Dezenas de porções de drogas no organismo de uma mulher foram descobertas durante a fiscalização de entrada no presídio 470, em Porto Velho, na tarde de sábado (6). Ela acabou presa após admitir que engoliu entorpecentes e transportava para entregar ao companheiro.
A descoberta ocorreu antes do acesso ao setor de visitas. Durante o procedimento de revista, o scanner corporal apontou alterações na região abdominal da mulher, levantando suspeitas.
A mulher confessou ter engolido aproximadamente 50 porções de drogas.
Após a confirmação do transporte da droga, ela foi encaminhada sob escolta ao Hospital João Paulo II.
Com o objetivo de fortalecer a preparação dos participantes para uma das principais portas de acesso ao ensino superior, o governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), realizou na terça-feira (16), das 13h às 17h30, o 1º Aulão Preparatório para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2026, no Teatro Palácio das Artes, em Porto Velho. A iniciativa foi voltada para estudantes do 3º ano do ensino médio da rede estadual de ensino da Capital. As atividades pedagógicas foram conduzidas pelos professores Pierro Leonardo da Silva Rosa, Antônio Marcos Barbosa Junior, Maurício Neves Santos e Vivian Sombra, abordando conteúdos estratégicos e temas recorrentes no exame.
A iniciativa foi voltada para estudantes do 3º ano do ensino médio da rede estadual de ensino da Capital
Ao todo, 1.020 estudantes de seis escolas estaduais participaram da programação, que incluiu aulas de redação, atualidades e matemática, além de momentos de acolhimento e motivação. Participaram da ação estudantes do Colégio Tiradentes da Polícia Militar (CTPM I), Instituto Estadual de Educação Carmela Dutra, Escola Estadual de Ensino Médio Major Guapindaia, Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Murilo Braga, Escola Estadual de Ensino Médio João Bento da Costa e Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Lydia Johnson. A programação teve início às 12h30, com acolhimento de estudantes e professores, seguida pela abertura oficial, momento motivacional e ginástica laboral.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, o investimento em ações de preparação para o Enem é mais uma iniciativa do governo para ampliar as oportunidades educacionais dos estudantes da rede estadual. “O objetivo é reforçar a educação, oferecendo ferramentas para que os jovens tenham melhores condições de alcançar seus objetivos acadêmicos e profissionais, garantindo mais oportunidades de acesso ao ensino superior”, ressaltou.
Segundo o titular da Seduc, Massud Badra, o aulão integra as estratégias desenvolvidas pela pasta para apoiar o desempenho dos estudantes no exame nacional. “A iniciativa oferece um reforço pedagógico para ampliar a confiança dos participantes e contribuir para que os estudantes estejam cada vez mais preparados para enfrentar os desafios do Enem e conquistar novas oportunidades por meio da educação”, destacou.
De acordo com a gerente de Apoio Pedagógico Integrado, Paula Fernanda, a iniciativa é mais do que uma ação pedagógica, evidencia que a educação transforma realidades quando é planejada e executada com dedicação e propósito, contribuindo para o engajamento dos estudantes e para a construção de novas oportunidades por meio da educação.
O professor, Pierro Leonardo, pontuou a importância do aulão como estratégia de preparação para o Enem. “Além de reforçar os conteúdos cobrados no exame, o aulão é um momento de descontração e de interação com os estudantes, permitindo que eles tirem dúvidas e se sintam mais preparados para a prova”, afirmou.
A estudante Clara Perzaso a importância da iniciativa para o fortalecimento da aprendizagem e da preparação para o exame. “O aulão é a oportunidade perfeita para tirar dúvidas, reforçar o aprendizado e chegar mais preparada para conquistar uma vaga no ensino superior por meio do Enem”, pontuou.
A realização do 1º Aulão Preparatório para o Enem 2026 constituiu uma ação da Seduc, por meio da Diretoria-Geral de Educação (DGE), da Coordenadoria de Educação Básica (CEB) e da Gerência de Apoio Pedagógico Integrado (GAPI), responsável pelo planejamento, organização, acompanhamento e execução das atividades desenvolvidas.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou nesta quinta-feira (18) o recolhimento de dois medicamentos antibióticos por desvio de qualidade. Os produtos não podem ser vendidos, distribuídos ou utilizados.
