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Marcos Rogério é oficializado candidato ao Governo pelo PL e destaca união política por Rondônia – Eleições – WEB TV ALTERNATIVA
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5 dias agoon
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celio
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A poltrona tem uma característica que poucos móveis possuem: ela muda o ambiente em que está. Uma sala sem poltrona é funcional. Uma sala com a poltrona certa tem personalidade, tem um canto que convida, tem um ponto focal que organiza visualmente o espaço inteiro. O mesmo vale para o quarto, para a varanda, para o escritório em casa e até para o quarto do bebê.
Mas esse potencial de transformação vem acompanhado de uma armadilha comum: a poltrona escolhida sem critério pode ser grande demais para o espaço, incompatível com o uso pretendido, feita com material inadequado para o ambiente ou esteticamente destoante do restante da decoração. Esses erros são frequentes, e a maioria deles pode ser evitada com um pouco mais de informação antes da compra.
Neste guia completo, você vai entender quais critérios definem a escolha certa de poltrona para cada cômodo da casa, quais tipos existem e para que servem, quais materiais funcionam melhor em cada contexto e como combinar a poltrona com o restante da decoração de forma harmoniosa.
Antes de tudo: defina a função da poltrona
Esse é o primeiro passo e o mais ignorado. A poltrona vai ser usada para quê, exatamente? A resposta para essa pergunta determina o tipo de modelo, o nível de conforto necessário, a profundidade ideal do assento e os recursos que farão diferença no uso diário.
A escolha começa pela função pretendida. Para canto de leitura, busque modelos com braço, encosto médio a alto e profundidade entre 80 e 95 cm. Para assento extra ocasional na sala, modelos slim sem braço economizam espaço. Para descanso pesado, televisão e soneca, reclinável ou poltrona do papai oferecem ergonomia mais completa.
Também é importante considerar quem vai usar a poltrona com mais frequência. Uma poltrona para leitura diária exige suporte lombar adequado e profundidade de assento que permita sentar com as costas completamente apoiadas. Uma poltrona decorativa que vai receber visitas ocasionais tem requisitos muito diferentes. Uma poltrona de amamentação precisa de características específicas que nenhum outro tipo de uso exige da mesma forma.
Os principais tipos de poltrona e quando usar cada um
Poltrona decorativa
É o tipo mais versátil e o mais presente nas salas de estar brasileiras. Tem como função principal criar um ponto de assento adicional ao sofá, adicionar cor ou textura ao ambiente e compor visualmente o espaço com personalidade.
Na sala, a poltrona decorativa é uma aliada para criar mais pontos de assento e dar um toque de personalidade. Ela complementa o sofá, adicionando cor ou textura. O segredo é pensar no espaço disponível e no estilo geral do ambiente.
Para criar ponto focal, escolha poltrona em cor ou material que contraste com o sofá: veludo verde em sala neutra, bouclê cru em sala escura, couro caramelo em sala clássica. Combine com mesa lateral próxima para apoiar luminária e copo, criando um canto funcional além do decorativo.
Poltrona reclinável
É a escolha quando o conforto para longos períodos é a prioridade. Mecanismos que inclinam o encosto e elevam o apoio de pés transformam a poltrona em um espaço completo de descanso, adequado para assistir televisão, ler ou relaxar após o trabalho.
Um ponto técnico importante: a poltrona reclinável precisa de 70 a 90 cm de folga atrás para que o mecanismo de reclinação funcione completamente sem encostar na parede. Esse espaço precisa ser planejado antes da compra. Modelos modernos têm mecanismo elétrico com controle integrado, função massagem e suporte para pés.
Poltrona do papai
É uma versão mais robusta da reclinável, com estrutura mais ampla, assento mais fundo e mecanismo de reclinação mais completo, geralmente permitindo posição quase horizontal. É a escolha mais indicada para quem quer o máximo de conforto para uso de televisão e descanso prolongado. Ocupa mais espaço do que os outros tipos e precisa de ambiente com dimensões generosas para não parecer desproporcional.
Poltrona de amamentação e glider
Desenvolvida especificamente para o contexto do quarto do bebê, essa poltrona prioriza o conforto da mãe durante os longos minutos de amamentação e o movimento suave que acalma o bebê. O modelo glider oferece um balanço sutil que é especialmente eficaz para ninar. Muitos modelos combinam balanço com giro de 360°, facilitando o posicionamento sem esforço.
