Mais de meio quilo de comprimidos de ecstasy, porções de maconha, três armas de fogo, 42 munições e acessórios para armamento foram apreendidos por policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) durante a Operação Maximus, na noite desta segunda-feira (22), por volta de 23h50, em Porto Velho. Carlos de O. S., 25 anos foi preso.
O material estava escondido na antiga boate Papo de Esquina, na rua Algodoeiro, zona sul da cidade. Parte dos objetos foi encontrada enterrada e ocultada em compartimentos cobertos por terra, preparados para dificultar a localização pelas forças de segurança.
A busca ocorreu após o aprofundamento de apurações iniciadas em uma ocorrência no mesmo complexo de imóveis, onde já haviam sido presos duas pessoas por tráfico de drogas. Conforme a ocorrência, apareceram novos indícios de que havia mais entorpecentes e materiais ilícitos armazenados no local.
Durante as buscas, os policiais apreenderam 584 gramas de comprimidos de ecstasy e 89 gramas de substância análoga à maconha. Também foram encontradas uma pistola Taurus PT100 AFS calibre .40 carregada com 11 munições intactas, uma pistola Taurus TS9 calibre 9×19 mm com carregador contendo 17 munições intactas da marca CBC e com o número de série raspado, além de uma carabina Rossi calibre 9×19 mm equipada com carregador contendo 14 munições intactas.
No terreno ainda foram localizados uma balança digital de precisão utilizada para pesagem e fracionamento de entorpecentes e três miras de aumento destinadas a armamento longo.
Carlos de O. S., ainda conforme a ocorrência, foi identificado como responsável pela guarda, manutenção e vigilância dos materiais encontrados, além da venda dos entorpecentes. Os policiais também apontaram que a forma de ocultação das drogas, armas e acessórios demonstrava organização e planejamento para manter o depósito clandestino em funcionamento.
A ação representa um importante passo para garantir cidadania, segurança alimentar e geração de renda para as famílias indígenas atendidas pela Emater-RO
As políticas públicas do governo de Rondônia de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater) estão transformando a realidade das comunidades indígenas de Rondônia.
Os serviços, prestados pela Entidade Autárquica de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado de Rondônia (Emater-RO) promovem inclusão produtiva com sustentabilidade, desenvolvimento econômico, acesso às políticas públicas e fortalecimento da agricultura familiar nos territórios tradicionais, representando a sua cultura e tradição.
Nos últimos anos, a Emater-RO vem trabalhando com a Ater indígena atendendo uma demanda da própria comunidade, que busca desenvolver suas atividades de forma sustentável, tradicional e competitiva. As ações foram iniciadas e intensificadas em regiões que envolvem a Terra indígena Rio Branco, em Alta Floresta d’Oeste; com o povo Aruá, na região de Ji-Paraná, atendendo os povos Gavião e Arara; e na região de Cacoal e Espigão do Oeste, com os povos Paitér-Suruí e Cinta Larga, com orientação para cultivo de café, cacau, milho e outras culturas.
Um dos principais avanços alcançados com apoio da instituição foi a emissão de mais de 900 Cadastros da Agricultura Familiar (CAF), documento essencial para que agricultores indígenas tenham acesso aos programas governamentais de incentivo à produção, comercialização e crédito rural. A ação representa um importante passo para garantir cidadania, segurança alimentar e geração de renda para as famílias indígenas atendidas pela Emater-RO.
A comunidade conseguiu aderir a programas como o Programa de Aquisição de Alimento (PAA)
Para o governador de Rondônia, Marcos Rocha, além de promover a inclusão produtiva dando acesso a quem quer produzir, os investimentos consolidam o desenvolvimento sustentável do estado. “Quando garantimos acesso à assistência técnica, ao crédito rural e às políticas públicas aos povos originários, estamos promovendo oportunidades, valorizando sua cultura e gerando desenvolvimento com inclusão social”, salientou.
COMERCIALIZAÇÃO DA PRODUÇÃO
Segundo o extensionista do escritório da Emater-RO, em Espigão do Oeste, Erick Nogueira, com a viabilização desse acesso, a comunidade conseguiu aderir ao Programa de Aquisição de Alimento (PAA) e recebe assistência para a comercialização da produção e a agregação de valor aos produtos indígenas. “O PAA é mais um incentivo para fomentar a agricultura familiar nas pequenas comunidades, onde o produtor tem a certeza da venda de sua produção em qualquer quantidade”, explicou.
A adesão ao Cadastro Ambiental Rural (CAR) também trouxe resultados para os agricultores familiares indígenas da Aldeia Pingo D’Água, da etnia Cinta Larga. Na última semana foi realizada a primeira comercialização por meio do PAA Indígena, resultando na venda de quase uma tonelada de produtos cultivados na aldeia, beneficiando mais de 30 agricultores familiares indígenas. “A iniciativa fortalece a produção local e assegura mercado para os alimentos produzidos nas aldeias”, afirmou o diretor-presidente da Emater-RO, Hermes José Dias Filho.
