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Barraca da Igreja Batista Nacional marca presença nas comemorações dos 44 anos de Alta Floresta D’Oeste

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Barraca da Igreja Batista Nacional marca presença nas comemorações dos 44 anos de Alta Floresta D’Oeste

Alta Floresta D’Oeste, RO – O município de Alta Floresta D’Oeste celebra nesta quarta-feira, dia 17 de junho, o seu aniversário de 44 anos de emancipação política.

Em comemoração à data histórica, haverá feriado em todo o território municipal.

A folga oficial é respaldada pela Lei Municipal nº 57/1989, que instituiu o dia 17 de junho como feriado em homenagem à fundação e à trajetória da cidade.

A data representa um momento de celebração para a população local.

De acordo com o comunicado oficial divulgado pelas autoridades, o aniversário é uma oportunidade para celebrar as conquistas alcançadas ao longo de mais de quatro décadas, enaltecendo a força de sua gente e reforçando o compromisso com o futuro e o desenvolvimento de uma cidade cada vez melhor para todos os seus habitantes.

Com o slogan oficial “Alta Floresta D’Oeste, nossa casa, nosso orgulho!”o município reforça o sentimento de pertencimento e a identidade de sua comunidade nesta marcante celebração de 44 anos.

Fonte: Florestanoticias.com

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Bioeconomia, justiça climática, saúde e transição energética pautam programação da Semana do Clima da Amazônia, em Belém

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Bioeconomia, justiça climática, saúde e transição energética pautam programação da Semana do Clima da Amazônia, em Belém

BELÉM (PA), JUNHO DE 2026 – A programação da II Semana do Clima da Amazônia contará com uma extensa agenda de eventos autogestionados, que ocorrerão nos dias 1 a 4 de julho de 2026, em diferentes espaços de Belém e também em formato online.

As atividades irão reunir organizações da sociedade civil, instituições de pesquisa, empresas, coletivos, juventudes, povos indígenas, representantes do setor público e especialistas para debater temas ligados à justiça climática, bioeconomia, saúde, direitos humanos, sustentabilidade e transição energética.

Empresas e instituições interessadas em propor atividades podem realizar a inscrição por meio do site https://semanadoclimaamazonia.com.br, onde também está disponível a programação completa do evento.

Os eventos autogestionados fazem parte da proposta da Semana do Clima de ampliar a participação social e descentralizar os debates sobre o futuro da Amazônia, promovendo espaços de diálogo conectados às realidades dos territórios amazônicos.

Entre os destaques da programação está a série “ABC do Clima e Saúde”, promovida pela Afya Belém, com encontros nos dias 1º e 2 de julho. As atividades abordarão temas como prevenção de doenças relacionadas ao clima, impactos das escolhas alimentares na saúde planetária e formas de adaptação às mudanças climáticas.

Outro tema em evidência será a transição energética em territórios indígenas. O UNICEF e o Projeto Saúde & Alegria promoverão uma atividade dedicada à apresentação de experiências desenvolvidas nos territórios Yanomami, em Roraima, e Munduruku, no Pará.

A programação também contará com debates sobre desenvolvimento territorial sustentável na Amazônia, bioeconomia e protagonismo comunitário. Um dos eventos previstos é o “Programa Corredor: Parcerias multissetoriais para impulsionar o desenvolvimento territorial sustentável na Amazônia”, promovido pela Hydro, que reunirá representantes de comunidades, empresas, governos e organizações parceiras.

Outro destaque será o evento “Sociobioeconomia Viva: Povos e comunidades na liderança da transição justa nos territórios”, organizado pela Secretaria Adjunta de Bioeconomia da Semas-PA, no Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia.

A atividade discutirá o papel das populações amazônicas na construção de modelos sustentáveis de desenvolvimento.

As discussões sobre bioeconomia também estarão presentes na “Edição BioBusiness na Semana do Clima da Amazônia”, promovida pela Semas-PA, voltada ao fortalecimento do diálogo entre capital, inteligência territorial e negócios sustentáveis.

A programação incluirá ainda atividades voltadas à infraestrutura sustentável e aos desafios logísticos da floresta, como o evento “A Infraestrutura Invisível da Floresta em Pé”, promovido pelo Fundo Vale no Instituto Tecnológico Vale (ITV), que discutirá gargalos relacionados à bioeconomia amazônica, como perdas pós-colheita e desafios estruturais para cadeias produtivas da floresta.
A juventude amazônica também terá protagonismo em diferentes agendas da programação.

