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Mesa da Amargura na 36º Expoalta 2026

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ALTA FLORESTA D’OESTE (RO) — A 36ª edição da Expoalta foi palco de momentos inesquecíveis para o agronegócio rondoniense. Um dos grandes destaques da feira foi a realização e premiação do 4º Concurso do Café de Alta Floresta d’Oeste, competição que consagrou os melhores grãos da região, evidenciou a evolução da qualidade cafeeira e celebrou a união e dedicação das famílias produtoras.

A Emoção dos Campeões e a Estreia Inesquecível

O grande vencedor da noite foi o produtor Seu Márcio, que participou da competição pela primeira vez e conquistou o cobiçado 1º lugar de melhor café de Alta Floresta d’Oeste. Emocionado ao receber o prêmio, ele expressou sua alegria:

“É muito emocionante, é a minha primeira vez e fico muito feliz. Agradeço ao pessoal da Emater que dá um apoio grande para a gente. Quanto mais gente se juntar, melhor para nós todos.”

A extensionista da Emater, Solange, comemorou a vitória do estreante e destacou o incentivo prestado ao agricultor:

“O Seu Márcio participou pela primeira vez. Eu falei para ele: quem não participa não ganha! Ele levou o primeiro lugar com um café maravilhoso, muito bem votado. O concurso em si foi um verdadeiro sucesso.”

O 2º lugar ficou com o cafeicultor Giovani, produtor de destaque na região, que ressaltou a satisfação em viver do café e ter o trabalho reconhecido:

“É muito satisfatório para a gente que é da cultura do café, vive disso e trabalha com isso. É uma felicidade muito grande participar desse concurso e levar esse prêmio.”

Protagonismo Feminino: 60% das Inscrições Foram de Mulheres

Outro marco comemorado nesta 4ª edição foi a maciça presença feminina no setor cafeeiro. A produtora Gisliana garantiu o 3º lugar no pódio, apresentando um café especial colhido manualmente grão a grão com extremo cuidado.

“Para mim é um momento de pura gratidão estar participando da 36ª Expoalta. Fico sem palavras para agradecer à Emater, à organização e a todos que nos apoiam”, destacou Gisliana.

Solange (Emater) enfatizou o impacto da mulher na qualidade do café especial rondoniense:

“O concurso este ano foi espetacular: 60% das inscrições foram de mulheres! A mulher representando a cafeicultura e o café especial é algo de suma importância. São mulheres dedicadas, apaixonadas pelo café, que investem seu tempo para entregar o melhor produto. Queremos que esse número cresça a cada ano.”

Impacto Econômico e Parceria Técnica de Excelência

Representando a Emater Regional, o Gerente Paulo Henrique Custódio ressaltou a relevância econômica da cafeicultura para o município. Atualmente, Alta Floresta d’Oeste posiciona-se como o 4º maior produtor de café do Estado de Rondônia, tendo movimentado mais de R$ 300 milhões na safra deste ano.

“O mercado hoje exige qualidade e a Associação dos Agropecuários, a COAFRO e a Emater têm investido pesado nisso. Alta Floresta foi pioneira nessa modalidade que hoje inspira outros municípios. Além disso, contamos com o apoio fundamental do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), que trouxe sua estrutura técnica e laboratorial”, explicou Paulo.

A avaliação técnica e a classificação dos grãos contaram com o suporte do IFRO (Campus Cacoal), sob liderança dos professores Adilson e Fernando.

  • Triagem e Análise Técnica: A preparação e codificação às cegas ocorrem nos laboratórios do IFRO, garantindo total imparcialidade no julgamento.

  • Degustação Popular: Durante as noites de feira, o público presente pôde provar e votar nos cafés finalistas.

  • Padrão de Café Especial: Todos os cafés levados ao público pontuaram acima de 80 pontos no protocolo sensorial.