Tecidos macios como suede, linho e veludo são os mais confortáveis para esse uso. Além disso, é importante optar por materiais resistentes e fáceis de limpar, já que pequenos acidentes com leite ou líquidos são comuns nessa fase. A boa notícia é que muitos modelos têm design neutro e elegante o suficiente para continuar sendo usados como poltrona decorativa no quarto, sala de estar ou cantinho de leitura, mesmo após o período de amamentação.
Poltrona giratória
Combina funcionalidade e dinamismo. A base giratória permite alterar a direção do assento sem precisar mover o móvel inteiro, o que é especialmente útil em escritórios onde se alterna entre computador, mesa e interlocutores, e em salas de TV onde a poltrona precisa se adaptar a diferentes ângulos de visão conforme a situação.
Poltrona na sala de estar: como integrar sem comprometer a harmonia
A sala de estar é o ambiente onde a poltrona tem mais possibilidades e também onde os erros de escala e estilo aparecem com mais clareza.
O critério de escala é o mais importante. A poltrona deve ser proporcional ao sofá e ao tamanho da sala. Uma poltrona muito grande em uma sala pequena pode deixar o ambiente apertado, enquanto uma poltrona muito pequena em uma sala grande pode parecer desproporcional e desequilibrada visualmente.
O estilo da poltrona deve estar em sintonia com a decoração da sala. A escolha deve considerar a paleta de cores predominante e os materiais já presentes na sala, como madeira do rack, tecido das cortinas e revestimento do sofá. Poltronas em tecidos como veludo ou linho costumam reforçar a sofisticação em ambientes clássicos.
Para ambientes contemporâneos ou minimalistas, modelos com linhas retas, estrutura mais leve e poucos detalhes ornamentais funcionam melhor. Uma poltrona com design mais leve visualmente, mesmo quando ocupa espaço físico semelhante a modelos mais robustos, tende a transmitir a impressão de um ambiente menos carregado.
Uma peça que contraste sutilmente com o sofá, sem destoar completamente da paleta da sala, costuma criar o efeito mais harmonioso. O contraste intencional, como uma poltrona em veludo verde em uma sala predominantemente neutra, por exemplo, é uma estratégia eficaz para criar ponto focal sem gerar desorganização visual.
Poltrona no quarto: conforto e amplitude em equilíbrio
O quarto é o segundo ambiente mais comum para poltrona, e os critérios aqui são ligeiramente diferentes dos da sala.
Em quartos pequenos, prefira modelos com pés aparentes e estrutura visualmente leve. Cores claras como off-white, bege e cinza claro reforçam a sensação de amplitude. Em quartos amplos, vale uma poltrona grande em veludo ou bouclê como peça de destaque, posicionada na ponta da cama ou em frente à janela, criando uma atmosfera de hotel boutique.
No quarto, a poltrona reclinável serve como espaço adicional de conforto, seja para leitura, amamentação ou simplesmente relaxar antes de dormir. Ao escolher um modelo que harmonize com a decoração do ambiente e que não ocupe muito espaço, é possível manter a funcionalidade e a estética do cômodo ao mesmo tempo.
O posicionamento no quarto mais funcional é geralmente ao lado de uma janela, criando um canto de leitura com luz natural, ou na ponta da cama, onde funciona como espaço de apoio para dobrar roupas e sentar ao se arrumar. Uma mesa lateral pequena e uma luminária de piso completam esse cantinho de forma muito eficaz.
Poltrona na varanda: o que muda quando o ambiente é externo
A varanda é o ambiente que exige o maior cuidado na escolha do material, porque a exposição ao sol, à chuva, ao vento e à variação de temperatura demanda características que poltronas de uso interno simplesmente não têm.
Uma poltrona decorativa para sala dificilmente será feita com material indicado para ficar ao ar livre. No caso de um móvel posicionado na varanda, é ideal investir em materiais mais resistentes aos impactos do clima, como vento, raios solares, chuva e mudanças de temperatura.
Os materiais mais indicados para poltrona de varanda são:
O alumínio é o material mais resistente às ações do vento, chuva e sol, sendo o mais aconselhado para ambientes externos abertos. Leve, anticorrosivo e com vida útil longa, é especialmente indicado para varandas sem cobertura ou com exposição intensa ao tempo.
A fibra plástica, também chamada de fibra sintética ou rattan sintético, é recomendada para uso em ambientes abertos, especialmente por não esquentar excessivamente quando há muito sol. Seu aspecto natural imita o rattan tradicional com muito mais durabilidade e resistência à umidade.
