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Manchas na pele afetam mais de um terço das mulheres brasileiras e o diagnóstico tardio piora o quadro
A funcionária pública Fernanda Lima, de 34 anos, moradora do Recife, passou três anos comprando cremes clareadores em farmácia antes de marcar uma consulta com dermatologista. Quando finalmente procurou um especialista, as manchas no rosto já tinham se espalhado da testa até o queixo.
O quadro de melasma, que poderia ter sido controlado com proteção solar e orientação profissional logo no começo, exigiu meses de tratamento combinado para apresentar os primeiros sinais de melhora. A história de Fernanda se repete em consultórios de todo o país.
Dados do Inquérito Epidemiológico da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), realizado entre agosto e setembro de 2024 com mais de 26 mil atendimentos ambulatoriais, confirmam que os transtornos de pigmentação estão entre os diagnósticos mais frequentes nos consultórios brasileiros.
A acne liderou o levantamento com 9,5% dos registros, mas as queixas relacionadas a manchas permanecem entre as que mais levam mulheres adultas ao dermatologista, como já apontava o primeiro censo dermatológico da entidade, feito em 2006 com cerca de 55 mil pacientes.
O problema é que a maioria das pessoas demora para procurar ajuda especializada. Uma pesquisa do Instituto Datafolha, encomendada pela SBD e divulgada em 2025, revelou que cerca de 90 milhões de brasileiros com 16 anos ou mais nunca se consultaram com um dermatologista.
Apenas 12% da população procurou esse especialista no último ano. Um em cada quatro entrevistados sequer sabia que o dermatologista é médico.
O que está por trás do aumento das queixas por manchas
Para Dra. Mariana Cabral, uma das dermatologistas mais recomendadas em Goiânia, a explicação para o crescimento das queixas não se resume ao sol. A combinação de exposição solar cotidiana, calor, inflamações de pele mal tratadas, alterações hormonais e uso de cosméticos inadequados cria um ambiente favorável à hiperpigmentação.
Estima-se que o melasma, tipo mais comum de mancha crônica no rosto, atinja aproximadamente 35% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva, segundo dados da Faculdade de Medicina da Universidade Estadual Paulista (Unesp).
O Brasil reúne condições que favorecem a condição: alta incidência de radiação ultravioleta ao longo do ano, grande proporção de pessoas com fototipos intermediários e intensa miscigenação genética. Cerca de 90% dos casos de melasma ocorrem em indivíduos com fototipos III, IV e V na escala de Fitzpatrick.
O levantamento da SBD sobre os hábitos de exposição solar dos brasileiros acrescenta outro dado preocupante. Na campanha Dezembro Laranja de 2024, que atendeu 18 mil pessoas, 62,51% declararam se expor ao sol sem proteção.
Apenas 31,63% afirmaram usar protetor solar com regularidade. Entre quem nunca vai ao dermatologista, o índice de exposição desprotegida tende a ser ainda maior.
A gravidez foi identificada como o fator desencadeante mais frequente do melasma em pesquisa da Unesp com 303 mulheres de 18 a 60 anos, publicada em 2024. A prevalência da condição nesse grupo foi de 36,3%.
Quase metade das participantes com melasma relatou ter ao menos um parente de primeiro grau com o mesmo problema, o que reforça o peso da predisposição genética.
Há ainda a questão emocional. A pesquisa da Unesp encontrou escores elevados de ansiedade em 49% das mulheres com melasma e sinais de depressão em 23%. A insatisfação com a própria imagem leva muitas pacientes a se isolarem socialmente ou a recorrerem a tratamentos agressivos por conta própria, o que tende a piorar o quadro.
Quando a mancha não é o que parece
Nem toda alteração de cor na pele tem a mesma causa, e confundir os tipos é um dos erros mais frequentes entre quem tenta resolver o problema sozinho. Uma marca escura que sobra depois de uma espinha é diferente de uma mancha hormonal que se espalha pela testa e pelas maçãs do rosto. E ambas são diferentes de uma lesão que descama, muda de formato ou sangra.
A hiperpigmentação pós-inflamatória, que surge após acne, depilação, queimaduras ou alergias, costuma clarear com o tempo quando a pele é protegida do sol. O melasma, por outro lado, é crônico e exige acompanhamento contínuo.
