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Ministério da Saúde suspende vacina contra a dengue após 42 casos de sintomas severos e mortes – Geral – WEB TV ALTERNATIVA

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Os eventos musicais ganharam mais espaço no turismo de Rondônia em 2026. Shows, festivais, arraiais, apresentações estudantis, bandas e fanfarras movimentam cidades e criam oportunidades para pequenos negócios.

Esse crescimento não depende só de grandes palcos. Eventos comunitários, festas populares e encontros culturais ocupam praças, teatros, ginásios e espaços públicos, reunindo música, dança, comida típica, artesanato e expressões regionais.

Com uma agenda cultural mais ativa, eventos como o Festival Estudantil Rondoniense de Artes, o Festival de Música Cultura Liberta do IFRO e os circuitos de bandas e fanfarras ajudam a valorizar talentos locais e ampliar a visibilidade dos municípios.

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Por que o turismo musical está crescendo em Rondônia

O turismo musical cresce porque os eventos criam motivos reais para viajar, seja para acompanhar apresentações, apoiar familiares, ver bandas e fanfarras ou participar de festivais. 

Em 2026, esse movimento ganha força com atividades culturais em diferentes cidades e períodos do ano, o que distribui melhor o fluxo de visitantes. A música também aproxima a viagem da rotina local, reunindo artistas, estudantes, grupos culturais, moradores, jovens, famílias e turistas em torno de festas populares, lazer e pertencimento. 

Nos momentos de folga, muitos viajantes relaxam com jogos de cassino no celular. Para quem busca diversão gratuita, é possível aproveitar recursos como os free spins grátis sem depósito no Slotozilla para testar novas mecânicas de bônus sem riscos. Essa conveniência digital complementa a experiência do turista moderno, integrando o lazer online às pausas da viagem. 

Como os eventos musicais impactam a economia local

Concertos, festivais e celebrações culturais geram movimento econômico antes, durante e depois da programação. O impacto não fica restrito ao palco. Ele chega aos hotéis, restaurantes, transportes, pequenos comércios, serviços técnicos e trabalhadores temporários.

Área impactada

Como o evento ajuda

Quem se beneficia

Hospedagem

Aumenta a procura por quartos e reservas

Hotéis, pousadas e anfitriões locais

Alimentação

Gera mais consumo antes e depois dos shows

Restaurantes, bares e vendedores

Serviços

Cria demanda por som, luz, segurança e transporte

Técnicos, motoristas e produtores

Comércio

Leva mais pessoas às ruas e lojas

Lojistas, artesãos e ambulantes

Gastos turísticos

Espalha o consumo por transporte, compras e passeios

Municípios, empreendedores locais e setor turístico

 

Maior procura por hotéis e hospedagens

Quando uma cidade recebe um festival ou uma etapa cultural com participantes de outros municípios, a procura por hospedagem tende a crescer. Hotéis, pousadas e acomodações temporárias recebem artistas, equipes, estudantes, familiares e visitantes.

Isso pesa mais em eventos estaduais ou regionais. O FERA 2026, por exemplo, mobiliza escolas de várias partes de Rondônia e leva participantes a fases municipais e finais, aumentando reservas, consumo perto dos locais de apresentação e procura por serviços básicos.

Restaurantes e negócios locais mais movimentados

Eventos musicais também aumentam o movimento em bares, restaurantes, lanchonetes, cafeterias e barracas de comida. Antes e depois das apresentações, o público procura refeições rápidas, pratos típicos, bebidas e lugares para se reunir.

Esse efeito aparece em festas como o Arraial Flor do Maracujá, em Porto Velho, que reúne quadrilhas, bois-bumbás, grupos folclóricos, música regional e comidas típicas, além de movimentar a economia local e fortalecer o empreendedorismo informal.

Empregos temporários e serviços de apoio

Todo evento movimenta uma cadeia de trabalho. Mesmo uma programação curta pode contratar equipes de som, iluminação, montagem, limpeza, segurança, transporte, comunicação e atendimento ao público.

Músicos, dançarinos, produtores culturais e técnicos também ganham mais espaço com uma agenda cultural ativa. O Circuito de Amigos de Bandas e Fanfarras, em Rolim de Moura, mostra como esses encontros integram corporações musicais e valorizam talentos do estado.

Mais circulação no comércio

Durante eventos, o comércio local costuma receber mais clientes. Lojas de roupas, mercados, farmácias, salões, vendedores de artesanato e comerciantes de rua podem se beneficiar do aumento do público.

