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5 hábitos comuns que descarregam a bateria de carro sem você perceber

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5 hábitos comuns que descarregam a bateria de carro sem você perceber

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Compartilhar a renda da aposentadoria com filhos, netos ou outros familiares é uma realidade para muitos brasileiros. Não é falta de planejamento, nem fraqueza: é uma resposta concreta a um custo de vida que não para de subir e a um mercado de trabalho que ainda deixa muita gente de fora.

O problema começa quando essa ajuda passa de um apoio pontual para uma obrigação permanente, silenciosa, que vai corroendo o orçamento aos poucos. Este artigo traz um olhar honesto sobre esse movimento e mostra caminhos práticos para ajudar sem comprometer a própria estabilidade financeira.

Por que tantos aposentados sustentam parte da família?

A resposta tem mais de uma camada. O envelhecimento da população fez da aposentadoria a principal fonte de renda de muitas famílias inteiras.

Segundo a Pnad Contínua 2025 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), 13,8% da população brasileira, cerca de 29,3 milhões de pessoas, depende de aposentadorias ou pensões como fonte de renda principal.

Além disso, a informalidade no mercado de trabalho ainda atinge quase 38% dos trabalhadores, o que significa que filhos e netos em situação instável acabam recorrendo à renda fixa do familiar aposentado.

A longevidade também pesou: quanto mais o aposentado vive, mais tempo sua renda se torna referência para o orçamento doméstico.

Há ainda o custo de moradia crescente, que levou jovens adultos a permanecerem por mais tempo na casa dos pais. Em muitos casos, não é falta de vontade de sair: é uma conta que simplesmente não fecha.

Quanto da renda costuma ir para apoiar familiares

Os cenários mais comuns envolvem gastos que parecem pequenos isoladamente, mas se acumulam com rapidez.

Pagar a conta de luz, bancar a mensalidade escolar dos netos, cobrir remédios de um familiar doente ou simplesmente completar o supermercado do filho desempregado são situações cotidianas para muitos aposentados.

Somados, esses compromissos podem consumir entre 10% e 40% do benefício mensal, dependendo da quantidade de pessoas que o aposentado sustenta e do valor que recebe.

O detalhe é que esse processo costuma ocorrer de forma gradual: começa com um favor eventual e vai se tornando uma despesa fixa sem nunca ter sido formalmente combinada assim.

UM falta de clareza sobre os valores envolvidos é, frequentemente, o maior obstáculo para reverter a situação. Sem enxergar os números, fica difícil tomar qualquer decisão.

Sinais de que essa ajuda está afetando seu orçamento

Alguns sinais indicam que a ajuda saiu do campo do solidário e entrou no campo do prejudicial. O mais claro é chegar ao final do mês sem dinheiro reservado para uso próprio, mesmo com uma renda fixa garantida.

Outros sinais comuns incluem recorrer a crédito para cobrir despesas pessoais do dia a dia, abrir mão de consultas médicas ou exames por falta de recursos e sentir que a tranquilidade financeira desapareceu mesmo sem ter mudado os próprios hábitos de consumo.

Se qualquer um desses pontos soar familiar, vale parar e revisar o quanto da renda está destinado a terceiros. Não para cortar a ajuda de uma vez, mas para entender de onde partir.

Como conversar com a família sobre limites financeiros

Falar sobre dinheiro com a família é desconfortável, mas necessário. A conversa funciona melhor quando parte de fatos concretos: quanto entra, quanto sai, quanto sobra. Com números na mesa, fica mais difícil ignorar o problema.

Uma boa abordagem é envolver toda a família na revisão dos gastos, sem apontar culpados.

A partir daí, é possível propor responsabilidades compartilhadas para despesas coletivas, como conta de internet ou alimentação, e estabelecer um prazo claro para ajudas relacionadas a custos maiores, como aluguel ou mensalidades.

Definir um horizonte de tempo para a ajuda, mesmo que longo, muda a dinâmica da conversa. Transforma um favor sem data de encerramento em um acordo com começo, meio e fim.