Entre elas está o encontro “Juventude, meio ambiente e terreiro: luta dos povos de terreiro acreanos”, realizado em formato online, promovendo debates sobre justiça socioambiental, juventude e valorização de saberes tradicionais.

Também serão realizados debates sobre moradia, justiça climática e preservação ambiental, como o evento “Juventudes da Amazônia entre o Direito à Moradia e a Justiça Climática: experiências de Roraima em áreas de preservação permanente”, promovido pelo Coletivo Jucia.

A programação do dia 3 de julho contará ainda com atividades voltadas à saúde mental e aos impactos da crise climática sobre as juventudes indígenas, como o evento online “O Peso do Clima: Saúde Mental e o Futuro das Juventudes Indígenas”, promovido pelo Instituto Witoto.

Outras agendas previstas incluem discussões sobre acesso à política pública para jovens agricultores da Amazônia Legal, com o evento “Acesso ao PRONAF Jovem: Caminho para a Transformação da Agricultura Familiar na Amazônia Legal”, além do encontro “Renovando o presente: da transição energética à resiliência nas novas cidades”, promovido pelo COJOVEM.

A agenda ainda abrirá espaço para debates relacionados a direitos humanos, sustentabilidade e justiça climática, com atividades como o “Festival +DH 2026”, do Instituto Ethos, e “Diálogos sobre Desenvolvimento, Direitos Humanos e Sustentabilidade”, promovido pela UNIQUITA.

Outro destaque será a atividade “Bússola para o Desenvolvimento Sustentável: conversa, troca e construção conjunta”, promovida pelo Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), com debates sobre propostas socioambientais e construção coletiva de soluções para o país.

A programação inclui ainda o evento “Rota 26-30: ações prioritárias para 5 grandes debates para as Amazônias”, promovido pela Uma Concertação pela Amazônia, que propõe reflexões sobre caminhos estratégicos para o futuro da região.

Além das atividades presenciais em espaços como o Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, ITV, Afya Belém e CESUPA, parte da programação será realizada de forma virtual, ampliando o alcance dos debates e permitindo a participação de diferentes territórios amazônicos.

Os eventos autogestionados integram a programação oficial da II Semana do Clima da Amazônia, que ocorrerá entre os dias 29 de junho e 4 de julho de 2026, em Belém.
Primeiro encontro climático após a COP30.

A programação reunirá representantes do setor privado, agentes públicos, pesquisadores, organizações da sociedade civil e lideranças em diferentes espaços de Belém para debater caminhos voltados à sustentabilidade, justiça climática e desenvolvimento regenerativo.

Entre os objetivos da edição de 2026 estão o monitoramento dos compromissos firmados durante a COP30, a conexão entre lideranças globais e amazônicas, a atração de novos investimentos regenerativos e o fortalecimento da participação de juventudes, mulheres e povos originários no centro das discussões climáticas.

Segundo Lucimar Souza, diretora de Desenvolvimento Territorial do Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), um dos correalizadores, a II Semana do Clima da Amazônia surge como um espaço fundamental para ampliar a participação da população amazônica nas discussões globais sobre mudanças climáticas.

“O principal legado da primeira edição foi trazer de forma estruturada para a Amazônia o debate sobre clima e a busca por soluções para os desafios da região. Durante muito tempo, as pessoas ouviam falar das Semanas do Clima acontecendo em outros países, e realizar esse encontro em Belém permitiu ampliar a participação da população amazônica nesse debate”, destacou.

A diretora também ressaltou que o evento busca fortalecer o protagonismo regional ao criar espaços de escuta, diálogo e proposição de soluções conectadas à realidade amazônica. “Além de discutir os desafios, a Semana do Clima também é um espaço de aprendizagem sobre o debate climático global, ajudando mais pessoas a compreenderem a importância desse tema”, afirmou.

A II Semana do Clima da Amazônia será estruturada em seis eixos temáticos da Agenda de Ação da COP30, considerados estratégicos para o futuro da floresta e da humanidade. O primeiro abordará os compromissos pós-COP30 e os chamados “Mapas do Caminho”, com debates sobre transição energética justa, afastamento dos combustíveis fósseis, adaptação climática e cooperação entre florestas tropicais.

