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Rondônia entra na rota do e-commerce nacional, mas comércios locais ainda somem no Google

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Foto: magnific.com

A movimentação logística do comércio eletrônico mudou o mapa de Rondônia nos últimos dois anos. Pela primeira vez na série histórica do Mapa da Logística, divulgado pela Loggi em 2025, o estado entrou no grupo dos dez que mais recebem encomendas no Brasil.

O dado marca uma virada estrutural: o consumidor rondoniense, antes restrito ao varejo físico das principais cidades, hoje compra praticamente qualquer produto pela internet, com tempos de entrega cada vez menores.

A escala da transformação aparece também nos dados oficiais do governo estadual. Segundo o Relatório Semanal de Dados do Desenvolvimento Econômico de março de 2025, produzido pela Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico de Rondônia, com apoio da Secretaria de Estado de Finanças, o comércio rondoniense fechou 2024 com aumento de 20% no faturamento em relação ao ano anterior. A indústria cresceu 19%, e a agropecuária bateu R$ 18 bilhões, alta de 13%.

Por trás dessa expansão, há um movimento silencioso que muda a forma como o pequeno comerciante de Alta Floresta D’Oeste, Rolim de Moura ou Cacoal disputa a atenção do consumidor: a compra começa no Google, não na vitrine. E é exatamente aí que a maioria dos negócios locais tem perdido espaço.

O consumidor da Zona da Mata já comprou três vezes antes de entrar numa loja física

Pesquisas de comportamento de consumo no varejo brasileiro mostram que mais da metade das decisões de compra hoje passam por uma busca prévia na internet.

Quando o consumidor digita o nome de um produto, de um serviço ou de uma categoria, ele recebe duas categorias de resultado: os anúncios pagos, marcados como tal, e os resultados orgânicos, considerados mais confiáveis pelo próprio usuário.

A diferença de peso entre os dois é significativa. Levantamentos do mercado de busca apontam que cerca de 53% de todo o tráfego recebido pelos sites comerciais vem de resultados orgânicos do Google.

E, quando o usuário olha para a tela de resultados, os links naturais concentram 94% dos cliques, deixando apenas 6% para os anúncios visíveis no topo da página. O dado mostra por que muitas empresas que investem somente em mídia paga sentem o resultado cair no momento em que a campanha é desligada.

A consequência prática é direta. O empresário que aparece bem nas buscas por produtos e serviços da sua cidade recebe um fluxo constante de visitantes sem precisar pagar por cada clique.

O que aparece somente nos anúncios pagos, ao contrário, vê o tráfego desaparecer no exato momento em que o orçamento de mídia é interrompido.

O recorde de empresas abertas e a fila digital

Rondônia registrou um marco em 2026: mais de 11 mil empresas abertas apenas no primeiro trimestre do ano, número considerado recorde histórico pela Junta Comercial do Estado.

A digitalização dos processos cartoriais e a redução de custos de abertura, que caíram de uma média de R$ 5.099 para R$ 388 nos municípios de maior movimento, ampliaram o ritmo de formalização.

O problema é que abrir uma empresa é apenas o começo. A fila de competidores que disputam o mesmo consumidor cresceu na mesma proporção. Em segmentos sensíveis como moda, alimentação, beleza, materiais de construção, suplementos e serviços profissionais, o lojista de Cacoal não disputa mais apenas com o vizinho de rua.

Ele disputa com lojas virtuais de Porto Velho, Cuiabá, Goiânia, São Paulo e, em vários casos, com plataformas internacionais que entregam em todo o estado.

Quem aparece primeiro nos resultados do Google leva a venda. Quem aparece na segunda página, na prática, não existe para o consumidor.

Por que os pequenos negócios de Rondônia não aparecem

A invisibilidade digital tem causas conhecidas, mas pouco enfrentadas pelos pequenos varejistas do estado. A primeira é estrutural: a maioria dos sites de comércio local foi montada para parecer profissional, não para ser encontrado pelo Google.

Página de abertura bonita, fotos boas, mas sem o trabalho técnico que faz o site competir nas buscas, como otimização de palavras-chave, velocidade de carregamento adequada e estrutura interna de links.

A segunda causa é a falta de autoridade do domínio. O Google trata cada site como uma entidade com reputação, e essa reputação se constrói, em grande parte, a partir de quantos outros sites de qualidade o citam por meio de links.

Esses links externos, chamados de backlinks, funcionam como votos de confiança que outros sites dão para o seu. Quanto mais relevantes esses sites forem, maior é o peso do voto.

Para o pequeno e médio empresário que está construindo presença digital, vale entender desde cedo como funcionam os backlinks brasileiros que efetivamente movem o ponteiro do posicionamento.

Não é qualquer link que ajuda. Links em sites sem credibilidade, sem público real ou em portais punidos pelo Google podem ter o efeito contrário e prejudicar o domínio.

