A Câmara Municipal de Porto Velho realizará nesta quarta-feira (17), às 9 horas, no Plenário Bohemundo Álvares Afonso, uma Audiência Pública proposta pelo vereador Dr. Santana (PRD) para debater o aumento das tarifas de energia elétrica e as constantes interrupções no fornecimento do serviço que vêm afetando milhares de consumidores da capital e dos distritos.
A iniciativa surge diante do crescente número de reclamações da população relacionadas aos sucessivos reajustes tarifários, às cobranças consideradas abusivas, à instalação dos medidores aéreos e às frequentes quedas de energia que causam prejuízos às famílias, comerciantes e empreendedores.
Segundo o vereador Dr. Santana, o objetivo é promover um amplo debate entre representantes da concessionária de energia, órgãos de defesa do consumidor, autoridades públicas, entidades representativas e a sociedade civil, buscando soluções concretas para garantir mais transparência, qualidade e regularidade na prestação do serviço.
“Não podemos aceitar que a população continue pagando cada vez mais caro por um serviço que apresenta tantas falhas. Esta audiência será uma oportunidade para ouvir a sociedade, cobrar explicações e buscar encaminhamentos que resultem em melhorias efetivas para os consumidores”, destacou o parlamentar.
Foram convidados para participar da audiência representantes da concessionária de energia, autoridades estaduais e federais, órgãos de fiscalização e defesa do consumidor, além de lideranças comunitárias e empresariais.
A participação da população é fundamental para fortalecer o debate e contribuir com relatos, sugestões e reivindicações sobre os problemas enfrentados diariamente em relação ao fornecimento de energia elétrica.
Serviço
Audiência Pública sobre Energia Elétrica
Data: 17 de junho de 2026 (quarta-feira)
Horário: 9h
Local: Plenário Bohemundo Álvares Afonso – Câmara Municipal de Porto Velho
A audiência é aberta ao público e todos os interessados estão convidados a participar.
Rondônia passa a contar oficialmente com um novo marco legal para fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação. Sancionada pelo governo do estado, a Lei_Complementar_nº_1.343, de 3 de junho de 2026 (Lei de Inovação), publicada no Diário Oficial do Estado de Rondônia (Diof) na segunda-feira (15), estabelece diretrizes para ampliar o apoio a pesquisadores, startups, universidades, centros de pesquisa e empreendedores, além de garantir recursos permanentes para o desenvolvimento de projetos inovadores no estado.
A nova legislação representa um avanço estratégico para a construção de um ambiente favorável à inovação, criando mecanismos que aproximam o conhecimento produzido nas instituições de ensino das demandas do setor produtivo e da sociedade. Entre os principais avanços está a alteração da Lei Complementar nº 283/2003, que institui o Fundo de Investimento e Desenvolvimento Industrial (Fider). A nova regra determina a destinação mínima de 10% do orçamento anual do fundo para ações e projetos de ciência, tecnologia e inovação, assegurando maior previsibilidade para investimentos no setor.
A lei também fortalece o apoio às startups, amplia as possibilidades de financiamento para projetos inovadores, incentiva a implantação de ambientes de inovação, como incubadoras, aceleradoras e parques tecnológicos, além de criar instrumentos que permitem ao poder público contratar soluções inovadoras para atender demandas da administração estadual.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a sanção representa um passo importante para posicionar Rondônia entre os estados mais competitivos da Amazônia em inovação e desenvolvimento tecnológico. “A publicação da Lei de Inovação representa um passo importante para que Rondônia fortaleça um ambiente de inovação, necessário à consolidação de empresas mais produtivas e empregos cada vez mais qualificados. A lei gera incentivos positivos para o estado se tornar um polo de atração de novos negócios em comparação aos demais estados da região amazônica”, destacou.
Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Felipe Biasoli, a aposta na inovação está diretamente ligada à estratégia de desenvolvimento econômico sustentável construída pelo governo estadual. “A inovação é uma forma de melhorar a qualidade dos nossos produtos exportados e gerar valor para transformar para melhor a vida da população. No futuro, queremos que os produtos daqui, com o selo Amazônia, sejam cada vez mais valorizados e reconhecidos como sustentáveis, criativos e de qualidade superior”, enfatizou.