Já as ceratoses actínicas, manchas ásperas provocadas pelo acúmulo de radiação solar ao longo dos anos, precisam de avaliação médica porque podem evoluir para câncer de pele.
Reportagens especializadas sobre manchas na pele têm ajudado a esclarecer essas diferenças para o público leigo, mostrando que o primeiro passo antes de comprar qualquer produto clareador é identificar qual tipo de mancha está em jogo.
Segundo o censo dermatológico da SBD, os transtornos de pigmentação figuram entre os cinco diagnósticos mais comuns em consultórios brasileiros. A pesquisa de 2006, que envolveu 916 médicos e 55 mil pacientes, já colocava as manchas atrás apenas da acne e das micoses superficiais.
O levantamento atitudinal da mesma entidade identificou que os distúrbios de pigmentação foram a principal queixa espontânea em ambos os gêneros, citados por 27,6% dos entrevistados.
O papel do protetor solar vai além da prevenção
Para quem já tem manchas, o protetor solar deixa de ser apenas uma medida preventiva e se torna parte ativa do tratamento. Sem proteção adequada, qualquer ativo clareador perde eficácia porque a radiação continua estimulando a produção de melanina.
O problema é que reaplicar o protetor ao longo do dia ainda é um hábito raro no Brasil. A radiação ultravioleta atinge a pele em situações cotidianas como dirigir, caminhar até o ponto de ônibus e ficar perto de janelas. A luz visível emitida por lâmpadas e telas também contribui para o agravamento do melasma, embora em menor proporção.
Especialistas da SBD recomendam o uso de protetor solar com cor, que oferece proteção adicional contra a luz visível, além da reaplicação a cada duas horas em caso de exposição direta. Chapéus de aba larga, óculos de sol e roupas com fator de proteção ultravioleta complementam a barreira contra o sol e fazem diferença no longo prazo.
A proteção solar é o único tratamento que funciona para todos os tipos de mancha. Mesmo quem faz procedimentos em consultório precisa manter a fotoproteção para que o resultado se sustente. Em regiões com sol forte durante a maior parte do ano, como o Nordeste e o Centro-Oeste do Brasil, esse cuidado é ainda mais determinante.
O que existe de tratamento e quando procurar ajuda profissional
O arsenal de tratamentos para manchas cresceu nas últimas décadas. Ativos como vitamina C, niacinamida, ácido azelaico e ácido tranexâmico entraram na rotina dermatológica e permitem tratar a hiperpigmentação durante o ano inteiro, sem as restrições sazonais que existiam quando a hidroquinona e o ácido retinóico eram praticamente as únicas opções.
Os procedimentos em consultório também avançaram. Peelings químicos, microagulhamento e tecnologias a laser permitem agir com mais precisão sobre o pigmento acumulado na pele.
A escolha do método depende do tipo de mancha, da profundidade do pigmento, do fototipo da paciente e do histórico de tratamentos anteriores. O que funciona para uma paciente pode piorar o quadro de outra, e por isso a avaliação individualizada é o ponto de partida.
Em Goiânia, por exemplo, clínicas de estética com foco em dermatologia avançada têm investido em equipamentos de última geração para atender a demanda crescente de pacientes com melasma e manchas pós-inflamatórias.
A capital goiana concentra profissionais com formação em centros de referência como a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Universidade de São Paulo (USP), o que amplia as opções de tratamento fora do eixo Rio-São Paulo.
O tratamento do melasma exige constância. A condição não tem cura, mas pode ser controlada com acompanhamento periódico, rotina de cuidados e proteção solar rigorosa. Os resultados costumam aparecer entre oito e doze semanas após o início do tratamento, e a manutenção é contínua para evitar recidivas.
Erros comuns que fazem a mancha piorar
Quem busca resolver o problema por conta própria costuma cometer erros que agravam a situação. Esfoliar a pele com frequência excessiva, aplicar ácidos fortes sem orientação, misturar produtos de marcas diferentes sem saber como os princípios ativos interagem e abandonar o tratamento por ansiedade antes de completar o ciclo mínimo são equívocos recorrentes.
O uso de receitas caseiras com limão, bicarbonato ou vinagre continua sendo um risco real. Essas substâncias provocam irritação e inflamação, e a pele responde produzindo mais pigmento na região afetada. O resultado é uma mancha mais escura do que a original.