A madeira com tratamento é uma boa opção para varandas cobertas e semi-cobertas. Para prolongar a durabilidade da peça, invista em processos como vitrificação ou aplicação de camada acrílica protetora, que impedem a absorção de umidade e o ressecamento causado pela exposição ao sol.
Tecidos de estofados para varanda devem ter tratamento hidrófugo, que repele água, e proteção anti-UV, que evita o desbotamento causado pela exposição solar. Na ausência dessas características, o estofado deteriora rapidamente mesmo em varandas cobertas.
Poltrona no escritório em casa: equilíbrio entre função e estética
O escritório doméstico ganhou muito mais importância no cotidiano brasileiro com a consolidação do trabalho remoto, e a poltrona tem um papel específico nesse contexto.
Para quem recebe clientes ou parceiros em casa, uma poltrona no escritório cria um espaço de reunião mais informal e acolhedor do que apenas cadeiras de escritório convencionais. Nesse contexto, a poltrona deve ser ergonômica o suficiente para sessões de conversa que podem durar uma ou duas horas, mas também esteticamente alinhada com a identidade visual do escritório.
A poltrona giratória se destaca especialmente nesse contexto. A capacidade de girar sem mover o móvel inteiro é uma vantagem real em espaços compactos e em situações onde você alterna entre computador, papéis e interlocutores com frequência.
Para estilo, se a proposta do escritório é moderna, aposte em estruturas metálicas, linhas retas e tecidos neutros. Já ambientes clássicos pedem madeiras nobres e tecidos com textura ou padronagens sutis.
Materiais: o que cada um entrega e quando faz sentido
A escolha do material do revestimento da poltrona tem impacto direto no conforto, na durabilidade, na facilidade de manutenção e no estilo visual da peça.
O veludo entrega uma textura rica e um visual sofisticado que funciona especialmente bem em ambientes contemporâneos e clássicos. Ressalta muito bem as cores, o que o torna excelente para poltronas que funcionam como ponto focal. A desvantagem é a sensação térmica em dias muito quentes, já que o veludo retém mais calor do que tecidos naturais.
O linho e o algodão são os materiais com melhor desempenho térmico para climas quentes. Respiráveis, naturais e com um aspecto orgânico que combina com estilos escandinavo, boho e contemporâneo, são especialmente recomendados para uso no Brasil. A limpeza exige mais atenção do que o couro, mas a sensação de conforto em dias quentes compensa.
O couro legítimo e o couro sintético oferecem durabilidade superior e facilidade de limpeza, sendo a escolha mais indicada para lares com crianças pequenas e animais de estimação. Poltronas de couro, por exemplo, são populares pela durabilidade e facilidade de manutenção, mas podem requerer cuidados específicos com hidratação periódica no caso do couro legítimo.
O bouclé é uma das apostas mais fortes da decoração contemporânea de 2026. Sua textura irregular e aspecto artesanal criam uma qualidade visual muito valorizada em composições minimalistas e escandinava-inspired, e sua resistência ao desgaste é superior à de muitos tecidos lisos.
O suede é uma alternativa intermediária muito versátil: mais fácil de limpar do que linho e algodão, mais respirável do que veludo e com um aspecto aveludado que funciona bem em diferentes estilos.
Ergonomia: o critério que decide se a poltrona vai ser usada ou decorar
Uma poltrona que parece linda mas causa desconforto depois de 20 minutos não vai ser usada. Ela vai decorar o canto da sala sem cumprir sua função real, que é criar um espaço convidativo para sentar.
Os critérios ergonômicos mais importantes são a altura do assento, a profundidade e o suporte do encosto. Para uso de leitura ou descanso prolongado, verifique se o encosto oferece suporte adequado para a coluna lombar e cervical. Dimensões: meça o espaço disponível para garantir que a poltrona não bloqueie a circulação. Material de Revestimento: escolha tecidos resistentes como linho ou veludo conforme a frequência de uso. Estrutura: prefira madeiras maciças ou metais reforçados para maior vida útil.
Uma boa poltrona não é apenas estética: ela é investimento de longo prazo. Por isso, opte por peças com materiais de alta durabilidade e acabamento artesanal. Esses detalhes são a diferença entre um móvel bonito e um móvel que envelhece bem.
Como não errar no tamanho: o guia de medidas
Esse é o passo prático mais ignorado e o que mais causa arrependimento pós-compra. Antes de comprar qualquer poltrona, meça o espaço disponível no cômodo e considere:
A largura total da poltrona incluindo braços, não apenas o assento. Uma poltrona de 80 cm de largura em uma parede de 100 cm vai parecer espremida e comprometer a circulação ao redor.