Quando o crédito pode entrar de forma planejada

Existem situações em que uma despesa urgente e de alto valor, como um tratamento de saúde de um familiar, surge fora do planejamento.

Nesses casos, um empréstimo para aposentado com parcela bem dimensionada pode ser uma alternativa real, desde que a prestação caiba folgadamente no orçamento sem comprometer alimentação, moradia ou saúde pessoal.

UM fintech de crédito meutudo oferece esse tipo de solução de forma 100% digital, com processo simplificado e voltado especificamente ao público aposentado e pensionista do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).

Para quem prefere resolver tudo pelo celular, sem filas ou papelada, e de forma segura, essa é uma opção que vale conhecer.

O ponto de atenção é o seguinte: crédito pode ser um recurso útil em momentos pontuais, mas não é solução para uma dinâmica de ajuda financeira contínua.

Usar empréstimo para sustentar a família a longo prazo costuma agravar o problema, pois os juros vão reduzindo progressivamente a renda disponível.

Estratégias para preservar a saúde financeira na aposentadoria

Uma prática eficaz é definir um percentual fixo da renda destinado a apoio familiar, por exemplo, 15% do benefício mensal. Acima disso, a ajuda deixa de ser sustentável. Ter esse número definido com antecedência facilita tanto a gestão quanto a conversa com a família.

Manter uma reserva de emergência pessoalseparada de qualquer recurso destinado a terceiros, é outro passo fundamental.

Essa reserva cobre imprevistos próprios, como problema de saúde ou reparo doméstico, sem precisar recorrer a crédito ou pedir ajuda.

Por fim, priorizar gastos com saúde, lazer e moradia antes de assumir despesas de outras pessoas é uma forma de preservar a qualidade de vida que a aposentadoria foi construída para garantir. Cuidar de si não é egoísmo: é condição para poder ajudar de forma sustentável.

Ajudar a família é um gesto legítimo e humano. O desafio está em fazer isso sem abrir mão da própria segurança financeira.

Com os números claros e limites combinados, é possível manter a solidariedade sem transformar a aposentadoria em renda coletiva involuntária.

As informações estão aqui. Agora, o próximo passo é sentar, olhar para o próprio orçamento com honestidade e decidir o que faz sentido para a sua realidade.

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Grave acidente na RO-383: motociclista perde a vida após sofrer queda entre Alta Floresta e Santa Luzia

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Um acidente fatal foi registrado na rodovia RO-383, no trecho que liga os municípios de Alta Floresta D” Oeste e Santa Luzia d’Oeste.

Segundo as primeiras informações apuradas, a vítima trafegava pela rodovia em uma motocicleta de alta cilindrada modelo BMW na noite desta segunda feira (27), quando, por razões ainda sob apuração, perdeu o controle da motocicleta na curva próximo a ponte chegando em Santa Luzia e sofreu uma queda severa na pista.

Com o impacto da queda, o condutor não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no próprio local antes da chegada do socorro médico.

A Polícia Militar foi acionada para isolar a área, sinalizar o trânsito e garantir a segurança dos demais condutores que passavam pela região. Logo em seguida, a equipe da Polícia Científica (Perícia Técnica) compareceu ao trecho do acidente para realizar os trabalhos de praxe que auxiliarão na identificação oficial da vítima e no esclarecimento das dinâmicas do acidente.

O corpo será removido pela funerária de plantão após a conclusão dos trabalhos periciais.

Este é um alerta urgente para todos os motoristas e motociclistas que trafegam na RO-383, no trecho entre Alta Floresta e Santa Luzia d’Oeste.

Um ponto crítico da rodovia exige atenção redobrada após o registro de dois incidentes em um curto espaço de tempo. Recentemente, um motociclista “passou direto” em uma das curvas sinuosas deste trecho, perdendo o controle do veículo.

Pouco tempo antes, uma caminhonete também perdeu o controle exatamente na mesma curva. Felizmente, neste caso com o veículo maior, não houve feridos, mas os episódios servem como um aviso claro sobre o perigo oculto na pista.

