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MPF investiga casos de assédio judicial contra jornalistas em Rondônia – Geral

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O Ministério Público Federal (MPF) quer saber sobre casos de assédio judicial contra jornalistas em Rondônia. O órgão enviou ofícios para o Sindicato dos Jornalistas de Rondônia (Sinjor), o Tribunal de Justiça (TJ/RO) e o Ministério Público do Estado (MPRO) com o objetivo de solicitar dados sobre situações de pressão, intimidações, ameaças à liberdade de imprensa e ações judiciais, além de saber se o estado está preparado para lidar com o tema. O MPF pretende ainda realizar um encontro com representantes da imprensa local para debater a questão.

Ao Sinjor, o MPF solicitou informações sobre casos de assédio judicial, relatos de pressões e ameaças sofridas por profissionais da imprensa no estado. Também foi orientado ao sindicato dar ampla publicidade entre seus associados de que o MPF está recebendo comunicações sobre situações de intimidação contra jornalistas, como pressões judiciais coordenadas, ameaças ou múltiplos processos. O Sinjor tem 15 dias úteis para responder ao MPF.

Foram solicitadas informações ao TJ/RO sobre dados estatísticos e levantamentos sobre ações de indenização por danos morais, queixas-crime ou pedidos de direito de resposta repetitivos contra profissionais da imprensa e comunicadores no estado, especialmente em casos onde há padrões de uso abusivo da Justiça. Caso não haja registros, o MPF pede que o tribunal esclareça se há mecanismos para identificar padrões de litigância abusiva.

O MPF comunicou ao MPRO que está à disposição para articulação e partilha de informações sobre inquéritos ou procedimentos que envolvam a liberdade de expressão, a segurança de jornalistas e o direito à informação em Rondônia.

“A liberdade de imprensa e de expressão e o direito à informação fazem parte dos direitos básicos na Constituição Federal. Precisamos mapear os problemas e saber se o poder público está preparado para lidar com ameaças a esses direitos”, afirmou o procurador da República Raphael Bevilaqua.

A investigação em Rondônia foi motivada por uma nota técnica da Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) do MPF, que analisa o fenômeno do assédio judicial contra jornalistas e comunicadores, compreendido como o uso abusivo do sistema de justiça com finalidade de intimidar, silenciar ou restringir a atuação jornalística, especialmente em temas de interesse público. Na nota técnica, a PFDC propõe diretrizes institucionais voltadas à prevenção e ao enfrentamento dessas práticas, para garantir a efetiva proteção das liberdades de expressão e de imprensa e o direito à informação na ordem democrática.

Denuncie – Jornalistas, comunicadores, defensores de direitos humanos e outros cidadãos podem encaminhar ao MPF informações sobre situações de assédio judicial ou outros obstáculos à liberdade de imprensa pelos seguintes meios:

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Dois criminosos são presos após assalto no Parque da Cidade – Polícia

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Um assalto registrado dentro do Parque da Cidade terminou com a prisão de dois criminosos ainda nas proximidades do local durante o último final de semana, em Porto Velho.

A ação foi acompanhada em tempo real pelos vigilantes que atuam no parque. As informações repassadas permitiram que os ladrões fossem abordados logo após o crime, impedindo que deixassem a área.

A prisão foi realizada pela Polícia Militar, que localizou os dois envolvidos pouco tempo depois do assalto.

O caso ocorreu em um espaço que conta com vigilância patrimonial e integra as áreas públicas atendidas por ações de segurança mantidas pelo município. Entre as medidas citadas pela prefeitura estão a Atividade Delegada, a implantação da Guarda Municipal e a contratação de vigilância especializada para locais com grande circulação de pessoas.