O espaço livre à frente da poltrona. Para acesso confortável, mantenha pelo menos 60 a 80 cm de circulação entre a poltrona e o móvel mais próximo à frente.
Para poltronas reclináveis, o espaço necessário atrás do móvel é de 70 a 90 cm para que o mecanismo funcione completamente sem danificar a parede.
A altura do assento em relação à altura dos usuários. Um assento muito baixo dificulta sentar e levantar para pessoas mais altas ou com limitações físicas. Um assento muito alto deixa os pés sem apoio e causa desconforto nas pernas após pouco tempo.
A poltrona certa é a que resolve todas as perguntas certas
Escolher a poltrona ideal para cada ambiente da casa é um processo que começa com as perguntas certas: para que vai ser usada, em qual ambiente vai ficar, quem vai usar com mais frequência, qual espaço está disponível e qual estilo precisa dialogar com a decoração existente.
Com essas respostas em mãos, a navegação entre os tipos, materiais e tamanhos disponíveis fica muito mais direta e as chances de acertar na compra aumentam consideravelmente. Uma poltrona bem escolhida não apenas decora, ela cria um lugar que as pessoas querem ocupar, que tem conforto suficiente para convidar ao descanso e personalidade suficiente para transformar o ambiente em que está.
Via: web tv alternativa
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MDB decide não entrar na corrida presidencial – Eleições – WEB TV ALTERNATIVA
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3 horas agoon
julho 28, 2026By
celio
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Um acidente fatal foi registrado na rodovia RO-383, no trecho que liga os municípios de Alta Floresta D” Oeste e Santa Luzia d’Oeste.
Segundo as primeiras informações apuradas, a vítima trafegava pela rodovia em uma motocicleta de alta cilindrada modelo BMW na noite desta segunda feira (27), quando, por razões ainda sob apuração, perdeu o controle da motocicleta na curva próximo a ponte chegando em Santa Luzia e sofreu uma queda severa na pista.
Com o impacto da queda, o condutor não resistiu aos ferimentos e veio a óbito no próprio local antes da chegada do socorro médico.
A Polícia Militar foi acionada para isolar a área, sinalizar o trânsito e garantir a segurança dos demais condutores que passavam pela região. Logo em seguida, a equipe da Polícia Científica (Perícia Técnica) compareceu ao trecho do acidente para realizar os trabalhos de praxe que auxiliarão na identificação oficial da vítima e no esclarecimento das dinâmicas do acidente.
O corpo será removido pela funerária de plantão após a conclusão dos trabalhos periciais.
Este é um alerta urgente para todos os motoristas e motociclistas que trafegam na RO-383, no trecho entre Alta Floresta e Santa Luzia d’Oeste.
Um ponto crítico da rodovia exige atenção redobrada após o registro de dois incidentes em um curto espaço de tempo. Recentemente, um motociclista “passou direto” em uma das curvas sinuosas deste trecho, perdendo o controle do veículo.
Pouco tempo antes, uma caminhonete também perdeu o controle exatamente na mesma curva. Felizmente, neste caso com o veículo maior, não houve feridos, mas os episódios servem como um aviso claro sobre o perigo oculto na pista.
O Perigo Não Escolhe Veículo
A repetição de acidentes no mesmo local, envolvendo tipos diferentes de veículos (moto e caminhonete), indica que o trecho possui características que exigem extrema cautela dos condutores, como:
Sinuosidade Acentuada: Curvas fechadas que podem surpreender quem não conhece bem a estrada ou está em velocidade incompatível.
Condições da Pista: Fatores como areia, óleo na pista, desníveis ou até mesmo a geometria da curva podem reduzir a aderência, especialmente para motociclistas.
Velocidade: O erro mais comum é entrar na curva com velocidade acima do seguro, impedindo a correção da trajetória.
Dicas de Segurança Indispensáveis para este Trecho
A equipe do portal Rondônia News reforça o pedido de prudência. Para evitar novas ocorrências, siga estas orientações:
Reduza a Velocidade Antecipadamente: Não espere entrar na curva para frear. Diminua a velocidade antes de iniciar a manobra.
Respeite a Sinalização: Preste atenção às placas de indicação de curva acentuada e aos limites de velocidade estabelecidos para o trecho.
Mantenha a Atenção Total: Evite distrações.
Em rodovias com curvas, um segundo de desatenção pode ser fatal.
Cuidado Redobrado com Moto: Motociclistas têm menor estabilidade.
Qualquer irregularidade na pista ou erro de frenagem em curva pode causar queda.
