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Troca de carro exige atenção a detalhes que vão além da quilometragem
Poucos elementos de acabamento têm tanto impacto no resultado final de uma obra ou reforma quanto o rodapé. Ele ocupa o encontro entre dois planos fundamentais do ambiente, a parede e o piso, e é justamente por isso que uma escolha errada pode comprometer toda a estética do espaço, enquanto a escolha certa eleva o projeto a outro nível.
O mercado de materiais de construção e acabamento no Brasil vive um momento aquecido. Segundo a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), o comércio varejista de materiais cresceu 5% entre janeiro e outubro de 2024, impulsionado principalmente pela demanda por reformas e pequenas obras. Isso significa que mais brasileiros estão reformando suas casas e apartamentos, e com isso vem a dúvida recorrente: qual rodapé escolher para cada ambiente?
Neste guia completo, você vai entender as diferenças entre os principais materiais, as alturas mais indicadas para cada situação, como combinar rodapés com diferentes tipos de pisos e quais cuidados considerar em ambientes úmidos. Ao final, a escolha vai ficar muito mais clara.
O que é o rodapé e qual é a sua função real no projeto
Antes de entrar nas opções disponíveis, vale entender por que o rodapé existe. Sua função original é técnica: ele protege a base da parede contra impactos, umidade acumulada no piso e o contato com vassouras, aspiradores e móveis durante a limpeza. Sem ele, as paredes ficam expostas a danos que, com o tempo, comprometem o reboco e a pintura.
Mas o rodapé também cumpre um papel estético fundamental. Ele cria uma transição visual entre dois planos e pode, dependendo da escolha, aumentar a percepção de pé-direito do ambiente, criar uma sensação de amplitude ou dar acabamento e personalidade ao projeto.
A ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) classifica os rodapés como componentes de revestimento e acabamento de pisos e paredes em edificações habitacionais, dentro da norma NBR 15.575, que regula o desempenho de edificações habitacionais no Brasil.
Tipos de rodapé: materiais, vantagens e limitações
Rodapé de MDF: o queridinho das obras residenciais
O rodapé de MDF (Medium Density Fiberboard) é produzido a partir da aglutinação de fibras de madeira com resinas sintéticas. Chegou ao mercado como uma alternativa mais acessível à madeira maciça e hoje é, de longe, o material mais utilizado em residências brasileiras.
Suas vantagens são evidentes: acabamento liso e uniforme, fácil de pintar e personalizar, disponibilidade em diversas alturas, cores e texturas, além de custo acessível. A instalação combina cola e pregos sem cabeça, o que resulta em uma fixação segura sem danos visíveis ao material.
A limitação mais importante do MDF é a suscetibilidade à umidade. O contato direto com água faz o material inchar, deformar e perder a integridade estrutural com o tempo. Por isso, ele é indicado exclusivamente para ambientes secos, como salas, quartos e corredores.
Para situações em que há alguma variação de umidade no ambiente, existe o MDF Ultra, que incorpora resinas adicionais ao processo de fabricação e apresenta maior resistência, sendo uma alternativa para áreas com baixa umidade eventual. Rodapés de MDF e MDF Ultra têm vida útil média de 10 a 15 anos quando instalados e mantidos conforme as recomendações do fabricante.
Rodapé de PVC: resistência onde a umidade é o desafio
O rodapé de PVC (Policloreto de Vinila) conquistou espaço no mercado pela resistência à umidade, ao mofo e aos cupins. É fabricado em polímero sintético, o que o torna 100% impermeável e imune à ação de fungos, características que o fazem a escolha natural para banheiros, cozinhas, lavanderias e áreas de serviço.
A instalação é simples e limpa, feita com cola específica, sem necessidade de pregos ou parafusos. Outro ponto positivo é a manutenção praticamente nula: a superfície lisa dispensa pintura e aceita limpeza com pano úmido.
A principal limitação do PVC está na aparência. Mesmo com tecnologias avançadas de impressão, o material não replica com total fidelidade a textura e o calor visual da madeira real ou do MDF de alta qualidade. Para quem busca estética mais refinada em ambientes secos, o PVC pode parecer uma solução menos sofisticada visualmente.
Rodapé de poliestireno: leveza, versatilidade e sustentabilidade
O rodapé de poliestireno é formado a partir de plástico reciclável e tem se destacado como uma das opções mais versáteis do mercado. Ele combina resistência à umidade similar ao PVC com um perfil estético mais próximo ao do MDF, graças à superfície lisa e ao acabamento que aceita pintura com tinta acrílica em qualquer cor.
