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Deputada Lebrinha garante R$ 155 mil para projeto social em Governador Jorge Teixeira – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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Foto: Comunicação/MPF.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça contra um proprietário de área rural e dois arrendatários por uso de agrotóxicos que têm causado intoxicação em indígenas Puruborá e também gerado contaminação do meio ambiente, em Seringueiras (RO).

A propriedade rural tem plantio de soja e outros cultivos. O MPF considera que a pulverização de agrotóxicos é parte de um conflito maior de intimidação pelos quais os indígenas passam em decorrência da pressão causada pelo plantio de soja e tentativa de expulsá-los da região. A comunidade indígena reivindica a demarcação de seu território, o que desagrada os fazendeiros da região.

O imóvel rural se chama Sítio Boa Esperança e fica próximo à aldeia Aperoí, da etnia Puruborá. A aldeia tem cerca de 40 indígenas. Após pulverizações de agrotóxicos por aeronave, várias crianças, adultos e idosos indígenas dessa aldeia tiveram erupções cutâneas espalhadas pelo corpo, além de dores de cabeça e náuseas.

Uma das casas dos indígenas, que fica no meio de duas plantações de soja, foi abandonada após as pulverizações causarem problemas de saúde aos moradores – um casal e seus dois filhos.

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) autuou e notificou mais de uma vez os arrendatários e o proprietário do imóvel rural para que interrompessem a intoxicação dos indígenas e a poluição do meio ambiente.

Ao analisar o solo da área, a Idaron encontrou herbicidas de soja, milho, café e pasto. Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos aos seres humanos (metonil; bifentrina e acetamiprido). Entre todos os agrotóxicos encontrados na análise, 12% tinham grau elevado de toxicidade.

Aumento da tensão – Antes de acionar a Justiça Federal por ação civil pública, o MPF tentou uma solução extrajudicial para o problema: expediu uma recomendação e posteriormente iniciou negociações para assinatura de um acordo (termo de ajustamento de conduta), mas ainda durante as tratativas ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos, afetando a saúde de diversos indígenas.

Segundo o MPF, os réus não só mantiveram, mas intensificaram a pulverização de agrotóxicos na plantação de soja em 2024 e 2025. Nessa época, crianças e adultos Puruborá passaram a apresentar graves lesões e feridas na pele. Para o MPF, houve um escalonamento de ações por parte dos réus que buscavam forçar a expulsão dos indígenas da área que habitam.

O órgão relaciona a intoxicação com outros episódios contra os indígenas na mesma época, como a queima de uma maloca, considerada sagrada pelos Puruborá, além de tiros de revólver em direção à residência de indígenas durante os trabalhos do grupo de demarcação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Antes disso, os indígenas já haviam relatado incêndios criminosos próximos às suas casas e às suas plantações.

Entre os motivos para a tentativa de expulsão dos indígenas também estaria o fato de que, em março de 2024, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) visualizou na aldeia Aperoí, vizinha ao Sítio Boa Esperança, diversos fragmentos de antigos vasilhames cerâmicos na superfície nos dois lados da cerca que divide as terras.

Os achados arqueológicos motivaram o Iphan a emitir uma notificação ao proprietário da fazenda para suspender as atividades de intervenção no solo e enviar a documentação de regularidade de suas atividades agrícolas.

A intenção do Iphan com a medida foi preservar o sítio arqueológico Puruborá.

Danos ambientais – Em 2024, a Idaron constatou que a aplicação de agrotóxicos não respeitou a distância mínima de 90 metros em relação à margem do Rio Manoel Correia, que é área de preservação permanente.

Na época, a Idaron atestou a inviabilidade da área arrendada (52 hectares) para o plantio de soja. Isso porque o local é ambientalmente sensível, pois é uma bacia de captação e de nascentes do rio. Nesse tipo de área é recomendado apenas cultivo de produtos orgânicos e de recomposição florestal, como cacau e cupuaçu.

Em inspeção ao local, o Idaron encontrou resíduos de cultivo de soja não colhidos, em estado de pouco desenvolvimento ou grãos inviáveis devido à umidade excessiva.

Como forma de dar vazão à água das partes alagadas, os réus escavaram valas que saem do imóvel rural e vão até um pequeno igarapé, que tem abundantes nascentes e é afluente do Rio Manoel Correia.

As valas foram feitas em uma área de preservação permanente, com despejo direto no rio, impactando o ecossistema, sem autorização dos órgãos ambientais.

