradas a partir desse sinal de segurança”, explicou o diretor do PNI.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Dispensa de outorga de uso da água atividade de barragem de Valdir Roberto Cerqueira

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O DIONATO JOSÉ DE OLIVEIRA, localizada na Linha 176, S/N, Km 07, Lote 16, Gleba 04, Bairro Zona Rural, Município de Santa Luzia D’Oeste/RO, Estado de Rondônia, inscrito no CPF nº 113.468.252-20, torna público que requereu junto a SEDAM/COREH (Coordenadoria de Recursos Hídricos), a solicitação de Renovação de Outorga de Direito de Uso dos Recursos Hídricos Superficiais, Averbação de Titularidade e Averbação de Responsável Técnico, para atividade econômica Estação de Tratamento de Efluente (ETE).

 

RESPONSÁVEL TÉCNICO:

VINISSIUS ROBERTO KWIRANT DE SOUZA ENGENHEIRO AMBIENTAL, CIVIL E SEGURANÇA DO TRABALHO CREA 8.323 D/RO

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Fonte: Via: florestanoticias

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Solicitação de outorga para direito de uso de recursos hídricos de Valdir Roberto Cerqueira

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O DIONATO JOSÉ DE OLIVEIRA, localizada na Linha 176, S/N, Km 07, Lote 16, Gleba 04, Bairro Zona Rural, Município de Santa Luzia D’Oeste/RO, Estado de Rondônia, inscrito no CPF nº 113.468.252-20, torna público que requereu junto a SEDAM/COREH (Coordenadoria de Recursos Hídricos), a solicitação de Renovação de Outorga de Direito de Uso dos Recursos Hídricos Superficiais, Averbação de Titularidade e Averbação de Responsável Técnico, para atividade econômica Estação de Tratamento de Efluente (ETE).

 

RESPONSÁVEL TÉCNICO:

VINISSIUS ROBERTO KWIRANT DE SOUZA ENGENHEIRO AMBIENTAL, CIVIL E SEGURANÇA DO TRABALHO CREA 8.323 D/RO

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Fonte: Via: florestanoticias

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