Outro eixo será voltado às economias regenerativas e à sociobioeconomia, com discussões sobre soluções baseadas na natureza, restauração florestal, cadeias produtivas da biodiversidade e financiamento climático.

Também haverá espaço para debates sobre direitos territoriais, protagonismo de juventudes e povos originários, enfrentamento ao racismo ambiental e fortalecimento da cidadania. A programação ainda incluirá painéis sobre ciência, inovação e impactos das mudanças climáticas na saúde.

Entre as agendas previstas está a “Mesa Executiva da Bioeconomia – Beneficiamento do Açaí”, com a Secretaria de Estado de Meio Ambiente, Clima e Sustentabilidade (Semas-PA), programada para o dia 1º de julho, no Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia (PBIA).

A atividade terá como tema “Açaí Amazônico: saúde, nutrição e novas aplicações” e reunirá especialistas, pesquisadores, chefs, comunicadores e representantes da cadeia produtiva para discutir o potencial do açaí amazônico como alimento funcional, suas aplicações culinárias e industriais, além de estratégias para ampliar sua presença no mercado nacional e internacional.

A agenda também contará com degustações, apresentações empresariais e visita técnica a unidades de beneficiamento do produto.
Sobre a Semana do Clima.

O projeto reúne um amplo conjunto de organizações públicas, privadas e da sociedade civil com o propósito de debater soluções e propor ações estruturantes para enfrentar desafios ambientais, sociais, econômicos e culturais da Amazônia.

A iniciativa busca fortalecer uma visão de longo prazo para a região, alinhando políticas públicas e iniciativas privadas em prol de um desenvolvimento sustentável que equilibre conservação ambiental, geração de renda e bem-estar das populações locais.

Além disso, a programação coloca a Amazônia no contexto global das mudanças climáticas, destacando a importância da integração de esforços para a proteção desse bioma fundamental para o equilíbrio do planeta. A proposta é que a Semana do Clima da Amazônia aconteça anualmente, se expandindo para os demais estados da Amazônia Brasileira, fortalecendo a mobilização, o diálogo e a construção de soluções a partir dos territórios.

A primeira edição da Semana do Clima da Amazônia, realizada em 2025, demonstrou a dimensão e o impacto do evento ao reunir mais de 4 mil participantes, promover mais de 100 horas de programação e realizar mais de 35 eventos em Belém, contando ainda com a participação de mais de 30 organizações parceiras.

A edição de 2026 contará com patrocínio das empresas Hydro e Vale. O evento também reúne uma ampla rede de correalizadores, entre eles Afya, ASSOBIO, BRC Biodiversity Research Consortium, Certi, CESUPA, Cojovem, Conselho Nacional das Populações Extrativistas (CNS), Consórcio Interestadual de Desenvolvimento Sustentável da Amazônia Legal, CONTAG, Embrapa, Emergent, FIEPA, Governo do Estado / Secretaria do Meio Ambiente do Pará, Hydro, Instituto Clima e Sociedade (ICS), Instituto Democracia e Sustentabilidade (IDS), Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social, Instituto Peabiru, IPAM Amazônia, Instituto Sincronicidade (ISPIS), Instituto Tecnológico Vale (ITV), Museu Emílio Goeldi, Natura, Parque de Bioeconomia e Inovação da Amazônia, Plataforma Parceiros pela Amazônia (PPA), Prefeitura de Belém, Projeto Guardiãs da Floresta, Projeto Saúde & Alegria (PSA), Rede de Trabalho Amazônico – GTA, Saint-Gobain, Uma Concertação pela Amazônia e Vale.

