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Violência de gênero deve ser combatida no ambiente digital, aponta debate

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A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher discutiu na quarta-feira (16) políticas de proteção, segurança e estratégias mais eficazes, focadas no combate à violência de gênero em eleições e nos ambientes virtuais. O encontro reuniu representantes do poder público e da sociedade civil e deu continuidade ao seminário voltado ao fortalecimento da Rede de Enfrentamento à Violência contra Meninas e Mulheres.

A antropóloga e pesquisadora da Universidade de São Paulo, Beatriz Accioly, alertou para o uso de novas tecnologias na prática de violência contra mulheres, como a produção e disseminação de imagens sem consentimento por meio de inteligência artificial. Para ela, a responsabilização não deve recair apenas sobre quem produz o conteúdo, mas também sobre as plataformas que permitem sua circulação.

— A gente tem que olhar para como esse ambiente funciona, para as plataformas, para os incentivos que organizam a circulação. Esse tipo de conteúdo gera engajamento e valor. Sem esse nível de análise, a responsabilidade fica só com o usuário e a gente deixa de olhar para a estrutura que torna isso possível. A discussão sobre regulamentação de plataformas não é periférica — disse a pesquisadora.

O evento foi solicitado pela deputada Luizianne Lins (Rede-CE), que destacou a importância da integração entre os Poderes para avançar nas políticas de combate à violência contra a mulher.

— É preciso respeito. Estamos criando esse espaço de diálogo, mas também avançando em ações concretas, com articulação entre o Judiciário, o Legislativo e o Executivo — afirmou.

Representante do Ministério das Mulheres, Janara Kalline afirmou que a internet ainda não é um ambiente seguro para mulheres. Segundo ela, a violência digital cresce de forma acelerada e atinge principalmente meninas e mulheres jovens. Ela ressaltou que entre as iniciativas do Ministério das Mulheres está a capacitação de atendentes do Ligue 180 para lidar com denúncias de crimes virtuais.



Fonte: Via: saomiguelnoticias

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Operações contra tráfico e contrabando em Rondônia ganham reforço com equipamentos Starlink – Geral

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As ações contra tráfico de drogas, contrabando, descaminho e tráfico de armas na faixa de fronteira de Rondônia receberam reforço tecnológico nesta terça-feira (12) após a Receita Federal entregar dois equipamentos Starlink ao Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON).

Os equipamentos foram entregues na sede da Receita Federal em Guajará-Mirim ao comandante do BPFRON, major PM Felipe Santos, e passaram imediatamente a ficar à disposição das operações desenvolvidas pela unidade.

A tecnologia será usada principalmente na Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, que atua no enfrentamento aos crimes transfronteiriços entre Brasil e Bolívia.

Segundo a Polícia Militar, os equipamentos permitirão ampliar a capacidade de comunicação das equipes em áreas remotas e de difícil acesso, oferecendo suporte operacional durante patrulhamentos terrestres, fluviais e ações integradas realizadas na região de fronteira de Rondônia.

A entrega contou com apoio do inspetor-chefe da Receita Federal em Guajará-Mirim, Rodrigo Prieto Castilho, além da servidora Nelma Damasceno, responsável pelo Depósito de Mercadorias Apreendidas, setor responsável pela destinação dos equipamentos ao batalhão.

As operações desenvolvidas na região contam com atuação integrada da Polícia Militar de Rondônia, por meio do BPFRON, além de instituições parceiras que atuam no combate às organizações criminosas.

As ações fazem parte das operações coordenadas pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP). Em Rondônia, os trabalhos também recebem apoio do Governo do Estado e da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (SESDEC).

O BPFRON destacou que a cooperação entre Receita Federal e Polícia Militar fortalece diretamente as ações de segurança pública realizadas na faixa de fronteira.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Forças de segurança de Rondônia participam de operação integrada contra o crime organizado

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A investigação foi conduzida pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) e a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Machadinho d’Oeste

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) conduziu a investigação epidemiológica de um caso raro registrado em Rondônia, envolvendo o óbito de uma criança de nove anos, ocorrido no dia 3 de abril, no Hospital Regional de Cacoal.

A paciente era residente no município de Machadinho d’Oeste e, o diagnóstico foi confirmado no dia 10 de abril, após análise laboratorial que identificou o agente causador como Naegleria fowleri (ameba microscópica de vida livre).

A partir das narinas, a ameba migra pelo nervo olfatório até o cérebro, onde provoca destruição do tecido cerebral e inflamação, resultando na meningoencefalite amebiana primária (MAP).

A investigação foi conduzida de forma integrada entre estado e município, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Machadinho d’Oeste, com envio de amostras ao Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen/RO) e análise confirmatória pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL), em São Paulo.

A ação contou com atuação direta da Gerência Técnica de Vigilância Epidemiológica da Agevisa/RO, responsável pelo levantamento epidemiológico, análise do possível local de exposição e orientação técnica às equipes de saúde dos municípios envolvidos.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que “o estado mantém estrutura preparada para responder a eventos de saúde pública, garantindo investigação criteriosa e transparência nas informações.”