Direção Defensiva: Esteja sempre pronto para reagir a imprevistos, inclusive erros de outros condutores.
Sua vida vale mais que alguns minutos de pressa.
Ao trafegar pela RO-383, cuide de você e dos outros.


Por Rondonianews.com
Via: web tv alternativa
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Homem é preso com duas armas de fogo, munições e folhas de coca durante operação policial na RO-135 – WEB TV ALTERNATIVA
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4 horas agoon
julho 28, 2026By
celio
73 pontos. Diga esse número em qualquer roda de concurseiro da PRF e ninguém questiona: foi a nota de corte do concurso de 2021. É meia verdade. Os 73 pontos marcavam apenas quem teria a prova discursiva corrigida, não quem teria vaga. Para seguir na disputa, o corte real foi 83. Entre uma linha e a outra, 342 candidatos que já tinham cruzado a primeira barreira caíram na segunda.
O mito dos 73 pontos
O número está certo. A leitura, não.
Os 73 pontos constam do Edital nº 11/2021 do Cebraspe, mas como a menor nota entre os candidatos que teriam a redação corrigida, não como a menor nota entre os aprovados. Uma linha administrativa que virou, no boca a boca, a linha da aprovação. Ninguém mentiu. Só ninguém perguntou “aprovado pra quê”.
Segundo levantamento do Escuta Policial, plataforma de estudo por áudio para o concurso da PRF, feito sobre as listas nominais completas dos editais de resultado, a PRF sempre trabalhou com duas réguas, e quase todo conteúdo que circula por aí repete só a primeira.
A régua que ninguém publica
A segunda régua é a que decidiu quem seguiu no concurso, e é aqui que a manchete vira estatística incompleta. 83,0 pontos. Objetiva mais discursiva. Dez pontos acima do número que todo mundo repete na roda de concurseiro.
A distância entre as duas explica os 342. O edital previu corrigir a discursiva de 4.500 candidatos da ampla concorrência; com os empates da última posição, foram 5.095 provas corrigidas. Dessas, só 4.753 seguiram para o exame de aptidão física, o TAF. A diferença — 342 pessoas — é quem cruzou a linha dos 73 achando que havia garantido a vaga, e só descobriu depois que a régua real estava dez pontos à frente.
Por que 73 pontos são muito mais difíceis do que parecem
A prova é Certo/Errado, no estilo Cebraspe: acertou, +1; errou, −1; deixou em branco, zero. Parece simples. Essa terceira linha, a do branco, é o que muda o jogo inteiro: o erro não é neutro, ele apaga um acerto que já era seu.
Por isso, 73 pontos líquidos não significam 73 questões certas. Significam cerca de 96 acertos em 120 itens, com 23 erros no caminho. Oitenta por cento de acerto bruto, não os 60% que a nota sugere à primeira vista. A diferença entre esses dois números é exatamente o tamanho do mito.
Veja como isso pune quem chuta. Um candidato que acerta 88 das 120 questões tem, em tese, desempenho de quem passa. Mas arrisca palpite nas outras 32. E é aí que a conta vira contra ele, sem avisar. Cada chute errado não é neutro: cancela um acerto que já estava garantido. O boletim, semanas depois, mostra 56 pontos líquidos. Dezessete abaixo do corte. E a parte que dói: em nenhum momento, durante a prova, esse candidato sentiu que estava indo mal.
A única vantagem que depende só de você
Existe uma regra que quase nenhum material de concurso resume numa frase, e é matemática pura da prova Certo/Errado: abaixo de 50% de certeza, chutar tira pontos esperados. Só compensa arriscar acima disso. Não depende de sorte, de banca, nem de decorar mais um tópico. Depende só de reconhecer, no segundo em que você lê o item, se está acima ou abaixo dessa linha.
É a variável que separa quem tira 73 de quem tira 83 estudando exatamente a mesma quantidade de conteúdo: a mesma quantidade de meses, de madrugadas, de matéria revisada. Errar 23 vezes ou errar 9, como no exemplo do primeiro colocado mais à frente, não é sobre saber mais. É sobre aplicar essa regra sem hesitar quando a prova já começou, sem tempo pra recalcular.
As seis notas de corte que ninguém junta
Não existe “a” nota de corte da PRF. Existem seis números: três listas de concorrência, duas réguas cada uma.
| Lista | Corte da objetiva (máx. 120 pontos) | Corte final: convocados ao TAF (máx. 140 pontos) |
| Ampla concorrência | 73,0 (60,8% da prova) | 83,0 (59,3% do total) |
| Candidatos negros | 69,0 (57,5% da prova) | 79,06 (56,5% do total) |
| Pessoas com deficiência | 50,0 (41,7% da prova) | 60,77 (43,4% do total) |
A coluna da esquerda é a que virou notícia. A da direita é a que definiu quem seguiu.