Financiamento permanente
De acordo com o presidente da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero), Paulo Haddad, a nova legislação cria condições fundamentais para o fortalecimento do ecossistema de inovação no estado. “A Lei de Inovação traz dois avanços extremamente importantes para Rondônia. O primeiro é a segurança jurídica para instrumentos como a subvenção econômica, permitindo que o Estado apoie empresas que investem em inovação. O segundo é a garantia de financiamento permanente para ciência, tecnologia e inovação por meio da destinação de 10% dos recursos do Fider. Isso fortalece o ambiente de pesquisa, desenvolvimento e inovação e cria condições para que Rondônia continue crescendo de forma sustentável”, ressaltou.
Com a sanção da lei, os trabalhos agora se concentram na regulamentação dos instrumentos previstos no novo marco legal. A coordenadora de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedec, Elizeth Mesquita, explicou que a minuta do decreto regulamentador já está sendo elaborada e será construída de forma colaborativa com os integrantes do ecossistema estadual de inovação. “A Sedec apresentará a minuta de decreto regulamentador, e em seguida, vamos reunir todos os integrantes do ecossistema para contribuir na construção final do texto.”
A expectativa é que a nova legislação fortaleça a capacidade do estado de atrair investimentos, estimular o empreendedorismo inovador, ampliar a competitividade das empresas rondonienses e consolidar uma economia cada vez mais baseada no conhecimento, na tecnologia e na inovação.
Rondônia passa a contar oficialmente com um novo marco legal para fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação. Sancionada pelo governo do estado, a Lei_Complementar_nº_1.343, de 3 de junho de 2026 (Lei de Inovação), publicada no Diário Oficial do Estado de Rondônia (Diof) na segunda-feira (15), estabelece diretrizes para ampliar o apoio a pesquisadores, startups, universidades, centros de pesquisa e empreendedores, além de garantir recursos permanentes para o desenvolvimento de projetos inovadores no estado.
A nova legislação representa um avanço estratégico para a construção de um ambiente favorável à inovação, criando mecanismos que aproximam o conhecimento produzido nas instituições de ensino das demandas do setor produtivo e da sociedade. Entre os principais avanços está a alteração da Lei Complementar nº 283/2003, que institui o Fundo de Investimento e Desenvolvimento Industrial (Fider). A nova regra determina a destinação mínima de 10% do orçamento anual do fundo para ações e projetos de ciência, tecnologia e inovação, assegurando maior previsibilidade para investimentos no setor.
A lei também fortalece o apoio às startups, amplia as possibilidades de financiamento para projetos inovadores, incentiva a implantação de ambientes de inovação, como incubadoras, aceleradoras e parques tecnológicos, além de criar instrumentos que permitem ao poder público contratar soluções inovadoras para atender demandas da administração estadual.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a sanção representa um passo importante para posicionar Rondônia entre os estados mais competitivos da Amazônia em inovação e desenvolvimento tecnológico. “A publicação da Lei de Inovação representa um passo importante para que Rondônia fortaleça um ambiente de inovação, necessário à consolidação de empresas mais produtivas e empregos cada vez mais qualificados. A lei gera incentivos positivos para o estado se tornar um polo de atração de novos negócios em comparação aos demais estados da região amazônica”, destacou.
Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Felipe Biasoli, a aposta na inovação está diretamente ligada à estratégia de desenvolvimento econômico sustentável construída pelo governo estadual. “A inovação é uma forma de melhorar a qualidade dos nossos produtos exportados e gerar valor para transformar para melhor a vida da população. No futuro, queremos que os produtos daqui, com o selo Amazônia, sejam cada vez mais valorizados e reconhecidos como sustentáveis, criativos e de qualidade superior”, enfatizou.
Financiamento permanente
De acordo com o presidente da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero), Paulo Haddad, a nova legislação cria condições fundamentais para o fortalecimento do ecossistema de inovação no estado. “A Lei de Inovação traz dois avanços extremamente importantes para Rondônia. O primeiro é a segurança jurídica para instrumentos como a subvenção econômica, permitindo que o Estado apoie empresas que investem em inovação. O segundo é a garantia de financiamento permanente para ciência, tecnologia e inovação por meio da destinação de 10% dos recursos do Fider. Isso fortalece o ambiente de pesquisa, desenvolvimento e inovação e cria condições para que Rondônia continue crescendo de forma sustentável”, ressaltou.
Com a sanção da lei, os trabalhos agora se concentram na regulamentação dos instrumentos previstos no novo marco legal. A coordenadora de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedec, Elizeth Mesquita, explicou que a minuta do decreto regulamentador já está sendo elaborada e será construída de forma colaborativa com os integrantes do ecossistema estadual de inovação. “A Sedec apresentará a minuta de decreto regulamentador, e em seguida, vamos reunir todos os integrantes do ecossistema para contribuir na construção final do texto.”