Na ação, o MPF destaca que a insistência no cultivo de soja e na aplicação de agrotóxicos em local sabidamente inadequado ocorreu mesmo após advertências formais por meio de autos de infração ambiental, recomendação do órgão e tentativa de pactuar um acordo.

Além disso, o documento afirma que a degradação do meio ambiente também causou desequilíbrio ecológico, com mortandade de peixes no rio Manoel Correia, onde os indígenas pescavam, agravando a subsistência da comunidade.

Compensação e reparação – O MPF pede compensação e reparação dos danos causados, inclusive danos morais da comunidade indígena. Entre os pedidos do órgão à Justiça Federal estão a condenação dos réus a:
• Pagamento de danos morais coletivos de R$ 2 milhões em favor da comunidade indígena Puruborá;
• Pagamento de R$ 30 mil reais a cada morador da aldeia Aperoi;
• Pagamento de R$ 100 mil para cada integrante da família (um casal com dois filhos) que necessitou abandonar sua casa após a contaminação por agrotóxicos;
• Proibição de pulverizar agrotóxicos e de não promover ou permitir plantação de soja no local;
• Proibição de realizar intervenções nas áreas de preservação permanente;
• Fazer a recomposição total da área de preservação permanente.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

Via: web tv alternativa

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“Atenção” Farmácia Preço Mais Baixo amplia horário de funcionamento para melhor atender clientes – WEB TV ALTERNATIVA

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Seletiva estadual dos Jogos Escolares de Rondônia (Joer) nas modalidades individuais reuniu estudantes-atletas de diferentes regiões do estado

seletiva estadual dos Jogos Escolares de Rondônia (Joer) nas modalidades individuais, teve início na quarta-feira (13), em Porto Velho, reunindo estudantes-atletas de diferentes regiões do estado em disputas de judô, karatê e natação.

Promovida pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), a competição acontece no Ginásio Cláudio Coutinho, Escola Getúlio Vargas e Centro de Treinamento Vinícius Danin. A seletiva segue até sexta-feira (15).

Essa fase possui caráter classificatório para os Jogos Escolares Brasileiros (JEBs), promovidos pela Confederação Brasileira do Desporto Escolar (CBDE), previstos para acontecer em Brasília, entre os dias 11 e 26 de setembro, além dos Jogos da Juventude (JJ), organizados pelo Comitê Olímpico do Brasil (COB), programados para Foz do Iguaçu entre os dias 20 de outubro e 4 de novembro.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que o incentivo ao esporte escolar contribui diretamente para o desenvolvimento dos estudantes e para a formação cidadã dos jovens rondonienses.

“O governo do estado tem fortalecido ações que incentivam o esporte educacional, proporcionando oportunidades para que estudantes de diferentes municípios possam desenvolver seus talentos e representar Rondônia em grandes competições”.

A estudante-atleta de karatê Maria Clara Rodrigues Turatti, participou pela terceira vez da competição

A estudante-atleta de karatê, Maria Clara Rodrigues Turatti, de 13 anos, da Escola Monteiro Lobato, de Espigão do Oeste, participou pela terceira vez da competição e destacou a importância do evento para os jovens esportistas.

“Acho muito importante participar desse tipo de competição, porque não é só sobre vencer, mas também sobre se divertir e viver novas experiências. Todo mundo deveria ter a oportunidade de participar”.

De Porto Velho, a estudante-atleta de karatê Lara Cecília, de 14 anos, da Escola Eduardo Lima e Silva, destacou a emoção de participar da seletiva estadual do Joer representando a instituição de ensino. “Eu nunca imaginei que um dia estaria representando minha escola em uma competição como essa, porque sempre foi um sonho para mim. Dá um pouco de nervoso e aquele frio na barriga antes das disputas, mas é uma sensação boa, porque mostra o quanto esse momento é importante”.

O professor de karatê de Espigão do Oeste, Moisés Otávio de Moura, destacou a importância da integração entre educação e esporte no desenvolvimento dos estudantes-atletas. “A escola e o esporte caminham juntos, e esse tipo de competição é muito importante porque representa a base para os atletas que futuramente podem disputar competições internacionais.

Essa união entre esporte e educação proporciona valorização e desenvolvimento para os jovens e crianças, não apenas dentro do tatame, mas também para o futuro profissional de cada um”, pontuou.