Em festas tradicionais, esse consumo cresce ainda mais. Visitantes compram comidas típicas, lembranças, acessórios e produtos ligados ao evento, enquanto famílias também gastam com transporte, alimentação e itens de apoio.

Gastos turísticos durante os eventos

Quem viaja para um show ou festival raramente gasta apenas com a programação principal. O visitante também paga transporte, alimentação, hospedagem, compras e, em alguns casos, passeios pela cidade.

Por isso, a música funciona como motivo inicial da viagem, mas o benefício se espalha por vários setores. Para Rondônia, essa dinâmica ajuda a transformar datas culturais em períodos de maior consumo e maior visibilidade para os municípios.

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Como os eventos fortalecem a identidade cultural de Rondônia

Os eventos musicais ajudam Rondônia a mostrar sua identidade. O estado reúne influências amazônicas, nordestinas, ribeirinhas, indígenas, urbanas e migrantes, presentes nas músicas, danças, comidas típicas e formas de celebração.

Quando um visitante assiste a uma fanfarra, a uma quadrilha ou a uma apresentação de jovens artistas, ele conhece a cultura local de forma mais direta. Esse contato torna a viagem mais autêntica e aproxima o público da vida comunitária.

Esses eventos fortalecem a identidade regional porque:

  • Valorizam bandas, fanfarras, grupos folclóricos e artistas locais;
  • Preservam tradições populares, como o Arraial Flor do Maracujá;
  • Dão espaço a estudantes e novos talentos em projetos como o FERA e o Festival Cultura Liberta;
  • Mostram uma cultura ligada ao dia a dia de Rondônia.

Assim, tradição e juventude aparecem lado a lado. Para o turismo, isso cria uma experiência difícil de repetir em outro lugar: a cultura de Rondônia vivida por quem mora ali.

Conclusão

Os eventos musicais estão se tornando uma parte importante do crescimento do turismo em Rondônia, pois conectam cultura, economia e vida comunitária. Em 2026, festivais, shows, arraiais e apresentações estudantis ajudam a atrair visitantes, a apoiar negócios locais e a dar mais visibilidade às tradições regionais.

Para Rondônia, isso vai além do entretenimento. É uma forma de mostrar sua identidade, gerar renda e tornar as cidades mais vivas tanto para moradores quanto para turistas.

Rondoniagora.com

Via: web tv alternativa

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Defesa Civil Nacional envia alerta sonoro extremo sobre ataque alienígena – Geral

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A plataforma de envios do sistema Defesa Civil Alerta foi tirada do ar preventivamente na madrugada deste sábado (20/6), por volta de 1h30.

A medida foi tomada após o sistema sofrer uma invasão cibernética e disparar uma notificação falsa para diversas regiões do país.

O comando do disparo foi realizado remotamente por um usuário externo, sem qualquer ligação com o Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil.

Mensagem assusta usuários

A notificação enviada aos celulares da população foi classificada na categoria de “alerta extremo” – normalmente reservada para desastres naturais iminentes. No entanto, o texto continha apenas a palavra “misantropia” (termo que significa aversão ou ódio à humanidade).

A principal linha de investigação aponta para um ataque hacker coordenado.

Em nota, a Secretaria Nacional de Proteção e Defesa Civil, vinculada ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), informou que já acionou a Polícia Federal para investigar a autoria e a extensão do ataque cibernético.

A secretaria informa ainda que trabalha para religar o sistema o mais rápido possível, o que ocorrerá assim que todas as condições de segurança digital forem restabelecidas e garantidas.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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Três foragidos são presos após tentativa de fuga na zona leste da capital – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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Representando o deputado estadual Jean Oliveira (PRD), o chefe de gabinete Claudemir de Abreu participou neste domingo (14) do 12º Campeonato de Pesca Esportiva de Seringueiras, realizado na Toca da Raposa, às margens do Rio São Miguel, na Linha 101, Km 09, Lote 20, Gleba 02.

O evento, considerado um dos maiores do segmento em Rondônia, reuniu pescadores de diversas cidades do estado e de regiões vizinhas, consolidando-se como importante ferramenta de incentivo ao turismo, lazer e desenvolvimento econômico local.

Organizado pela Associação dos Pescadores Esportivos de Seringueiras (ASPES), presidida por Claudemir Leite, o campeonato entrou para a história ao reunir 481 competidores e atingir a capacidade máxima de 130 equipes inscritas. Com mais de R$ 100 mil em premiações, o evento reafirmou sua importância dentro do calendário esportivo e turístico do município.

