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Empenho na Transposição e peritos médicos marcam trabalho do senador Bagattoli em prol dos servidores – Política

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No Dia do Servidor Público, o senador Jaime Bagattoli (PL) fez um balanço das suas principais ações de apoio à classe. Entre elas, estão o empenho na aprovação da PEC da Transposição e a conquista de novos peritos médicos do INSS para Rondônia.

“O servidor público é a peça mais importante na engrenagem da administração pública. As demandas são muitas e eu, enquanto senador, tenho o compromisso de lutar pelos direitos de todos os servidores, seja na pauta da Transposição, na defesa dos pisos salariais ou nas nossas emendas que garantem melhores condições de trabalho”, declarou o senador em suas redes.

Na PEC da Transposição, Bagattoli foi um dos responsáveis pelo desarquivamento e aprovação unânime no Senado Federal e, mais recentemente, tem empenhado esforços para acelerar a tramitação dela também na Câmara.

Já no último ano, Bagattoli também foi o responsável por articular o envio de 20 novos peritos médicos do INSS de Rondônia. Os novos servidores, aprovados no último concurso do instituto, chegaram para desafogar a fila de espera no estado.

Na esfera federal, o senador também votou a favor da derrubada do Veto 50 que barrava integralmente o PL 1791/2019 que obrigava a realocação de funcionários demitidos de estatais privatizadas, como a Eletrobrás.

“É uma questão de justiça restabelecer o projeto e garantir a reintegração desses profissionais”, declarou o senador em junho deste ano.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Governo reforçará investigações de violência política no segundo turno – Nacional

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O governo federal anunciou nesta quarta-feira (28) que vai reforçar os processos de investigação de casos envolvendo violência política ocorridos no último fim de semana no país. Ao todo, foram contabilizados 45 episódios, incluindo 10 homicídios, atribuídos à intolerância por posição eleitoral.

As agressões foram registradas entre o último sábado (24) e a noite de domingo (25), após a proclamação do resultado do segundo turno das eleições presidenciais, que deu vitória ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contra Flávio Bolsonaro (PL).

Os detalhes foram apresentados pelo ministro da Secretaria Geral da Presidência, Guilherme Boulos, e por integrantes do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em entrevista coletiva à imprensa nesta quarta.

“Não haverá impunidade nesses casos. Isso é inadmissível. Nós vivemos um processo democrático e, como em toda eleição, um ganhou e outro perdeu. Isso não pode ser pretexto para o cometimento de crimes, para agressões. Não pode ser pretexto para assassinatos”, afirmou Boulos.

Os casos contabilizados pelo governo federal são:

  • 10 vítimas fatais de violência, sendo três indígenas;
  • sete casos de atropelamentos intencionais;
  • 14 casos de agressões físicas, espancamentos e esfaqueamentos;
  • cinco casos de disparos e atentados com armas de fogo;
  • cinco casos de violência e coação contra povos indígenas;
  • seis casos de abusos de autoridade e violência policial.

Todas essas denúncias, de acordo com o ministro, teriam como vítimas apoiadores do presidente Lula, e os autores seriam apoiadores e partidários do candidato derrotado Flávio Bolsonaro.

Os estados que lideram o número de ocorrências são Paraná, São Paulo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Santa Catarina.

As medidas anunciadas pelo governo para dar andamento à apuração de todos os casos incluem a abertura de inquéritos pela Polícia Federal (PF) para crimes de violência política de gênero, crimes eleitorais e violação de direitos humanos.

Também estão previstos o encaminhamento de denúncias à Procuradoria Geral da República (PGR) e o acionamento das corregedorias estaduais das Polícias Militares e Civis e dos Ministérios Públicos dos estados, quando os crimes envolvem policiais.

O secretário-executivo do Ministério da Justiça e Segurança Públia, Ademar Borges, descreveu que as ocorrências são crimes de naturezas diversas.

“Alguns são crimes eleitorais e alguns envolvem violência política de gênero, que serão investigados pela PF. Já há dezenas de inquéritos instaurados e estamos apurando todas as denúncias. Há casos que envolvem racismo, violência comum, casos de homicídio, violência física, lesão corporal”, enumerou.

A pasta também prometeu combater a violência praticada no ambiente digital, fazendo cumprir o Marco Civil da Internet. O decreto determina obrigações para que as plataformas de redes sociais retirem, por conta própria, independentemente de notificação, os conteúdos que envolvem crimes graves, como violações ao Estado Democrático de Direito, violência contra a mulher, xenofobia, discriminação e discursos de ódio.