Outro projeto mencionado pela administração municipal é o concurso público destinado à formação do efetivo da Guarda Municipal, que está em andamento.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Bitcoin e o impacto das criptomoedas na economia regional: o que o panorama atual revela – Agronegócio

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Atualmente, as mudanças ocorrem rapidamente no mundo das moedas digitais, por isso as pessoas acompanham de perto o Bitcoin – ele dita o ritmo. Até 2026, sua evolução continuará refletindo a disposição das pessoas em relação ao risco em todo o mundo, especialmente enquanto as taxas de juros permanecerem elevadas nos diversos países e a confiança nos modelos bancários tradicionais for diminuindo gradualmente. Nesse contexto, as análises compartilhadas pela Binance revelam ligações entre os movimentos do bitcoin hoje as tendências econômicas mais amplas, incluindo mudanças regionais.

Uma nova energia surge em várias partes do Brasil à medida que as ferramentas de dinheiro digital se espalham rapidamente. Em lugares como Rondônia, mais pessoas estão usando sistemas online, especialmente lojas, fazendas e prestadores de serviços locais que começam a se adaptar. À medida que a tecnologia avança, as transações diárias mudam de forma sem alarde.

O Bitcoin no atual clima econômico

Mesmo pequenas variações nos índices de inflação podem abalar o preço do Bitcoin. No entanto, dados recentes da Binance revelam momentos em que a criptomoeda se comportou de forma independente, ignorando as tendências de Wall Street. Este comportamento divergente sugere que o Bitcoin poderá estar a tornar-se mais estável. O dólar americano continua a exercer influência sobre ele, mas nem sempre com a mesma intensidade de antes. As decisões monetárias dos bancos centrais continuam a ser importantes, mas, por vezes, mal deixam marca.

De acordo com uma análise interna da Binance Research, “o Bitcoin continua a demonstrar resiliência estrutural, mesmo durante ciclos de volatilidade global, com o aumento da participação institucional a contribuir para a sua liquidez”.

Quando os mercados mudam de forma imprevisível, a atenção aumenta entre aqueles que investem no estrangeiro, especialmente onde a moeda local se valoriza rapidamente em relação às moedas globais. A cobertura torna-se rotina nestes locais, e não algo ocasional.

Fatores macroeconômicos que influenciam o mercado

As altas taxas de juros nos EUA costumam pesar sobre os investimentos de maior risco, influenciando o desempenho das moedas digitais. Uma das razões pelas quais as criptomoedas se comportam dessa maneira está ligada às decisões tomadas pelas autoridades financeiras americanas. Em vez de subir livremente, o Bitcoin reage quando os custos de financiamento permanecem elevados em toda a economia. A pressão sobre os ativos alternativos aumenta quando opções mais seguras oferecem retornos mais elevados. As decisões monetárias em Washington causam repercussões nos mercados globais, incluindo as moedas baseadas em blockchain.

Do nada, a variação do valor do dinheiro entre o real brasileiro e o dólar americano começa a ter mais importância. Quando o dólar se fortalece, as pessoas tendem a encarar as moedas digitais de maneira diferente, quase como se estivessem protegendo suas economias contra a desvalorização.

Quando o mundo parece instável, mais pessoas negociam em plataformas como a Binance. Os dados mostram que as mudanças no mercado costumam vir acompanhadas de um aumento no interesse por ativos digitais. A incerteza leva alguns a buscar opções fora dos sistemas tradicionais. A atividade nas bolsas aumenta quando as economias vacilam. Os investidores recorrem a essas alternativas não por hábito, mas por reação. Momentos de dúvida abrem portas para diferentes caminhos financeiros.

Impactos e tendências na região Norte e em Rondônia

Aqui em lugares como Rondônia, a digitalização do dinheiro está mudando a forma como as pessoas administram seu dinheiro no dia a dia. Os lojistas agora experimentam métodos de pagamento eletrônico, enquanto os freelancers recorrem cada vez mais a ferramentas da web ao lidar com trabalhos no exterior. Uma coisa leva à outra, as rotinas mudam sem muito alarde.

