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Alta Floresta d’Oeste mobiliza comunidade para grande campanha de doação de sangue “Vida por Vidas”

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Na segunda-feira, dia 1º, a Câmara Municipal de Rolim de Moura sediou uma reunião de grande relevância para o fortalecimento das políticas públicas, voltadas as pessoas com deficiência. O encontro teve como pauta principal, a implementação do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, um importante instrumento de participação social e garantia de direitos.

Durante a reunião, foi criada uma comissão composta por três membros, que ficará responsável por acompanhar toda a tramitação do processo de criação do conselho. Também foi anunciada a publicação de um edital, que irá estabelecer as regras para composição do órgão, definindo quem poderá se candidatar, bem como a quantidade de representantes do poder público e da sociedade civil.

O que inicialmente seria uma reunião técnica ganhou proporções maiores, tornando-se um espaço de diálogo amplo e esclarecedor. Na ocasião, diversas dúvidas dos participantes foram sanadas, especialmente no que diz respeito aos direitos das pessoas com deficiência, à função do conselho e à sua importância como elo entre a sociedade e o poder público.

Além de autoridades locais, o evento contou com a presença do ativista Jailton Delogo, que se deslocou da capital para contribuir com o debate. Durante sua participação, respondeu a questionamentos do público, abordando temas como os direitos da pessoa com deficiência, o papel do conselho e sua atuação na promoção de políticas inclusivas.

Em sua fala, Jailton Delogo agradeceu os vereadores e a administração municipal, representada pelo prefeito Aldo Júlio, pelo apoio à iniciativa, bem como a secretária de Assistência Social, Sandra Miranda dos Santos, pelo empenho na viabilização do conselho.

Também expressou gratidão ao Tribunal de Contas, instituição onde atua, por possibilitar sua presença no evento. Em um momento de forte emoção, destacou estar com o “coração cheio” e reforçou que cada conquista da pessoa com deficiência também é uma vitória pessoal.

Ele que é deficiente visual desde o nascimento, fez um apelo para que a sociedade se una em prol do conselho e trabalhe com dedicação para garantir avanços concretos no município. Em paralelo, o prefeito Aldo Júlio, em entrevista a um podcast local, reafirmou seu compromisso com a acessibilidade.

Segundo ele, a ideia de criação do conselho surgiu após diálogo com o Dr. Jailton Delogo, e reflete o desejo da gestão em atender de forma mais eficiente as demandas do PCD.

O gestor destacou ainda que as futuras obras do município já estão sendo planejadas com foco na inclusão, contemplando a construção de calçadas com piso tátil, rampas de acesso e outras medidas que visam melhorar a mobilidade e a qualidade de vida da pessoa com deficiência.

Com essas iniciativas, Rolim de Moura dá passos importantes rumo a uma cidade mais inclusiva, reforçando o compromisso de se tornar um espaço acessível e justo para todos.

Fonte: Via: florestanoticias

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Recuperação judicial pode ser uma segunda chance para produtores rurais endividados, destaca especialista durante Agro&Cont em Cacoal – WEB TV ALTERNATIVA

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Em entrevista ao RuralCast, engenheiro agrícola Vinícius Hunke explica como juros elevados, queda dos preços das commodities e problemas climáticos afetam a saúde financeira

O crescimento do endividamento no agronegócio brasileiro, associado aos juros elevados, às oscilações dos preços das commodities e às dificuldades climáticas, tem ampliado a necessidade de planejamento financeiro e reestruturação das atividades rurais. Em determinadas situações, a recuperação judicial pode representar uma alternativa para reorganizar compromissos e permitir que produtores e empresas continuem suas operações.

O assunto foi destaque durante a segunda edição do Agro&Cont 2026, realizada nos dias 30 e 31 de outubro, no AgroHub da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Cacoal. O evento reuniu especialistas, empresários, produtores rurais, profissionais da contabilidade e representantes de instituições para discutir os desafios econômicos e tributários do setor.

