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Marcos Rogério anuncia pasta exclusiva para fortalecer a cultura em Rondônia

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De porta em porta, conversando com quem trabalha, empreende e vive em São Miguel do Guaporé. Assim foi a agenda do deputado estadual Ismael Crispin, candidato à reeleição, nesta quinta-feira (3). Ao lado do vereador, presidente da Câmara Municipal e candidato a deputado federal Jair Topcar, o parlamentar visitou comércios e empresas, reencontrou amigos e apoiadores e ouviu a população.

A agenda reforça uma característica da campanha de Ismael: a proximidade e o diálogo direto. Durante as visitas, o deputado prestou contas dos dois mandatos e apresentou ações que hoje fazem parte da realidade de São Miguel do Guaporé.

São investimentos que alcançam diferentes segmentos, como educação, saúde, segurança pública, agricultura e infraestrutura urbana e rural. Para Ismael, poder percorrer o município que o acolheu e conversar diretamente com as pessoas tem um significado ainda maior quando há realizações concretas para apresentar.

“É muito bom poder estar em São Miguel, entrar nos comércios, visitar as empresas, conversar com as famílias e ter o que mostrar. São ações que estão aí, que as pessoas veem e que hoje fazem diferença na vida da nossa gente. Meu mandato nunca foi de promessa. Meu mandato sempre foi de entrega”, destacou Ismael Crispin.

Ações que fazem diferença

Na educação, uma das iniciativas é a reforma da tradicional Escola Delnildo. Na segurança pública, destacam-se a construção do Quartel do Corpo de Bombeiros e do novo prédio do 11º Batalhão da Polícia Militar.

Na zona rural, quatro pontes de concreto sobre o Rio São Joaquim, localizadas nas Linhas 78, 82, 86 e 90, trouxeram mais segurança e melhores condições de deslocamento para moradores e produtores.

Essas iniciativas se somam a ações na saúde, agricultura, infraestrutura e outros setores. Ao longo dos dois mandatos, a atuação em diferentes áreas permitiu atender demandas tanto da cidade quanto do campo.

Durante as conversas desta quinta-feira, Ismael também ouviu moradores, comerciantes e empresários sobre as necessidades atuais do município. Para o candidato à reeleição, esse contato permite não apenas apresentar o que já foi feito, mas também identificar as prioridades para os próximos anos.

“Política se faz perto das pessoas. É ouvindo quem está no comércio, quem produz, quem mora na cidade e no campo que conseguimos entender as necessidades e buscar soluções. É assim que fizemos até aqui e é assim que queremos continuar”, afirmou.

Jair Topcar acompanhou Ismael Crispin durante as visitas realizadas ao longo do dia. Parceiro do mandato, o vereador e presidente da Câmara Municipal tem contribuído com a apresentação e o acompanhamento de demandas de São Miguel do Guaporé.

A programação foi encerrada à noite com uma reunião de apoiadores de Jair Topcar. O encontro reuniu lideranças, amigos e moradores e reforçou a parceria entre os dois candidatos nesta campanha.

Ao encerrar a agenda, o deputado estadual Ismael Crispin reafirmou que seguirá percorrendo São Miguel do Guaporé e outros municípios de Rondônia apresentando as ações dos dois mandatos, ouvindo a população e defendendo a continuidade desse projeto. “Meu mandato nunca foi de promessa. Meu mandato sempre foi de entrega”, finalizou.

Texto e foto: Assessoria

Fonte: Via: florestanoticias

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Recuperação judicial pode ser uma segunda chance para produtores rurais endividados, destaca especialista durante Agro&Cont em Cacoal – WEB TV ALTERNATIVA

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Em entrevista ao RuralCast, engenheiro agrícola Vinícius Hunke explica como juros elevados, queda dos preços das commodities e problemas climáticos afetam a saúde financeira

O crescimento do endividamento no agronegócio brasileiro, associado aos juros elevados, às oscilações dos preços das commodities e às dificuldades climáticas, tem ampliado a necessidade de planejamento financeiro e reestruturação das atividades rurais. Em determinadas situações, a recuperação judicial pode representar uma alternativa para reorganizar compromissos e permitir que produtores e empresas continuem suas operações.

