As amostras deverão ser entregues entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro nos escritórios locais da Emater
Inscrições para o 11º Concurso de Qualidade e Sustentabilidade do Café de Rondônia (ConCafé) estão abertas até o dia 28 de agosto. Realizado pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Agricultura (Seagri), o objetivo do concurso é reconhecer, valorizar e premiar os produtores de Cafés Robustas Amazônicos que se destacam pela qualidade e pelas práticas sustentáveis na cafeicultura.
As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas de forma on-line, pelo link ou nos escritórios locais da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO).
Conforme o edital, poderão se inscrever no concurso os cafeicultores que produzirem lotes de café robusta (Coffea canephora) no estado de Rondônia, na safra 2026. Para efetivar a inscrição, o participante deverá entregar uma amostra representativa do lote inscrito, contendo três quilos de café beneficiado (pilado).
As amostras deverão ser entregues entre os dias 31 de agosto e 4 de setembro nos escritórios locais da Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural de Rondônia (Emater-RO).
O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que o ConCafé é uma importante ferramenta para fortalecer a cafeicultura e ampliar o reconhecimento da produção do estado. “Rondônia é referência nacional e internacional na produção dos Cafés Robustas Amazônicos.
O ConCafé incentiva a qualidade, a inovação e a sustentabilidade, além de reconhecer o trabalho dos produtores, que contribuem para o desenvolvimento econômico do estado e levam o nome de Rondônia cada vez mais longe.”
ETAPAS DE CLASSIFICAÇÃO
Para participar, cada cafeicultor deverá apresentar uma amostra representativa do lote inscrito, contendo três quilos de café beneficiado (pilado), acondicionados em embalagem transparente e resistente, devidamente identificada com o nome do participante, CPF, telefone e município de origem da produção, que serão codificadas.
Na codificação imediata das amostras serão adotados procedimentos de preparação, codificação e apresentação destinados a eliminar qualquer viés dos avaliadores e assegurar resultados estatisticamente confiáveis, bem como garantir o sigilo das informações relativas à origem das amostras e à identidade dos participantes.
Após o processo de codificação, as amostras serão submetidas à classificação física, que será realizada por profissionais habilitados, observando-se os critérios da Classificação Oficial Brasileira (COB), estabelecida pela Instrução Normativa nº 8, de 11 de junho de 2003, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), ou norma que venha a substituí lA. A classificação física será conduzida por classificadores indicados pela Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril do estado de Rondônia, Agência de Defesa Sanitária (Idaron) e por profissionais designados pela Comissão Organizadora.
Em seguida, será a análise sensorial, realizada por profissionais certificados Q Robusta Grader, que avaliarão os atributos da bebida conforme protocolos técnicos reconhecidos para cafés da espécie Coffea canephora. Além disso, os participantes passarão por uma avaliação de sustentabilidade, baseada em questionário específico que considera as práticas ambientais, sociais e econômicas adotadas nas propriedades rurais.
NOVIDADE
A novidade da 11ª edição é a criação da Categoria Embalagem, que será realizada pela primeira vez no ConCafé. A nova modalidade reconhecerá as embalagens de café que se destacarem pela conformidade da rotulagem, identidade visual, funcionalidade, inovação, sustentabilidade e potencial de valorização comercial do produto.
Os produtores interessados deverão realizar uma inscrição específica para essa categoria, por meio do formulário eletrônico, enviando imagens da embalagem e do rótulo. A avaliação será conduzida por uma comissão técnica formada por especialistas em design, marketing, agronegócio, comercialização de cafés especiais, rotulagem e sustentabilidade.
Outro evento é a etapa “Vox Populi – A Voz do Povo”, que acontecerá durante a Feira Robustas Amazônicos, nos dias 29 e 30 de outubro, em Cacoal. Na ocasião, o público poderá degustar os cafés finalistas e participar da escolha dos destaques do concurso.
O secretário de Estado da Agricultura, Luiz Paulo, ressaltou que o concurso estimula a melhoria da produção e cria novas oportunidades para os cafeicultores. “O ConCafé é uma vitrine para mostrar a excelência dos cafés produzidos em Rondônia. Mais do que uma competição, é uma ação para incentivar boas práticas no campo, agregar valor à produção e abrir novos mercados para os produtores.”