O Perigo Não Escolhe Veículo
A repetição de acidentes no mesmo local, envolvendo tipos diferentes de veículos (moto e caminhonete), indica que o trecho possui características que exigem extrema cautela dos condutores, como:

Sinuosidade Acentuada: Curvas fechadas que podem surpreender quem não conhece bem a estrada ou está em velocidade incompatível.
Condições da Pista: Fatores como areia, óleo na pista, desníveis ou até mesmo a geometria da curva podem reduzir a aderência, especialmente para motociclistas.

Velocidade: O erro mais comum é entrar na curva com velocidade acima do seguro, impedindo a correção da trajetória.

Dicas de Segurança Indispensáveis para este Trecho

A equipe do portal Rondônia News reforça o pedido de prudência. Para evitar novas ocorrências, siga estas orientações:

Reduza a Velocidade Antecipadamente: Não espere entrar na curva para frear. Diminua a velocidade antes de iniciar a manobra.

Respeite a Sinalização: Preste atenção às placas de indicação de curva acentuada e aos limites de velocidade estabelecidos para o trecho.

Mantenha a Atenção Total: Evite distrações.

Em rodovias com curvas, um segundo de desatenção pode ser fatal.

Cuidado Redobrado com Moto: Motociclistas têm menor estabilidade.

Qualquer irregularidade na pista ou erro de frenagem em curva pode causar queda.

Direção Defensiva: Esteja sempre pronto para reagir a imprevistos, inclusive erros de outros condutores.

Sua vida vale mais que alguns minutos de pressa.

Ao trafegar pela RO-383, cuide de você e dos outros.

Por Rondonianews.com

Fonte: Via: florestanoticias

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FICCO prende um e apreende cerca de 27 kg de drogas em Porto Velho – Polícia

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Uma operação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) resultou na prisão em flagrante de um homem por suspeita de tráfico de drogas e na apreensão de aproximadamente 27 kg de entorpecentes em uma residência localizada no bairro Ulisses Guimarães, zona leste de Porto Velho, nesta segunda-feira (27).

Segundo a FICCO/RO, a equipe realizava diligências na região quando recebeu a informação de que o imóvel estaria sendo utilizado como depósito de drogas por uma facção criminosa. Durante a averiguação, os policiais observaram um homem transportando um volume compatível com o transporte de entorpecentes e, diante da situação de flagrância, entraram na residência.

No imóvel foram encontrados tabletes de substâncias com características semelhantes à cocaína, ao crack e à maconha, totalizando aproximadamente 27 kg, além de cerca de 192 comprimidos de êxtase, uma planta com características semelhantes à Cannabis sativa, balança de precisão, materiais utilizados para fracionamento e acondicionamento de drogas, cadernos com anotações aparentemente relacionadas à contabilidade do tráfico e dinheiro em espécie.

De acordo com a corporação, o homem assumiu a propriedade do material apreendido, recebeu voz de prisão em flagrante e foi encaminhado, juntamente com os entorpecentes e demais objetos, à Superintendência Regional da Polícia Federal em Rondônia, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante. O material será submetido à perícia.

A FICCO/RO informou ainda que a população pode colaborar com o combate ao crime organizado por meio de denúncias ao DISK 197, canal oficial da Polícia Civil destinado ao recebimento de informações sobre atividades criminosas, facções, tráfico de drogas e pessoas foragidas da Justiça, com garantia de sigilo da identidade do denunciante.

A força integrada é composta pela Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Penal Estadual, Polícia Militar e Polícia Penal Federal (SENAPPEN), que atuam de forma conjunta no enfrentamento ao crime organizado em Rondônia.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Gestão de clínica odontológica: como organizar a operação e fidelizar pacientes

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Gestão de clínica odontológica: como organizar a operação e fidelizar pacientes

Créditos: magnific

Durante a pandemia, parecia que o escritório tinha os dias contados. Empresas mandaram funcionários para casa, devolveram andares inteiros e analistas chegaram a decretar o fim do espaço corporativo.

Cinco anos depois, o prédio comercial não acabou. O que aconteceu foi diferente: a forma de ocupar o espaço se reorganizou, e boa parte das companhias trocou o contrato fixo de longo prazo por arranjos que podem encolher ou crescer conforme a necessidade do momento.