Produtor indígena Gilberto Oro Nao, viu no crédito rural, uma oportunidade
Outro destaque é o avanço do programa de microcrédito rural, através do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar na categoria B (Pronaf B), que já ultrapassa R$ 15 milhões em contratações, com 1.811 projetos elaborados e 549 em elaboração com assistência da Emater-RO. A linha de crédito contempla agricultores familiares, indígenas, quilombolas, extrativistas e pescadores artesanais, oferecendo condições facilitadas para investimentos produtivos, ampliação da renda e melhoria da qualidade de vida no campo
INVESTIMENTO E RESPEITO ÀS TRADIÇÕES
Para o produtor indígena Gilberto Oro Nao, o acesso ao microcrédito representa a oportunidade de transformar projetos em realidade e ampliar a produção da propriedade. “Quero investir em um viveiro ecológico, plantar mais banana, milho e mandioca. Também penso em trabalhar com avicultura e, futuramente com piscicultura. Esse crédito ajuda a gente a produzir mais, gerar renda e continuar trabalhando na nossa terra”, destacou.
Criada para respeitar os conhecimentos tradicionais e promover o desenvolvimento sustentável das comunidades, a Ater Indígena vem consolidando um novo modelo de atendimento, unindo assistência técnica, acesso ao crédito e inclusão nas políticas públicas. O resultado é mais produção, mais renda e mais oportunidades para os povos originários de Rondônia, intensificando a autonomia das comunidades e contribuindo para o desenvolvimento rural sustentável do estado.
Em uma noite cheia de expectativa e alegria, o Mercado Brustolin realizou neste sábado, dia 30 de maio, às 19h, o tão aguardado 3º sorteio do seu Festival de Prêmios. A ação promocional distribuiu mais de R$ 3 mil em premiações, divididos entre valores expressivos em dinheiro e um super prêmio para o lar.
O evento foi realizada em parceria com o site Floresta Notícias. Antes de puxarem os cupons premiados da urna, a equipe fez questão de misturar muito bem os bilhetes acumulados na urna promocional instalada no mercado, garantindo total transparência e igualdade de chances a todos os clientes que compraram e preencheram seus cupons nas últimas semanas.
Durante o evento, os organizadores reforçaram o pedido para que todos os clientes e amigos sigam a página oficial do Mercado Brustolin no Instagram, garantindo que ninguém fique de fora das próximas promoções e ofertas exclusivas do açougue, mercearia e feirinha.
Confira a lista oficial dos ganhadores do Festival de Prêmios:
1º Sorteio (R$ 1.500,00 em dinheiro): Henrique Fieki Clayton
2º Sorteio (R$ 1.000,00 em dinheiro): José Bonifácio
3º Sorteio (R$ 500,00 em dinheiro): Flávio Disch
4º Sorteio (R$ 300,00 em dinheiro): Ivan Automajó
5º Sorteio (1 Cama Box de Casal): Marciel MR
Ao final do sorteio, a gerência e os colaboradores agradeceram imensamente a confiança de cada cliente que escolhe o Mercado Brustolin para fazer suas compras diárias. “Queremos agradecer a todos os clientes e amigos que participaram de mais essa grande promoção.
Continuem comprando e preenchendo seus cupons, porque tem muito mais novidades e prêmios vindo por aí!”, encerrou a equipe.
A decisão sobre qual material genético plantar define o teto produtivo de toda a safra. Nenhum manejo posterior consegue superar as limitações impostas por uma semente de baixa qualidade. O potencial embutido no embrião determina quanto a planta conseguirá expressar diante das condições oferecidas.
Investir em materiais superiores não é gasto, mas aplicação com retorno garantido no final do ciclo. O agricultor que compreende essa relação sai na frente desde o momento da aquisição. Cada real dedicado à compra reflete diretamente no resultado colhido meses depois.
Os pilares que definem a qualidade do material
Pureza física e varietal do lote adquirido
A composição entregue pelo fornecedor precisa atender a padrões rigorosos estabelecidos pela legislação brasileira. Sementes de outras espécies, fragmentos vegetais ou material inerte comprometem a precisão da semeadura mecanizada. Misturas varietais dentro do mesmo saco geram plantas com ciclos diferentes, dificultando o manejo integrado.
A pureza declarada no rótulo deve ser verificada por análises independentes sempre que possível. Exigir certificação de qualidade é direito do comprador que protege seu próprio investimento na lavoura.
Germinação e vigor como indicadores complementares
A porcentagem de germinação revela quantas sementes irão produzir plântulas normais em condições favoráveis de ambiente. O vigor, por sua vez, indica a capacidade de emergir sob estresse, como frio ou seca prolongada.
Lotes com alta germinação, mas baixo vigor, falham justamente nos cenários mais desafiadores do campo real. Os testes de tetrazólio e envelhecimento acelerado fornecem dados complementares sobre a qualidade fisiológica. Essas informações orientam a decisão de compra e o ajuste da densidade de semeadura recomendada.