A expectativa é que a nova legislação fortaleça a capacidade do estado de atrair investimentos, estimular o empreendedorismo inovador, ampliar a competitividade das empresas rondonienses e consolidar uma economia cada vez mais baseada no conhecimento, na tecnologia e na inovação.
Rondônia passa a contar oficialmente com um novo marco legal para fortalecer a ciência, a tecnologia e a inovação. Sancionada pelo governo do estado, a Lei_Complementar_nº_1.343, de 3 de junho de 2026 (Lei de Inovação), publicada no Diário Oficial do Estado de Rondônia (Diof) na segunda-feira (15), estabelece diretrizes para ampliar o apoio a pesquisadores, startups, universidades, centros de pesquisa e empreendedores, além de garantir recursos permanentes para o desenvolvimento de projetos inovadores no estado.
A nova legislação representa um avanço estratégico para a construção de um ambiente favorável à inovação, criando mecanismos que aproximam o conhecimento produzido nas instituições de ensino das demandas do setor produtivo e da sociedade. Entre os principais avanços está a alteração da Lei Complementar nº 283/2003, que institui o Fundo de Investimento e Desenvolvimento Industrial (Fider). A nova regra determina a destinação mínima de 10% do orçamento anual do fundo para ações e projetos de ciência, tecnologia e inovação, assegurando maior previsibilidade para investimentos no setor.
A lei também fortalece o apoio às startups, amplia as possibilidades de financiamento para projetos inovadores, incentiva a implantação de ambientes de inovação, como incubadoras, aceleradoras e parques tecnológicos, além de criar instrumentos que permitem ao poder público contratar soluções inovadoras para atender demandas da administração estadual.
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, a sanção representa um passo importante para posicionar Rondônia entre os estados mais competitivos da Amazônia em inovação e desenvolvimento tecnológico. “A publicação da Lei de Inovação representa um passo importante para que Rondônia fortaleça um ambiente de inovação, necessário à consolidação de empresas mais produtivas e empregos cada vez mais qualificados. A lei gera incentivos positivos para o estado se tornar um polo de atração de novos negócios em comparação aos demais estados da região amazônica”, destacou.
Segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec), Felipe Biasoli, a aposta na inovação está diretamente ligada à estratégia de desenvolvimento econômico sustentável construída pelo governo estadual. “A inovação é uma forma de melhorar a qualidade dos nossos produtos exportados e gerar valor para transformar para melhor a vida da população. No futuro, queremos que os produtos daqui, com o selo Amazônia, sejam cada vez mais valorizados e reconhecidos como sustentáveis, criativos e de qualidade superior”, enfatizou.
Financiamento permanente
De acordo com o presidente da Fundação de Amparo ao Desenvolvimento das Ações Científicas e Tecnológicas e à Pesquisa do Estado de Rondônia (Fapero), Paulo Haddad, a nova legislação cria condições fundamentais para o fortalecimento do ecossistema de inovação no estado. “A Lei de Inovação traz dois avanços extremamente importantes para Rondônia. O primeiro é a segurança jurídica para instrumentos como a subvenção econômica, permitindo que o Estado apoie empresas que investem em inovação. O segundo é a garantia de financiamento permanente para ciência, tecnologia e inovação por meio da destinação de 10% dos recursos do Fider. Isso fortalece o ambiente de pesquisa, desenvolvimento e inovação e cria condições para que Rondônia continue crescendo de forma sustentável”, ressaltou.
Com a sanção da lei, os trabalhos agora se concentram na regulamentação dos instrumentos previstos no novo marco legal. A coordenadora de Ciência, Tecnologia e Inovação da Sedec, Elizeth Mesquita, explicou que a minuta do decreto regulamentador já está sendo elaborada e será construída de forma colaborativa com os integrantes do ecossistema estadual de inovação. “A Sedec apresentará a minuta de decreto regulamentador, e em seguida, vamos reunir todos os integrantes do ecossistema para contribuir na construção final do texto.”
A expectativa é que a nova legislação fortaleça a capacidade do estado de atrair investimentos, estimular o empreendedorismo inovador, ampliar a competitividade das empresas rondonienses e consolidar uma economia cada vez mais baseada no conhecimento, na tecnologia e na inovação.
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