De acordo com o diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, a infecção por Naegleria fowleri é extremamente rara e ocorre exclusivamente quando água contaminada entra pelas vias nasais, geralmente durante atividades em água doce não tratada.

“A doença não é transmitida pela ingestão de água contaminada, nem de pessoa para pessoa. A infecção ocorre apenas pela entrada da água pelo nariz”, reforçou.

ORIENTAÇÕES

A orientação é adotar medidas preventivas, como evitar o contato de água não tratada nas narinas

A chefe do Núcleo de Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Agevisa/RO, Surlange Ramalhães, que acompanhou a investigação do caso, orienta a população a adotar medidas preventivas, como evitar o contato de água não tratada nas narinas, especialmente durante mergulhos ou submersões em rios, lagos e açudes, principalmente em locais sem tratamento adequado.

Também é recomendado o uso de água tratada ou fervida para higiene nasal e atenção à qualidade da água utilizada em atividades domésticas, como lavagem de objetos ou utensílios que possam ter contato com as vias respiratórias.

SINTOMAS

Os sintomas iniciais da infecção incluem dor de cabeça, febre, náuseas e vômitos, podendo evoluir rapidamente para quadros graves. Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente atendimento médico para avaliação.

Importante reforçar que o risco de contrair a meningoencefalite amebiana primária causada por Naegleria fowleri é extremamente baixo, mesmo em áreas onde a ameba está presente.

A Agevisa/RO segue monitorando o caso e reforçando as ações de vigilância em saúde, com orientação aos profissionais e acompanhamento epidemiológico. A atuação integrada com municípios e instituições laboratoriais garante resposta rápida e qualificada, contribuindo para a proteção da população.

Fonte
Texto: Aurimar Lima
Fotos: Lidiane Pereira
Secom – Governo de Rondônia

Fonte: Via: florestanoticias

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RO-135 recebe melhorias para ampliar segurança com obras de sinalização horizontal entre Alta Floresta e Vila Marcão

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A investigação foi conduzida pela Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) e a Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Machadinho d’Oeste

A Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) conduziu a investigação epidemiológica de um caso raro registrado em Rondônia, envolvendo o óbito de uma criança de nove anos, ocorrido no dia 3 de abril, no Hospital Regional de Cacoal.

A paciente era residente no município de Machadinho d’Oeste e, o diagnóstico foi confirmado no dia 10 de abril, após análise laboratorial que identificou o agente causador como Naegleria fowleri (ameba microscópica de vida livre).

A partir das narinas, a ameba migra pelo nervo olfatório até o cérebro, onde provoca destruição do tecido cerebral e inflamação, resultando na meningoencefalite amebiana primária (MAP).

A investigação foi conduzida de forma integrada entre estado e município, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Semusa) de Machadinho d’Oeste, com envio de amostras ao Laboratório Central de Saúde Pública de Rondônia (Lacen/RO) e análise confirmatória pelo Instituto Adolfo Lutz (IAL), em São Paulo.

A ação contou com atuação direta da Gerência Técnica de Vigilância Epidemiológica da Agevisa/RO, responsável pelo levantamento epidemiológico, análise do possível local de exposição e orientação técnica às equipes de saúde dos municípios envolvidos.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que “o estado mantém estrutura preparada para responder a eventos de saúde pública, garantindo investigação criteriosa e transparência nas informações.”

De acordo com o diretor-geral da Agevisa/RO, Gilvander Gregório de Lima, a infecção por Naegleria fowleri é extremamente rara e ocorre exclusivamente quando água contaminada entra pelas vias nasais, geralmente durante atividades em água doce não tratada.

“A doença não é transmitida pela ingestão de água contaminada, nem de pessoa para pessoa. A infecção ocorre apenas pela entrada da água pelo nariz”, reforçou.

ORIENTAÇÕES

A orientação é adotar medidas preventivas, como evitar o contato de água não tratada nas narinas

A chefe do Núcleo de Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da Agevisa/RO, Surlange Ramalhães, que acompanhou a investigação do caso, orienta a população a adotar medidas preventivas, como evitar o contato de água não tratada nas narinas, especialmente durante mergulhos ou submersões em rios, lagos e açudes, principalmente em locais sem tratamento adequado.

Também é recomendado o uso de água tratada ou fervida para higiene nasal e atenção à qualidade da água utilizada em atividades domésticas, como lavagem de objetos ou utensílios que possam ter contato com as vias respiratórias.

SINTOMAS

Os sintomas iniciais da infecção incluem dor de cabeça, febre, náuseas e vômitos, podendo evoluir rapidamente para quadros graves. Em caso de suspeita, a orientação é procurar imediatamente atendimento médico para avaliação.

Importante reforçar que o risco de contrair a meningoencefalite amebiana primária causada por Naegleria fowleri é extremamente baixo, mesmo em áreas onde a ameba está presente.

A Agevisa/RO segue monitorando o caso e reforçando as ações de vigilância em saúde, com orientação aos profissionais e acompanhamento epidemiológico. A atuação integrada com municípios e instituições laboratoriais garante resposta rápida e qualificada, contribuindo para a proteção da população.

Fonte
Texto: Aurimar Lima
Fotos: Lidiane Pereira
Secom – Governo de Rondônia

Fonte: Via: florestanoticias

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