Outro erro frequente é confiar apenas no protetor solar do creme hidratante ou da maquiagem. A quantidade de filtro presente nessas formulações costuma ser insuficiente para oferecer a proteção necessária, especialmente para quem já tem manchas.
A recomendação da SBD é usar protetor solar específico, com fator de proteção mínimo de 30, em quantidade adequada para cobrir todo o rosto, pescoço e orelhas.
A troca constante de produtos também prejudica. A ansiedade por resultados rápidos leva muitas pessoas a abandonar um tratamento antes de ele ter tempo de agir e começar outro na sequência. Esse ciclo de tentativa e erro irrita a pele, compromete a barreira cutânea e cria condições para que a mancha se torne mais resistente.
O acesso ao dermatologista ainda é desigual
O dossiê “Brasil à Flor da Pele”, produzido pelo Datafolha a pedido da SBD, mostrou que a renda é um dos fatores que mais determinam o acesso à dermatologia. Enquanto 69% das pessoas de classe A e 66% da classe B já se consultaram com um dermatologista, nas classes C e D/E esses percentuais caem para 46% e 32%, respectivamente.
No Sistema Único de Saúde, os pacientes enfrentam uma dificuldade 2,6 vezes maior para conseguir consulta com dermatologista em comparação com quem usa a rede privada. O volume de atendimentos dermatológicos no SUS só retornou a patamares próximos aos do período pré-pandemia recentemente, após a queda expressiva de 2020.
Para quem busca orientação profissional de qualidade, com os melhores dermatologistas da região, verificar a formação do profissional, checar o registro no Conselho Regional de Medicina e confirmar o título de especialista pela SBD são passos que reduzem o risco de cair em tratamentos inadequados ou realizados por profissionais sem habilitação.
O presidente da SBD, Carlos Barcaui, tem alertado sobre o aumento de complicações causadas por procedimentos estéticos realizados por pessoas sem formação médica.
Preenchimentos, aplicações de toxina botulínica, peelings profundos e lasers envolvem riscos quando realizados por quem não tem capacitação para indicar o tratamento, executá-lo e tratar possíveis intercorrências.
O que muda quando o diagnóstico chega cedo
A diferença entre começar o tratamento nos primeiros meses do aparecimento da mancha e esperar anos para procurar ajuda é significativa. No melasma, por exemplo, manchas recentes e superficiais respondem melhor aos tratamentos tópicos e exigem menos sessões de procedimentos em consultório.
Quando o pigmento se acumula nas camadas mais profundas da pele ao longo de anos sem proteção solar, o clareamento se torna mais lento e o risco de recidiva aumenta.
Na hiperpigmentação pós-inflamatória, o raciocínio é parecido. Marcas de acne ou depilação que são protegidas do sol desde o início tendem a sumir sozinhas em semanas ou poucos meses. Sem essa proteção, a marca pode se fixar por mais de um ano.
O diagnóstico precoce também permite descartar condições mais graves. Manchas que mudam de formato, que apresentam bordas irregulares ou que sangram precisam de avaliação urgente, porque podem indicar lesões pré-cancerosas ou câncer de pele.
O Brasil registrou um salto de pouco mais de 4 mil diagnósticos de câncer de pele em 2014 para mais de 72 mil em 2024, segundo a SBD. A doença representa cerca de 33% de todos os casos de câncer no país.
Para Fernanda Lima, a funcionária pública que abriu esta reportagem, a lição foi clara. Depois de iniciar o acompanhamento dermatológico, o melasma estabilizou em quatro meses e as manchas clarearam de forma gradual ao longo de um ano.
O protetor solar virou item fixo na bolsa, e a rotina de cuidados passou a incluir apenas três produtos, escolhidos sob orientação médica. O resultado não foi instantâneo, mas se manteve.
A mensagem que fica é direta. Manchas na pele não são todas iguais, não melhoram com receitas da internet e não desaparecem sem diagnóstico correto. Quanto antes o tratamento começa, menor o custo, menor o desgaste emocional e maior a chance de manter a pele uniforme no longo prazo.