“Esses crimes estão no rol de crimes especialmente graves, que constam do decreto presidencial, em relação aos quais as plataformas têm o dever de cuidado, de retirar de circulação e evitar falha sistêmica nesse contexto. Essas falhas geram responsabilidade civil das plataformas”, acrescentou Borges.

Violência política

Entre os casos de maior repercussão, está o ataque contra a vereadora de Montes Claros (MG) Iara Pimentel (PT), atingida no rosto por um objeto durante ato político realizado na noite de sábado. Ela ficou inconsciente e teve que deixar o local em uma ambulância do Samu. Segundo o relato, o carro de som em que estava foi alvo de garrafas, tijolos e outros objetos, atirados por apoiadores de Bolsonaro.

Em outro episódio, Eliseu Pedrozo dos Santos, de 38 anos, morreu na segunda-feira (26), depois de ser atropelado na noite de domingo durante as comemorações pela vitória de Lula.

Segundo a Gazeta do Paraná, que noticiou o fato, um motorista embriagado avançou contra um bloqueio policial e atingiu quatro homens. A vítima sofreu traumatismo craniano grave. O motorista foi preso e o teste do bafômetro indicou 0,67 mg de álcool por litro de ar expelido.

Ainda no Paraná, uma pesquisadora identificada como Renata Kempf foi detida na noite de domingo durante uma comemoração pró-Lula, em frente a um bar universitário no centro da cidade. Participantes denunciaram uso excessivo da força policial.

Em Santos, o engenheiro Marcelo de Oliveira da Rocha, de 30 anos, morreu no domingo, depois de ser espancado na madrugada de sábado. Ele voltava de um ato político e usava adesivo de apoio a Lula. A Polícia Civil trata o caso como latrocínio, roubo seguido de morte; a motivação política ainda não está comprovada.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Homem é assassinado em obra próxima ao Hospital de Amor – Polícia

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A Polícia Civil investiga o assassinato do acreano Sandro Reis Franco, 46 anos. Ele foi encontrado com marcas de tiros e facas em uma obra, próxima ao Hospital de Amor, na BR-364.

Populares viram o homem caído e sangrando bastante e acionaram a PM e o Samu. Quando o socorro chegou, ele já estava morto.

O perito que atendeu a ocorrência informou que o corpo tinha perfurações de tiros e facadas. Uma faca e um pedaço de fio foram encontrados ao lado dele.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Larissa Azevedo, Rainha da Expoalta 2023, representa Alta Floresta em concurso internacional

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Foto: Ilustrada

O número de watts costuma chamar a atenção de quem procura uma caixa de som. Presente nas embalagens e nas descrições dos produtos, ele transmite a ideia de que um equipamento mais potente sempre oferecerá uma experiência melhor. Na prática, a escolha exige observar outras características, como clareza das vozes, equilíbrio entre frequências e desempenho no volume que será utilizado.

Uma caixa pode alcançar intensidade elevada e, ainda assim, apresentar graves que encobrem os instrumentos ou agudos que tornam a audição cansativa. Da mesma forma, um modelo compacto pode oferecer uma reprodução agradável para ouvir música durante o trabalho, mas encontrar limitações quando levado para um encontro em uma área aberta.

Entender essas diferenças ajuda a interpretar as especificações e escolher um equipamento compatível com a rotina. A potência faz parte dessa avaliação, mas precisa ser considerada junto ao projeto acústico, às condições do ambiente e à maneira como cada pessoa pretende ouvir seus conteúdos.

Qual é a diferença entre potência e qualidade do áudio?

A potência elétrica, expressa em watts, está relacionada ao funcionamento do conjunto formado pela amplificação e pelos alto-falantes. Já a qualidade do áudio envolve a maneira como esse sistema reproduz os sons, preservando clareza, equilíbrio e detalhes.

São características relacionadas, mas que não representam a mesma coisa. A potência, sozinha, não informa se a voz de um cantor será compreensível, se o baixo ficará bem definido ou se diferentes instrumentos poderão ser percebidos em uma gravação.

