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Operação contra grupo armado em área rural termina com mortos e armas apreendidas – Polícia
Dois confrontos armados registrados em sequência durante a Operação Dominus terminaram com dois mortos, armas apreendidas e suspeitos foragidos na zona rural de Nova Mamoré, na tarde deste domingo (24).
As ocorrências aconteceram em pontos diferentes das linhas 8 e 21, durante ações do Comando de Policiamento Especializado em regiões apontadas pelas forças de segurança como áreas de atuação de grupo criminoso ligado a invasões rurais.
O primeiro confronto ocorreu por volta das 16h40, na Linha 8, quando uma guarnição do Choque Comando seguia em direção a Nova Mamoré para abastecimento da viatura e receberam informações de que três homens armados estariam circulando pela região.
Durante o patrulhamento, os policiais tentaram abordar uma motocicleta conduzida por Bruno Alessandro Eller. Conforme a ocorrência, ele desobedeceu à ordem de parada e tentou fugir passando entre a viatura e um barranco às margens da estrada.
No momento em que uma policial tentava desembarcar da viatura para realizar a abordagem, Bruno bateu contra a porta do veículo e caiu com a motocicleta. Após se levantar, ainda segundo o relato policial, ele tentou sacar uma pistola e apontou a arma na direção da equipe, especificamente contra o comandante da guarnição. Em seguida, houve o confronto armado e Bruno foi baleado. Ele recebeu os primeiros socorros no local e foi levado ao hospital de Nova Mamoré, mas morreu após dar entrada na unidade de saúde.
Com o acusado, os policiais apreenderam uma pistola calibre 9mm, munições e um celular.
Ainda conforme a ocorrência, Bruno tinha dois mandados de prisão em aberto, um relacionado a roubo e outro por homicídio, expedidos pela Vara Única da Comarca de Presidente Médici.
Novo confronto
Enquanto a guarnição do Choque Comando prestava socorro a Bruno, militares do Batalhão de Polícia de Choque já estavam envolvidos em outro confronto armado na Linha 21, nas proximidades do Assentamento Tiago Campin.
Nesse ponto da operação, os policiais receberam informações de que homens armados ligados a um grupo criminoso estariam circulando em motocicletas pela região. Durante a tentativa de abordagem, os criminosos desceram das motos e passaram a atirar contra a equipe policial.
No confronto, Gislei Goularte Gonçalves, foi baleado. O comparsa dele fugiu pela mata atirando contra os policiais durante a fuga.
A viatura da equipe policial teve um dos pneus perfurados durante a ocorrência, o que motivou pedido de apoio via rádio à guarnição do Choque Comando, que atuava em outro ponto da Operação Dominus.
Gislei ainda apresentava sinais vitais quando foi retirado do local e encaminhado ao hospital de Nova Mamoré. Antes do socorro, os policiais apreenderam com ele um revólver calibre .32 com uma munição deflagrada e quatro intactas.
Durante o atendimento, Gislei informou aos policiais que o homem que fugiu seria conhecido pelo apelido de “Fantasma”. Também disse que outras armas do grupo estariam escondidas em uma residência localizada cerca de 5 km após o assentamento.
Parte das equipes foi até o endereço indicado, mas um homem correu para a mata antes da chegada dos policiais e não foi localizado. Buscas continuaram na região durante a noite.
Horas depois a equipe médica do hospital de Nova Mamoré informou a morte de Gislei.
Fonte: Via: rondoniagora
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Justiça condena vereador Marcos Combate por crime contra a honra do jornalista Paulo Andreolli – Geral
O vereador de Porto Velho Antônio Marcos Mourão Figueiredo, o Marcos Combate, foi condenado pelos crimes de calúnia, difamação e injúria contra o jornalista Paulo Rogério da Costa Andreoli. A sentença foi proferida nesta quarta-feira (29) pelo juiz Aureo Virgilio Queiroz, da 3ª Vara Criminal de Porto Velho.
A pena foi fixada em dois anos e seis meses de detenção, em regime inicialmente aberto, além do pagamento de 20 dias-multa e das custas processuais.
A prisão foi substituída por duas penas restritivas de direitos: prestação de serviços à comunidade durante o período da condenação e proibição de frequentar bares, boates e outros estabelecimentos que comercializem bebidas alcoólicas, entre as 22 horas e as 6 horas.
O vereador vai recorrer .
Declarações foram feitas na tribuna
A ação penal teve origem em declarações feitas por Marcos Combate durante sessão da Câmara Municipal de Porto Velho. As manifestações foram transmitidas pelo canal oficial da Casa no YouTube e divulgadas nas redes sociais.
Segundo a sentença, o vereador acusou Paulo Andreoli de práticas que poderiam ser enquadradas como extorsão, estelionato e ameaça. Entre as declarações analisadas, o vereador afirmou que o jornalista cobraria valores para retirar matérias do ar e que manteria funcionários de seu veículo de comunicação nomeados em órgãos públicos.
O vereador também declarou que Andreoli teria enganado e ameaçado um empresário, além de utilizar seu portal de notícias para prejudicar a reputação de pessoas e obter benefícios políticos.
Para o magistrado, as declarações foram feitas de forma categórica e sem a apresentação de elementos que comprovassem as acusações.
“A crítica política é amplamente admitida em um regime democrático”, registrou o juiz. Entretanto, segundo a decisão, essa liberdade não pode ser confundida com a atribuição pública de crimes ou de fatos ofensivos à reputação de terceiros sem qualquer fundamento probatório.