Além da impermeabilidade, o poliestireno é leve, fácil de cortar e de instalar apenas com cola ou silicone, sem entulho ou pó. Muitos perfis do mercado têm espaço interno que permite a passagem de fiação elétrica ou de internet, o que o torna útil em reformas onde a infraestrutura elétrica precisa ser reorganizada sem quebrar paredes.
É indicado tanto para ambientes secos quanto úmidos, o que o torna uma das opções mais flexíveis entre os rodapés disponíveis.
Rodapé de madeira maciça: sofisticação com alto custo de manutenção
A madeira maciça é a opção mais nobre e de maior apelo estético entre os tipos de rodapé. O acabamento natural, a textura e o calor visual que ela transmite são difíceis de replicar por qualquer material sintético. É indicada principalmente para salas de estar, salas de jantar e dormitórios com projetos de alto padrão, especialmente quando o piso também é de madeira.
Do lado prático, a madeira maciça exige manutenção periódica com produtos específicos para madeira, verniz ou cera, e pode precisar de lixamento e reenvernizamento ao longo dos anos. O custo de aquisição e instalação é significativamente mais alto que o das alternativas sintéticas. Assim como o MDF, não é indicada para ambientes com umidade.
Rodapé de porcelanato e cerâmica: integração com o piso
O rodapé de porcelanato ou cerâmica é geralmente produzido a partir do mesmo material do piso, criando continuidade visual entre os dois planos. É amplamente utilizado em banheiros, cozinhas e áreas externas, onde a resistência à umidade e a facilidade de higienização são prioritárias.
Uma observação importante: não é recomendado combinar rodapé de porcelanato com piso de madeira ou laminado, pois a argamassa usada para fixar o rodapé cerâmico retém umidade que pode danificar a madeira ao redor.
Altura do rodapé: como escolher a medida certa para cada ambiente
A altura do rodapé é uma das decisões mais importantes do projeto e depende de dois fatores principais: o pé-direito do ambiente e o estilo decorativo desejado.
Rodapés baixos (entre 7 e 10 cm)
São discretos e se adaptam com facilidade a qualquer estilo. Funcionam muito bem em ambientes com pé-direito padrão (entre 2,40 m e 2,60 m) e em projetos minimalistas, onde o objetivo é que o rodapé passe despercebido visualmente.
Rodapés médios (entre 10 e 15 cm)
São os mais comuns no mercado brasileiro. Equilibram funcionalidade e estética, protegendo a base da parede com eficiência sem dominar visualmente o espaço. Funcionam bem em salas, quartos e corredores de pé-direito padrão.
Rodapés altos (acima de 15 cm)
Rodapés altos criam um efeito decorativo sofisticado e são indicados para ambientes com pé-direito elevado (a partir de 2,80 m) ou em projetos clássicos e neoclássicos onde a ornamentação é parte da linguagem do espaço. Quando o pé-direito é baixo, rodapés altos podem criar o efeito oposto ao desejado, comprimindo visualmente o ambiente.
Uma dica de arquitetura que funciona muito bem: quando o rodapé é pintado na mesma cor da parede, ele cria uma continuidade vertical que faz o pé-direito parecer mais alto. Já o rodapé em cor contrastante, especialmente branco em paredes escuras, funciona como moldura e dá mais personalidade ao ambiente.
Rodapé por ambiente: o que profissionais recomendam
Sala de estar e sala de jantar
Ambientes secos por natureza, com grande apelo estético e alto tráfego de pessoas. A recomendação é usar MDF em alturas médias ou altas, dependendo do pé-direito. A madeira maciça é uma excelente escolha para projetos de alto padrão. O poliestireno também cabe bem aqui, especialmente em reformas rápidas ou orçamentos mais enxutos.
Quartos
O quarto é o ambiente onde a sofisticação conta mais, já que as pessoas passam tempo observando cada detalhe. Rodapés de MDF ou madeira maciça com alturas de 10 a 15 cm e acabamento lacado branco são as escolhas mais atemporais. Para quartos infantis, o poliestireno é uma boa alternativa pela facilidade de pintura em cores variadas.