A resolução da agência, publicada no Diário Oficial da União, atinge o lote 2519879 do antibiótico Polycid, fabricado pela União Química Farmacêutica Nacional. O medicamento, de uso injetável, é usado para tratar infecções graves.
De acordo com o texto, a Anvisa recebeu comunicado de recolhimento voluntário iniciado pelo próprio fabricante por conta da presença de um pedaço de vidro no interior do frasco do medicamento.
A resolução atinge ainda o lote 24101854 do antibiótico fosfato de clindamicina 150 mg/ml solução injetável (caixa com 50 ampolas), fabricado pela Hypofarma – Instituto de Hypodermia e Farmácia Ltda.
Segundo a publicação, foi confirmado desvio referente à solução de cor amarelada, incluindo a presença de corpos estranhos e precipitados no interior do frasco lacrado do medicamento.
Em nota, a Hypofarma informou que a resolução está sendo tratada em conformidade com os protocolos regulatórios aplicáveis e em alinhamento com a autoridade sanitária.
“A companhia mantém colaboração integral com os órgãos competentes e segue adotando todas as medidas adequadas e cabíveis no âmbito de seus processos internos e regulatórios.”
Soro fisiológico
Outro produto alvo da resolução é a solução fisiológica de cloreto de sódio Equiplex – 9mg/ml, produzida pela Equiplex Indústria Farmacêutica Ltda. Segundo a Anvisa, o lote 2513588 (validade 30/6/2027) apresentou desvio de qualidade e deve ser recolhido.
“O produto também não pode ser vendido, distribuído ou utilizado”, destacou a agência em nota.
Farmácia de manipulação
A resolução determina ainda o recolhimento de todas as preparações magistrais produzidas pela Farmácia S J do Jabour Ltda.
“Foi comprovada a exposição e a comercialização de produtos manipulados padronizados e não individualizados, sem a devida prescrição por profissional competente”, informou a Anvisa.
“Os medicamentos eram divulgados e comercializados por meio do site da empresa e de redes sociais, inclusive com nome comercial dos produtos nos rótulos”, completou a agência.
A Agência Brasil aguarda retorno da União Química Farmacêutica Nacional. A reportagem não conseguiu contato com a Equiplex Indústria Farmacêutica Ltda e com a Farmácia S J do Jabour Ltda.
A recente operação da Polícia Civil que investiga o furto e a comercialização irregular de transformadores em Rondônia reforça um alerta importante: além de colocar vidas em risco, o crime pode resultar em prisão e causar prejuízos para milhares de consumidores.
Os transformadores são equipamentos essenciais para o funcionamento da rede elétrica. Quando furtados ou danificados, podem provocar interrupções no fornecimento de energia, afetando residências, comércios e serviços essenciais, como hospitais e sistemas de sinalização de trânsito.
Segundo Daniel Andrade, gerente do Departamento de Combate às Perdas da Energisa Rondônia, os impactos vão muito além do prejuízo financeiro.
“Quem furta equipamentos da rede elétrica coloca em risco a própria vida, a segurança da população e a continuidade de um serviço essencial. Além disso, trata-se de um crime que pode resultar em prisão e outras penalidades previstas na legislação”, destaca.
Entre os crimes que podem ser enquadrados nesses casos estão o furto qualificado, com pena de dois a oito anos de prisão e multa; o dano qualificado, com pena de seis meses a três anos de prisão e multa; e o atentado contra serviço de utilidade pública, cuja pena varia de um a cinco anos de prisão e multa. Já quem compra ou comercializa equipamentos ou materiais provenientes desses crimes pode responder por receptação, com pena de um a quatro anos de prisão.
A Energisa reforça que apenas profissionais devidamente habilitados e autorizados podem realizar qualquer tipo de intervenção na rede elétrica. A prática de furtos e ligações clandestinas compromete a segurança, pode provocar interrupções no fornecimento de energia, curtos circuitos, incêndios e até acidentes com vítimas fatais.
A distribuidora destaca ainda a importância do apoio da população no combate a esse tipo de crime, por meio de denúncias anônimas.
Canais de denúncia:
190 – Polícia Militar 0800 647 0120 – Central de Atendimento Energisa (24 horas)
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