O volume que chega ao ouvinte também depende de fatores como eficiência dos alto-falantes, distância e características do ambiente. Na documentação técnica de equipamentos de áudio, a sensibilidade descreve a relação entre a energia elétrica recebida e a saída sonora, enquanto o nível máximo de pressão sonora indica a capacidade de saída acústica nas condições informadas. Portanto, comparar somente watts deixa parte do desempenho fora da análise. 

Para o consumidor, a pergunta mais útil é se a caixa consegue reproduzir os conteúdos desejados com clareza e intensidade suficientes no local em que será utilizada.

O que significa potência RMS na caixa de som?

A expressão “potência RMS” é usada comercialmente para apresentar uma referência de potência contínua, conforme os critérios de medição adotados pelo fabricante. Ela costuma ser mais útil para comparação do que números de pico, que se referem a condições momentâneas.

Ainda assim, duas caixas anunciadas com a mesma potência RMS podem apresentar resultados diferentes. O tamanho dos alto-falantes, o gabinete, a amplificação e o processamento eletrônico interferem na reprodução.

Como comparar os watts informados na ficha técnica

O primeiro cuidado é verificar se os valores apresentados seguem o mesmo critério. Comparar a potência contínua de um produto com a potência de pico de outro pode criar uma impressão equivocada de superioridade.

Também convém observar se o número corresponde ao conjunto completo ou a um componente específico. Uma descrição pode apresentar a potência total do sistema, enquanto outra detalha a distribuição entre os alto-falantes.

Quando a ficha técnica não esclarece essas informações, consultar o manual ou solicitar orientação ao fabricante ajuda a evitar uma decisão baseada em números pouco comparáveis.

Mais watts significam o dobro do volume?

A relação entre potência e volume percebido não é linear. Uma caixa com o dobro da potência anunciada não necessariamente parecerá duas vezes mais alta.

Além disso, diferenças entre os projetos impedem conclusões diretas a partir desse número. A potência serve como um dos critérios para comparar modelos, mas não substitui a avaliação do desempenho sonoro.

Como identificar qualidade de som além dos graves fortes

O reforço dos graves pode causar uma boa primeira impressão, especialmente em músicas com batidas marcadas. Porém, a intensidade dessas frequências não é suficiente para indicar qualidade.

Uma reprodução equilibrada permite acompanhar a música sem que uma faixa de som esconda as demais. O grave pode ter presença, mas a voz precisa continuar compreensível e os instrumentos devem manter alguma definição.

Graves definidos ajudam a acompanhar o ritmo

Os graves estão presentes em instrumentos como contrabaixo e bumbo, além de muitos efeitos eletrônicos. Quando bem reproduzidos, permitem perceber o ritmo sem transformar diferentes notas em uma vibração pouco definida.

Durante um teste, vale observar se é possível acompanhar a linha do baixo ou se todas as notas parecem semelhantes. Também é útil perceber se o reforço grave encobre a voz quando a música fica mais intensa.

Médios claros favorecem vozes e instrumentos

A região dos médios concentra informações importantes para compreender vozes e reconhecer diversos instrumentos. Por isso, merece atenção de quem ouve músicas, podcasts, entrevistas ou aulas.

Se a fala parece abafada, distante ou difícil de entender, aumentar o volume pode não resolver o problema. A dificuldade pode estar no equilíbrio da reprodução.

Uma faixa com voz e poucos instrumentos facilita essa avaliação, porque deixa mais evidente a presença ou a falta de clareza.

Agudos equilibrados preservam os detalhes

Os agudos ajudam a perceber detalhes como pratos de bateria e certas características das vozes. Entretanto, quando excessivamente destacados, podem produzir uma sensação de som áspero.

No teste, observe palavras com sons de “s” e “ch”, além de instrumentos mais agudos. O objetivo é perceber os detalhes sem desconforto no volume habitual.

Por que testar a caixa de som em diferentes volumes?

Uma caixa pode funcionar bem em intensidade moderada e mudar de comportamento quando o volume aumenta. Próximo ao limite, alguns modelos apresentam distorção, perda de definição ou redução dos graves por ação dos sistemas de proteção.

Por isso, avaliar apenas alguns segundos de música em volume baixo oferece uma visão incompleta.

Comece em uma intensidade confortável e aumente gradualmente até uma condição próxima da que pretende utilizar. Observe se as vozes continuam claras, se as batidas mantêm definição e se surgem ruídos que não pertencem à gravação.

Também vale testar o caminho inverso. Para quem ouve música enquanto trabalha ou lê, o desempenho em volume baixo tem importância prática. A reprodução precisa continuar compreensível sem exigir intensidade elevada para revelar vozes e instrumentos.

