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Harry Potter and the Deathly Hallows Part 2: Alan Rickman e a revelação do arco de Snape que mudou tudo – Negócios

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Harry potter and the deathly hallows: part 2 contém a sequência mais emocionalmente devastadora de toda a franquia, a revelação através das memórias de Snape do que o personagem havia sido ao longo de todos os sete livros e oito filmes, e Alan Rickman criou ao longo de dez anos uma performance que tornava essa revelação retroativamente transformadora de tudo que havia vindo antes. Para o espectador que havia acompanhado a saga, rever os filmes anteriores com o conhecimento do que a sequência das memórias revela é uma das experiências de revisão mais ricas que a franquia oferece.

Alan Rickman e o maior arco secreto da saga

Alan Rickman soube desde o primeiro filme o que Snape era e o que o personagem havia sido, porque J.K. Rowling revelou ao ator o segredo de Snape antes das filmagens de qualquer cena, para que ele pudesse construir a performance com a consciência do subtexto que o roteiro só tornaria explícito no oitavo filme. Essa informação privilegiada é visível em retrospecto nas escolhas de Rickman ao longo da saga, o amor com que Snape trata as memórias de Lily Evans, a proteção velada que oferece a Harry mesmo enquanto o tortura nas aulas de Occlumência e a forma como cada crueldade parece conter uma camada de dor que o personagem nunca pode expressar diretamente.

A sequência das memórias, filmada com uma delicadeza visual que David Yates havia desenvolvido ao longo de quatro filmes, é o momento mais emocionalmente rico de toda a franquia e o que transformou Snape de antagonista moralmente ambíguo numa das histórias de amor mais trágicas que a literatura juvenil produziu em qualquer época.

Daniel Radcliffe havia atuado como Harry Potter pela primeira vez aos onze anos, e a Parte 2 das Relíquias da Morte mostrou um ator de vinte e um anos que havia crescido junto com o personagem de uma forma que a maioria dos trabalhos de ator não permite. O Harry que caminha para o encontro com Voldemort sabendo que precisará morrer para que o vilão seja derrotado é um personagem de maturidade genuína que só era possível de criar por alguém que havia passado dez anos construindo o percurso que levou a esse momento, e Radcliffe encontrou para a cena uma serenidade que tornava o sacrifício convincente sem ser melodramático.

A cena de King’s Cross e o momento filosófico

A sequência em que Harry conversa com Dumbledore num King’s Cross branco e vazio, após ter sido atingido pela maldição da morte, é o momento mais abstrato de toda a franquia e o único que abandona completamente a lógica narrativa convencional. Yates filmou a cena com uma luz superexposta que remove qualquer referência espacial, criando um espaço que existe fora do mundo físico.

A conversa entre os dois personagens sobre escolha, sacrifício e sobre se aquilo estava acontecendo na cabeça de Harry ou de verdade é a declaração temática mais explícita que Rowling fez em toda a saga, e o filme a preserva praticamente palavra por palavra do livro.

Uma das sequências mais divertidas do filme é aquela em que Hermione, disfarçada de Bellatrix Lestrange com Poção Polissuco, precisa se passar pela vilã em Gringotes. Helena Bonham Carter interpreta a cena imitando os maneirismos de Emma Watson interpretando Bellatrix, criando uma camada de performance que exigiu que as duas atrizes trabalhassem juntas para calibrar exatamente o que estava sendo imitado.

Bonham Carter descreveu o exercício como um dos mais complexos tecnicamente de sua carreira, precisando interpretar simultaneamente sua personagem, a atriz que a interpretava e a personagem que essa atriz estava interpretando.

Os dezenove anos depois e a caracterização

A sequência do epílogo exigiu que os atores principais fossem envelhecidos em dezenove anos através de maquiagem, um processo que a produção testou extensivamente antes de decidir usar maquiagem prática em vez de efeitos digitais. O resultado dividiu opiniões, com parte do público considerando a caracterização pouco convincente.

Daniel Radcliffe comentou que a experiência de interpretar um homem de trinta e sete anos aos vinte e um foi estranha e que ele não tinha referências de vida para construir aquele Harry adulto.