Um brunch de domingo funciona melhor quando combina a informalidade do café da manhã com a variedade de um almoço, sem exigir horas diante do fogão. Pães, ovos, frutas e uma preparação quente podem formar uma mesa acolhedora, desde que exista equilíbrio entre sabores, porções e trabalho na cozinha.
A leveza não depende apenas dos ingredientes. Também aparece na quantidade de pratos, na presença de opções frescas e em um serviço que permite comer sem pressa. O planejamento das bebidas acompanha essa lógica: harmonizações interessantes valorizam a comida, mas precisam contemplar também quem prefere ou necessita de alternativas sem álcool.
Como montar um menu de brunch leve e equilibrado
Uma organização eficiente parte de três núcleos: uma base de pães e acompanhamentos, uma preparação salgada principal e uma seleção de frutas com um doce simples. Essa divisão facilita as compras e evita que receitas semelhantes disputem espaço. Torradas, quiche e bolo, por exemplo, já oferecem diferentes texturas; acrescentar várias tortas pode tornar o conjunto repetitivo.
Para uma mesa menos pesada, vegetais podem entrar nos ovos, nas pastas e nas saladas. Uma fritada de abobrinha com ervas, acompanhada de folhas e tomates, oferece contraste com os pães. Já queijos frescos e pasta de grão-de-bico permitem variar os acompanhamentos sem depender exclusivamente de manteiga, embutidos e molhos cremosos.
O cardápio deve considerar restrições alimentares antes das compras. Preparações sem ingredientes de origem animal ou sem determinados alérgenos precisam ficar identificadas. Quando houver alergia, utensílios separados e prevenção de contato cruzado são cuidados essenciais, não apenas detalhes de apresentação.
Checklist de compras e preparo antecipado
O ponto de partida é confirmar quantos adultos e crianças participarão, o horário e se o brunch substituirá o almoço. Um encontro próximo do meio-dia costuma pedir uma preparação salgada mais consistente. Como checklist de variedade, uma combinação possível reúne dois tipos de pão, dois acompanhamentos, um prato quente, frutas e uma sobremesa pequena, ajustando as quantidades ao grupo.
Um menu concreto pode incluir pão de fermentação natural, torradas integrais, ricota temperada, pasta de grão-de-bico, fritada de vegetais, salada de folhas, mamão com morangos e bolo de laranja. Não há necessidade de preparar tudo em casa: concentrar o trabalho em um prato principal e um acompanhamento preserva tempo para receber.
Na véspera, podem ficar prontos o bolo, as pastas e os ingredientes separados para a fritada, sempre armazenados adequadamente. No domingo, entram a finalização do prato quente, o corte das frutas e a montagem. Ovos feitos na hora funcionam melhor para grupos pequenos; receitas de forno simplificam o serviço quando há mais convidados.
Como harmonizar as bebidas com os pratos do brunch
A harmonização começa pelo ingrediente dominante e pelo modo de preparo. Ovos com ervas têm um perfil diferente de ovos com bacon; ricota fresca pede uma combinação distinta daquela de um queijo curado. Por isso, a escolha deve considerar acidez, doçura e intensidade, em vez de seguir apenas a categoria do prato.
Preparações salgadas de intensidade moderada costumam combinar com bebidas frescas, capazes de contrastar com componentes cremosos. Nesse contexto, umespumante de perfil seco pode acompanhar quiches, torradas com queijo fresco e ovos com vegetais. A acidez ajuda a equilibrar a percepção de gordura, enquanto as borbulhas acrescentam contraste de textura. A combinação depende do estilo da bebida e dos temperos utilizados.
Com bolos e doces, uma bebida muito seca pode parecer mais ácida diante do açúcar. Café, chá ou uma opção com doçura compatível podem funcionar melhor. Pratos muito picantes, por outro lado, merecem atenção: o álcool pode acentuar a sensação de ardência, tornando alternativas sem álcool mais confortáveis.
Opções de bebidas sem álcool para o brunch
Água natural e com gás devem permanecer disponíveis durante todo o encontro. Para acrescentar variedade, chá gelado sem açúcar com casca de laranja acompanha pães e preparações delicadas; água com pepino e hortelã oferece um perfil discreto. Sucos podem entrar em pequenas jarras, sem substituir a água na mesa.