Cozinha
A cozinha combina umidade pontual com alta frequência de limpeza. O rodapé precisa ser resistente à água e fácil de higienizar. As melhores opções são PVC, poliestireno e porcelanato, preferencialmente integrado ao revestimento da parede ou ao piso.
Banheiro e lavabo
São os ambientes mais exigentes em termos de umidade. Aqui, MDF e madeira maciça estão fora de cogitação. As únicas alternativas recomendadas são PVC, poliestireno e cerâmica ou porcelanato. Além da umidade ambiente, o rodapé do banheiro precisa suportar respingos frequentes e contato eventual com água de limpeza.
Lavanderia e área de serviço
Mesmas regras do banheiro. A prioridade é impermeabilidade e resistência a agentes químicos presentes nos produtos de limpeza. PVC e poliestireno são as escolhas mais indicadas.
Corredor e hall
Áreas de passagem com tráfego intenso. O rodapé deve ter boa resistência a impactos, já que móveis e objetos frequentemente encostam nas paredes. MDF em alturas médias ou poliestireno são opções equilibradas. Em projetos de edifícios, o porcelanato integrado ao piso também é muito utilizado.
Como harmonizar rodapé e piso: combinações que funcionam
A relação entre o rodapé e o piso é um dos pontos mais delicados do projeto de acabamento. Algumas combinações são clássicas e funcionam em praticamente qualquer estilo; outras exigem cuidado.
Piso de madeira ou laminado combina muito bem com rodapé de MDF lacado branco, que cria contraste elegante, ou com rodapé na mesma tonalidade da madeira, que gera unidade visual. A combinação de piso laminado com rodapé de PVC imitando a mesma madeira também funciona bem em projetos de custo controlado.
Piso de porcelanato claro ou neutro aceita bem rodapés de MDF em branco ou cinza, além de rodapés de poliestireno em cores claras. Pisos de porcelanato escuro pedem rodapés em tons que criem contraste sem conflito, geralmente brancos ou na mesma linha de cor do piso em tom mais claro.
Piso cimentício ou concreto, muito utilizado em projetos contemporâneos e industriais, harmoniza bem com rodapé de MDF lacado branco, criando uma quebra limpa entre os dois planos, ou com rodapé metálico, que reforça a linguagem industrial do projeto.
Instalação e manutenção: o que você precisa saber antes de comprar
A instalação do rodapé parece simples, mas erros nessa etapa comprometem o resultado final. O rodapé deve ser instalado após o piso estar completamente assentado e curado, e antes da pintura final das paredes, para que o retoque cubra qualquer imperfeição na linha de encontro.
Em termos de fixação, MDF e madeira usam uma combinação de cola de contato ou cola branca e pregos sem cabeça. PVC e poliestireno são fixados apenas com cola específica, o que resulta em uma obra mais limpa, sem pó ou entulho.
As junções nos cantos internos e externos exigem cortes em ângulo de 45 graus para um resultado preciso. Em paredes com irregularidades, o poliestireno leva vantagem por sua flexibilidade, que permite acompanhar pequenas curvas sem abrir frestas.
Para a manutenção, MDF e madeira precisam de proteção contra umidade e eventuais retoques de pintura ao longo dos anos. PVC, poliestireno e porcelanato têm manutenção praticamente nula, exigindo apenas limpeza regular com pano úmido.
O rodapé certo faz a diferença no resultado final
Ao longo deste guia, ficou claro que a escolha dos rodapés vai muito além da estética. Ela envolve a compatibilidade com o ambiente, a resistência ao uso e à umidade, a facilidade de instalação e manutenção, e o equilíbrio com o restante do projeto.
O MDF é a escolha mais versátil para ambientes secos, com excelente custo-benefício e infinitas possibilidades de personalização. O PVC e o poliestireno dominam onde a umidade é o fator determinante. A madeira maciça entrega o mais alto nível de sofisticação onde o orçamento permite. E o porcelanato integra-se perfeitamente a projetos que privilegiam a continuidade visual entre piso e parede.
Combine o material certo com a altura adequada ao pé-direito do seu ambiente, leve em conta a harmonia com o piso escolhido e não subestime a importância de uma instalação bem executada. O rodapé é o detalhe final que une tudo e, quando bem escolhido, transforma um ambiente comum em um espaço verdadeiramente acabado.