Laís Gabriele Sousa, de 12 anos, da Escola Hélio Neves Botelho, de Porto Velho, pratica Natação e conquistou o primeiro lugar na competição. Ela destacou a importância do apoio recebido durante a trajetória no esporte.

“Recebo muito apoio da minha família, dos professores e das pessoas que acompanham meus treinos, e isso me incentiva bastante. Participar dessa competição é muito especial, e conquistar o primeiro lugar me faz sentir uma boa nadadora e mais confiante para continuar treinando e competindo”.

Também na natação, o estudante-atleta Ítalo Eduardo Soares, de 15 anos, da Escola Maria Lucinete, de Costa Marques, falou sobre a emoção de participar da seletiva estadual representando a escola e o município. “É muito gratificante estar aqui representando minha escola e minha cidade.

A gente se preparou bastante para esse momento e poder participar já é uma grande conquista. Estou muito feliz em viver essa experiência e conhecer outros atletas que também gostam da natação”, declarou.

O professor de natação Joel Rodrigues, de Costa Marques, destacou que a seletiva estadual do Joer vai além das disputas esportivas e contribui para o fortalecimento de valores importantes entre os estudantes.

“A importância desse tipo de evento não está apenas na competição e no desempenho esportivo, mas também no incentivo ao trabalho em equipe, à convivência e ao respeito entre os estudantes. São experiências que ajudam no desenvolvimento dos jovens dentro e fora do esporte”, expressou.

Fonte: Via: florestanoticias

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Pesquisa Veritá aponta Bruno Bolsonaro Scheid na liderança pela disputa ao Senado em Rondônia – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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Levantamento do Instituto Veritá, realizado com 1.220 eleitores em Rondônia, mostra o pré-candidato do PL à frente no cenário estimulado para o Senado, com 32,1% dos votos válidos.

O pré-candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Bolsonaro Scheid (PL), aparece na liderança da corrida pelo Senado, conforme levantamento divulgado pelo Instituto Veritá. No cenário em que os nomes dos possíveis candidatos são apresentados aos entrevistados, Bruno registra 32,1% dos votos válidos, ocupando a primeira colocação na disputa.

Na sequência, aparecem Fernando Máximo (PL), com 28%, Sílvia Cristina, com 13,7%, Mariana Carvalho, com 10%, Acir Gurgacz, com 6,3%, Neidinha Suruí, com 3,1%, Amir Lando, com 2,7%, João Cipriano, com 2,2%, e Luís Fernando, com 1,8%.

O levantamento também aferiu a segunda opção de voto dos eleitores, considerando que a eleição para o Senado permite a escolha de dois nomes. Nesse cenário, Bruno Bolsonaro registra 19,1% dos votos válidos, permanecendo entre os nomes mais lembrados pelos entrevistados.

Veja os dados técnicos:

  • período de realização da coleta de dados: 4 a 8 de maio
  • margem de erro: 3%
  • nível de confiança: 95%
  • número de entrevistas: 1220
  • entidade contratante: Instituto Verita Ltda
  • número de registro da pesquisa: RO-02673/2026

Via: web tv alternativa

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PM é preso após tiro durante confusão com familiares de adolescente em Candeias – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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Foto: Comunicação/MPF.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça contra um proprietário de área rural e dois arrendatários por uso de agrotóxicos que têm causado intoxicação em indígenas Puruborá e também gerado contaminação do meio ambiente, em Seringueiras (RO).

A propriedade rural tem plantio de soja e outros cultivos. O MPF considera que a pulverização de agrotóxicos é parte de um conflito maior de intimidação pelos quais os indígenas passam em decorrência da pressão causada pelo plantio de soja e tentativa de expulsá-los da região. A comunidade indígena reivindica a demarcação de seu território, o que desagrada os fazendeiros da região.

O imóvel rural se chama Sítio Boa Esperança e fica próximo à aldeia Aperoí, da etnia Puruborá. A aldeia tem cerca de 40 indígenas. Após pulverizações de agrotóxicos por aeronave, várias crianças, adultos e idosos indígenas dessa aldeia tiveram erupções cutâneas espalhadas pelo corpo, além de dores de cabeça e náuseas.

Uma das casas dos indígenas, que fica no meio de duas plantações de soja, foi abandonada após as pulverizações causarem problemas de saúde aos moradores – um casal e seus dois filhos.