O epílogo de Deathly Hallows Parte 2, com Harry, Rony, Hermione e Draco dezessete anos depois enviando os próprios filhos para Hogwarts, foi recebido de forma dividida por críticos e fãs, com alguns achando o salto temporal necessário para o fechamento emocional e outros o considerando prescindível depois da resolução principal. Independente da avaliação, o epílogo abriu o caminho para o universo expandido de Animais Fantásticos e para a peça de teatro Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, confirmando que a saga de Rowling tinha material para existir muito além dos sete livros originais.

A escolha da Warner de dividir o último livro em dois filmes foi recebida com ceticismo pela imprensa, que interpretou a decisão como manobra comercial, mas a execução justificou a escolha em termos narrativos. A Parte 1 é um filme de estrada melancólico sobre três jovens perdidos, e a Parte 2 é um filme de guerra sobre a batalha final, e essa diferença tonal radical entre as duas metades é a evidência mais forte de que a divisão foi acertada em termos criativos além dos comerciais.

Os números confirmam que a saga havia construído algo que transcendia o interesse casual em fantasia, com um público que acompanhou oito filmes ao longo de dez anos sem que a atenção diminuísse em nenhum momento do percurso.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Operação fecha mês no Mercado Brustolin, confira as ofertas!

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O Mercado Brustolin preparou uma grande campanha para agradecer a preferência de seus clientes e incentivar a economia neste início de mês. A promoção Compra Premiada vai sortear duas camas box entre os consumidores que realizarem compras no estabelecimento.

Para participar, basta efetuar compras acima de R$ 50,00 entre os dias 2 e 4 de julho de 2026. A cada compra dentro do regulamento, o cliente estará concorrendo automaticamente aos dois sorteios da campanha.

Os prêmios são:

  • 1º Sorteio: 1 Cama Box Solteiro;
  • 2º Sorteio: 1 Cama Box Casal.

O sorteio será realizado no dia 4 de julho de 2026 (sábado), às 19h, com transmissão ao vivo pelo site Floresta Notícias, garantindo total transparência para todos os participantes.

A campanha é uma excelente oportunidade para fazer as compras do dia a dia, economizar e ainda concorrer a prêmios especiais.

Compre, participe e boa sorte!

Fonte: Via: florestanoticias

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como ver a casa antes de construir

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Você já tentou imaginar como vai ficar a sua casa olhando só para uma planta cheia de linhas e números?

Pois é, quase ninguém consegue. É exatamente esse o problema que o projeto de arquitetura em 3D veio resolver. 

Em vez de pedir que o cliente confie na imaginação, o arquiteto mostra o ambiente pronto na tela, com móveis, luz e materiais no lugar, antes de a obra começar. 

Neste texto você vai entender como essa mudança aconteceu e por que ela transformou a relação entre quem projeta e quem contrata.

Do papel à tela, uma virada e tanto

Durante décadas, o projeto de arquitetura viveu no papel, em plantas, cortes e fachadas que só outro profissional entendia de verdade.

O cliente assinava embaixo confiando na palavra do arquiteto e, muitas vezes, só descobria o resultado quando a obra já estava de pé. 

A chegada do 3D virou esse jogo. Hoje dá para apresentar o projeto como uma cena realista, girar o ambiente, trocar um piso, testar uma cor, tudo antes de comprar o primeiro saco de cimento.

Por que ver em 3D muda a decisão

A explicação é simples, a gente decide melhor quando enxerga. Quando o cliente vê o quarto do filho renderizado ou percorre o salão com óculos de realidade virtual, ele para de adivinhar e passa a opinar com propriedade. 

Isso reduz mal-entendidos, corta pedidos de mudança no meio da obra e dá mais segurança para os dois lados. 

Não é modismo, é a evolução natural de uma tecnologia que já provou seu valor em outras áreas. 

Um estudo da McKinsey lembra que a modelagem 3D nasceu na indústria aeroespacial nos anos 1970 e chegou a multiplicar a produtividade do setor em até dez vezes. 