Durante o evento, o chefe de gabinete Claudemir de Abreu destacou que o apoio do deputado Jean Oliveira demonstra o compromisso do parlamentar com iniciativas que promovem o desenvolvimento dos municípios rondonienses. “Estou aqui representando o deputado Jean Oliveira, que tem um carinho especial por Seringueiras e sempre apoia ações que geram oportunidades para a população.

Este campeonato fortalece o turismo, movimenta a economia, incentiva a preservação ambiental por meio da pesca esportiva e reúne famílias em um momento de lazer e integração. Jean Oliveira parabeniza todos os organizadores, participantes e apoiadores pelo sucesso desta grande festa”, afirmou Claudemir de Abreu.

O presidente da ASPES, Claudemir Leite, agradeceu aos parceiros que contribuíram para a realização do campeonato e destacou o empenho da diretoria da entidade. “Quero agradecer ao deputado Jean Oliveira, à SETUR, ao Governo de Rondônia, à Prefeitura de Seringueiras, ao vereador Ricardo Stevanelli, aos assessores parlamentares Cido Brasil e Anderson Argentino e a todos os apoiadores que acreditaram neste projeto.

Também faço um agradecimento especial a toda a diretoria da ASPES, que trabalhou com dedicação para que este evento acontecesse. O sucesso desta edição mostra a força da nossa associação e o potencial que Seringueiras tem para se tornar referência na pesca esportiva”, destacou.

O vereador Ricardo Stevanelli também ressaltou a importância da competição para o município. “Eventos como este fortalecem o turismo, geram renda para os comerciantes, divulgam nossas belezas naturais e colocam Seringueiras em evidência.

Parabenizo a ASPES pela excelente organização e agradeço ao deputado Jean Oliveira pelo apoio que tem dado ao nosso município”, afirmou o vereador.

O assessor parlamentar do deputado Jean Oliveira, Cido Brasil, acompanhou a programação e enfatizou o impacto positivo da iniciativa para a região. “É gratificante ver um evento dessa magnitude reunindo tantas pessoas e promovendo desenvolvimento para Seringueiras.

O deputado Jean Oliveira tem sido um parceiro importante dos municípios e entende que investir em eventos como este é investir na economia, no turismo e na qualidade de vida da população. Parabéns à ASPES e a todos os envolvidos pela belíssima organização”, declarou Cido Brasil.

O assessor parlamentar Anderson Argentino também destacou o sucesso da competição e a união de esforços para sua realização. “Foi uma grande satisfação acompanhar mais uma edição deste importante campeonato. O número recorde de participantes demonstra a credibilidade da ASPES e a força do turismo esportivo em Seringueiras.

Parabenizo toda a diretoria da associação, os voluntários e parceiros que contribuíram para a realização deste grande evento, que gera renda, lazer e visibilidade para o município”, afirmou Anderson Argentino.

Além da competição, o público participou de um grande momento de confraternização. O clima de festa tomou conta da Toca da Raposa durante todo o domingo, com almoço para os participantes e apresentações musicais ao vivo da Banda Forró Swing, Vando e Banda e Bonde Dancaê, proporcionando entretenimento para toda a família.

RESULTADO DA COMPETIÇÃO
A disputa reuniu dezenas de equipes, premiando os melhores colocados com embarcações, motores, caiaques e troféus.
1º Lugar – Equipe Thaioba do Poço 56
Premiação: Kit com barco, motor e carretinha + troféus
Peixe capturado: 88 cm
2º Lugar – Equipe Canoa Furada do Poço 118
Premiação: Motor + troféus
Peixe capturado: 83 cm
3º Lugar – Equipe Salve a Pátria do Poço 20
Premiação: Barco + troféus
Peixe capturado: 82 cm
4º Lugar – Equipe Agora Eu Pego
Premiação: Caiaque + troféu
5º Lugar – Equipe Minhoca
Premiação: Caiaque + troféu
6º Lugar – Equipe Cosme e Damião
Premiação: Caiaque + troféu
7º Lugar – Equipe Família Proença
Premiação: Caiaque + troféu
8º Lugar – Equipe Sucuri
Premiação: Caiaque + troféu
9º Lugar – Equipe Os Tuiú
Premiação: Caiaque + troféu
10º Lugar – Equipe Cowboy
Premiação: Caiaque + troféu
Com recorde de participantes, clima familiar, atrações culturais e mais de R$ 100 mil em premiações, o Campeonato de Pesca Esportiva de Seringueiras reafirmou seu papel como um dos principais eventos turísticos e esportivos da região, promovendo integração, lazer, preservação ambiental e fortalecimento da economia local.