Serviço:

II Semana do Clima da Amazônia
📅 Data: 29 de junho a 4 de julho de 2026
📍 Local: Belém (PA)
📝 Inscrições para painéis: já disponíveis
✅ Inscrições para eventos autogestionados: já disponíveis
📌 Eventos autogestionados: 1 a 4 de julho
📌 Programação principal: 29 e 30 de junho
🌐 Mais informações e inscrições: Semana do Clima da Amazônia

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Polícia Federal apreende mais de 26 kg de drogas no Aeroporto de Porto Velho/RO

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Polícia Federal apreende mais de 26 kg de drogas no Aeroporto de Porto Velho/RO

Entre janeiro e junho de 2026, foram realizadas 261 operações integradas, resultado de uma estratégia baseada na atuação conjunta das forças de segurança

UMs ações integradas de segurança pública tem sido ampliadas em todas as regiões do estado em um trabalho realizado pelo governo de Rondônia, por meio da Secretaria de Estado da Segurança, Defesa e Cidadania (Sesdec).

Entre janeiro e junho de 2026, foram realizadas 261 operações integradas, resultado de uma estratégia baseada na atuação conjunta das forças de segurança, inteligência policial e presença operacional, fortalecendo o enfrentamento à criminalidade e contribuindo para a melhoria dos indicadores de segurança.

As operações são desenvolvidas de forma coordenada pelas instituições que compõem o sistema estadual de segurança pública, com foco na prevenção e repressão qualificada aos crimes, ampliando a presença do estado em áreas urbanas, rurais e de fronteira. Em Porto Velho, as unidades operacionais realizaram 64 operações no período, reforçando o policiamento preventivo, ampliando a sensação de segurança da população e aumentando a capacidade de resposta das forças policiais.

O governador de Rondônia, Marcos Rocha, ressaltou que os resultados obtidos são fruto do trabalho conjunto das forças de segurança e dos investimentos realizados para aprimorar a atuação no estado. “A integração entre os órgãos, aliada ao uso de tecnologia e inteligência, tem contribuído para fortalecer as ações de segurança pública. O objetivo é garantir melhores condições de trabalho aos profissionais e ampliar a proteção da população em todas as regiões.”

Na Capital, Porto Velho, as unidades operacionais realizaram 64 operações

Entre as principais iniciativas está a Operação “Dominus Divisa e Fronteira”, voltada ao combate ao crime organizado em áreas rurais, regiões de fronteira e invasões de terras. A Operação “Máximus” atua na repressão qualificada aos crimes praticados em áreas urbanas, enquanto a Operação “Iléia” concentra esforços no combate aos crimes ambientais por meio da atuação integrada de diversos órgãos estaduais.

A estratégia operacional também contempla a Operação “Visibilidade”, responsável por ampliar a presença das forças de segurança em locais de grande circulação de pessoas e veículos; a Operação “Reforço”, que fortalece o atendimento das ocorrências acionadas pelo telefone 190; e a Operação “Comércio Seguro”, destinada à prevenção de furtos, roubos e atos de vandalismo em áreas comerciais.

Outras ações importantes incluem a Operação “Sonus Off”, que intensifica a fiscalização contra a perturbação do sossego público, e a Operação “Fio Desencapado”, voltada ao combate ao furto de fios elétricos, cabos de telecomunicações e registros de água.

O secretário da Sesdec, Hélio Pachá, salientou que a integração entre os órgãos de segurança tem sido um dos pilares para os resultados obtidos no estado. “Cada operação é planejada com base em dados de inteligência e executada de forma integrada pelas forças de segurança. Essa atuação coordenada permite maior eficiência no combate à criminalidade, amplia a presença do estado nas áreas mais sensíveis e fortalece a proteção da população. O trabalho conjunto continua sendo uma das principais estratégias para manter os avanços conquistados em Rondônia.”

Além das operações regulares, Rondônia mantém forças-tarefas permanentes de combate ao crime organizado, como a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO), a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado (FTICCO) e a Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Vale do Jamari (FICCOVJ), estruturas que reúnem instituições estaduais e federais em ações coordenadas de inteligência, investigação e repressão qualificada.

As operações integram a política estadual de segurança pública, que prioriza a atuação preventiva, a integração institucional e o uso de tecnologia para ampliar a eficiência das ações e garantir mais segurança para a população rondoniense.

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Exame toxicológico passa a ser exigido na primeira habilitação das categorias A e B

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Exame toxicológico passa a ser exigido na primeira habilitação das categorias A e B

A ação representa um importante passo para garantir cidadania, segurança alimentar e geração de renda para as famílias indígenas atendidas pela Emater-RO

UMs políticas públicas do governo de Rondônia de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) estão transformando a realidade das comunidades indígenas de Rondônia.