Café filtrado combina com o encerramento doce, enquanto chás menos intensos preservam sabores sutis. As alternativas sem álcool merecem apresentação tão cuidadosa quanto as demais bebidas. A Organização Mundial da Saúde ressalta que o consumo de álcool não é isento de risco. Além disso, gestantes, menores de idade e pessoas que irão dirigir não devem consumir bebidas alcoólicas.
Como servir e conservar os alimentos com segurança
Travessas pequenas permitem repor a comida gradualmente e evitam que todo o preparo permaneça exposto. Pratos, talheres e guardanapos podem ficar em uma extremidade da mesa, com bebidas em outro apoio. Essa separação reduz cruzamentos e facilita a circulação, especialmente quando os convidados se servem ao mesmo tempo.
Segundo a FDA, alimentos perecíveis não devem ficar em temperatura ambiente por mais de duas horas, ou uma hora quando o ambiente ultrapassa aproximadamente 32 °C. Queijos frescos, preparações com ovos e frutas cortadas exigem atenção. Porções de reposição devem permanecer refrigeradas, e alimentos quentes precisam de equipamento adequado para conservação durante o serviço.
O que torna um brunch de domingo agradável
Um brunch memorável não depende de uma mesa abundante, mas de escolhas coerentes: comida bem preparada, bebidas inclusivas e organização suficiente para que o encontro também seja agradável para quem recebe.
Referências
UNITED STATES FOOD AND DRUG ADMINISTRATION. Serving up safe buffets. 2024. Disponível em: https://www.fda.gov/food/buy-store-serve-safe-food/serving-safe-buffets.
WORLD HEALTH ORGANIZATION. No level of alcohol consumption is safe for our health. 2023. Disponível em: https://www.who.int/europe/news/item/04-01-2023-no-level-of-alcohol-consumption-is-safe-for-our-health.
A entrada na residência médica muda a relação com o conhecimento. Diante de um paciente, não basta reconhecer uma doença: é necessário organizar informações incompletas, definir prioridades, comunicar decisões e acompanhar a resposta ao cuidado. Tudo isso acontece em serviços com rotinas, recursos e equipes diferentes.
A preparação para essa etapa combina estudo, prática supervisionada e compreensão dos processos assistenciais. O objetivo não é eliminar toda dúvida antes do primeiro plantão, mas desenvolver condições para reconhecer limites, procurar apoio e transformar experiências clínicas em aprendizado consistente.
Como funciona a autonomia supervisionada na residência
A residência articula assistência e aprendizagem. A responsabilidade aumenta conforme as competências demonstradas, mas essa progressão não deve ser confundida com atuação sem apoio. Conhecer a organização da supervisão é tão importante quanto revisar os temas da especialidade.
Antes de uma rotação, cabe esclarecer quem responde pelas decisões, como acionar a preceptoria e quais atividades exigem acompanhamento direto. Procedimentos ainda não dominados, deterioração clínica e incertezas relevantes pedem avaliação do profissional responsável.
Os requisitos do ACGME, entidade que acredita programas de residência nos Estados Unidos, destacam supervisão proporcional às capacidades do residente. No Brasil, essa referência não substitui as regras do programa, as atribuições da preceptoria ou os protocolos institucionais.
Como desenvolver o raciocínio clínico diante de incertezas
Na prática, os casos raramente chegam com todos os elementos de uma questão de prova. História, exame físico e exames complementares podem apresentar lacunas ou resultados discordantes. A preparação precisa incluir discussão de casos, justificativa das hipóteses e revisão das decisões com supervisão.
Uma síntese útil reúne o problema principal, os achados que sustentam as hipóteses e as informações ainda necessárias. Também diferencia a explicação mais provável das possibilidades graves que precisam ser consideradas. Essa organização ajuda a evitar que uma impressão inicial encerre prematuramente a investigação.
Na discussão com o preceptor, explicitar a dúvida permite uma orientação mais precisa. Depois, comparar a hipótese inicial com a evolução observada ajuda a identificar quais informações foram valorizadas ou negligenciadas.