O assunto foi destaque durante a segunda edição do Agro&Cont 2026, realizada nos dias 30 e 31 de outubro, no AgroHub da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Cacoal. O evento reuniu especialistas, empresários, produtores rurais, profissionais da contabilidade e representantes de instituições para discutir os desafios econômicos e tributários do setor.

Durante a cobertura especial do RuralCast, podcast do Grupo Amazun, o professor Charles Carminati entrevistou o engenheiro agrícola Vinícius Hunke, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), pós-graduado em Gestão e Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP) e sócio da Quist Investimentos.

Com mais de 15 anos de experiência na área financeira, Hunke apresentou sua visão sobre o tema “Recuperação Judicial no Agronegócio: Riscos, Estratégias e Continuidade do Negócio”.

Juros elevados, dificuldades climáticas e preços agrícolas pressionam produtores

Segundo o especialista, a combinação entre taxas de juros elevadas e redução dos preços de determinadas commodities tem prejudicado a capacidade financeira de produtores rurais.

Além das dificuldades econômicas, a atividade agropecuária está permanentemente exposta a fatores externos, como períodos de estiagem, excesso de chuvas e perdas de produtividade.

Quando esses acontecimentos se repetem em ciclos produtivos consecutivos, o produtor pode enfrentar dificuldades para pagar financiamentos, fornecedores e outras obrigações assumidas anteriormente.

Hunke ressaltou que o endividamento nem sempre está relacionado à falta de capacidade de gestão do agricultor. Muitas vezes, os problemas decorrem de circunstâncias econômicas e climáticas que ultrapassam seu controle.

O perigo de buscar ajuda somente quando já é tarde

Um dos principais alertas feitos pelo entrevistado está relacionado ao comportamento de produtores e empresários diante das primeiras dificuldades financeiras.

De acordo com Hunke, é comum que o empreendedor tente resolver sozinho os problemas, adiando a procura por orientação especializada.

Nesse processo, alguns produtores começam a vender equipamentos, propriedades e outros bens para manter os pagamentos em dia.

O problema, segundo o especialista, é que a venda de patrimônio em condições de urgência pode resultar em negociações muito abaixo do valor de mercado.

Essa situação pode comprometer não apenas a estrutura financeira, mas também a capacidade produtiva da atividade rural.

Para Hunke, é fundamental reconhecer os sinais de dificuldade e avaliar alternativas antes que o endividamento alcance um estágio mais grave.

Recuperação judicial não significa necessariamente o fim da atividade

Um dos pontos centrais da entrevista foi a necessidade de combater a percepção negativa que ainda existe sobre a recuperação judicial.

O especialista explicou que muitos empresários resistem a procurar esse mecanismo por receio da repercussão entre fornecedores, credores e pessoas próximas.

Entretanto, a recuperação judicial foi apresentada como um instrumento que pode permitir a reorganização de dívidas e a continuidade das atividades economicamente viáveis, observadas as condições previstas na legislação.

“Nós costumamos dizer que a recuperação judicial é uma segunda chance, porque todo mundo tem o direito de errar.”

A declaração de Hunke destaca a importância de compreender a crise empresarial como uma situação que pode exigir mudanças na gestão, renegociação de compromissos e apoio especializado.

O entrevistado também explicou que, em sua experiência profissional, alguns clientes reconhecem posteriormente que deveriam ter buscado orientação antes.

A mensagem central é que enfrentar os problemas financeiros de maneira antecipada pode ampliar as possibilidades de preservar o patrimônio e a atividade produtiva.