Durante a cobertura especial do RuralCast, podcast do Grupo Amazun, o professor Charles Carminati entrevistou o engenheiro agrícola Vinícius Hunke, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), pós-graduado em Gestão e Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP) e sócio da Quist Investimentos.

Com mais de 15 anos de experiência na área financeira, Hunke apresentou sua visão sobre o tema “Recuperação Judicial no Agronegócio: Riscos, Estratégias e Continuidade do Negócio”.

Juros elevados, dificuldades climáticas e preços agrícolas pressionam produtores

Segundo o especialista, a combinação entre taxas de juros elevadas e redução dos preços de determinadas commodities tem prejudicado a capacidade financeira de produtores rurais.

Além das dificuldades econômicas, a atividade agropecuária está permanentemente exposta a fatores externos, como períodos de estiagem, excesso de chuvas e perdas de produtividade.

Quando esses acontecimentos se repetem em ciclos produtivos consecutivos, o produtor pode enfrentar dificuldades para pagar financiamentos, fornecedores e outras obrigações assumidas anteriormente.

Hunke ressaltou que o endividamento nem sempre está relacionado à falta de capacidade de gestão do agricultor. Muitas vezes, os problemas decorrem de circunstâncias econômicas e climáticas que ultrapassam seu controle.

O perigo de buscar ajuda somente quando já é tarde

Um dos principais alertas feitos pelo entrevistado está relacionado ao comportamento de produtores e empresários diante das primeiras dificuldades financeiras.

De acordo com Hunke, é comum que o empreendedor tente resolver sozinho os problemas, adiando a procura por orientação especializada.

Nesse processo, alguns produtores começam a vender equipamentos, propriedades e outros bens para manter os pagamentos em dia.

O problema, segundo o especialista, é que a venda de patrimônio em condições de urgência pode resultar em negociações muito abaixo do valor de mercado.

Essa situação pode comprometer não apenas a estrutura financeira, mas também a capacidade produtiva da atividade rural.

Para Hunke, é fundamental reconhecer os sinais de dificuldade e avaliar alternativas antes que o endividamento alcance um estágio mais grave.

Recuperação judicial não significa necessariamente o fim da atividade

Um dos pontos centrais da entrevista foi a necessidade de combater a percepção negativa que ainda existe sobre a recuperação judicial.

O especialista explicou que muitos empresários resistem a procurar esse mecanismo por receio da repercussão entre fornecedores, credores e pessoas próximas.

Entretanto, a recuperação judicial foi apresentada como um instrumento que pode permitir a reorganização de dívidas e a continuidade das atividades economicamente viáveis, observadas as condições previstas na legislação.

“Nós costumamos dizer que a recuperação judicial é uma segunda chance, porque todo mundo tem o direito de errar.”

A declaração de Hunke destaca a importância de compreender a crise empresarial como uma situação que pode exigir mudanças na gestão, renegociação de compromissos e apoio especializado.

O entrevistado também explicou que, em sua experiência profissional, alguns clientes reconhecem posteriormente que deveriam ter buscado orientação antes.

A mensagem central é que enfrentar os problemas financeiros de maneira antecipada pode ampliar as possibilidades de preservar o patrimônio e a atividade produtiva.

Reforma Tributária amplia desafios para a gestão empresarial

A Reforma Tributária também esteve entre os assuntos discutidos durante a entrevista.

Para Vinícius Hunke, as mudanças no sistema tributário brasileiro exigirão atenção das empresas, especialmente daquelas que já enfrentam dificuldades para cumprir suas obrigações fiscais.

“O impacto vai ser gigantesco. Eu não tenho dúvidas sobre isso hoje.”

O especialista destacou que ainda existem incertezas sobre os efeitos práticos da implementação das mudanças, sobretudo na relação entre as obrigações tributárias e os processos de reestruturação financeira.

Durante a conversa, ele ressaltou que os efeitos concretos precisarão ser acompanhados à medida que as novas regras forem implementadas.

Nesse cenário, a integração entre profissionais da contabilidade, gestores financeiros, especialistas jurídicos e produtores rurais tende a ganhar importância.