Como organizar o estudo a partir dos casos atendidos
O contato com pacientes revela necessidades de aprendizagem específicas. Uma dificuldade na interpretação de um exame pode exigir revisão de fundamentos; uma dúvida sobre tratamento pede consulta a recomendações atualizadas e ao protocolo local. São demandas diferentes, que não precisam receber a mesma abordagem.
A seleção do material deve considerar autoria especializada, edição, referências, profundidade e adequação à etapa de formação. Para estudantes e residentes que precisam consolidar fundamentos e compreender decisões clínicas, oslivros de medicina podem integrar uma trilha temática de estudo. Formatos digitais ou impressos atendem a rotinas distintas, enquanto recursos multimídia, quando disponíveis, complementam a compreensão de procedimentos e conceitos.
Uma revisão sistemática de Trumble e colaboradores encontrou benefícios da prática distribuída e da recuperação ativa para o desempenho acadêmico em profissões da saúde. Retomar conteúdos em sessões separadas e tentar explicá-los sem consulta pode apoiar a aprendizagem, mas melhores notas não equivalem, automaticamente, a competência assistencial.
Passagem de plantão e comunicação com a equipe
Uma passagem de plantão precisa transmitir mais do que diagnósticos. A equipe que assume necessita conhecer a condição atual, as tarefas pendentes, os riscos previstos e as situações que exigem reavaliação. Registros claros e comunicação verbal estruturada cumprem funções complementares.
O estudo de Starmer e colaboradores associou a implementação do programa I-PASS à redução de erros médicos e eventos adversos evitáveis. A intervenção combinou padronização, treinamento e acompanhamento; portanto, o resultado não deve ser atribuído apenas a uma sigla.
Na preparação, exercícios de passagem de caso podem receber feedback da preceptoria. Na assistência, cabe utilizar o modelo institucional e confirmar a compreensão das informações críticas, inclusive quando houver mudança de conduta.
Segurança do paciente na rotina dos plantões
Segurança do paciente envolve identificação correta, prevenção de infecções, uso seguro de medicamentos e comunicação efetiva. O Programa Nacional de Segurança do Paciente reúne diretrizes para reduzir riscos assistenciais, enquanto o guia curricular da OMS incorpora essas dimensões à formação em saúde.
Antes dos plantões, é importante conhecer os fluxos de prescrição, os sistemas de registro e os procedimentos de notificação de incidentes. A conferência de alergias e a identificação de informações contraditórias não devem depender exclusivamente da memória.
Dúvidas sobre medicamentos, procedimentos ou protocolos exigem consulta às referências institucionais e à equipe responsável. Materiais educacionais apoiam o entendimento, mas não substituem avaliação individual, supervisão ou recomendações atualizadas para cada situação.
Feedback, fadiga e limites na residência
A avaliação formativa é mais útil quando descreve comportamentos observáveis. Em vez de comentários vagos, a discussão pode apontar uma informação ausente na anamnese, uma justificativa incompleta ou uma falha na comunicação. A correção deve resultar em uma meta concreta para os próximos atendimentos.
A fadiga também merece atenção. O ACGME inclui medidas de reconhecimento e mitigação desse risco nos requisitos de formação. Sonolência importante ou dificuldade para manter a atenção justificam comunicação à supervisão e acionamento dos mecanismos de apoio do serviço.
O que significa estar preparado para a residência
Preparação consistente não significa resistência ilimitada. Significa aprender com acompanhamento, reconhecer limites e proteger as condições necessárias ao cuidado.
A maturidade clínica se constrói quando conhecimento, supervisão e reflexão orientam a prática. A confiança profissional ganha fundamento na capacidade de decidir e também de pedir ajuda.
Referências
ACCREDITATION COUNCIL FOR GRADUATE MEDICAL EDUCATION. Common program requirements: Residency. 2026. Disponível em: https://www.acgme.org/globalassets/pfassets/programrequirements/2026-prs/cprresidency_2026.pdf.
BRASIL. Ministério da Saúde. Segurança do paciente. [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/seguranca-do-paciente.
ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Guia curricular de segurança do paciente: Edição multiprofissional. [s.d.]. Disponível em: https://www.who.int/docs/default-source/patient-safety/9788555268502-por.pdf?sfvrsn=9e58a092_1.