Reforma Tributária amplia desafios para a gestão empresarial

A Reforma Tributária também esteve entre os assuntos discutidos durante a entrevista.

Para Vinícius Hunke, as mudanças no sistema tributário brasileiro exigirão atenção das empresas, especialmente daquelas que já enfrentam dificuldades para cumprir suas obrigações fiscais.

“O impacto vai ser gigantesco. Eu não tenho dúvidas sobre isso hoje.”

O especialista destacou que ainda existem incertezas sobre os efeitos práticos da implementação das mudanças, sobretudo na relação entre as obrigações tributárias e os processos de reestruturação financeira.

Durante a conversa, ele ressaltou que os efeitos concretos precisarão ser acompanhados à medida que as novas regras forem implementadas.

Nesse cenário, a integração entre profissionais da contabilidade, gestores financeiros, especialistas jurídicos e produtores rurais tende a ganhar importância.

Três caminhos para reorganizar empresas e buscar soluções

Ao apresentar a atuação da Quist Investimentos, Hunke explicou que o trabalho desenvolvido pela empresa está estruturado em três frentes principais.

A primeira envolve consultoria e reestruturação financeira, incluindo situações de maior endividamento e processos de recuperação judicial.

A segunda está relacionada à busca de alternativas de crédito e investidores para empresas que enfrentam restrições nas linhas tradicionais de financiamento.

A terceira contempla operações de fusões e aquisições, auxiliando empresários interessados na compra ou venda de negócios.

O entrevistado também abordou a negociação de créditos inadimplidos, segmento do mercado financeiro que envolve operações com instituições e fundos especializados.

Planejamento e orientação especializada são fundamentais

Na parte final da entrevista, Vinícius Hunke deixou uma mensagem direcionada aos produtores e empresários de Rondônia que enfrentam dificuldades financeiras.

“Se você já não conseguir mais lidar com esse problema sozinho, contrate uma pessoa especialista que possa auxiliá-lo.”

O especialista também demonstrou expectativa de recuperação das condições de mercado, especialmente em relação aos preços das commodities, embora tenha reconhecido que os próximos movimentos ainda são incertos.

A entrevista reforçou uma reflexão importante para o agronegócio: produzir bem continua sendo indispensável, mas a continuidade de uma atividade rural também depende de planejamento, controle financeiro e capacidade de tomar decisões diante das adversidades.

A recuperação judicial não é uma solução automática para todos os casos. Sua viabilidade depende das condições financeiras e jurídicas de cada produtor ou empresa. Ainda assim, o debate evidencia a necessidade de discutir alternativas antes que as dificuldades comprometam definitivamente o negócio.

A entrevista integra a cobertura especial do RuralCast, do Grupo Amazun, realizada durante o Agro&Cont 2026, na UNIR, em Cacoal (RO), com conteúdos disponibilizados pelo canal Olá Rondônia, no YouTube.

Fonte: rolimnoticias.com.br

Fonte: Via: web tv alternativa

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SUS detecta quase 10 mil testes positivos para HPV de alto risco – WEB TV ALTERNATIVA

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Em entrevista ao RuralCast, engenheiro agrícola Vinícius Hunke explica como juros elevados, queda dos preços das commodities e problemas climáticos afetam a saúde financeira

O crescimento do endividamento no agronegócio brasileiro, associado aos juros elevados, às oscilações dos preços das commodities e às dificuldades climáticas, tem ampliado a necessidade de planejamento financeiro e reestruturação das atividades rurais. Em determinadas situações, a recuperação judicial pode representar uma alternativa para reorganizar compromissos e permitir que produtores e empresas continuem suas operações.

O assunto foi destaque durante a segunda edição do Agro&Cont 2026, realizada nos dias 30 e 31 de outubro, no AgroHub da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Cacoal. O evento reuniu especialistas, empresários, produtores rurais, profissionais da contabilidade e representantes de instituições para discutir os desafios econômicos e tributários do setor.