Sanidade e ausência de patógenos transmitidos pela semente
Fungos e bactérias associados ao material viajam com ele do armazém até o solo úmido da lavoura. Patógenos como Fusarium, Aspergillus e Penicillium causam apodrecimento antes mesmo da germinação completa. Nematoides e vírus também podem ser transmitidos via materiais contaminados de origem duvidosa.
A análise sanitária prévia identifica problemas invisíveis a olho nu, evitando surpresas desagradáveis. Lotes com incidência acima do tolerado devem ser rejeitados ou submetidos a tratamento específico.
O tratamento como aliado na preservação da qualidade
Barreira química contra ameaças do ambiente
Depositada no sulco, a semente fica exposta a diversos organismos presentes naturalmente no perfil do solo. Fungos de solo, larvas de insetos e nematoides atacam o embrião nos primeiros dias críticos de vida.
Uma semente tratada recebe camada protetora que combate esses inimigos invisíveis durante a germinação. O revestimento com fungicidas e inseticidas sistêmicos forma barreira química ao redor do material semeado. Essa proteção inicial permite que a planta nasça forte e alcance os estádios seguintes com saúde.
Nutrição de arranque incorporada ao invólucro protetor
Além da proteção fitossanitária, o tratamento pode carregar nutrientes essenciais para o desenvolvimento inicial. Fósforo, zinco e molibdênio aplicados diretamente na semente ficam disponíveis desde a hidratação.
Bioestimulantes à base de aminoácidos e algas aceleram a emissão de raízes e a absorção de recursos do solo. Cobalto e molibdênio são especialmente relevantes para leguminosas que dependem da fixação biológica de nitrogênio. Essa nutrição localizada turbina o arranque vegetativo e reduz a dependência de adubações corretivas tardias.
A importância do timing entre tratamento e plantio
Produtos aplicados sobre a semente têm janela de eficácia que precisa ser respeitada rigorosamente. O tratamento realizado muito antes da semeadura perde concentração e poder de proteção no campo.
Condições inadequadas de armazenamento após o beneficiamento aceleram a degradação dos ingredientes ativos. O ideal é tratar próximo à data prevista para a deposição no solo agricultável. Esse cuidado garante que a semente chegue ao sulco com toda sua capacidade protetiva preservada.
A ligação entre material de qualidade e produtividade final
Diversos ensaios comparativos demonstram ganhos expressivos com o uso de materiais geneticamente superiores. A diferença entre um lote certificado e um de baixa qualidade ultrapassa vinte sacas por hectare. A uniformidade de emergência proporcionada por sementes vigorosas reduz a competição entre plantas vizinhas.
Lavouras estabelecidas com material de alto padrão atingem maturidade mais cedo e de forma sincronizada. O produtor que prioriza qualidade na origem colhe resultados visíveis já na primeira safra.
Armazenamento correto para preservar o potencial adquirido
Mesmo a melhor semente perde qualidade se mantida em condições inadequadas de ambiente. A temperatura elevada acelera a respiração do embrião, consumindo as reservas energéticas necessárias à germinação.
A umidade relativa acima de sessenta por cento favorece o desenvolvimento de fungos durante a estocagem. Locais arejados, secos e protegidos da luz solar direta prolongam a viabilidade do lote armazenado. Sacos empilhados sobre pallets evitam contato com a umidade do piso e possibilitam ventilação adequada.
Critérios para avaliar o custo-benefício na aquisição
Sementes certificadas custam mais caro na compra, mas o retorno sobre o investimento justifica o valor. O cálculo considera a diferença de produtividade esperada multiplicada pelo preço da commodity. Reduções na densidade de semeadura compensam parte do custo elevado de materiais de alto vigor.
A segurança proporcionada por lotes testados reduz riscos que comprometem toda a safra planejada. O agricultor experiente sabe que economizar na semente é o pior lugar para cortar gastos.
A rastreabilidade como garantia de origem e conformidade
Materiais certificados trazem informações detalhadas sobre sua origem genética e histórico de produção. A rastreabilidade permite identificar lotes problemáticos e acionar o fornecedor em caso de não conformidade. Certificações oficiais atestam que os padrões mínimos exigidos foram rigorosamente atendidos. Essa documentação protege o comprador e valoriza toda a cadeia produtiva envolvida. Exigir nota fiscal e boletins de análise é prática indispensável na aquisição responsável.
Conclusão
A qualidade da semente representa o alicerce sobre o qual se constrói a safra inteira. Cada aspecto, da pureza ao vigor, passando pela sanidade e pelo tratamento aplicado, influencia o resultado. Investir em materiais superiores não é luxo, mas decisão técnica baseada em evidências agronômicas sólidas.
O produtor que começa com sementes de alto padrão constrói vantagem que se acumula ao longo do ciclo. A colheita generosa começa muito antes, no momento exato em que a primeira semente toca o solo.
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