STARMER, A. J. et al. Changes in medical errors after implementation of a handoff program. New England Journal of Medicine, 2014. Disponível em: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMsa1405556.
TRUMBLE, E. et al. Systematic review of distributed practice and retrieval practice in health professions education. 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11078833/.
Faltam poucos dias para o fim das inscrições nos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO). O Processo Seletivo Unificado (PSU) 2027/1 oferece 2 mil vagas para estes cursos em dez campi. O prazo para se inscrever termina às 23h59 de 25 de outubro. A inscrição é gratuita e deve ser feita pela internet, no Portal de Seleção do IFRO.
Já as inscrições para os cursos técnicos subsequentes e de graduação também ofertados no PSU 2027/1 seguem abertas até 13 de dezembro de 2026.
Os cursos técnicos integrados são destinados a quem já concluiu o Ensino Fundamental ou aos estudantes do 9º ano que estão terminando essa etapa. Nessa modalidade, o estudante cursa o Ensino Médio e a formação técnica ao mesmo tempo. A seleção será feita sem prova, com base nas notas ou nos conceitos escolares do candidato, conforme as regras do edital.
O processo seletivo oferece cursos em diferentes áreas, como agropecuária, tecnologia, indústria, meio ambiente, gestão e produção de alimentos. Confira as opções por unidade:
– Campus Ariquemes: Agropecuária, Alimentos e Informática.
– Campus Cacoal: Agroecologia, Agropecuária e Informática.
– Campus Colorado do Oeste: Agropecuária.
– Campus Guajará-Mirim: Biotecnologia, Informática e Administração (EJA).
– Campus Jaru: Alimentos, Comércio e Zootecnia.
– Campus Ji-Paraná: Florestas, Informática e Química.
– Campus Porto Velho Calama: Edificações, Eletrotécnica, Informática e Química.
– Campus Porto Velho Zona Norte: Administração e Informática.
– Campus São Miguel do Guaporé: Agricultura.
– Campus Vilhena: Edificações, Eletromecânica e Informática.
A quantidade de vagas e os turnos variam conforme o curso e o campus. Por isso, antes de se inscrever, o candidato deve consultar o quadro de vagas atualizado no edital.
Quem pode participar?
Para concorrer às vagas dos cursos técnicos integrados regulares, é necessário ter concluído o Ensino Fundamental até a data da matrícula.
No curso de Administração integrado ao Ensino Médio na modalidade de educação de jovens e adultos (EJA), ofertado pelo Campus Guajará-Mirim, o candidato deve ter pelo menos 18 anos completos até a data da matrícula.
O edital também prevê reserva de vagas para candidatos que tenham estudado o Ensino Fundamental em escolas públicas, pessoas de baixa renda, pretos, pardos, indígenas, quilombolas e pessoas com deficiência. Cada candidato deve verificar os requisitos e os documentos exigidos para a modalidade escolhida.
Como fazer a inscrição
A inscrição deve ser feita exclusivamente pela internet. Antes de começar, o candidato deve separar o CPF, um documento oficial de identificação e o Histórico Escolar do Ensino Fundamental, boletim escolar ou outro documento equivalente.
Localize o PSU 2027/1 para os cursos técnicos integrados ao Ensino Médio.
Escolha o campus, o curso e o turno desejados. Depois, clique em “Inscreva-se”.
Informe o CPF e a data de nascimento do candidato.
Preencha os dados solicitados e responda ao questionário socioeconômico.
Informe as notas ou os conceitos escolares do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental.
Selecione a modalidade de concorrência, confira os dados e confirme a inscrição no sistema.
A seleção será feita em etapa única, por análise do desempenho escolar nas áreas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia, considerando as notas ou os conceitos do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental. Não haverá aplicação de prova.
Prazo e acompanhamento
As inscrições para os cursos técnicos integrados terminam às 23h59 de 25 de outubro. O resultado preliminar está previsto para 26 de outubro. Já o resultado final deve ser publicado em 30 de outubro. A primeira chamada para matrícula está prevista para 3 de novembro de 2026.
Os candidatos devem acompanhar as publicações e possíveis alterações no Portal de Seleção do IFRO.
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