Fonte: Via: florestanoticias
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Pesquisa coloca Bruno Scheid entre os dois mais votados para o Senado em Rondônia – Eleições
O pecuarista de Ji-Paraná Bruno Bolsonaro Scheid (PL) aparece entre os dois nomes mais votados para o Senado em Rondônia na pesquisa do Instituto Amazônia de Pesquisa sobre as Eleições de 2026. O candidato ocupa a segunda posição tanto no primeiro voto estimulado válido quanto na soma dos percentuais das duas escolhas permitidas ao eleitor.
Na soma do primeiro e do segundo voto válido, Scheid alcança 33,40%. Fernando Máximo (PL) registra 50,27% e aparece na primeira posição. Mariana Carvalho (Republicanos), com 30,79%, e Silvia Cristina (PP), com 30,25%, vêm na sequência.
Confúcio Moura (MDB) totaliza 24,93% na soma das duas escolhas, enquanto Acir Gurgacz (PDT) registra 16,31%. Luís Fernando (PSD) aparece com 10,90%, e Neidinha Suruí (PSB), com 3,15%. O instituto ressalta que a soma de todas as respostas pode ultrapassar 200%, porque duas vagas estarão em disputa para o Senado e cada eleitor poderá indicar dois candidatos.
A coleta quantitativa foi realizada nos 52 municípios de Rondônia.
No recorte do primeiro voto estimulado, considerando somente os votos válidos, Bruno Scheid aparece em segundo lugar, com 20,45%. Fernando Máximo registra 25,21%, enquanto Silvia Cristina alcança 16,44%.
Confúcio Moura e Mariana Carvalho aparecem empatados com 12,96% cada. Acir Gurgacz registra 7,64%, Luís Fernando tem 3,72% e Neidinha Suruí aparece com 0,62%.
Na simulação específica do segundo voto válido, Fernando Máximo registra 25,06%, seguido por Mariana Carvalho, com 17,83%, e Silvia Cristina, com 13,81%. Bruno Scheid aparece com 12,95%.
Confúcio Moura alcança 11,97% no segundo voto, Acir Gurgacz registra 8,67%, Luís Fernando tem 7,18% e Neidinha Suruí aparece com 2,53%.
A pesquisa também avaliou a rejeição dos nomes apresentados para o Senado. Bruno Scheid registra 13,12%, o terceiro maior percentual nominal desse recorte. Confúcio Moura aparece com 20,24%, e Acir Gurgacz, com 13,40%.
Entre os entrevistados, 13,05% não souberam ou não responderam, enquanto 12,60% declararam não rejeitar nenhum candidato. Mariana Carvalho apresenta rejeição de 8,03%, Neidinha Suruí registra 5,79%, Silvia Cristina aparece com 4,50%, Fernando Máximo tem 4,05% e Luís Fernando registra 3%. A rejeição a todos os nomes corresponde a 2,23%.
Governo
Na disputa pelo Governo de Rondônia, Marcos Rogério (PL) aparece com 39,79% dos votos válidos no cenário estimulado de primeiro turno. Adailton Fúria (PSD) registra 28,28%, enquanto Hildon Chaves (União) alcança 15,16%.
Expedito Neto (PT) aparece com 9,63%. Luiz Carlos Teodoro (PSOL) registra 3,21%, Samuel Costa (PSB) tem 2,99% e Pedro Abib (MDB) alcança 0,94%.
Em uma das simulações de segundo turno, Marcos Rogério registra 51,82% contra 36,77% de Adailton Fúria. Os votos brancos ou nulos somam 6,80%, enquanto 4,61% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
No confronto entre Marcos Rogério e Hildon Chaves, o candidato do PL aparece com 59,90%, e Hildon registra 26,45%. Os votos brancos ou nulos correspondem a 8,16%, e 5,48% não souberam ou não responderam.
Na rejeição para o Governo do Estado, 25,18% não souberam ou não responderam. Expedito Neto registra 20,12%, seguido por Samuel Costa, com 10,08%, e Marcos Rogério, com 9,54%.
A opção de não rejeitar nenhum candidato alcança 9,02%. Hildon Chaves aparece com 8,06%, Pedro Abib com 6,52%, Luiz Carlos Teodoro com 5,04% e Adailton Fúria com 3,96%. A rejeição a todos corresponde a 2,48%.
