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“É preciso saber o que fazer e como fazer”, diz Marcos Rogério sobre seu jeito de trabalhar por Rondônia

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Neste mês de setembro de 2026, a família Donadon celebra 50 anos de sua chegada a Rondônia. A data também coincide com o aniversário de dona Delfina Donadon, matriarca da família, que completa 89 anos no dia 2 de setembro.

A história dos Donadon se mistura à trajetória de pioneirismo que marcou o desenvolvimento do Cone Sul de Rondônia nas décadas de 1970 e 1980. Em 1976, Marcos Donadon deixou Porecatu, no norte do Paraná, ao lado da esposa, Delfina, do pai, Antônio Donadon, e dos dez filhos do casal, cinco mulheres e cinco homens, todos ainda crianças ou adolescentes na época.

A família decidiu trocar a vida que havia construído no Paraná pela oportunidade de conquistar uma terra própria, algo que considerava praticamente impossível na região onde vivia.

A viagem foi feita inteiramente em uma Kombi, que transportou 13 pessoas. Depois de cruzar o país até Cuiabá, a família ainda enfrentou mais de uma semana de estrada até chegar a Vilhena. O trajeto, de aproximadamente 700 quilômetros, que hoje pode ser percorrido em pouco menos de 12 horas, era muito mais demorado naquela época devido às condições precárias das estradas de terra e areia.

Entre as lembranças da longa viagem, um detalhe ainda hoje é contado com carinho pela família: o grupo levou consigo um pombo, companhia inusitada que Natan Donadon, um dos dez filhos do casal e ainda criança na época, guarda na memória como uma lembrança bem-humorada daquela aventura vivida por todos.

Após a chegada a Vilhena, a família passou por um período de adaptação à nova terra. Em seguida, os Donadon seguiram para Colorado do Oeste e, posteriormente, para Cerejeiras, onde receberam um sítio de 42 hectares — a terra que buscavam desde o início da jornada e que, com o passar dos anos, viria a crescer.

Foi em Cerejeiras que Marcos Donadon foi nomeado administrador pelo então governador Jorge Teixeira. Mais tarde, tornou-se uma das lideranças envolvidas na fundação e na estruturação dos primeiros anos do município.

Em 1982, Marcos foi eleito o primeiro prefeito de Colorado do Oeste, cidade que ajudou a fundar. Assumiu o cargo em 6 de outubro de 1983 e permaneceu à frente da administração municipal até 31 de dezembro de 1988, em um período em que o município ainda dava seus primeiros passos.

Uma história construída em Rondônia

Meio século depois da chegada da família, a data é lembrada pelos Donadon como um marco de uma trajetória construída em Rondônia e também como parte da história de formação do Cone Sul do estado.

Para Natan Donadon, um dos dez filhos do casal, olhar para essa trajetória é motivo de orgulho e reforça sua ligação com Rondônia.

“Tenho muito orgulho dessa terra e de tudo o que minha família construiu aqui. Trabalhei para trazer recursos para Rondônia, e o que eu puder fazer pelo crescimento do nosso estado, eu farei”, afirma.

Em uma conversa acompanhada de um café, dona Delfina, prestes a completar 89 anos, revisitou algumas das lembranças mais marcantes dos primeiros anos da família em Rondônia. Entre as recordações estão a viagem em meio a estradas de areia e atoleiros, as dificuldades enfrentadas com os filhos pequenos, os períodos de malária e os dias vividos em Vilhena antes da mudança para o sítio.

Com simplicidade, ela resume a motivação que sustentou a família diante dos desafios:

“Naquela época, era muito difícil, mas nós tínhamos um sonho: chegar aqui e conseguir nossa terra. Viemos com nossos filhos pequenos, enfrentamos atoleiros, estradas de areia, malária e muitas dificuldades. Em Vilhena, enquanto esperávamos para seguir para o sítio, os meninos trabalhavam como engraxates e nós lavávamos roupa no rio. Depois veio o trabalho na terra, o plantio e a construção da nossa vida. Hoje, olhando para tudo o que nossos filhos construíram, vejo que valeu a pena. E, acima de tudo, sempre tivemos Deus e a fé para nos dar força.”

Ao completar 50 anos de sua chegada ao estado, a família Donadon celebra não apenas uma data, mas cinco décadas de histórias, desafios, trabalho e vínculos construídos em Rondônia.

Fonte: Assessoria

Fonte: Via: florestanoticias

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ALTA FLORESTA – HOMEM DESAPARECE APÓS SER ARRASTADO PELA CORRENTEZA DE RIO DURANTE PESCARIA NA ZONA RURAL – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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Mel com ‘sabor amazônico’ produzido por abelhas sem ferrão custa até R$ 400 o litro em Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

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Menino de 4 anos morre após ser arrastado pela correnteza de igarapé em Ji-Paraná – WEB TV ALTERNATIVA

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Corpo de Bombeiros realizou buscas na região neste domingo (1º); trabalhos devem ser retomados nesta segunda-feira.

Uma ocorrência de desaparecimento mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros neste domingo (1º), na zona rural de Alta Floresta d’Oeste, em Rondônia. Um homem identificado como Mário, servidor público aposentado e bastante conhecido no município, desapareceu nas águas do Rio Branco após um incidente durante uma pescaria.

De acordo com as informações preliminares, Mário estava acompanhado de outras pessoas na região da Linha 47,5, quando teria sido surpreendido pela força da correnteza e arrastado pela água. Testemunhas relataram que ele chegou a ser visto submergindo, mas não voltou à superfície.

Após o ocorrido, foram iniciadas buscas na tentativa de localizar o homem. O Corpo de Bombeiros atuou na ocorrência durante este domingo, mas os trabalhos foram encerrados ao final do dia, com previsão de retomada nesta segunda-feira (2).

COMOÇÃO ENTRE FAMILIARES E AMIGOS

A notícia causou grande repercussão em Alta Floresta d’Oeste, onde Mário construiu uma trajetória de muitos anos como servidor público. Embora atualmente residisse em Cacoal, ele mantinha fortes vínculos com o município, onde possui familiares, amigos e pessoas próximas.

Mário também é irmão do ex-vereador Manoel da Saúde, figura conhecida na comunidade local.

Familiares e amigos acompanham o caso com apreensão e mantêm a esperança de que ele seja localizado com vida.

As circunstâncias do desaparecimento seguem sendo apuradas, e novas informações deverão ser divulgadas conforme o andamento dos trabalhos de busca.

Fonte: www.190online.com

Fonte: Via: web tv alternativa

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