O Sistema Fecomércio Rondônia, por meio do Sesc Mesa Brasil, tem somado forças em mais uma ampla operação humanitária para garantir o abastecimento de água potável e insumos essenciais às famílias afetadas pelo período de estiagem na região ribeirinha. A atuação conjunta, realizada em parceria com a Defesa Civil Municipal e demais órgãos de segurança e saúde, reforça o compromisso institucional de assistência contínua às populações em situação de vulnerabilidade.
O presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio Rondônia e vice-presidente da CNC, Raniery Araújo Coêlho, destacou a importância da união entre as instituições para enfrentar os impactos da seca na região:
“Nenhum grande desafio social se resolve isoladamente. A atuação conjunta entre o Sistema Fecomércio Rondônia, por meio do Sesc Mesa Brasil, a Prefeitura de Porto Velho e a Defesa Civil Municipal demonstra a força das parcerias estratégicas em prol do bem comum. Unimos recursos e equipes para criar uma rede sólida de amparo e solidariedade que faz a diferença na vida dos rondonienses.”
Nesta nova etapa da força-tarefa, a operação contempla o atendimento estratégico a centenas de famílias em comunidades dos distritos de Nazaré e Calama, além de localidades ao longo do Baixo Madeira. O diretor operacional da Defesa Civil Municipal, tenente-coronel Marcelo Duarte, explicou a importância do planejamento e da sinergia entre as entidades:
“A presença da Defesa Civil Municipal aliada à estrutura do Sesc Mesa Brasil garante que a ajuda humanitária chegue com eficiência ao seu destino final, amparando as famílias afetadas no momento em que elas mais precisam.”
Para viabilizar a entrega dos mantimentos em áreas de difícil acesso, o Sesc Mesa Brasil tem disponibilizado suporte logístico com veículos e equipes dedicadas, otimizando o transporte e garantindo que o auxílio chegue de forma rápida e segura a quem mais precisa.
A união de esforços entre o poder público e as entidades sociais tem sido fundamental para superar os desafios geográficos da região. A parceria reflete o engajamento do Sistema Fecomércio Rondônia na assistência humanitária, evidenciando o papel ativo do Sesc Mesa Brasil na rede de solidariedade que ampara as comunidades ribeirinhas durante os períodos críticos de seca na Amazônia.
A(O) ADILSON PEREIRA DO COUTO JUNIOR, com sede LINHA 47,5 COM A 122 KM 45, LOTE 71-A A E 72 A, GLEBA RIO BRANCO, SITIO IPE ROXO, ALTA FLORESTA D’OESTE, Estado de Rondônia devidamente cadastrado no CPF: 020.430.692-25, torna público que requereu junto a COREH/SEDAM, em 06 DE NOVEMBRO DE 2026, a solicitação de OUTORGA DO DIREITO DE USO DE RECURSOS HÍDRICOSSUPERFICIAL para CAPTAÇÃO, cujo ponto está localizado na Coordenada Geográfica: 11°55’7.74″S ; 62°20’2.20″O, cuja água será utilizada na atividade IRRIGAÇÃO DE LAVOURA DE CAFÉ.
Durante a pandemia, parecia que o escritório tinha os dias contados. Empresas mandaram funcionários para casa, devolveram andares inteiros e analistas chegaram a decretar o fim do espaço corporativo.
Cinco anos depois, o prédio comercial não acabou. O que aconteceu foi diferente: a forma de ocupar o espaço se reorganizou, e boa parte das companhias trocou o contrato fixo de longo prazo por arranjos que podem encolher ou crescer conforme a necessidade do momento.
O número que resume essa virada vem do setor de escritórios compartilhados. Segundo o Censo Coworking 2024, levantamento realizado pela Woba, o Brasil passou de 2.443 para 2.986 espaços de coworking ativos em um ano, uma alta de aproximadamente 20%.
A maior parte deles, 58,5%, está concentrada nas capitais. Estados como São Paulo, com 1.121 unidades, Minas Gerais, com 307, e Rio de Janeiro, com 251, lideram a oferta no país.
Esse avanço acontece no mesmo período em que grandes empresas revisam quanto espaço fixo realmente precisam manter. Os dois movimentos parecem contraditórios, mas contam a mesma história.