A terceira causa é cultural. O empresário do interior de Rondônia, em geral, foi formado em um ambiente onde investimento em marketing significava panfleto, rádio, fachada e outdoor.

A migração para o digital ainda é encarada como despesa, e não como ativo. O resultado prático é que o concorrente que entendeu o jogo antes leva o cliente, mesmo estando a centenas de quilômetros de distância.

O custo de ignorar a busca orgânica em um mercado em alta

A escolha entre tráfego pago e tráfego orgânico não é uma decisão de gosto. É uma decisão de modelo de negócio. Campanhas pagas geram visitas no mesmo dia em que são ativadas, o que torna o canal atraente para quem precisa de resultado imediato.

O problema aparece a partir do segundo ou terceiro ano de operação, quando o custo por clique sobe, a concorrência aumenta e a empresa percebe que continua dependente da mesma planilha de mídia paga, sem ter construído nenhum ativo próprio.

Pesquisas do setor mostram que 49% das empresas reconhecem a busca orgânica como o canal com melhor retorno sobre investimento em prazos mais longos. No segmento B2B, onde os ciclos de decisão são extensos e a confiança do comprador pesa, esse índice chega a 59%.

Mesmo assim, a alocação de orçamento ainda é desbalanceada: cerca de 72% do investimento em marketing digital vai para mídia paga, contra menos de 30% destinados ao orgânico.

Antes de definir onde colocar o investimento, vale entender em profundidade as diferenças e vantagens entre tráfego orgânico e pago. O equilíbrio entre os dois canais costuma definir não só o custo de aquisição de cliente, mas também a previsibilidade da receita ao longo dos anos.

Para Rondônia, onde o varejo cresce em ritmo acima da média nacional e o e-commerce começa a entrar de fato no estado, esse desequilíbrio cobra um preço alto.

Negócios que poderiam aparecer com regularidade nas buscas por produtos locais permanecem dependentes de campanhas pontuais, com pouca recorrência e custo crescente.

O que muda quando o pequeno negócio entra na busca

Em mercados regionais que já enfrentaram esse mesmo movimento de virada, como o interior paulista, a Serra Gaúcha e o Oeste Catarinense, a experiência mostra um padrão.

Os negócios que começaram cedo a estruturar conteúdo próprio, otimizar o site e construir uma rede consistente de citações em portais de notícias e veículos especializados conquistaram posição estável no Google em prazos de seis a doze meses. A partir desse ponto, o custo por venda cai e a receita orgânica se torna previsível.

Em Rondônia, o cenário ainda é favorável para quem se mover primeiro. A concorrência por palavras-chave locais é menor do que em estados do Sudeste, o que reduz o tempo necessário para conquistar boas posições.

Termos como “loja de roupas em Cacoal”, “móveis planejados Rolim de Moura”, “advogado Ji-Paraná” ou “consultório odontológico em Alta Floresta D’Oeste” ainda podem ser disputados com investimento moderado, desde que a estratégia combine produção de conteúdo útil, ajustes técnicos no site e construção de autoridade.

A janela, no entanto, tende a se fechar. À medida que mais empresas locais entendem o jogo e começam a investir em SEO, o custo de entrada sobe. Os primeiros a se posicionar geralmente mantêm a posição com investimento menor do que os que chegam depois.

O papel dos portais regionais nessa equação

A virada digital de Rondônia não acontece só pela ação dos comerciantes. Os portais regionais, que cobrem cidades como Cacoal, Rolim de Moura, Pimenta Bueno, Ji-Paraná e Alta Floresta D’Oeste, ganham um papel central no novo cenário.

Anderson Alves, CEO da QMIX Digital, agência referência em backlinks na capital de Goiás, explica que são esses veículos que ajudam a construir a presença digital do estado nas buscas, ao publicar conteúdo informativo e relevante para a economia local.

Para o consumidor, isso significa encontrar respostas qualificadas a uma distância de um clique. Para o pequeno empresário, abre uma janela de visibilidade que dificilmente conseguiria sozinho.

A combinação entre portais regionais ativos, comércio local crescente e infraestrutura logística em expansão coloca a Zona da Mata em uma posição rara no mapa do varejo brasileiro: a de uma região com tudo para crescer no digital, desde que aproveite o momento.

O que o pequeno empresário pode fazer agora

A primeira providência é entender em que estágio o próprio negócio está. Vale digitar no Google as palavras-chave que um cliente provavelmente usaria para encontrar o seu produto ou serviço na sua cidade. Se a empresa não aparece na primeira página, há trabalho a fazer.

A segunda é avaliar a qualidade do site. Velocidade, estrutura de páginas, presença de conteúdo útil, descrições de produtos bem escritas e dados de contato visíveis fazem parte da higiene básica. Sites lentos ou com falhas técnicas dificilmente sobem nos resultados, por melhor que seja o produto vendido.