O número que resume essa virada vem do setor de escritórios compartilhados. Segundo o Censo Coworking 2024, levantamento realizado pela Woba, o Brasil passou de 2.443 para 2.986 espaços de coworking ativos em um ano, uma alta de aproximadamente 20%.

A maior parte deles, 58,5%, está concentrada nas capitais. Estados como São Paulo, com 1.121 unidades, Minas Gerais, com 307, e Rio de Janeiro, com 251, lideram a oferta no país.

Esse avanço acontece no mesmo período em que grandes empresas revisam quanto espaço fixo realmente precisam manter. Os dois movimentos parecem contraditórios, mas contam a mesma história.

O escritório não morreu, mudou de formato

A leitura mais rápida do mercado aponta para um retorno ao presencial. Em São Paulo, a taxa de vacância dos escritórios de alto padrão caiu para 14,7% no fim de 2025, o menor patamar em 14 anos, segundo levantamentos do setor imobiliário corporativo.

Companhias como Amazon, JPMorgan e Dell apertaram as regras de presença, e no Brasil nomes como Nubank e Bradesco caminharam na mesma direção, com a reocupação gradual de seus espaços.

A diferença é grande em relação ao quadro de poucos anos atrás. No segundo trimestre de 2023, os edifícios comerciais de Manhattan registraram 22,4% de desocupação, e em São Francisco o índice chegou a 31,8%, segundo a consultoria Cushman & Wakefield. Era o auge da crise dos escritórios vazios, quando muitos previam a conversão de torres inteiras em moradia.

Mas a volta às mesas não significou volta ao modelo antigo. Pesquisa da WeWork mostra que 79% dos executivos de alto escalão ainda aceitam dividir o tempo de trabalho entre a empresa e a casa do funcionário.

Entre as companhias brasileiras, o híbrido segue como o arranjo mais comum, com 57% de adesão, segundo dados compilados pela Bloomberg Línea. O trabalho totalmente presencial aparece em parcela pequena das empresas, e o totalmente remoto, em uma fração ainda menor.

O resultado prático é uma conta diferente. Se a equipe vai ao escritório duas ou três vezes por semana, manter um andar inteiro ocupado todos os dias deixou de fazer sentido financeiro. Foi nesse espaço entre o home office e a sede tradicional que o modelo compartilhado encontrou seu lugar.

Por que o contrato fixo perdeu força

Manter um escritório próprio envolve aluguel, condomínio, IPTU, reforma, mobiliário, internet, recepção, limpeza e uma série de contas que se acumulam mesmo quando a sala fica vazia. Para uma empresa pequena ou média, esse custo fixo pesa todos os meses, independentemente de quanto ela faturou.

O modelo flexível inverte essa lógica. A companhia paga pelo que usa. Pode contratar uma estação por algumas horas, uma sala de reunião por uma tarde ou uma sala privativa por alguns meses, e ajustar o tamanho do espaço conforme a equipe cresce ou diminui.

A flexibilidade contratual foi apontada por 35,2% dos usuários como a maior vantagem do coworking no Censo 2024, à frente de qualquer outro fator avaliado.

Há ainda a questão do ponto de partida. Quem está abrindo uma empresa raramente tem caixa para alugar um ponto comercial só para conseguir registrar o negócio.

O espaço compartilhado resolve esse impasse ao oferecer estrutura pronta no dia em que o empreendedor chega, sem obra, sem fiador e sem investimento inicial alto. A redução imediata de custos fixos com aluguel é, segundo gestores do setor, o motivo mais citado por quem migra.

O coworking avança enquanto o aluguel tradicional recua

A projeção do próprio mercado reforça que não se trata de modismo passageiro. Estimativas do setor indicam que os escritórios flexíveis devem saltar de 5% para 30% do mercado imobiliário corporativo até 2030.

Seria uma fatia seis vezes maior em menos de uma década, puxada por flexibilidade contratual, redução de custos e infraestrutura compartilhada de qualidade.