Fonte: Via: florestanoticias
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Pesquisa coloca Bruno Scheid entre os dois mais votados para o Senado em Rondônia – Eleições
O pecuarista de Ji-Paraná Bruno Bolsonaro Scheid (PL) aparece entre os dois nomes mais votados para o Senado em Rondônia na pesquisa do Instituto Amazônia de Pesquisa sobre as Eleições de 2026. O candidato ocupa a segunda posição tanto no primeiro voto estimulado válido quanto na soma dos percentuais das duas escolhas permitidas ao eleitor.
Na soma do primeiro e do segundo voto válido, Scheid alcança 33,40%. Fernando Máximo (PL) registra 50,27% e aparece na primeira posição. Mariana Carvalho (Republicanos), com 30,79%, e Silvia Cristina (PP), com 30,25%, vêm na sequência.
Confúcio Moura (MDB) totaliza 24,93% na soma das duas escolhas, enquanto Acir Gurgacz (PDT) registra 16,31%. Luís Fernando (PSD) aparece com 10,90%, e Neidinha Suruí (PSB), com 3,15%. O instituto ressalta que a soma de todas as respostas pode ultrapassar 200%, porque duas vagas estarão em disputa para o Senado e cada eleitor poderá indicar dois candidatos.
A coleta quantitativa foi realizada nos 52 municípios de Rondônia.
No recorte do primeiro voto estimulado, considerando somente os votos válidos, Bruno Scheid aparece em segundo lugar, com 20,45%. Fernando Máximo registra 25,21%, enquanto Silvia Cristina alcança 16,44%.
Confúcio Moura e Mariana Carvalho aparecem empatados com 12,96% cada. Acir Gurgacz registra 7,64%, Luís Fernando tem 3,72% e Neidinha Suruí aparece com 0,62%.
Na simulação específica do segundo voto válido, Fernando Máximo registra 25,06%, seguido por Mariana Carvalho, com 17,83%, e Silvia Cristina, com 13,81%. Bruno Scheid aparece com 12,95%.
Confúcio Moura alcança 11,97% no segundo voto, Acir Gurgacz registra 8,67%, Luís Fernando tem 7,18% e Neidinha Suruí aparece com 2,53%.
A pesquisa também avaliou a rejeição dos nomes apresentados para o Senado. Bruno Scheid registra 13,12%, o terceiro maior percentual nominal desse recorte. Confúcio Moura aparece com 20,24%, e Acir Gurgacz, com 13,40%.
Entre os entrevistados, 13,05% não souberam ou não responderam, enquanto 12,60% declararam não rejeitar nenhum candidato. Mariana Carvalho apresenta rejeição de 8,03%, Neidinha Suruí registra 5,79%, Silvia Cristina aparece com 4,50%, Fernando Máximo tem 4,05% e Luís Fernando registra 3%. A rejeição a todos os nomes corresponde a 2,23%.
Governo
Na disputa pelo Governo de Rondônia, Marcos Rogério (PL) aparece com 39,79% dos votos válidos no cenário estimulado de primeiro turno. Adailton Fúria (PSD) registra 28,28%, enquanto Hildon Chaves (União) alcança 15,16%.
Expedito Neto (PT) aparece com 9,63%. Luiz Carlos Teodoro (PSOL) registra 3,21%, Samuel Costa (PSB) tem 2,99% e Pedro Abib (MDB) alcança 0,94%.
Em uma das simulações de segundo turno, Marcos Rogério registra 51,82% contra 36,77% de Adailton Fúria. Os votos brancos ou nulos somam 6,80%, enquanto 4,61% dos entrevistados não souberam ou não responderam.
No confronto entre Marcos Rogério e Hildon Chaves, o candidato do PL aparece com 59,90%, e Hildon registra 26,45%. Os votos brancos ou nulos correspondem a 8,16%, e 5,48% não souberam ou não responderam.
Na rejeição para o Governo do Estado, 25,18% não souberam ou não responderam. Expedito Neto registra 20,12%, seguido por Samuel Costa, com 10,08%, e Marcos Rogério, com 9,54%.
A opção de não rejeitar nenhum candidato alcança 9,02%. Hildon Chaves aparece com 8,06%, Pedro Abib com 6,52%, Luiz Carlos Teodoro com 5,04% e Adailton Fúria com 3,96%. A rejeição a todos corresponde a 2,48%.
