A Prefeitura de Ji-Paraná anunciou a publicação de dois editais de concursos públicos destinados ao preenchimento de vagas e formação de cadastro de reserva para as Secretarias Municipais de Educação (Semed) e de Saúde (Semusa). As seleções contemplam cargos de níveis médio, técnico e superior, fortalecendo áreas essenciais da administração pública.
Na área da Educação, o concurso oferece oportunidades para diversos cargos, com salários que podem chegar a R$ 5.130,63, além de gratificações previstas em lei. O edital pode ser acessado aqui
Já na Saúde, há destaque para funções estratégicas, incluindo médicos de diversas especialidades, com remunerações que podem alcançar R$ 10.170,07, acrescidas de gratificação de R$ 3.500,00, além de outras faixas como R$ 6.380,41 (nível superior), R$ 3.884,88 (área fim), R$ 3.036,00 (nível médio) e R$ 1.955,78 (nível técnico), todas com possibilidade de acréscimos por escolaridade. Os editais também preveem vencimentos iniciais menores, conforme o cargo e a jornada de trabalho. Confira. O edital completo pode ser acessado aqui.
🟢 NÍVEL SUPERIOR — ÁREA FIM
Cargo
Vagas
Salário
Biomédico
1
R$ 3.884,88 + gratificações
Enfermeiro
20
R$ 3.542,09 + piso nacional + gratificações
Farmacêutico
1
R$ 3.542,09 + gratificações
Fisioterapeuta
1
R$ 2.656,57 + gratificações
Fonoaudiólogo
1
R$ 3.542,09 + gratificações
Musicoterapeuta
1
R$ 3.542,09 + gratificações
Nutricionista
1
R$ 3.542,09 + gratificações
Odontólogo
1
R$ 3.884,88 + gratificações
Psicólogo
1
R$ 3.542,09 + gratificações
Terapeuta Ocupacional
1
R$ 3.542,09 + gratificações
🟢 NÍVEL SUPERIOR — MÉDICOS
💰 Salário base predominante:
R$ 10.170,07 + gratificação de R$ 3.500,00
Algumas especialidades: R$ 7.627,55 ou R$ 5.085,03 (com gratificações)
O deputado estadual Marcelo Cruz alertou o governador Marcos Rocha sobre informações que recebeu sobre pressões de secretários para atender demandas e acelerar processos na reta final da administração estadual. Durante sessão da Assembleia Legislativa nesta terça-feira (27), o parlamentar pediu cautela ao governador para evitar decisões que possam comprometer sua gestão.
Reeleito para o terceiro mandato, Marcelo afirmou que tem recebido relatos dessas pressões e aconselhou Marcos Rocha a não fazer mudanças no secretariado para atender às cobranças.
O deputado também mencionou uma conversa que teve com o governador em São Paulo, durante um compromisso no último fim de semana. No encontro, os dois trataram da transição de governo e de decisões administrativas tomadas neste período.
Durante o pronunciamento, Marcelo disse que há comentários e informações desencontradas sobre a situação interna do governo e recomendou atenção às medidas adotadas neste momento.
O parlamentar reconheceu que Marcos Rocha deu transparência à administração pública, mas demonstrou preocupação com as consequências de decisões tomadas sob pressão.
Marcelo também aconselhou o governador a preservar o legado da gestão e evitar atitudes precipitadas, especialmente em relação a possíveis trocas de secretários.
Uma operação da PF contra a extração ilegal de ouro no rio Madeira resultou na inutilização de 72 embarcações e equipamentos, além de 16 mil litros de óleo diesel, nesta terça-feira (27), em Porto Velho. A ação, realizada com apoio do Ibama, ocorreu entre os distritos de Calama e São Carlos.
Entre os bens inutilizados estão 17 dragas, 2 rebocadores, 3 voadeiras, 21 motores, 25 bombas de draga e 4 bombas de água. As estruturas eram utilizadas na extração e no processamento do ouro retirado ilegalmente do leito do rio.
Os policiais também apreenderam 3 frascos de mercúrio e 8 aparelhos celulares durante a Operação Nêmesis. O material será analisado para tentar identificar os proprietários das dragas e as pessoas que financiam o garimpo ilegal na região.
O combustível inutilizado era destinado ao abastecimento das embarcações e dos equipamentos empregados na atividade.
Os responsáveis poderão responder por usurpação de bem da União, extração de recursos minerais sem autorização e uso de substância tóxica.
A investigação continua para identificar os donos das embarcações e os financiadores da exploração ilegal de ouro.
Passada a eleição presidencial, a Frente Parlamentar da Agricultura (FPA) retoma a articulação em defesa do setor produtivo. A pauta da vez é o endividamento rural e os desafios enfrentados pelos produtores neste e no próximo ano.
Vice-presidente da FPA no Senado, o senador Jaime Bagattoli (PL) lembrou que a renegociação das dívidas rurais precisa ser prioridade no Congresso Nacional ainda este ano.
“O produtor tem enfrentando dificuldades de toda ordem, como altos custos de produção, valores baixos das commodities e dificuldade de acesso ao crédito. Tudo isso joga ele no endividamento sem fim que impede que ele invista no campo e aumente a produção”, detalhou o senador.
Bagattoli também chamou atenção para a necessidade de ajustes na Medida Provisória 1376/2026 que estabelece novas linhas de crédito para renegociação de dívidas rurais.
“Tem muitos pontos que precisamos melhorar dentro dessa MP para alcançar ainda mais produtores. Além disso, outros pontos precisam ser atacados, como a questão dos embargos ambientais injustos que acabam impedindo que muitos produtores tenham acesso ao crédito”, acrescentou o senador.
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