Imunidade parlamentar foi afastada
Em sua defesa, Marcos Combate disse que as declarações ocorreram durante o exercício do mandato e estavam relacionadas à fiscalização do uso de recursos públicos destinados à publicidade.
O vereador também negou ter acusado diretamente o jornalista de extorsão e alegou que não existiriam provas técnicas suficientes para confirmar a autenticidade dos vídeos e das transcrições apresentadas no processo.
A defesa invocou ainda a imunidade parlamentar material, garantia constitucional que protege vereadores por opiniões, palavras e votos relacionados ao exercício do mandato dentro do município.
O argumento foi rejeitado. Para o juiz, as manifestações ultrapassaram os limites do debate político e assumiram caráter de ataque pessoal, sem relação direta com uma investigação parlamentar formal ou com atividade fiscalizatória devidamente demonstrada.
“A imunidade parlamentar assegura liberdade para o exercício do mandato, mas não serve como escudo para o cometimento de crimes”, afirmou o magistrado na sentença.
O Ministério Público de Rondônia, que participou da ação como fiscal da ordem jurídica, manifestou-se favoravelmente à condenação. Para o MP, os vídeos, as transcrições e os demais documentos comprovaram a autoria e o conteúdo das declarações.
Divulgação nas redes aumentou as penas
O juiz aplicou causas de aumento porque as declarações foram feitas diante de várias pessoas, durante sessão da Câmara, e difundidas por meio do YouTube e do Instagram.
De acordo com a sentença, a divulgação pelas redes sociais ampliou significativamente o alcance das ofensas e potencializou seus efeitos sobre a imagem e a reputação do jornalista.
O magistrado considerou que os crimes de calúnia, difamação e injúria decorreram de condutas autônomas, embora praticadas durante a mesma manifestação parlamentar. Por isso, somou as penas correspondentes aos três delitos.
Indenização e medidas cautelares foram negadas
Apesar da condenação criminal, o juiz rejeitou o pedido de fixação de um valor mínimo para reparação dos danos morais. Conforme a sentença, a indenização somente foi solicitada nas alegações finais e não constou da queixa-crime inicial, o que impediria a defesa de se manifestar adequadamente sobre o pedido durante o processo.
Também foram negadas medidas cautelares contra o vereador. O jornalista relatou que Marcos Combate teria comparecido à sede da empresa acompanhado de um segurança aparentemente armado e realizado gravações.
O magistrado entendeu, no entanto, que não foram apresentados elementos concretos capazes de demonstrar ameaça, intimidação ou risco atual à integridade das partes.
Fonte: Via: rondoniagora
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Inscrições para concurso da Guarda Municipal de Porto Velho são prorrogadas até 17 de agosto; confira o novo cronograma – Concursos e Empregos
As inscrições para o concurso da futura Guarda Civil Municipal de Porto Velho foram prorrogadas e agora poderão ser realizadas até 17 de agosto. A seleção oferece 150 vagas e salário inicial de R$ 6.312,50. A mudança foi oficializada por meio de retificação do edital, que alterou o cronograma de execução previsto.
Com a prorrogação, os interessados ganharam mais tempo para se inscrever. O último dia para geração e pagamento da taxa de inscrição passa a ser 18 de agosto.
Clique aqui e siga para as inscrições.
Do total de vagas, 50 são imediatas e 100 destinadas ao cadastro de reserva. Entre as oportunidades de preenchimento imediato, 35 são para ampla concorrência, 10 para candidatos negros e cinco para pessoas com deficiência.
O concurso é organizado pelo Instituto de Desenvolvimento Educacional, Cultural e Assistencial Nacional (IDECAN), com acompanhamento e fiscalização da Comissão Especial do Concurso Público instituída pelo Município de Porto Velho.
A expectativa da administração municipal é que a primeira turma da Guarda Civil Municipal esteja atuando nas ruas da capital já no próximo ano.
Principais datas atualizadas
- Inscrições prorrogadas: até 17 de agosto de 2026;
- Último dia para geração e pagamento da taxa de inscrição: 18 de agosto de 2026;
- Divulgação dos locais de prova: 11 de setembro de 2026;
- Prova objetiva: 20 de setembro de 2026;
- Resultado definitivo das provas objetivas: 29 de outubro de 2026;
- Edital de convocação para o Teste de Aptidão Física (TAF): 30 de outubro de 2026;
- Teste de Aptidão Física (TAF): 7 e 8 de novembro de 2026;
- Resultado final do concurso: 14 de maio de 2027.
Fonte: Via: rondoniagora
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Denarc prende em Porto Velho investigado após apreensão de 1.046 comprimidos de ecstasy que saíram do Rio de Janeiro – Polícia
A 1ª Delegacia de Repressão a Narcóticos (Denarc), da Polícia Civil de Rondônia, prendeu, na manhã desta quarta-feira (29), um homem de 31 anos investigado por tráfico interestadual de drogas sintéticas durante o cumprimento de mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão domiciliar em Porto Velho.
A ordem judicial foi cumprida em uma residência, onde o investigado foi localizado. A prisão decorre das investigações iniciadas depois da apreensão de 1.046 comprimidos de ecstasy (MDMA), em 2 de junho deste ano. A droga estava em uma encomenda postal enviada do Rio de Janeiro, interceptada antes de chegar ao destino final durante uma ação integrada com a Receita Federal.
O avanço da investigação permitiu identificar o acusado como o destinatário responsável pela remessa ilícita. As informações reunidas fundamentaram o pedido de prisão cautelar, posteriormente deferido pela Justiça.
Fonte: Via: rondoniagora
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