Um cuidado com os percentuais: não compare uma coluna com a outra. A objetiva vale 120 pontos; o total, com a discursiva, vale 140. Por isso o corte final aparece com percentual menor mesmo exigindo 10 pontos a mais. É a mesma armadilha do número solto, agora com roupa de porcentagem.
A distância real: cinco questões
Antes de fechar essa conta como desânimo, inverta ela. Dez pontos separam a linha dos 73 da linha dos 83. Como cada item que sai da coluna do erro para a do acerto move 2 pontos (de −1 para +1), dez pontos equivalem a cinco questões.
Cinco. Não vinte, não cinquenta. Cinco. Não é um fosso de conhecimento: é a margem que se perde hoje por falta de revisão, ansiedade na reta final ou chute mal calibrado. E é a mesma margem que se recupera com preparo específico, sem estudar um capítulo a mais.
“O candidato que mira os 73 pontos está estudando para a linha da correção da redação, não para a linha da vaga”, resume a equipe responsável pelo levantamento. “Quem entende as duas réguas descobre que a segunda está a cinco questões de distância da primeira, não a dez pontos.”
Dimensionando a disputa: eram 1.500 vagas, sendo 1.125 na ampla concorrência, 300 para candidatos negros e 75 para pessoas com deficiência. A prova valia 120 pontos, com mínimos eliminatórios por bloco: 15 no Bloco I, 10 no Bloco II, 10 no Bloco III, 50 no conjunto, o equivalente a 41,7% da prova. Ficar abaixo de qualquer um deles eliminava, não importa quão alto fosse o total.
E quem ficou no topo?
Na outra ponta da mesma lista, a maior nota da objetiva na ampla concorrência foi 101,0, cerca de 110 acertos e só 9 erros. A distância para o corte não veio de um cérebro melhor. Veio de menos chute: 9 erros contra 23. Mesma prova, mesma banca, catorze erros de diferença.
Chutar menos não é dom. É aplicar, sem hesitar, a regra dos 50%: só arriscar quando a certeza pesa mais que a dúvida.
É a mesma lição da seção anterior, em escala maior: quem aprende a reconhecer o que não sabe recupera pontos sem estudar um conteúdo a mais, e essa vantagem se treina antes da véspera, não durante a prova. O levantamento completo das notas de corte da PRF tem os dois extremos de cada uma das três listas: maior e menor nota, na objetiva e na final, com o total de aprovados e de convocados em cada uma. A régua inteira, não o pedaço que virou manchete.
Enquanto ele não sai, a preparação que rende não é decorar mais conteúdo. É repetir o que já foi estudado até a confiança virar reflexo na hora da prova, não cálculo de última hora. Cinco questões separam a linha da redação da linha da vaga. Treináveis todos os dias até lá — não na véspera.
Perguntas rápidas
Quantas questões eu preciso acertar para bater a nota de corte? Cerca de 96 das 120, errando no máximo 23. Como cada erro anula um acerto, o número de acertos necessário é sempre bem maior que a nota final.
Então o número dos 73 pontos está errado? Não. É oficial e correto. Só não é o corte da vaga: é o corte da correção da redação, uma etapa antes.
O corte de 2021 vale como meta para o próximo edital? Como referência, sim. Como meta exata, não: o corte muda com o número de vagas e o formato da prova. A lição que não muda é mirar o corte final, nunca o da objetiva.
De onde vêm esses números? Dos editais nº 11, 12 e 13/2021 do Cebraspe, apurados linha a linha nas listas nominais de resultado, não estimados.
Quando sai o próximo edital da PRF? Sem data oficial. A corporação aguarda autorização do Ministério da Gestão e da Inovação, e o histórico mostra que o anúncio não costuma vir com aviso prévio: o intervalo entre autorização e inscrições costuma ser curto demais para começar a estudar do zero.
Como os números foram apurados
As notas mínima e máxima de cada lista foram computadas por script sobre as listas nominais dos editais oficiais: 6.748 registros, nenhum digitado à mão. Teste de integridade: em 100% dos registros, a soma dos três blocos bate com a nota final declarada, e os mínimos por bloco coincidem com os critérios do próprio edital. Enquanto o novo edital não sai, o histórico de 2021 é a referência mais objetiva que existe, e é por isso que o Escuta Policial mantém esse acervo aberto e auditável, com link para cada documento de origem.