Dados técnicos
O levantamento ouviu 2.500 pessoas entre 1 e 9 de julho. A margem de erro é de 2,45%, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número RO-04350/2026
FonteVia: rondoniagora
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Após pedido de providência de pastor Evanildo Seinfra realiza limpeza e retirada de entulho no bairro Planalto – Política
O vereador pastor Evanildo (PSD) reforçou o compromisso com a população após o atendimento de mais um pedido de providência apresentado à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). O secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco determinou execução dos serviços de limpeza urbana, roçagem e retirada de entulho no campo localizado entre as ruas Planalto e Satélite, no bairro Planalto, zona leste de Porto Velho.
A solicitação foi encaminhada pelo parlamentar após ouvir moradores e lideranças da comunidade, que relataram a necessidade urgente de melhorias no local. O pedido buscou dar mais celeridade à execução dos serviços, tendo em vista o acúmulo de mato e entulhos, situação que comprometia a utilização do espaço pela população.

Com o atendimento da demanda, a equipe da Seinfra realizou a limpeza completa da área, promovendo melhores condições para o uso do campo e contribuindo para um ambiente mais organizado, seguro e adequado para os moradores. A ação também ajuda na preservação dos espaços públicos e na melhoria da qualidade de vida da comunidade.
Pastor Evanildo destacou que seu mandato tem sido pautado pela presença constante nos bairros, ouvindo de perto as reivindicações da população e encaminhando as demandas aos órgãos responsáveis. Segundo o vereador, acompanhar a realidade das comunidades é fundamental para buscar soluções que atendam às necessidades dos moradores.
“O nosso compromisso é estar presente nas comunidades, ouvir a população e trabalhar para que as demandas sejam atendidas. Agradeço ao secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco e a toda a equipe da Seinfra pela atenção e pela qualidade do serviço realizado. Essa resposta demonstra que, quando há diálogo e compromisso com a população, os resultados chegam e beneficiam toda a comunidade”, afirmou Pastor Evanildo.
O vereador reforçou que continuará visitando bairros, distritos e comunidades de Porto Velho para acompanhar de perto as necessidades da população e encaminhar novos pedidos de providência. “Nosso gabinete permanece de portas abertas para ouvir os moradores e buscar, junto ao poder público, melhorias que proporcionem mais qualidade de vida, segurança e bem-estar para as famílias da nossa cidade”, concluiu.
FonteVia: rondoniagora
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Prefeitura reforça uso do aplicativo PVH+ para denúncias de descarte irregular – Geral
Moradores de Porto Velho podem denunciar casos de descarte irregular de lixo, entulho e outros resíduos sólidos por meio da plataforma PVH+, ferramenta utilizada para fortalecer a fiscalização e identificar responsáveis por esse tipo de prática na cidade.
A Prefeitura orienta que as denúncias sejam feitas sempre que houver descarte de resíduos em vias públicas, áreas verdes, terrenos e outros espaços urbanos. As informações encaminhadas pela população auxiliam na identificação dos responsáveis e na aplicação das sanções previstas na legislação.
No momento do registro, é necessário informar o endereço exato do local, indicar um ponto de referência e, sempre que possível, anexar fotos ou vídeos da situação. Caso seja possível identificar quem realizou o descarte, dados como a placa do veículo utilizado também podem ser informados para contribuir com a apuração. Após o envio da denúncia, o cidadão recebe um número de processo para acompanhar o andamento da solicitação.
O descarte irregular de resíduos provoca impactos que vão além da degradação da paisagem urbana. A prática favorece a proliferação de insetos e outros animais transmissores de doenças, pode obstruir a drenagem das vias e causar danos ao meio ambiente.
Materiais como plásticos, vidros e metais podem permanecer no ambiente por décadas ou até séculos, contaminando o solo, os recursos hídricos e comprometendo os ecossistemas. O acúmulo de lixo também favorece a presença de ratos, mosquitos e outros vetores de doenças, afetando diretamente a saúde da população.
O secretário executivo de Serviços Básicos destacou que a participação da população contribui para agilizar o trabalho de fiscalização, aumentar a eficiência na identificação dos responsáveis e reduzir esse tipo de prática no município.
O prefeito Léo Moraes afirmou que a preservação dos espaços públicos depende da atuação conjunta entre o poder público e a sociedade. Segundo ele, denunciar o descarte irregular representa uma ação de cidadania que ajuda a proteger o meio ambiente, preservar os bairros e melhorar a qualidade de vida da população.
FonteVia: rondoniagora
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