TEXTO: Jornalista Ricardo Barros
FOTOS: COGESTI

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Operação Moeda de Troca da PF apura corrupção eleitoral em Mirante da Serra – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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© Fernando Frazão/Agência Brasil

A taxa de mortes no trânsito relacionadas com o consumo de bebida alcoólica caiu 19,5% no Brasil entre os anos de 2010 e 2024. A análise, divulgada nesta sexta-feira (19), Dia Nacional da Lei Seca, foi feita pelo Centro de Informações sobre Saúde e Álcool (Cisa), referência nacional no tema.

Para se ter uma ideia, em 2010, o número era de 15 mil mortes. Em 2024, foram 13.075. No entanto, o estudo pondera que a quantidade voltou a subir a partir de 2020 (quando 11.600 pessoas perderam a vida).

Segundo a coordenadora do Cisa, Mariana Thibes, a Lei Seca não deixou de funcionar e é uma legislação que serve de referência para o mundo ao reduzir os acidentes de trânsito e salvar vidas no Brasil.

“Essa redução foi da ordem de mais de 30%, desde que a lei surgiu (em 2008) até os últimos anos”, afirmou Mariana em entrevista à Agência Brasil. Ela concorda, no entanto, que há uma perda de fôlego em vista de “novos desafios”. A Lei Seca começou a apresentar menos eficiência, conforme revelam os números.

“A gente vinha observando uma curva constante de queda até 2019, e a partir daí a taxa de mortes começou a crescer depois da pandemia”, acrescentou.

Mariana explica que isso ocorreu porque, embora a fiscalização tenha aumentado nos últimos anos, as formas de burlar também ficaram cada vez mais sofisticadas. “As pessoas conseguem se comunicar, usar aplicativos e saber onde estão acontecendo as fiscalizações”.

Impunidades

Além disso, ela lamenta que prevalece na população um senso de que é possível passar impune pela lei seca. Para conter isso, defende a intensificação das ações de fiscalização, o acesso a atendimento de emergência e as ações de prevenção que alcancem especialmente o público masculino (o que mais morre no trânsito).

De acordo com a Cisa, a partir de 2019, o uso de álcool é responsável por 36,6% das ocorrências no trânsito entre os homens e 26,3% entre as mulheres. “O maior perfil de risco afetado pelas mortes são os homens jovens”.

Um problema é que a fiscalização convive com limitações, como o número de operações com uso de bafômetros e o aumento da frota e de acidentes com motocicletas.

Sensibilização

A coordenadora do Cisa recomenda que, para sensibilizar a sociedade a não beber e dirigir, as campanhas precisam ficar mais estratégicas. “É preciso ir além dos anúncios “de choque”.

“A evidência internacional mostra que as mensagens que se baseiam somente no medo têm efeito de curto prazo, mas não conseguem mudar o comportamento de forma sustentada”, disse ela.

O que funcionaria, na sua opinião, seria combinar educação, esclarecimento e percepção de risco real das pessoas.

“A pessoa precisa acreditar que vai ser fiscalizada e que vai ser punida”.

Os dados mostram que a maior parte das infrações acontecem nos finais de semana e durante a madrugada.

Por isso, um caminho seria promover a cultura de alternativas viáveis, como o transporte noturno e acessível, e os aplicativos de carona. “Quando a gente só sensibiliza, mas também não traz alternativa, ficamos com o limite claro”.

Tocantins lidera

De acordo com os dados, 18 estados apresentaram taxa de mortes por 100 mil habitantes superior à média nacional (6,2), como o Tocantins (13,4), Piauí (12,1) e Mato Grosso (11,1). Em relação às internações, 16 estados têm taxa superior. As maiores são no Espírito Santo, Pará e Acre.

“No caso dos estados com maior taxa de morte, a gente pode pensar em questões estruturais, rodovias mais perigosas, por exemplo, menor densidade de fiscalização e de acesso a serviços de emergência nas estradas”, afirmou Mariana Thibes.

Ela ressaltou que o hábito de beber e dirigir pode ser diferente conforme os estados. “São realidades específicas que precisam ser investigadas mais a fundo para que o poder público também possa dar respostas adaptadas”.

Via: web tv alternativa

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