Via: web tv alternativa
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FICCO prende um e apreende cerca de 27 kg de drogas em Porto Velho – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA
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julho 28, 2026By
celio
73 pontos. Diga esse número em qualquer roda de concurseiro da PRF e ninguém questiona: foi a nota de corte do concurso de 2021. É meia verdade. Os 73 pontos marcavam apenas quem teria a prova discursiva corrigida, não quem teria vaga. Para seguir na disputa, o corte real foi 83. Entre uma linha e a outra, 342 candidatos que já tinham cruzado a primeira barreira caíram na segunda.
O mito dos 73 pontos
O número está certo. A leitura, não.
Os 73 pontos constam do Edital nº 11/2021 do Cebraspe, mas como a menor nota entre os candidatos que teriam a redação corrigida, não como a menor nota entre os aprovados. Uma linha administrativa que virou, no boca a boca, a linha da aprovação. Ninguém mentiu. Só ninguém perguntou “aprovado pra quê”.
Segundo levantamento do Escuta Policial, plataforma de estudo por áudio para o concurso da PRF, feito sobre as listas nominais completas dos editais de resultado, a PRF sempre trabalhou com duas réguas, e quase todo conteúdo que circula por aí repete só a primeira.
A régua que ninguém publica
A segunda régua é a que decidiu quem seguiu no concurso, e é aqui que a manchete vira estatística incompleta. 83,0 pontos. Objetiva mais discursiva. Dez pontos acima do número que todo mundo repete na roda de concurseiro.
A distância entre as duas explica os 342. O edital previu corrigir a discursiva de 4.500 candidatos da ampla concorrência; com os empates da última posição, foram 5.095 provas corrigidas. Dessas, só 4.753 seguiram para o exame de aptidão física, o TAF. A diferença — 342 pessoas — é quem cruzou a linha dos 73 achando que havia garantido a vaga, e só descobriu depois que a régua real estava dez pontos à frente.
Por que 73 pontos são muito mais difíceis do que parecem
A prova é Certo/Errado, no estilo Cebraspe: acertou, +1; errou, −1; deixou em branco, zero. Parece simples. Essa terceira linha, a do branco, é o que muda o jogo inteiro: o erro não é neutro, ele apaga um acerto que já era seu.
Por isso, 73 pontos líquidos não significam 73 questões certas. Significam cerca de 96 acertos em 120 itens, com 23 erros no caminho. Oitenta por cento de acerto bruto, não os 60% que a nota sugere à primeira vista. A diferença entre esses dois números é exatamente o tamanho do mito.
Veja como isso pune quem chuta. Um candidato que acerta 88 das 120 questões tem, em tese, desempenho de quem passa. Mas arrisca palpite nas outras 32. E é aí que a conta vira contra ele, sem avisar. Cada chute errado não é neutro: cancela um acerto que já estava garantido. O boletim, semanas depois, mostra 56 pontos líquidos. Dezessete abaixo do corte. E a parte que dói: em nenhum momento, durante a prova, esse candidato sentiu que estava indo mal.
A única vantagem que depende só de você
Existe uma regra que quase nenhum material de concurso resume numa frase, e é matemática pura da prova Certo/Errado: abaixo de 50% de certeza, chutar tira pontos esperados. Só compensa arriscar acima disso. Não depende de sorte, de banca, nem de decorar mais um tópico. Depende só de reconhecer, no segundo em que você lê o item, se está acima ou abaixo dessa linha.
É a variável que separa quem tira 73 de quem tira 83 estudando exatamente a mesma quantidade de conteúdo: a mesma quantidade de meses, de madrugadas, de matéria revisada. Errar 23 vezes ou errar 9, como no exemplo do primeiro colocado mais à frente, não é sobre saber mais. É sobre aplicar essa regra sem hesitar quando a prova já começou, sem tempo pra recalcular.
As seis notas de corte que ninguém junta
Não existe “a” nota de corte da PRF. Existem seis números: três listas de concorrência, duas réguas cada uma.
| Lista | Corte da objetiva (máx. 120 pontos) | Corte final: convocados ao TAF (máx. 140 pontos) |
| Ampla concorrência | 73,0 (60,8% da prova) | 83,0 (59,3% do total) |
| Candidatos negros | 69,0 (57,5% da prova) | 79,06 (56,5% do total) |
| Pessoas com deficiência | 50,0 (41,7% da prova) | 60,77 (43,4% do total) |
A coluna da esquerda é a que virou notícia. A da direita é a que definiu quem seguiu.