Resultado Final do 4º Concurso do Café:

  • 🥇 1º Lugar: Seu Márcio (Campeão e estreante na competição)

  • 🥈 2º Lugar: Giovani (Cafeicultor de destaque no município)

  • 🥉 3º Lugar: Gisliana (Destaque pela colheita seletiva manual e força feminina no campo)

Rumo a 2027

Ao final das comemorações, a organização do evento, a Emater, o IFRO e a Associação dos Agropecuários agradeceram a todos os voluntários, equipes de filmagem, apoiadores e à população que visitou o estande para degustar e votar. A 36ª Expoalta encerra-se com o compromisso renovado de fortalecer a cafeicultura sustentável e de alta qualidade para a próxima edição em 2027.



Fonte: Via: florestanoticias

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TDAH na sala de aula: como o professor pode se preparar

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Resposta rápida: o professor pode se preparar para lidar com TDAH em sala de aula combinando três frentes, entender o que o transtorno realmente é e como ele se manifesta no comportamento escolar, adaptar rotinas e estratégias pedagógicas para favorecer a atenção e a organização do aluno, e buscar capacitação continuada, algo que deixou de ser apenas recomendável e passou a ser uma exigência prevista em lei federal para os sistemas de ensino brasileiros.

É comum que o primeiro contato de um professor com um aluno com TDAH aconteça antes mesmo de qualquer diagnóstico formal. Muitas vezes é o próprio educador quem observa, ao longo do ano letivo, uma dificuldade persistente de manter a atenção, terminar tarefas ou permanecer sentado durante períodos mais longos. Essa observação tem peso real: pesquisas conduzidas em escolas brasileiras mostram que a triagem inicial feita pelas professoras costuma identificar corretamente uma parte significativa dos casos que depois são confirmados por diagnóstico clínico, o que reforça o quanto o olhar atento do professor é parte do processo, mesmo sem substituir a avaliação profissional.

O que o TDAH realmente é

O transtorno do déficit de atenção com hiperatividade é uma condição do neurodesenvolvimento que pode afetar a concentração, a organização e o controle do comportamento. Ele não tem um exame de sangue ou uma imagem de ressonância que o confirme sozinho, o diagnóstico é clínico, baseado em critérios comportamentais bem estabelecidos, como os descritos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o DSM-5, referência usada por profissionais de saúde mental em todo o mundo.

Estudos de meta-análise que reuniram dados de mais de 170 mil pessoas em diferentes países estimam uma prevalência mundial próxima de 5% entre crianças e adolescentes, com variações explicadas mais pelas diferenças de metodologia entre os estudos do que por diferenças geográficas reais. Isso significa que é bastante provável que, ao longo da carreira, praticamente todo professor de educação básica tenha em algum momento um ou mais alunos com TDAH em sala, mesmo que o diagnóstico ainda não tenha sido feito.

Como o TDAH aparece na rotina escolar

Na prática de sala de aula, o TDAH costuma se manifestar de formas que variam bastante de um aluno para outro. Alguns apresentam mais o componente de desatenção, com dificuldade de seguir instruções em várias etapas, perder materiais com frequência ou parecer “no mundo da lua” durante explicações. Outros mostram mais hiperatividade e impulsividade, levantando da carteira sem perceber, interrompendo colegas ou tendo dificuldade em esperar sua vez. Existe ainda o perfil combinado, que reúne características dos dois grupos.

É importante que o professor não confunda esses comportamentos com falta de educação, preguiça ou desinteresse proposital. Quando essas características não são compreendidas dentro do contexto do transtorno, o risco é que o aluno seja repetidamente repreendido por algo que não está inteiramente sob seu controle voluntário, o que tende a gerar frustração tanto para a criança quanto para o educador.

Por que essa capacitação deixou de ser opcional

Em 2021 foi sancionada a Lei Federal nº 14.254, que instituiu um programa de acompanhamento integral para estudantes com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem na educação básica, tanto na rede pública quanto na privada. A norma prevê identificação precoce do transtorno, encaminhamento do aluno para diagnóstico e apoio educacional dentro da própria rede de ensino, em conjunto com o apoio terapêutico especializado da rede de saúde.

Um dos pontos mais relevantes da lei para quem está em sala de aula é o artigo que trata diretamente da formação docente. O texto determina que os sistemas de ensino devem garantir aos professores da educação básica amplo acesso à informação sobre os encaminhamentos possíveis e formação continuada para capacitá-los à identificação precoce dos sinais relacionados aos transtornos de aprendizagem e ao TDAH, além do atendimento educacional adequado dentro da escola.