O escritório não morreu, mudou de formato
A leitura mais rápida do mercado aponta para um retorno ao presencial. Em São Paulo, a taxa de vacância dos escritórios de alto padrão caiu para 14,7% no fim de 2025, o menor patamar em 14 anos, segundo levantamentos do setor imobiliário corporativo.
Companhias como Amazon, JPMorgan e Dell apertaram as regras de presença, e no Brasil nomes como Nubank e Bradesco caminharam na mesma direção, com a reocupação gradual de seus espaços.
A diferença é grande em relação ao quadro de poucos anos atrás. No segundo trimestre de 2023, os edifícios comerciais de Manhattan registraram 22,4% de desocupação, e em São Francisco o índice chegou a 31,8%, segundo a consultoria Cushman & Wakefield. Era o auge da crise dos escritórios vazios, quando muitos previam a conversão de torres inteiras em moradia.
Mas a volta às mesas não significou volta ao modelo antigo. Pesquisa da WeWork mostra que 79% dos executivos de alto escalão ainda aceitam dividir o tempo de trabalho entre a empresa e a casa do funcionário.
Entre as companhias brasileiras, o híbrido segue como o arranjo mais comum, com 57% de adesão, segundo dados compilados pela Bloomberg Línea. O trabalho totalmente presencial aparece em parcela pequena das empresas, e o totalmente remoto, em uma fração ainda menor.
O resultado prático é uma conta diferente. Se a equipe vai ao escritório duas ou três vezes por semana, manter um andar inteiro ocupado todos os dias deixou de fazer sentido financeiro. Foi nesse espaço entre o home office e a sede tradicional que o modelo compartilhado encontrou seu lugar.
Por que o contrato fixo perdeu força
Manter um escritório próprio envolve aluguel, condomínio, IPTU, reforma, mobiliário, internet, recepção, limpeza e uma série de contas que se acumulam mesmo quando a sala fica vazia. Para uma empresa pequena ou média, esse custo fixo pesa todos os meses, independentemente de quanto ela faturou.
O modelo flexível inverte essa lógica. A companhia paga pelo que usa. Pode contratar uma estação por algumas horas, uma sala de reunião por uma tarde ou uma sala privativa por alguns meses, e ajustar o tamanho do espaço conforme a equipe cresce ou diminui.
A flexibilidade contratual foi apontada por 35,2% dos usuários como a maior vantagem do coworking no Censo 2024, à frente de qualquer outro fator avaliado.
Há ainda a questão do ponto de partida. Quem está abrindo uma empresa raramente tem caixa para alugar um ponto comercial só para conseguir registrar o negócio.
O espaço compartilhado resolve esse impasse ao oferecer estrutura pronta no dia em que o empreendedor chega, sem obra, sem fiador e sem investimento inicial alto. A redução imediata de custos fixos com aluguel é, segundo gestores do setor, o motivo mais citado por quem migra.
O coworking avança enquanto o aluguel tradicional recua
A projeção do próprio mercado reforça que não se trata de modismo passageiro. Estimativas do setor indicam que os escritórios flexíveis devem saltar de 5% para 30% do mercado imobiliário corporativo até 2030.
Seria uma fatia seis vezes maior em menos de uma década, puxada por flexibilidade contratual, redução de custos e infraestrutura compartilhada de qualidade.
O perfil dos espaços também amadureceu. Hoje 70,3% dos coworkings funcionam em prédios comerciais, e não mais em casas adaptadas, o que mostra que o setor profissionalizou a oferta.
As unidades deixaram de ser apenas fileiras de mesas e passaram a reunir salas privativas, salas de reunião com equipamento audiovisual, auditórios para treinamentos e serviços de recepção e copa.
Para empresas que cresceram contratando à distância e agora precisam reunir parte do time presencialmente, esse tipo de estrutura encaixa melhor do que um contrato de cinco anos em uma laje fixa que ficaria meio vazia. O espaço acompanha a empresa, e não o contrário.
Domicílio fiscal: o serviço que atrai quem nem usa a mesa
Boa parte da procura recente nem está ligada ao desejo de trabalhar no local. Está ligada à necessidade de ter um endereço para registrar a empresa.
O domicílio fiscal é o endereço que a Receita Federal reconhece como sede da companhia. É ele que aparece no CNPJ, nas notas fiscais eletrônicas e nas notificações oficiais.