Um cuidado com os percentuais: não compare uma coluna com a outra. A objetiva vale 120 pontos; o total, com a discursiva, vale 140. Por isso o corte final aparece com percentual menor mesmo exigindo 10 pontos a mais. É a mesma armadilha do número solto, agora com roupa de porcentagem.
A distância real: cinco questões
Antes de fechar essa conta como desânimo, inverta ela. Dez pontos separam a linha dos 73 da linha dos 83. Como cada item que sai da coluna do erro para a do acerto move 2 pontos (de −1 para +1), dez pontos equivalem a cinco questões.
Cinco. Não vinte, não cinquenta. Cinco. Não é um fosso de conhecimento: é a margem que se perde hoje por falta de revisão, ansiedade na reta final ou chute mal calibrado. E é a mesma margem que se recupera com preparo específico, sem estudar um capítulo a mais.
“O candidato que mira os 73 pontos está estudando para a linha da correção da redação, não para a linha da vaga”, resume a equipe responsável pelo levantamento. “Quem entende as duas réguas descobre que a segunda está a cinco questões de distância da primeira, não a dez pontos.”
Dimensionando a disputa: eram 1.500 vagas, sendo 1.125 na ampla concorrência, 300 para candidatos negros e 75 para pessoas com deficiência. A prova valia 120 pontos, com mínimos eliminatórios por bloco: 15 no Bloco I, 10 no Bloco II, 10 no Bloco III, 50 no conjunto, o equivalente a 41,7% da prova. Ficar abaixo de qualquer um deles eliminava, não importa quão alto fosse o total.
E quem ficou no topo?
Na outra ponta da mesma lista, a maior nota da objetiva na ampla concorrência foi 101,0, cerca de 110 acertos e só 9 erros. A distância para o corte não veio de um cérebro melhor. Veio de menos chute: 9 erros contra 23. Mesma prova, mesma banca, catorze erros de diferença.
Chutar menos não é dom. É aplicar, sem hesitar, a regra dos 50%: só arriscar quando a certeza pesa mais que a dúvida.
É a mesma lição da seção anterior, em escala maior: quem aprende a reconhecer o que não sabe recupera pontos sem estudar um conteúdo a mais, e essa vantagem se treina antes da véspera, não durante a prova. O levantamento completo das notas de corte da PRF tem os dois extremos de cada uma das três listas: maior e menor nota, na objetiva e na final, com o total de aprovados e de convocados em cada uma. A régua inteira, não o pedaço que virou manchete.
Enquanto ele não sai, a preparação que rende não é decorar mais conteúdo. É repetir o que já foi estudado até a confiança virar reflexo na hora da prova, não cálculo de última hora. Cinco questões separam a linha da redação da linha da vaga. Treináveis todos os dias até lá — não na véspera.
Perguntas rápidas
Quantas questões eu preciso acertar para bater a nota de corte? Cerca de 96 das 120, errando no máximo 23. Como cada erro anula um acerto, o número de acertos necessário é sempre bem maior que a nota final.
Então o número dos 73 pontos está errado? Não. É oficial e correto. Só não é o corte da vaga: é o corte da correção da redação, uma etapa antes.
O corte de 2021 vale como meta para o próximo edital? Como referência, sim. Como meta exata, não: o corte muda com o número de vagas e o formato da prova. A lição que não muda é mirar o corte final, nunca o da objetiva.
De onde vêm esses números? Dos editais nº 11, 12 e 13/2021 do Cebraspe, apurados linha a linha nas listas nominais de resultado, não estimados.
Quando sai o próximo edital da PRF? Sem data oficial. A corporação aguarda autorização do Ministério da Gestão e da Inovação, e o histórico mostra que o anúncio não costuma vir com aviso prévio: o intervalo entre autorização e inscrições costuma ser curto demais para começar a estudar do zero.
Como os números foram apurados
As notas mínima e máxima de cada lista foram computadas por script sobre as listas nominais dos editais oficiais: 6.748 registros, nenhum digitado à mão. Teste de integridade: em 100% dos registros, a soma dos três blocos bate com a nota final declarada, e os mínimos por bloco coincidem com os critérios do próprio edital. Enquanto o novo edital não sai, o histórico de 2021 é a referência mais objetiva que existe, e é por isso que o Escuta Policial mantém esse acervo aberto e auditável, com link para cada documento de origem.
Via: web tv alternativa
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