Durante a cobertura especial do RuralCast, podcast do Grupo Amazun, o professor Charles Carminati entrevistou o engenheiro agrícola Vinícius Hunke, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), pós-graduado em Gestão e Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP) e sócio da Quist Investimentos.

Com mais de 15 anos de experiência na área financeira, Hunke apresentou sua visão sobre o tema “Recuperação Judicial no Agronegócio: Riscos, Estratégias e Continuidade do Negócio”.

Juros elevados, dificuldades climáticas e preços agrícolas pressionam produtores

Segundo o especialista, a combinação entre taxas de juros elevadas e redução dos preços de determinadas commodities tem prejudicado a capacidade financeira de produtores rurais.

Além das dificuldades econômicas, a atividade agropecuária está permanentemente exposta a fatores externos, como períodos de estiagem, excesso de chuvas e perdas de produtividade.

Quando esses acontecimentos se repetem em ciclos produtivos consecutivos, o produtor pode enfrentar dificuldades para pagar financiamentos, fornecedores e outras obrigações assumidas anteriormente.

Hunke ressaltou que o endividamento nem sempre está relacionado à falta de capacidade de gestão do agricultor. Muitas vezes, os problemas decorrem de circunstâncias econômicas e climáticas que ultrapassam seu controle.

O perigo de buscar ajuda somente quando já é tarde

Um dos principais alertas feitos pelo entrevistado está relacionado ao comportamento de produtores e empresários diante das primeiras dificuldades financeiras.

De acordo com Hunke, é comum que o empreendedor tente resolver sozinho os problemas, adiando a procura por orientação especializada.

Nesse processo, alguns produtores começam a vender equipamentos, propriedades e outros bens para manter os pagamentos em dia.

O problema, segundo o especialista, é que a venda de patrimônio em condições de urgência pode resultar em negociações muito abaixo do valor de mercado.

Essa situação pode comprometer não apenas a estrutura financeira, mas também a capacidade produtiva da atividade rural.

Para Hunke, é fundamental reconhecer os sinais de dificuldade e avaliar alternativas antes que o endividamento alcance um estágio mais grave.

Recuperação judicial não significa necessariamente o fim da atividade

Um dos pontos centrais da entrevista foi a necessidade de combater a percepção negativa que ainda existe sobre a recuperação judicial.

O especialista explicou que muitos empresários resistem a procurar esse mecanismo por receio da repercussão entre fornecedores, credores e pessoas próximas.

Entretanto, a recuperação judicial foi apresentada como um instrumento que pode permitir a reorganização de dívidas e a continuidade das atividades economicamente viáveis, observadas as condições previstas na legislação.

“Nós costumamos dizer que a recuperação judicial é uma segunda chance, porque todo mundo tem o direito de errar.”

A declaração de Hunke destaca a importância de compreender a crise empresarial como uma situação que pode exigir mudanças na gestão, renegociação de compromissos e apoio especializado.

O entrevistado também explicou que, em sua experiência profissional, alguns clientes reconhecem posteriormente que deveriam ter buscado orientação antes.

A mensagem central é que enfrentar os problemas financeiros de maneira antecipada pode ampliar as possibilidades de preservar o patrimônio e a atividade produtiva.

Reforma Tributária amplia desafios para a gestão empresarial

A Reforma Tributária também esteve entre os assuntos discutidos durante a entrevista.

Para Vinícius Hunke, as mudanças no sistema tributário brasileiro exigirão atenção das empresas, especialmente daquelas que já enfrentam dificuldades para cumprir suas obrigações fiscais.

“O impacto vai ser gigantesco. Eu não tenho dúvidas sobre isso hoje.”

O especialista destacou que ainda existem incertezas sobre os efeitos práticos da implementação das mudanças, sobretudo na relação entre as obrigações tributárias e os processos de reestruturação financeira.

