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Carne de jacaré produzida em Porto Velho pode ganhar selo nacional e se tornar vitrine da bioeconomia amazônica

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Crédito: magnific

Se você trabalha com números, gestão ou contabilidade e sente que chegou a hora de dar um passo mais estratégico na carreira, provavelmente já esbarrou no termo controladoria. Mas o que essa área realmente envolve? E por que tantos profissionais estão buscando especialização nesse campo?

A resposta passa por uma mudança profunda no funcionamento das empresas brasileiras. Com a transformação digital acelerando processos, com a pressão por eficiência e com um ambiente econômico cada vez mais complexo, as organizações precisam de profissionais capazes de traduzir dados financeiros em decisões estratégicas. É exatamente aí que o controller e o gestor financeiro entram.

A seguir, você vai entender o que é a área de controladoria e finanças, quais são as funções e oportunidades dessa carreira, o que o mercado está exigindo hoje e como uma especialização pode abrir portas para cargos de liderança.

O que é controladoria e como ela se diferencia da contabilidade tradicional

Muita gente confunde controladoria com contabilidade, e é compreensível: as duas áreas trabalham com dados financeiros e são fundamentais para a saúde de qualquer organização. Mas existem diferenças importantes entre elas.

A contabilidade foca no registro e na conformidade. Ela garante que todas as transações financeiras da empresa estejam documentadas corretamente, que as obrigações fiscais sejam cumpridas e que os demonstrativos contábeis estejam de acordo com a legislação vigente. É um trabalho essencial, mas predominantemente operacional.

A controladoria, por sua vez, usa essas informações como ponto de partida para algo maior: ela interpreta os dados, monitora o desempenho da empresa em relação ao que foi planejado, identifica desvios e apoia a alta gestão na tomada de decisões. Em outras palavras, o controller não apenas registra o que aconteceu, ele analisa, projeta e orienta o que deve acontecer.

Já a gestão financeira é ainda mais ampla. Ela abrange o planejamento e controle dos recursos da empresa, a gestão do fluxo de caixa, as decisões de investimento e financiamento, a relação com investidores e instituições financeiras, além de estratégias para maximizar o valor do negócio. Um gestor financeiro trabalha com o presente e com o futuro da organização ao mesmo tempo.

Na prática, muitas empresas integram essas funções em áreas como Finanças e Controladoria ou sob o comando do CFO (Chief Financial Officer), o que explica por que os dois campos costumam ser estudados juntos.

Quais são as principais funções de um controller nas empresas modernas

O controller é o profissional responsável por monitorar e interpretar os números da empresa. Seu trabalho vai muito além de fechar balancetes: ele é o elo entre os dados financeiros e as decisões estratégicas da organização.

Entre as principais responsabilidades de um controller estão o planejamento e controle orçamentário, que envolve elaborar o orçamento anual da empresa, acompanhar sua execução e identificar variações entre o planejado e o realizado. Há também a gestão de custos, que consiste em analisar os custos de cada área ou produto para identificar oportunidades de redução e melhora de margens.

A produção de relatórios gerenciais é outra função central, gerando informações claras e precisas para que diretores e gestores possam tomar decisões bem fundamentadas. O acompanhamento de indicadores de desempenho, como EBITDA, margem de contribuição e ROI, também faz parte do dia a dia. Além disso, o controller participa de reuniões de planejamento, apresenta cenários e projeções e orienta a diretoria sobre os impactos financeiros de diferentes caminhos.

Por fim, garantir que as práticas financeiras da empresa estejam alinhadas com a legislação, normas contábeis e boas práticas de governança corporativa é uma responsabilidade constante nessa função.

Em empresas de médio e grande porte, o controller frequentemente lidera equipes e se reporta diretamente ao CFO ou ao CEO. É um cargo de alta responsabilidade e com grande influência nas decisões do negócio.

Habilidades que o mercado exige de quem atua em finanças e controladoria hoje

O perfil do profissional de finanças mudou bastante nos últimos anos. Se antes bastava dominar planilhas e normas contábeis, hoje o mercado busca uma combinação de competências técnicas, analíticas e comportamentais.

No campo técnico, as principais exigências incluem sólido conhecimento em contabilidade e normas como IFRS e CPC, domínio de planejamento orçamentário e controle de custos, capacidade de análise de demonstrativos financeiros como DRE, Balanço Patrimonial e Fluxo de Caixa, além de conhecimento em finanças corporativas, valuation e análise de riscos. Familiaridade com ERP, sistemas como SAP, Totvs e Oracle, e ferramentas de Business Intelligence como Power BI também aparecem com frequência nas exigências das vagas.

Do ponto de vista comportamental, o mercado valoriza muito a capacidade de comunicação, já que o controller precisa apresentar números complexos de forma clara para diferentes públicos. Pensamento crítico, atenção a detalhes, visão sistêmica do negócio e liderança também são competências muito citadas.

O conhecimento em legislação tributária e compliance é igualmente valorizado, especialmente em um país como o Brasil, onde as obrigações fiscais são numerosas e complexas.