Sem um endereço fiscal válido, não é possível abrir nem manter uma empresa regularizada no Brasil. Diferente do endereço comercial, onde a empresa de fato atua, o domicílio fiscal funciona como dado cadastral perante os órgãos públicos.
O problema é que registrar o negócio no endereço residencial expõe dados pessoais do dono e nem sempre é permitido, dependendo da atividade e das regras do condomínio ou do município.
Foi por isso que muitos empreendedores passaram a procurar coworkings com domicílio fiscal para registrar o CNPJ em um endereço comercial de verdade, com gestão de correspondência, sem precisar alugar uma sala que ficaria fechada a maior parte do tempo. O custo desse serviço costuma começar na faixa de R$ 60 a R$ 100 por mês, valor que dificilmente cobriria sequer o condomínio de uma sala própria.
Além da economia, há o ganho de imagem. Um endereço em região reconhecida transmite mais credibilidade a clientes, fornecedores e órgãos públicos do que um endereço residencial em bairro afastado.
Para advogados, contadores, consultorias e profissionais que atuam pela internet, como agências, criadores de conteúdo e afiliados, essa diferença pesa na hora de fechar contrato e emitir nota.
O que pesar antes de escolher
Nem todo espaço serve para qualquer empresa, e a escolha exige alguns cuidados. O primeiro é a confiabilidade do local. Se o coworking fechar as portas, o empresário terá custo e burocracia para transferir o endereço da empresa em todos os órgãos, da Junta Comercial à Receita Federal, o que pode travar a operação por semanas.
Vale conferir a localização real do endereço, a estrutura disponível para receber clientes quando preciso, o que está incluído no plano contratado e quais serviços extras existem, como linha telefônica exclusiva, atendimento personalizado, salas de reunião por hora e gestão de correspondência.
Confirmar se aquele endereço pode de fato ser usado para registro de CNPJ é outro passo que evita transtorno depois, já que nem todo espaço oferece esse serviço de forma regular.
A regra prática é direta: o contrato precisa caber no tamanho atual do negócio e acompanhar o crescimento sem prender a empresa a cláusulas longas demais.
Um movimento que passa das capitais
Embora a maior parte dos espaços esteja concentrada nas grandes cidades, o formato já alcança empreendedores de municípios menores e do interior, inclusive na Região Norte, que enxergam ali uma forma de profissionalizar a operação sem assumir o custo de um escritório próprio.
Microempreendedores individuais, prestadores de serviço e pequenas empresas que nasceram digitais formam boa parte dessa demanda crescente.
O que era visto como espaço para freelancers virou ferramenta de gestão de custos para empresas de portes variados. A pandemia derrubou a ideia de que toda companhia precisa de uma sede fixa ocupada de segunda a sexta.
O que ficou no lugar foi a percepção de que estrutura profissional e contrato flexível podem caminhar juntos, e que pagar por metro quadrado parado raramente é o melhor negócio.
Para muitas empresas brasileiras, a pergunta deixou de ser onde fica o escritório. Passou a ser quanto espaço vale a pena manter, e por quanto tempo.
Um criminoso de 25 anos foi preso em flagrante após roubar o celular de um adolescente de 17 anos, ser baleado na perna durante a fuga e se esconder dentro de uma caixa d’água. O caso ocorreu no início da madrugada desta sexta-feira (6), no bairro Tancredo Neves, zona Leste de Porto Velho.
Segundo a PM, o ladrão estava de bicicleta quando abordou o adolescente, anunciou o assalto, roubou e fugiu. A vítima o seguiu até um terreno baldio na mesma rua e chamou a polícia.
Ao perceber a chegada de uma viaura, ele abandonou a bicicleta e pulou muros das casas. Durante a fuga, teria apontado uma arma para os policiais, que atiraram. Mesmo atingido na perna, continuou fugindo.
Uma moradora chamou a polícia ao perceber um homem no quintal de sua casa. Os policiais entraram no terreno e encontraram o criminoso escondido dentro de uma caixa d’água instalada no chão, nos fundos da propriedade.
O celular do adolescente foi recuperado. A arma que o criminoso teria usado não foi encontrada.
Ele foi levado a uma UPA e precisou ser transferido para o Hospital João Paulo, onde permaneceu internado com o ferimento na perna.
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