Como o ambiente influencia a escolha da caixa de som?

O mesmo equipamento pode soar diferente em um quarto, uma sala com muitas superfícies de vidro ou uma varanda. Paredes, móveis e outros elementos interferem na propagação e nas reflexões do som.

Orientações de fabricantes de áudio destacam que o posicionamento precisa considerar as características do espaço. A proximidade de superfícies e a posição em relação ao ouvinte podem alterar a experiência, o que torna os testes de localização úteis antes de concluir que o equipamento tem desempenho insuficiente. 

Caixa de som para quarto e escritório

Em espaços pequenos, com o ouvinte próximo do equipamento, clareza em volume moderado pode ser mais relevante do que uma grande capacidade de saída sonora.

Para essa rotina, vale observar a reprodução de vozes, o espaço ocupado sobre a mesa e a facilidade de controlar o volume. O uso frequente de podcasts ou aulas também muda as prioridades em relação a quem procura principalmente música para encontros.

Caixa de som para varanda e áreas abertas

Em ambientes abertos, a distância entre a caixa e os ouvintes e os ruídos ao redor ganham importância. Um modelo adequado para uso próximo pode ter dificuldade para atender pessoas distribuídas por uma área maior.

Isso exige considerar a capacidade do conjunto, a distribuição do som e o tipo de encontro. Não existe uma quantidade universal de watts que garanta o mesmo resultado em qualquer espaço.

Se o uso inclui viagens, quintal ou varanda, a avaliação de uma caixa de som bluetooth também deve considerar portabilidade, autonomia e condições de proteção descritas no manual.

Como testar uma caixa de som antes de comprar?

Usar músicas conhecidas facilita a identificação de diferenças. Quando o ouvinte já sabe como determinada voz ou instrumento costuma soar, consegue perceber com mais facilidade se algum elemento fica escondido.

Escolha conteúdos variados. Uma gravação com voz em destaque ajuda a avaliar a compreensão; outra com instrumentos acústicos permite observar detalhes; uma faixa com baixo e bateria mostra como a caixa lida com passagens mais intensas.

Se possível, utilize o mesmo celular, aplicativo e arquivo ao comparar modelos. Mantenha as equalizações semelhantes e procure ouvir os equipamentos em intensidades próximas. Uma opção mais alta pode impressionar inicialmente e dificultar a comparação do equilíbrio sonoro.

Também é útil escutar por alguns minutos. O primeiro impacto de graves fortes ou agudos destacados pode perder o apelo quando a reprodução se torna cansativa.

Quais recursos complementares merecem atenção?

Depois de avaliar o som, é necessário verificar se o produto se adapta à rotina. Um equipamento pode agradar durante o teste e, ainda assim, ser pouco prático para o uso pretendido.

A autonomia deve ser lida junto às condições informadas pelo fabricante. Volume, recursos ativados e perfil de utilização podem alterar o tempo entre recargas. Para quem transporta a caixa com frequência, peso, dimensões e facilidade de carregamento também entram na decisão.

A conectividade merece uma análise semelhante. Confira quais entradas e formas de reprodução estão disponíveis, se o pareamento atende ao uso desejado e se os controles são acessíveis.

Recursos como equalização e conexão entre duas caixas podem ampliar as possibilidades, quando presentes. Entretanto, é necessário verificar como funcionam e quais modelos são compatíveis. A simples presença de Bluetooth não garante que qualquer par de equipamentos possa tocar em conjunto.

Como equilibrar potência, qualidade sonora e necessidade de uso

A escolha começa pela definição de onde, como e com que frequência a caixa será utilizada. Ouvir música perto da mesa de trabalho exige características diferentes das necessárias para compartilhar áudio com várias pessoas em uma área externa.

A partir dessa definição, a potência ajuda a contextualizar as opções, enquanto a avaliação da clareza, do equilíbrio e do comportamento em diferentes volumes revela aspectos da experiência sonora.

O melhor resultado vem da combinação desses critérios. Uma caixa adequada deve oferecer intensidade suficiente para a situação de uso, manter a reprodução agradável e reunir os recursos que tornam sua utilização prática. Assim, a compra passa a ser orientada pelo desempenho que faz diferença na rotina, em vez de depender apenas do maior número de watts anunciado.

Fonte: Via: florestanoticias

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