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) autuou e notificou mais de uma vez os arrendatários e o proprietário do imóvel rural para que interrompessem a intoxicação dos indígenas e a poluição do meio ambiente.

Ao analisar o solo da área, a Idaron encontrou herbicidas de soja, milho, café e pasto. Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos aos seres humanos (metonil; bifentrina e acetamiprido). Entre todos os agrotóxicos encontrados na análise, 12% tinham grau elevado de toxicidade.

Aumento da tensão – Antes de acionar a Justiça Federal por ação civil pública, o MPF tentou uma solução extrajudicial para o problema: expediu uma recomendação e posteriormente iniciou negociações para assinatura de um acordo (termo de ajustamento de conduta), mas ainda durante as tratativas ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos, afetando a saúde de diversos indígenas.

Segundo o MPF, os réus não só mantiveram, mas intensificaram a pulverização de agrotóxicos na plantação de soja em 2024 e 2025. Nessa época, crianças e adultos Puruborá passaram a apresentar graves lesões e feridas na pele. Para o MPF, houve um escalonamento de ações por parte dos réus que buscavam forçar a expulsão dos indígenas da área que habitam.

O órgão relaciona a intoxicação com outros episódios contra os indígenas na mesma época, como a queima de uma maloca, considerada sagrada pelos Puruborá, além de tiros de revólver em direção à residência de indígenas durante os trabalhos do grupo de demarcação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Antes disso, os indígenas já haviam relatado incêndios criminosos próximos às suas casas e às suas plantações.

Entre os motivos para a tentativa de expulsão dos indígenas também estaria o fato de que, em março de 2024, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) visualizou na aldeia Aperoí, vizinha ao Sítio Boa Esperança, diversos fragmentos de antigos vasilhames cerâmicos na superfície nos dois lados da cerca que divide as terras.

Os achados arqueológicos motivaram o Iphan a emitir uma notificação ao proprietário da fazenda para suspender as atividades de intervenção no solo e enviar a documentação de regularidade de suas atividades agrícolas.

A intenção do Iphan com a medida foi preservar o sítio arqueológico Puruborá.

Danos ambientais – Em 2024, a Idaron constatou que a aplicação de agrotóxicos não respeitou a distância mínima de 90 metros em relação à margem do Rio Manoel Correia, que é área de preservação permanente.

Na época, a Idaron atestou a inviabilidade da área arrendada (52 hectares) para o plantio de soja. Isso porque o local é ambientalmente sensível, pois é uma bacia de captação e de nascentes do rio. Nesse tipo de área é recomendado apenas cultivo de produtos orgânicos e de recomposição florestal, como cacau e cupuaçu.

Em inspeção ao local, o Idaron encontrou resíduos de cultivo de soja não colhidos, em estado de pouco desenvolvimento ou grãos inviáveis devido à umidade excessiva.

Como forma de dar vazão à água das partes alagadas, os réus escavaram valas que saem do imóvel rural e vão até um pequeno igarapé, que tem abundantes nascentes e é afluente do Rio Manoel Correia.

As valas foram feitas em uma área de preservação permanente, com despejo direto no rio, impactando o ecossistema, sem autorização dos órgãos ambientais.

Na ação, o MPF destaca que a insistência no cultivo de soja e na aplicação de agrotóxicos em local sabidamente inadequado ocorreu mesmo após advertências formais por meio de autos de infração ambiental, recomendação do órgão e tentativa de pactuar um acordo.

Além disso, o documento afirma que a degradação do meio ambiente também causou desequilíbrio ecológico, com mortandade de peixes no rio Manoel Correia, onde os indígenas pescavam, agravando a subsistência da comunidade.

Compensação e reparação – O MPF pede compensação e reparação dos danos causados, inclusive danos morais da comunidade indígena. Entre os pedidos do órgão à Justiça Federal estão a condenação dos réus a:
• Pagamento de danos morais coletivos de R$ 2 milhões em favor da comunidade indígena Puruborá;
• Pagamento de R$ 30 mil reais a cada morador da aldeia Aperoi;
• Pagamento de R$ 100 mil para cada integrante da família (um casal com dois filhos) que necessitou abandonar sua casa após a contaminação por agrotóxicos;
• Proibição de pulverizar agrotóxicos e de não promover ou permitir plantação de soja no local;
• Proibição de realizar intervenções nas áreas de preservação permanente;
• Fazer a recomposição total da área de preservação permanente.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

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