Mesmo assim, as criptomoedas ainda não se popularizaram amplamente. Ainda assim, padrões começam a surgir aqui e ali. De vez em quando, surgem mudanças que dão indícios do que pode vir a seguir. No momento, a adoção avança lentamente, mas vislumbres de direção começam a se formar. Nem tudo está claro ainda; mesmo assim, sinais aparecem em lugares inesperados. Alguns comportamentos se repetem, apesar da incerteza que paira no ar. Embora nada pareça definido, pequenos ritmos tomam forma sob a superfície. A mudança se insinua silenciosamente, sem anúncios nem alarde:

  • Crescimento dos pagamentos digitais para serviços locais
  • Maior interesse em remessas internacionais com taxas reduzidas
  • Expansão do acesso a investimentos digitais por meio de aplicativos
  • Uso crescente de plataformas globais de negociação

Mudanças lentas moldam a forma como as pessoas se adaptam, permitindo que o Bitcoin abra portas para sistemas monetários sem controle central.

Um mercado em constante mudança

O que está se desenrolando atualmente no mundo do Bitcoin e das criptomoedas não é apenas ruído de mercado – reflete mudanças mais profundas no sistema financeiro global. Mais do que uma simples aposta, está se integrando cada vez mais aos sistemas digitais em expansão. Moldado por grandes correntes econômicas e por novos avanços tecnológicos, seu papel não para de evoluir. O que começou à margem agora influencia a forma como o valor circula globalmente.

Aqui em lugares como Rondônia, as coisas estão apenas começando, mas as mudanças já causam repercussões nos empregos e na forma como as pessoas lidam com o dinheiro. À medida que telefones e internet chegam a mais lares, as moedas digitais começam a se infiltrar na rotina diária, quase sem que se perceba.

É importante acompanhar os números de perto. O que acontecerá a seguir depende disso. Ferramentas como a Binance oferecem insights sem interrupção. A mudança nunca para por aqui. Padrões só surgem se você observar. A clareza vem da observação constante. O futuro se revela lentamente. Manter-se alerta faz a diferença.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Queimadas podem provocar interrupções no fornecimento de energia em Rondônia – Geral

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Com a chegada do período de estiagem em Rondônia, a Energisa reforça o alerta para os riscos das queimadas próximas à rede elétrica. Além dos danos ambientais, o fogo pode provocar interrupções no fornecimento de energia, comprometer estruturas elétricas e colocar vidas em perigo.

Em 2025, foram registradas 45 ocorrências de interrupção no fornecimento de energia causadas por queimadas próximas à rede elétrica, impactando cerca de 16 mil clientes em todo o estado. Já em 2026, entre janeiro e junho, foram contabilizadas 17 ocorrências, que deixaram aproximadamente 6 mil clientes sem energia.

O cenário acende um sinal de alerta, especialmente diante das previsões climáticas que indicam a possibilidade de um “super El Niño” em 2026, fenômeno que pode intensificar o calor, reduzir os índices de chuva e agravar ainda mais os riscos de incêndios florestais na região amazônica.

De acordo com a coordenadora de Saúde e Segurança da Energisa Rondônia, Jucilene Dias, o clima seco aliado aos ventos fortes favorece o avanço rápido das chamas e aumenta os riscos para a população e para o sistema elétrico.
“A população precisa estar consciente quanto aos riscos provocados pelas queimadas, que podem resultar em graves acidentes, ameaça à fauna e à flora, danos à infraestrutura elétrica e interrupções no fornecimento de energia”, destaca.

Orientações de segurança

Não utilize fogo para limpeza de terrenos, formação de pastagem ou preparo de plantio;
Respeite a faixa de servidão das linhas de transmissão, mantendo distância segura de 30 a 40 metros;
Evite fazer fogueiras próximas à rede elétrica e redobre a atenção para que brasas não se espalhem;
Nunca jogue pontas de cigarro às margens de rodovias, terrenos ou áreas de vegetação.

Ao identificar incêndios próximos à rede elétrica, acione imediatamente o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 e informe a Energisa pelos canais oficiais de atendimento:

WhatsApp Gisa: (69) 99358-9673
Call Center: 0800 647 0120

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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