Durante a conversa, ele ressaltou que os efeitos concretos precisarão ser acompanhados à medida que as novas regras forem implementadas.

Nesse cenário, a integração entre profissionais da contabilidade, gestores financeiros, especialistas jurídicos e produtores rurais tende a ganhar importância.

Três caminhos para reorganizar empresas e buscar soluções

Ao apresentar a atuação da Quist Investimentos, Hunke explicou que o trabalho desenvolvido pela empresa está estruturado em três frentes principais.

A primeira envolve consultoria e reestruturação financeira, incluindo situações de maior endividamento e processos de recuperação judicial.

A segunda está relacionada à busca de alternativas de crédito e investidores para empresas que enfrentam restrições nas linhas tradicionais de financiamento.

A terceira contempla operações de fusões e aquisições, auxiliando empresários interessados na compra ou venda de negócios.

O entrevistado também abordou a negociação de créditos inadimplidos, segmento do mercado financeiro que envolve operações com instituições e fundos especializados.

Planejamento e orientação especializada são fundamentais

Na parte final da entrevista, Vinícius Hunke deixou uma mensagem direcionada aos produtores e empresários de Rondônia que enfrentam dificuldades financeiras.

“Se você já não conseguir mais lidar com esse problema sozinho, contrate uma pessoa especialista que possa auxiliá-lo.”

O especialista também demonstrou expectativa de recuperação das condições de mercado, especialmente em relação aos preços das commodities, embora tenha reconhecido que os próximos movimentos ainda são incertos.

A entrevista reforçou uma reflexão importante para o agronegócio: produzir bem continua sendo indispensável, mas a continuidade de uma atividade rural também depende de planejamento, controle financeiro e capacidade de tomar decisões diante das adversidades.

A recuperação judicial não é uma solução automática para todos os casos. Sua viabilidade depende das condições financeiras e jurídicas de cada produtor ou empresa. Ainda assim, o debate evidencia a necessidade de discutir alternativas antes que as dificuldades comprometam definitivamente o negócio.

A entrevista integra a cobertura especial do RuralCast, do Grupo Amazun, realizada durante o Agro&Cont 2026, na UNIR, em Cacoal (RO), com conteúdos disponibilizados pelo canal Olá Rondônia, no YouTube.

Fonte: rolimnoticias.com.br

Fonte: Via: web tv alternativa

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Homem em situação de rua é encontrado morto em posto de combustíveis em Vilhena – WEB TV ALTERNATIVA

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Julgamento ocorreu na quarta-feira (28); Justiça fixou regime inicial fechado e determinou o cumprimento imediato da pena.

Um homem foi condenado a 21 anos de reclusão pelo assassinato de um trabalhador no cruzamento da Avenida Amazonas com a Rua Elias Gorayeb, em Porto Velho (RO). O julgamento foi realizado na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da comarca da capital.

Conforme os autos, o crime aconteceu em 28 de maio de 2025, por volta das 13h11. A vítima foi morta em plena via pública, durante o dia.

O Conselho de Sentença acolheu a acusação apresentada pelo Ministério Público de Rondônia e reconheceu as circunstâncias qualificadoras descritas na denúncia, relacionadas ao motivo fútil, à emboscada e à dificuldade de defesa da vítima.

Ao estabelecer a pena, o juiz responsável pelo julgamento destacou elementos de planejamento e premeditação. Também considerou a gravidade de o crime ter ocorrido em um local público e à luz do dia.

A pena-base foi estabelecida em 18 anos. Após a análise das circunstâncias agravantes e atenuantes, incluindo a confissão espontânea, a condenação foi fixada em 21 anos de reclusão.

A sentença determinou o regime inicial fechado e o cumprimento imediato da pena. O pedido para recorrer em liberdade foi negado.

A decisão também previu comunicações aos órgãos competentes e as demais providências decorrentes da condenação.

Fonte: Olá Rondônia

Fonte: Via: web tv alternativa

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