Na prática, isso significa que a capacitação docente sobre TDAH não é mais apenas uma boa prática pedagógica isolada, é uma responsabilidade prevista em lei federal, o que reforça a importância de professores buscarem ativamente esse conhecimento, independentemente de a própria rede de ensino já oferecer ou não essa formação de forma estruturada.

Estratégias práticas para o dia a dia da sala de aula

Algumas adaptações simples costumam fazer diferença real no engajamento de alunos com TDAH, sem exigir uma reformulação completa do planejamento de aula. Estabelecer rotinas visuais, como quadros ou agendas que organizem as atividades do dia, ajuda o aluno a antecipar o que vem a seguir e reduz a ansiedade ligada à imprevisibilidade. Dividir tarefas longas em etapas menores, com pausas curtas entre elas, também tende a favorecer a manutenção da atenção.

Posicionar o aluno em locais da sala com menos estímulos visuais e sonoros ao redor, próximo ao professor, facilita o redirecionamento discreto da atenção quando necessário. Instruções dadas de forma clara, curta e uma de cada vez costumam ser mais eficazes do que comandos longos com várias etapas ao mesmo tempo. Reforço positivo imediato, reconhecendo pequenos avanços assim que eles acontecem, tende a funcionar melhor do que consequências negativas aplicadas depois de comportamentos indesejados.

Nenhuma dessas estratégias substitui o acompanhamento clínico do aluno quando ele existe, mas todas contribuem para um ambiente escolar mais favorável ao aprendizado, com ou sem diagnóstico formal já confirmado.

O papel da parceria entre escola e família

O trabalho do professor se fortalece consideravelmente quando existe comunicação constante com a família do aluno. Compartilhar observações sobre o comportamento em sala, alinhar estratégias que também estão sendo usadas em casa e manter uma linha de comunicação aberta com os responsáveis evita que o aluno receba orientações contraditórias em ambientes diferentes, o que costuma prejudicar ainda mais a consistência necessária para lidar com o TDAH.

Quando existe também acompanhamento por profissionais de saúde, como neuropediatras, psicólogos ou psicopedagogos, a troca de informações entre esses profissionais e a escola tende a produzir um plano mais coerente e eficaz para o aluno, algo que a própria Lei 14.254 prevê ao mencionar a articulação entre a rede de ensino e a rede de saúde.

Como se capacitar de forma estruturada

Buscar informação de forma isolada, por meio de artigos ou vídeos avulsos, ajuda, mas tem limites. Um curso estruturado sobre o tema costuma organizar esse conhecimento de forma progressiva, começando pelos fundamentos do transtorno até chegar às estratégias práticas aplicáveis em sala de aula, o que economiza tempo e reduz a chance de o professor formar uma compreensão parcial ou equivocada sobre o assunto.

A Unova Cursos disponibiliza formações voltadas para educadores que querem se aprofundar nesse tema, com opções sobre TDAH e sobre educação inclusiva de forma mais ampla, todas online, com matrícula gratuita e certificado opcional para quem deseja comprovar a capacitação em processos seletivos ou para fins de horas complementares.

Preparar-se para lidar com TDAH em sala de aula não é sobre dominar técnicas complexas de um dia para o outro, é sobre observar, adaptar e buscar conhecimento de forma contínua. Com informação adequada, o professor deixa de enxergar o comportamento do aluno como um obstáculo e passa a enxergá-lo como parte de um processo que pode, sim, ser conduzido com mais tranquilidade para todos os envolvidos.

Perguntas frequentes

Um professor pode diagnosticar TDAH?

Não. O diagnóstico é clínico e deve ser feito por profissionais de saúde qualificados, com base em critérios estabelecidos pelo DSM-5. O papel do professor é observar sinais persistentes de desatenção, hiperatividade ou impulsividade e encaminhar essa observação para a família, que poderá buscar avaliação especializada.

Existe uma lei que obriga a escola a capacitar professores sobre TDAH?