Como a transformação digital mudou o papel do gestor financeiro

A tecnologia não substituiu o gestor financeiro, mas transformou profundamente o que ele precisa saber e como ele trabalha. Ferramentas que antes levavam dias para gerar um relatório hoje entregam dados em tempo real. Isso muda tudo.

Com a automação de processos repetitivos e a consolidação de dados em plataformas integradas, o controller e o gestor financeiro ganharam tempo para se dedicar ao que realmente agrega valor: interpretar, projetar e recomendar. A parte operacional ficou para os sistemas. A parte estratégica ficou para os profissionais.

Alguns dos movimentos mais relevantes que moldam o trabalho na área hoje passam pelo Finance Analytics e pela tomada de decisão orientada por dados. A capacidade de trabalhar com grandes volumes de dados para identificar tendências e oportunidades tornou-se essencial, e ferramentas como Power BI, Tableau e Python para análise de dados estão cada vez mais presentes nas equipes financeiras.

A inteligência artificial aplicada a finanças também avança rapidamente. Modelos de IA já são usados para previsão de demanda, detecção de fraudes, análise de crédito e simulações de cenários econômicos. Profissionais que entendem como usar e interpretar essas ferramentas saem na frente.

Especialmente em operações financeiras e auditorias, o conhecimento sobre tecnologias de registro distribuído e cibersegurança começa a fazer parte do repertório esperado de controllers e CFOs. Com a Lei Geral de Proteção de Dados em vigor, quem trabalha com informações financeiras também precisou aprender sobre privacidade de dados e adequação legal.

Essa combinação de conhecimento financeiro com fluência tecnológica é o que o mercado chama de CFO do futuro, e a demanda por esse perfil só cresce.

Faixa salarial e perspectivas de carreira para quem atua na área

A área de finanças e controladoria oferece uma das trajetórias de crescimento mais sólidas do mercado corporativo. O caminho mais comum começa em posições como analista financeiro ou analista de controladoria, avançando para coordenador, gerente, diretor financeiro e, no topo, CFO.

Em termos de remuneração, os valores variam conforme o porte da empresa, o setor e a localização geográfica, mas o mercado brasileiro sinaliza uma demanda crescente por profissionais qualificados. De acordo com dados do IBEF (Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças), a escassez de profissionais com formação sólida em finanças é um dos gargalos mais citados por empresas de grande porte no Brasil.

Além do mercado corporativo tradicional, profissionais de controladoria e finanças também encontram oportunidades em consultorias, escritórios contábeis, fintechs, bancos e startups financeiras, que cresceram muito nos últimos anos e demandam profissionais com visão estratégica.

Outro ponto importante: profissionais com certificações e especializações reconhecidas tendem a se destacar na disputa por cargos de liderança. O título de MBA, por exemplo, é frequentemente mencionado como requisito ou diferencial em vagas de gerência e diretoria financeira.

Por que fazer um MBA em controladoria e finanças pode acelerar sua progressão profissional

A graduação forma a base. Mas em uma área tão dinâmica quanto finanças e controladoria, a base sozinha raramente é suficiente para quem quer chegar a posições estratégicas. É aí que entra a especialização.

Um MBA em controladoria e finanças oferece mais do que conteúdo técnico atualizado. Ele proporciona uma visão integrada do negócio, conectando as finanças ao planejamento estratégico, ao mercado, à governança e à tecnologia. Quem passa por esse tipo de formação sai com um repertório bem mais amplo do que entrou.

Além disso, o MBA é um ambiente de troca com outros profissionais da área. O networking gerado durante o curso é, muitas vezes, tão valioso quanto o próprio conteúdo, abrindo portas para oportunidades que dificilmente apareceriam de outra forma.

Independente do caminho escolhido, o mais importante é entender que a área de controladoria e finanças não é mais uma carreira de retaguarda dentro das empresas. Ela está no centro das decisões. E os profissionais que souberem ocupar esse espaço, com competência técnica e visão estratégica, vão continuar sendo muito procurados.

Fonte: Via: florestanoticias

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A Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula

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É com pesar que a Funerária Alta Floresta comunica o falecimento do Senhor Mário Roberto de Paula, aos 69 anos de idade, ocorrido em 01/11, seu corpo será velado na Capela da Funerária do seu Valdemar apartir das 20:00, e o seu sepultamento será amanhã 03/11, as 08:00 horas, no cemitério local de Alta Floresta

Nossos sentimentos aos Familiares e Amigos.

E desde já a família enlutada agradece a presença de todos.

Fonte: Florestanoticias.com

Fonte: Via: web tv alternativa

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ALTA FLORESTA – HOMEM DESAPARECE APÓS SER ARRASTADO PELA CORRENTEZA DE RIO DURANTE PESCARIA NA ZONA RURAL – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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Mel com ‘sabor amazônico’ produzido por abelhas sem ferrão custa até R$ 400 o litro em Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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