O que transformou a fabricação de aviões agora transforma a forma de projetar espaços.

E tem também o lado financeiro. Mudar a posição de uma parede dentro do modelo leva minutos, enquanto refazer a mesma parede depois de pronta custa material, mão de obra e prazo. 

Ao aprovar cada detalhe ainda na tela, o cliente evita as decisões de última hora que mais pesam no orçamento da obra.

O que o 3D permite mostrar hoje

Na prática, uma boa apresentação em 3D coloca na frente do cliente coisas que a planta nunca mostrou:

  • O ambiente mobiliado, com peças reais e proporções corretas.
  • A iluminação natural e artificial em diferentes horas do dia.
  • As texturas e os acabamentos, do piso ao revestimento da parede.
  • Os fluxos do espaço, para entender como se circula e se vive ali dentro.
  • A relação com o entorno, mostrando como a construção conversa com o terreno e a vizinhança.
  • Variações do projeto lado a lado, para comparar antes de decidir.

A tecnologia por trás da tela

Boa parte desse resultado não vem do desenho em si, mas da tecnologia por trás dele. Vale entender o que é BIM, a metodologia que faz cada elemento do modelo carregar informação real de medida, material e custo, e não apenas a aparência. 

É isso que permite gerar uma imagem fiel, calcular quantidades e testar mudanças sem refazer tudo. 

E como as peças vêm de bibliotecas com produtos de fabricantes reais, o que aparece na tela corresponde ao que existe no mercado, sem a frustração de se apaixonar por um móvel que não dá para comprar. Assim, a apresentação deixa de ser uma promessa e vira quase um ensaio do resultado final.

Projetar ficou mais próximo de quem contrata

No fim, o projeto de arquitetura em 3D fez algo que parecia difícil, aproximar o técnico do leigo. 

A tela virou uma linguagem comum, em que arquiteto e cliente falam a mesma coisa e enxergam o mesmo resultado. 

Quem contrata ganha confiança para decidir, e quem projeta ganha menos retrabalho e clientes mais satisfeitos. 

A planta não vai desaparecer tão cedo, mas ela deixou de ser o único jeito de contar uma ideia. E, convenhamos, é bem mais fácil dizer sim para um espaço que a gente já consegue ver.

FonteVia: rondoniagora

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Anvisa aprova novo medicamento para câncer de pulmão – Nacional

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A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a inclusão de um novo medicamento, o Datroway® (datopotamabe deruxtecana), para tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão.

O registro do medicamento oncológico do laboratório Daiichi Sankyo Brasil Farmacêutica Ltda. foi publicado nesta segunda-feira (27) no Diário Oficial da União.

IndicaçãoO medicamento oncológico é indicado para o tratamento de pacientes adultos com câncer de pulmão de não pequenas células (CPNPC), que se origina nos tecidos do pulmão e cujo tumor está em fase avançada (seja no próprio local do pulmão) ou em metástase (já espalhado para outros órgãos).

O produto farmacêutico passa a ser usado como uma “próxima tentativa” (linha posterior) em pacientes que já fizeram dois tratamentos anteriores e o câncer voltou a crescer.

O tumor precisa ter uma alteração genética específica chamada mutação do EGFR (um receptor na superfície da célula que estimula o crescimento do câncer).

Mais letal no mundoO câncer de pulmão é a principal causa de morte por câncer no mundo e o câncer de pulmão de não pequenas células representa aproximadamente 85% dos casos.

A Anvisa explica que é importante a identificação das mutações ativadoras do EGFR, entre os pacientes com câncer pulmonar, pois permite que os médicos usem tratamentos “inteligentes” (terapias-alvo), desenhados sob medida para atacar a falha genética da célula tumoral. 

Outra indicação terapêuticaEste medicamento já tinha registro da Anvisa para o tratamento de pacientes adultos com câncer de mama triplo-negativo (CMTN), irressecável (que não pode ser removido completamente por cirurgia) ou metastático (que se espalhou do local original para outras partes do corpo).

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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