Dados técnicos
O levantamento ouviu 2.500 pessoas entre 1 e 9 de julho. A margem de erro é de 2,45%, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi registrada sob o número RO-04350/2026
FonteVia: rondoniagora
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Após pedido de providência de pastor Evanildo Seinfra realiza limpeza e retirada de entulho no bairro Planalto – Política
O vereador pastor Evanildo (PSD) reforçou o compromisso com a população após o atendimento de mais um pedido de providência apresentado à Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra). O secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco determinou execução dos serviços de limpeza urbana, roçagem e retirada de entulho no campo localizado entre as ruas Planalto e Satélite, no bairro Planalto, zona leste de Porto Velho.
A solicitação foi encaminhada pelo parlamentar após ouvir moradores e lideranças da comunidade, que relataram a necessidade urgente de melhorias no local. O pedido buscou dar mais celeridade à execução dos serviços, tendo em vista o acúmulo de mato e entulhos, situação que comprometia a utilização do espaço pela população.

Com o atendimento da demanda, a equipe da Seinfra realizou a limpeza completa da área, promovendo melhores condições para o uso do campo e contribuindo para um ambiente mais organizado, seguro e adequado para os moradores. A ação também ajuda na preservação dos espaços públicos e na melhoria da qualidade de vida da comunidade.
Pastor Evanildo destacou que seu mandato tem sido pautado pela presença constante nos bairros, ouvindo de perto as reivindicações da população e encaminhando as demandas aos órgãos responsáveis. Segundo o vereador, acompanhar a realidade das comunidades é fundamental para buscar soluções que atendam às necessidades dos moradores.
“O nosso compromisso é estar presente nas comunidades, ouvir a população e trabalhar para que as demandas sejam atendidas. Agradeço ao secretário Thiago Felipe Cantanhede Pacheco e a toda a equipe da Seinfra pela atenção e pela qualidade do serviço realizado. Essa resposta demonstra que, quando há diálogo e compromisso com a população, os resultados chegam e beneficiam toda a comunidade”, afirmou Pastor Evanildo.
O vereador reforçou que continuará visitando bairros, distritos e comunidades de Porto Velho para acompanhar de perto as necessidades da população e encaminhar novos pedidos de providência. “Nosso gabinete permanece de portas abertas para ouvir os moradores e buscar, junto ao poder público, melhorias que proporcionem mais qualidade de vida, segurança e bem-estar para as famílias da nossa cidade”, concluiu.
FonteVia: rondoniagora
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Prefeitura reforça uso do aplicativo PVH+ para denúncias de descarte irregular – Geral
Moradores de Porto Velho podem denunciar casos de descarte irregular de lixo, entulho e outros resíduos sólidos por meio da plataforma PVH+, ferramenta utilizada para fortalecer a fiscalização e identificar responsáveis por esse tipo de prática na cidade.
A Prefeitura orienta que as denúncias sejam feitas sempre que houver descarte de resíduos em vias públicas, áreas verdes, terrenos e outros espaços urbanos. As informações encaminhadas pela população auxiliam na identificação dos responsáveis e na aplicação das sanções previstas na legislação.
No momento do registro, é necessário informar o endereço exato do local, indicar um ponto de referência e, sempre que possível, anexar fotos ou vídeos da situação. Caso seja possível identificar quem realizou o descarte, dados como a placa do veículo utilizado também podem ser informados para contribuir com a apuração. Após o envio da denúncia, o cidadão recebe um número de processo para acompanhar o andamento da solicitação.
O descarte irregular de resíduos provoca impactos que vão além da degradação da paisagem urbana. A prática favorece a proliferação de insetos e outros animais transmissores de doenças, pode obstruir a drenagem das vias e causar danos ao meio ambiente.
Materiais como plásticos, vidros e metais podem permanecer no ambiente por décadas ou até séculos, contaminando o solo, os recursos hídricos e comprometendo os ecossistemas. O acúmulo de lixo também favorece a presença de ratos, mosquitos e outros vetores de doenças, afetando diretamente a saúde da população.
O secretário executivo de Serviços Básicos destacou que a participação da população contribui para agilizar o trabalho de fiscalização, aumentar a eficiência na identificação dos responsáveis e reduzir esse tipo de prática no município.
O prefeito Léo Moraes afirmou que a preservação dos espaços públicos depende da atuação conjunta entre o poder público e a sociedade. Segundo ele, denunciar o descarte irregular representa uma ação de cidadania que ajuda a proteger o meio ambiente, preservar os bairros e melhorar a qualidade de vida da população.
FonteVia: rondoniagora
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