Os serviços, prestados pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) promovem inclusão produtiva com sustentabilidade, desenvolvimento econômico, acesso às políticas públicas e fortalecimento da agricultura familiar nos territórios tradicionais, representando a sua cultura e tradição.

Nos últimos anos, a Emater-RO vem trabalhando com a Ater indígena atendendo uma demanda da própria comunidade, que busca desenvolver suas atividades de forma sustentável, tradicional e competitiva. As ações foram iniciadas e intensificadas em regiões que envolvem a Terra indígena Rio Branco, em Alta Floresta d’Oeste; com o povo Aruá, na região de Ji-Paraná, atendendo os povos Gavião e Arara; e na região de Cacoal e Espigão do Oeste, com os povos Paitér-Suruí e Cinta Larga, com orientação para cultivo de café, cacau, milho e outras culturas.

Um dos principais avanços alcançados com apoio da instituição foi a emissão de mais de 900 Cadastros da Agricultura Familiar (CAF), documento essencial para que agricultores indígenas tenham acesso aos programas governamentais de incentivo à produção, comercialização e crédito rural. A ação representa um importante passo para garantir cidadania, segurança alimentar e geração de renda para as famílias indígenas atendidas pela Emater-RO.

A comunidade conseguiu aderir a programas como o Programa de Aquisição de Alimento (PAA)

Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, além de promover a inclusão produtiva dando acesso a quem quer produzir, os investimentos consolidam o desenvolvimento sustentável do estado. “Quando garantimos acesso à assistência técnica, ao crédito rural e às políticas públicas aos povos originários, estamos promovendo oportunidades, valorizando sua cultura e gerando desenvolvimento com inclusão social”, salientou.

COMERCIALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO

Segundo o extensionista do escritório da Emater-RO, em Espigão do Oeste, Erick Nogueira, com a viabilização desse acesso, a comunidade conseguiu aderir ao Programa de Aquisição de Alimento (PAA) e recebe assistência para a comercialização da produção e a agregação de valor aos produtos indígenas. “O PAA é mais um incentivo para fomentar a agricultura familiar nas pequenas comunidades, onde o produtor tem a certeza da venda de sua produção em qualquer quantidade”, explicou.

A adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) também trouxe resultados para os agricultores familiares indígenas da Aldeia Pingo D’Água, da etnia Cinta Larga. Na última semana foi realizada a primeira comercialização por meio do PAA Indígena, resultando na venda de quase uma tonelada de produtos cultivados na aldeia, beneficiando mais de 30 agricultores familiares indígenas. “A iniciativa fortalece a produção local e assegura mercado para os alimentos produzidos nas aldeias”, afirmou o diretor-presidente da Emater-RO, Hermes José Dias Filho.

Produtor indígena Gilberto Oro Nao, viu no crédito rural, uma oportunidade

Outro destaque é o avanço do programa de microcrédito rural, através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar na categoria B (Pronaf B), que já ultrapassa R$ 15 milhões em contratações, com 1.811 projetos elaborados e 549 em elaboração com assistência da Emater-RO. A linha de crédito contempla agricultores familiares, indígenas, quilombolas, extrativistas e pescadores artesanais, oferecendo condições facilitadas para investimentos produtivos, ampliação da renda e melhoria da qualidade de vida no campo

INVESTIMENTO E RESPEITO ÀS TRADIÇÕES

Para o produtor indígena Gilberto Oro Nao, o acesso ao microcrédito representa a oportunidade de transformar projetos em realidade e ampliar a produção da propriedade. “Quero investir em um viveiro ecológico, plantar mais banana, milho e mandioca. Também penso em trabalhar com avicultura e, futuramente com piscicultura. Esse crédito ajuda a gente a produzir mais, gerar renda e continuar trabalhando na nossa terra”, destacou.

Criada para respeitar os conhecimentos tradicionais e promover o desenvolvimento sustentável das comunidades, a Ater Indígena vem consolidando um novo modelo de atendimento, unindo assistência técnica, acesso ao crédito e inclusão nas políticas públicas. O resultado é mais produção, mais renda e mais oportunidades para os povos originários de Rondônia, intensificando a autonomia das comunidades e contribuindo para o desenvolvimento rural sustentável do estado.

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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