Sim. A Lei Federal nº 14.254, sancionada em 2021, determina que os sistemas de ensino garantam aos professores da educação básica acesso à informação e formação continuada para identificação precoce de sinais relacionados ao TDAH e a outros transtornos de aprendizagem, além do atendimento educacional adequado dentro da escola.

Qual a porcentagem de alunos que pode ter TDAH em uma sala de aula?

Estudos de meta-análise indicam uma prevalência mundial próxima de 5% entre crianças e adolescentes, o que significa que praticamente toda sala de aula de educação básica pode ter pelo menos um aluno com o transtorno, diagnosticado ou não.

Quais adaptações simples ajudam um aluno com TDAH em sala?

Rotinas visuais, divisão de tarefas em etapas menores, instruções curtas e diretas, posicionamento estratégico na sala com menos distrações ao redor e reforço positivo imediato costumam favorecer o engajamento, mesmo sem uma reformulação completa do planejamento pedagógico.

Onde um professor pode se capacitar sobre TDAH de forma gratuita?

Existem cursos online voltados especificamente para esse tema, que organizam o conteúdo de forma estruturada. A Unova Cursos, por exemplo, oferece formações gratuitas sobre TDAH e educação inclusiva, com certificado opcional para quem deseja comprovar a capacitação.

Fonte: Via: florestanoticias

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Prova dos 3 Tambores na 36º Expoalta 2026

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ALTA FLORESTA D’OESTE (RO) — A 36ª edição da Expoalta foi palco de momentos inesquecíveis para o agronegócio rondoniense. Um dos grandes destaques da feira foi a realização e premiação do 4º Concurso do Café de Alta Floresta d’Oeste, competição que consagrou os melhores grãos da região, evidenciou a evolução da qualidade cafeeira e celebrou a união e dedicação das famílias produtoras.

A Emoção dos Campeões e a Estreia Inesquecível

O grande vencedor da noite foi o produtor Seu Márcio, que participou da competição pela primeira vez e conquistou o cobiçado 1º lugar de melhor café de Alta Floresta d’Oeste. Emocionado ao receber o prêmio, ele expressou sua alegria:

“É muito emocionante, é a minha primeira vez e fico muito feliz. Agradeço ao pessoal da Emater que dá um apoio grande para a gente. Quanto mais gente se juntar, melhor para nós todos.”

A extensionista da Emater, Solange, comemorou a vitória do estreante e destacou o incentivo prestado ao agricultor:

“O Seu Márcio participou pela primeira vez. Eu falei para ele: quem não participa não ganha! Ele levou o primeiro lugar com um café maravilhoso, muito bem votado. O concurso em si foi um verdadeiro sucesso.”

O 2º lugar ficou com o cafeicultor Giovani, produtor de destaque na região, que ressaltou a satisfação em viver do café e ter o trabalho reconhecido:

“É muito satisfatório para a gente que é da cultura do café, vive disso e trabalha com isso. É uma felicidade muito grande participar desse concurso e levar esse prêmio.”

Protagonismo Feminino: 60% das Inscrições Foram de Mulheres

Outro marco comemorado nesta 4ª edição foi a maciça presença feminina no setor cafeeiro. A produtora Gisliana garantiu o 3º lugar no pódio, apresentando um café especial colhido manualmente grão a grão com extremo cuidado.

“Para mim é um momento de pura gratidão estar participando da 36ª Expoalta. Fico sem palavras para agradecer à Emater, à organização e a todos que nos apoiam”, destacou Gisliana.

Solange (Emater) enfatizou o impacto da mulher na qualidade do café especial rondoniense:

“O concurso este ano foi espetacular: 60% das inscrições foram de mulheres! A mulher representando a cafeicultura e o café especial é algo de suma importância. São mulheres dedicadas, apaixonadas pelo café, que investem seu tempo para entregar o melhor produto. Queremos que esse número cresça a cada ano.”

Impacto Econômico e Parceria Técnica de Excelência

Representando a Emater Regional, o Gerente Paulo Henrique Custódio ressaltou a relevância econômica da cafeicultura para o município. Atualmente, Alta Floresta d’Oeste posiciona-se como o 4º maior produtor de café do Estado de Rondônia, tendo movimentado mais de R$ 300 milhões na safra deste ano.