A terceira é entender que o crescimento orgânico exige tempo. Os primeiros sinais aparecem entre três e seis meses, e os resultados sólidos costumam consolidar-se a partir do primeiro ano.

Para quem precisa de fluxo de caixa imediato, faz sentido combinar a estratégia orgânica com campanhas pagas pontuais, mas tratando o orgânico como o investimento que constrói o ativo de longo prazo.

A entrada de Rondônia na rota nacional do e-commerce não vai esperar. Os pacotes já chegam à Zona da Mata, o consumidor já compra pela internet e o varejo já cresce. A pergunta é se os comerciantes locais vão estar nos resultados quando a próxima busca acontecer.



Fonte: Via: florestanoticias

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Pesquisa coloca Bruno Scheid entre os dois mais votados para o Senado em Rondônia – Eleições

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O pecuarista de Ji-Paraná Bruno Bolsonaro Scheid (PL) aparece entre os dois nomes mais votados para o Senado em Rondônia na pesquisa do Instituto Amazônia de Pesquisa sobre as Eleições de 2026. O candidato ocupa a segunda posição tanto no primeiro voto estimulado válido quanto na soma dos percentuais das duas escolhas permitidas ao eleitor.

Na soma do primeiro e do segundo voto válido, Scheid alcança 33,40%. Fernando Máximo (PL) registra 50,27% e aparece na primeira posição. Mariana Carvalho (Republicanos), com 30,79%, e Silvia Cristina (PP), com 30,25%, vêm na sequência.

Confúcio Moura (MDB) totaliza 24,93% na soma das duas escolhas, enquanto Acir Gurgacz (PDT) registra 16,31%. Luís Fernando (PSD) aparece com 10,90%, e Neidinha Suruí (PSB), com 3,15%. O instituto ressalta que a soma de todas as respostas pode ultrapassar 200%, porque duas vagas estarão em disputa para o Senado e cada eleitor poderá indicar dois candidatos.

A coleta quantitativa foi realizada nos 52 municípios de Rondônia.

No recorte do primeiro voto estimulado, considerando somente os votos válidos, Bruno Scheid aparece em segundo lugar, com 20,45%. Fernando Máximo registra 25,21%, enquanto Silvia Cristina alcança 16,44%.

Confúcio Moura e Mariana Carvalho aparecem empatados com 12,96% cada. Acir Gurgacz registra 7,64%, Luís Fernando tem 3,72% e Neidinha Suruí aparece com 0,62%.

Na simulação específica do segundo voto válido, Fernando Máximo registra 25,06%, seguido por Mariana Carvalho, com 17,83%, e Silvia Cristina, com 13,81%. Bruno Scheid aparece com 12,95%.

Confúcio Moura alcança 11,97% no segundo voto, Acir Gurgacz registra 8,67%, Luís Fernando tem 7,18% e Neidinha Suruí aparece com 2,53%.

A pesquisa também avaliou a rejeição dos nomes apresentados para o Senado. Bruno Scheid registra 13,12%, o terceiro maior percentual nominal desse recorte. Confúcio Moura aparece com 20,24%, e Acir Gurgacz, com 13,40%.

Entre os entrevistados, 13,05% não souberam ou não responderam, enquanto 12,60% declararam não rejeitar nenhum candidato. Mariana Carvalho apresenta rejeição de 8,03%, Neidinha Suruí registra 5,79%, Silvia Cristina aparece com 4,50%, Fernando Máximo tem 4,05% e Luís Fernando registra 3%. A rejeição a todos os nomes corresponde a 2,23%.

Governo

Na disputa pelo Governo de Rondônia, Marcos Rogério (PL) aparece com 39,79% dos votos válidos no cenário estimulado de primeiro turno. Adailton Fúria (PSD) registra 28,28%, enquanto Hildon Chaves (União) alcança 15,16%.

Expedito Neto (PT) aparece com 9,63%. Luiz Carlos Teodoro (PSOL) registra 3,21%, Samuel Costa (PSB) tem 2,99% e Pedro Abib (MDB) alcança 0,94%.

Em uma das simulações de segundo turno, Marcos Rogério registra 51,82% contra 36,77% de Adailton Fúria. Os votos brancos ou nulos somam 6,80%, enquanto 4,61% dos entrevistados não souberam ou não responderam.

No confronto entre Marcos Rogério e Hildon Chaves, o candidato do PL aparece com 59,90%, e Hildon registra 26,45%. Os votos brancos ou nulos correspondem a 8,16%, e 5,48% não souberam ou não responderam.

Na rejeição para o Governo do Estado, 25,18% não souberam ou não responderam. Expedito Neto registra 20,12%, seguido por Samuel Costa, com 10,08%, e Marcos Rogério, com 9,54%.