O perfil dos espaços também amadureceu. Hoje 70,3% dos coworkings funcionam em prédios comerciais, e não mais em casas adaptadas, o que mostra que o setor profissionalizou a oferta.

As unidades deixaram de ser apenas fileiras de mesas e passaram a reunir salas privativas, salas de reunião com equipamento audiovisual, auditórios para treinamentos e serviços de recepção e copa.

Para empresas que cresceram contratando à distância e agora precisam reunir parte do time presencialmente, esse tipo de estrutura encaixa melhor do que um contrato de cinco anos em uma laje fixa que ficaria meio vazia. O espaço acompanha a empresa, e não o contrário.

Domicílio fiscal: o serviço que atrai quem nem usa a mesa

Boa parte da demanda recente nem está ligada ao desejo de trabalhar no local. Ela está ligada à necessidade de ter um endereço para registrar a empresa.

O domicílio fiscal é o endereço que a Receita Federal reconhece como sede da companhia. É ele que aparece no CNPJ, nas notas fiscais eletrônicas e nas notificações oficiais.

Sem um endereço fiscal válido, não é possível abrir nem manter uma empresa regularizada no Brasil. Diferente do endereço comercial, onde a empresa de fato atua, o domicílio fiscal funciona como dado cadastral perante os órgãos públicos.

O problema é que registrar o negócio no endereço residencial expõe dados pessoais do dono e nem sempre é permitido, dependendo da atividade e das regras do condomínio ou do município.

Foi por isso que muitos empreendedores passaram a procurar coworkings com domicílio fiscal para registrar o CNPJ em um endereço comercial de verdade, com gestão de correspondência, sem precisar alugar uma sala que ficaria fechada a maior parte do tempo. O custo desse serviço costuma começar na faixa de R$ 60 a R$ 100 por mês, valor que dificilmente cobriria sequer o condomínio de uma sala própria.

Além da economia, há o ganho de imagem. Um endereço em região reconhecida transmite mais credibilidade a clientes, fornecedores e órgãos públicos do que um endereço residencial em bairro afastado.

Para advogados, contadores, consultorias e profissionais que atuam pela internet, como agências, criadores de conteúdo e afiliados, essa diferença pesa na hora de fechar contrato e emitir nota.

O que pesar antes de escolher

Nem todo espaço serve para qualquer empresa, e a escolha exige alguns cuidados. O primeiro é a confiabilidade do local. Se o coworking fechar as portas, o empresário terá custo e burocracia para transferir o endereço da empresa em todos os órgãos, da Junta Comercial à Receita Federal, o que pode travar a operação por semanas.

Vale conferir a localização real do endereço, a estrutura disponível para receber clientes quando preciso, o que está incluído no plano contratado e quais serviços extras existem, como linha telefônica exclusiva, atendimento personalizado, salas de reunião por hora e gestão de correspondência.

Confirmar se aquele endereço pode de fato ser usado para registro de CNPJ é outro passo que evita transtorno depois, já que nem todo espaço oferece esse serviço de forma regular.

A regra prática é direta: o contrato precisa caber no tamanho atual do negócio e acompanhar o crescimento sem prender a empresa a cláusulas longas demais.

Um movimento que passa das capitais

Embora a maior parte dos espaços esteja concentrada nas grandes cidades, o formato já alcança empreendedores de municípios menores e do interior, inclusive na Região Norte, que enxergam ali uma forma de profissionalizar a operação sem assumir o custo de um escritório próprio.

Microempreendedores individuais, prestadores de serviço e pequenas empresas que nasceram digitais formam boa parte dessa demanda crescente.

O que era visto como espaço para freelancers virou ferramenta de gestão de custos para empresas de portes variados. A pandemia derrubou a ideia de que toda companhia precisa de uma sede fixa ocupada de segunda a sexta.

O que ficou no lugar foi a percepção de que estrutura profissional e contrato flexível podem caminhar juntos, e que pagar por metro quadrado parado raramente é o melhor negócio.

Para muitas empresas brasileiras, a pergunta deixou de ser onde fica o escritório. Passou a ser quanto espaço vale a pena manter, e por quanto tempo.

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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