“O mercado hoje exige qualidade e a Associação dos Agropecuários, a COAFRO e a Emater têm investido pesado nisso. Alta Floresta foi pioneira nessa modalidade que hoje inspira outros municípios. Além disso, contamos com o apoio fundamental do Instituto Federal de Rondônia (IFRO), que trouxe sua estrutura técnica e laboratorial”, explicou Paulo.

A avaliação técnica e a classificação dos grãos contaram com o suporte do IFRO (Campus Cacoal), sob liderança dos professores Adilson e Fernando.

  • Triagem e Análise Técnica: A preparação e codificação às cegas ocorrem nos laboratórios do IFRO, garantindo total imparcialidade no julgamento.

  • Degustação Popular: Durante as noites de feira, o público presente pôde provar e votar nos cafés finalistas.

  • Padrão de Café Especial: Todos os cafés levados ao público pontuaram acima de 80 pontos no protocolo sensorial.

Resultado Final do 4º Concurso do Café:

  • 🥇 1º Lugar: Seu Márcio (Campeão e estreante na competição)

  • 🥈 2º Lugar: Giovani (Cafeicultor de destaque no município)

  • 🥉 3º Lugar: Gisliana (Destaque pela colheita seletiva manual e força feminina no campo)

Rumo a 2027

Ao final das comemorações, a organização do evento, a Emater, o IFRO e a Associação dos Agropecuários agradeceram a todos os voluntários, equipes de filmagem, apoiadores e à população que visitou o estande para degustar e votar. A 36ª Expoalta encerra-se com o compromisso renovado de fortalecer a cafeicultura sustentável e de alta qualidade para a próxima edição em 2027.



Fonte: Via: florestanoticias

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Reunião cair no meio da fala já é motivo de demissão? Veja o que dizem gestores sobre home office e conexão – Geral

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O home office e o modelo híbrido de trabalho se consolidaram como parte da rotina de milhares de trabalhadores em Rondônia. Mas trouxeram junto um problema que raramente aparece nos contratos: a dependência total de uma internet estável para manter o emprego em dia.

Gestores de equipes remotas relatam que atrasos, quedas de chamada e reuniões interrompidas por instabilidade de rede já entraram na lista informal de critérios de avaliação de desempenho.

Não é exagero

Pesquisas sobre produtividade em trabalho remoto, conduzidas por empresas de recursos humanos nos últimos anos, apontam a qualidade da internet doméstica como um dos três principais fatores que afetam a percepção de comprometimento do funcionário – ao lado de pontualidade e entrega de tarefas.

Um profissional que trava três vezes em uma reunião de 30 minutos passa a mensagem de instabilidade, mesmo que o problema não seja dele, mas do provedor.

O impacto vai além da reunião perdida

Envio de arquivos grandes, uso de sistemas em nuvem, ligações de vídeo com clientes e plataformas de gestão de projetos exigem conexão constante, não apenas rápida. Uma internet que tem pico de velocidade alto, mas cai por segundos várias vezes ao dia, prejudica mais o trabalho do que uma conexão mais modesta, porém estável.

Internet como infraestrutura profissional

Consultores de produtividade recomendam que trabalhadores remotos tratem a internet como parte da infraestrutura profissional – no mesmo nível de um computador adequado ou uma cadeira ergonômica, e não como um custo doméstico qualquer.

A orientação inclui testar a conexão em horários de maior uso da casa, não só pela manhã, e verificar com o provedor se há garantia de estabilidade contratual, e não apenas de velocidade.

Em um mercado de trabalho remoto cada vez mais competitivo, onde vagas em Rondônia disputam espaço com profissionais de todo o Brasil, a estabilidade da conexão deixou de ser detalhe técnico para se tornar parte da entrega profissional.

Entre as opções disponíveis no estado, a Brasil Digital Telecom vem sendo citada por profissionais de home office como uma alternativa que prioriza estabilidade constante ao longo do dia, e não apenas velocidade de pico anunciada em contrato.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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