A opção de não rejeitar nenhum candidato alcança 9,02%. Hildon Chaves aparece com 8,06%, Pedro Abib com 6,52%, Luiz Carlos Teodoro com 5,04% e Adailton Fúria com 3,96%. A rejeição a todos corresponde a 2,48%.

Dados técnicos

O levantamento ouviu 2.500 pessoas entre 1 e 9 de julho. A margem de erro é de 2,45%, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número RO-04350/2026

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Após pedido de providência de pastor Evanildo Seinfra realiza limpeza e retirada de entulho no bairro Planalto – Política

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O vereador pastor Evanildo (PSD) reforçou o compromisso com a população após o atendimento de mais um pedido de providência apresentado à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). O secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco determinou execução dos serviços de limpeza urbana, roçagem e retirada de entulho no campo localizado entre as ruas Planalto e Satélite, no bairro Planalto, zona leste de Porto Velho.

A solicitação foi encaminhada pelo parlamentar após ouvir moradores e lideranças da comunidade, que relataram a necessidade urgente de melhorias no local. O pedido buscou dar mais celeridade à execução dos serviços, tendo em vista o acúmulo de mato e entulhos, situação que comprometia a utilização do espaço pela população.

Após pedido de providência de pastor Evanildo Seinfra realiza limpeza e retirada de entulho no bairro Planalto
Situação era bem complicada e necessitava de melhorias

Com o atendimento da demanda, a equipe da Seinfra realizou a limpeza completa da área, promovendo melhores condições para o uso do campo e contribuindo para um ambiente mais organizado, seguro e adequado para os moradores. A ação também ajuda na preservação dos espaços públicos e na melhoria da qualidade de vida da comunidade.

Pastor Evanildo destacou que seu mandato tem sido pautado pela presença constante nos bairros, ouvindo de perto as reivindicações da população e encaminhando as demandas aos órgãos responsáveis. Segundo o vereador, acompanhar a realidade das comunidades é fundamental para buscar soluções que atendam às necessidades dos moradores.

“O nosso compromisso é estar presente nas comunidades, ouvir a população e trabalhar para que as demandas sejam atendidas. Agradeço ao secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco e a toda a equipe da Seinfra pela atenção e pela qualidade do serviço realizado. Essa resposta demonstra que, quando há diálogo e compromisso com a população, os resultados chegam e beneficiam toda a comunidade”, afirmou Pastor Evanildo.

O vereador reforçou que continuará visitando bairros, distritos e comunidades de Porto Velho para acompanhar de perto as necessidades da população e encaminhar novos pedidos de providência. “Nosso gabinete permanece de portas abertas para ouvir os moradores e buscar, junto ao poder público, melhorias que proporcionem mais qualidade de vida, segurança e bem-estar para as famílias da nossa cidade”, concluiu.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Prefeitura reforça uso do aplicativo PVH+ para denúncias de descarte irregular – Geral

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Moradores de Porto Velho podem denunciar casos de descarte irregular de lixo, entulho e outros resíduos sólidos por meio da plataforma PVH+, ferramenta utilizada para fortalecer a fiscalização e identificar responsáveis por esse tipo de prática na cidade.

A Prefeitura orienta que as denúncias sejam feitas sempre que houver descarte de resíduos em vias públicas, áreas verdes, terrenos e outros espaços urbanos. As informações encaminhadas pela população auxiliam na identificação dos responsáveis e na aplicação das sanções previstas na legislação.

No momento do registro, é necessário informar o endereço exato do local, indicar um ponto de referência e, sempre que possível, anexar fotos ou vídeos da situação. Caso seja possível identificar quem realizou o descarte, dados como a placa do veículo utilizado também podem ser informados para contribuir com a apuração. Após o envio da denúncia, o cidadão recebe um número de processo para acompanhar o andamento da solicitação.

O descarte irregular de resíduos provoca impactos que vão além da degradação da paisagem urbana. A prática favorece a proliferação de insetos e outros animais transmissores de doenças, pode obstruir a drenagem das vias e causar danos ao meio ambiente.

Materiais como plásticos, vidros e metais podem permanecer no ambiente por décadas ou até séculos, contaminando o solo, os recursos hídricos e comprometendo os ecossistemas. O acúmulo de lixo também favorece a presença de ratos, mosquitos e outros vetores de doenças, afetando diretamente a saúde da população.

O secretário executivo de Serviços Básicos destacou que a participação da população contribui para agilizar o trabalho de fiscalização, aumentar a eficiência na identificação dos responsáveis e reduzir esse tipo de prática no município.

O prefeito Léo Moraes afirmou que a preservação dos espaços públicos depende da atuação conjunta entre o poder público e a sociedade. Segundo ele, denunciar o descarte irregular representa uma ação de cidadania que ajuda a proteger o meio ambiente, preservar os bairros e melhorar a qualidade de vida da população.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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