Três caminhos para reorganizar empresas e buscar soluções

Ao apresentar a atuação da Quist Investimentos, Hunke explicou que o trabalho desenvolvido pela empresa está estruturado em três frentes principais.

A primeira envolve consultoria e reestruturação financeira, incluindo situações de maior endividamento e processos de recuperação judicial.

A segunda está relacionada à busca de alternativas de crédito e investidores para empresas que enfrentam restrições nas linhas tradicionais de financiamento.

A terceira contempla operações de fusões e aquisições, auxiliando empresários interessados na compra ou venda de negócios.

O entrevistado também abordou a negociação de créditos inadimplidos, segmento do mercado financeiro que envolve operações com instituições e fundos especializados.

Planejamento e orientação especializada são fundamentais

Na parte final da entrevista, Vinícius Hunke deixou uma mensagem direcionada aos produtores e empresários de Rondônia que enfrentam dificuldades financeiras.

“Se você já não conseguir mais lidar com esse problema sozinho, contrate uma pessoa especialista que possa auxiliá-lo.”

O especialista também demonstrou expectativa de recuperação das condições de mercado, especialmente em relação aos preços das commodities, embora tenha reconhecido que os próximos movimentos ainda são incertos.

A entrevista reforçou uma reflexão importante para o agronegócio: produzir bem continua sendo indispensável, mas a continuidade de uma atividade rural também depende de planejamento, controle financeiro e capacidade de tomar decisões diante das adversidades.

A recuperação judicial não é uma solução automática para todos os casos. Sua viabilidade depende das condições financeiras e jurídicas de cada produtor ou empresa. Ainda assim, o debate evidencia a necessidade de discutir alternativas antes que as dificuldades comprometam definitivamente o negócio.

A entrevista integra a cobertura especial do RuralCast, do Grupo Amazun, realizada durante o Agro&Cont 2026, na UNIR, em Cacoal (RO), com conteúdos disponibilizados pelo canal Olá Rondônia, no YouTube.

Fonte: rolimnoticias.com.br

Fonte: Via: web tv alternativa

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SUS detecta quase 10 mil testes positivos para HPV de alto risco – WEB TV ALTERNATIVA

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Em entrevista ao RuralCast, engenheiro agrícola Vinícius Hunke explica como juros elevados, queda dos preços das commodities e problemas climáticos afetam a saúde financeira

O crescimento do endividamento no agronegócio brasileiro, associado aos juros elevados, às oscilações dos preços das commodities e às dificuldades climáticas, tem ampliado a necessidade de planejamento financeiro e reestruturação das atividades rurais. Em determinadas situações, a recuperação judicial pode representar uma alternativa para reorganizar compromissos e permitir que produtores e empresas continuem suas operações.

O assunto foi destaque durante a segunda edição do Agro&Cont 2026, realizada nos dias 30 e 31 de outubro, no AgroHub da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Cacoal. O evento reuniu especialistas, empresários, produtores rurais, profissionais da contabilidade e representantes de instituições para discutir os desafios econômicos e tributários do setor.

Durante a cobertura especial do RuralCast, podcast do Grupo Amazun, o professor Charles Carminati entrevistou o engenheiro agrícola Vinícius Hunke, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), pós-graduado em Gestão e Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP) e sócio da Quist Investimentos.

Com mais de 15 anos de experiência na área financeira, Hunke apresentou sua visão sobre o tema “Recuperação Judicial no Agronegócio: Riscos, Estratégias e Continuidade do Negócio”.

Juros elevados, dificuldades climáticas e preços agrícolas pressionam produtores

Segundo o especialista, a combinação entre taxas de juros elevadas e redução dos preços de determinadas commodities tem prejudicado a capacidade financeira de produtores rurais.

Além das dificuldades econômicas, a atividade agropecuária está permanentemente exposta a fatores externos, como períodos de estiagem, excesso de chuvas e perdas de produtividade.

Quando esses acontecimentos se repetem em ciclos produtivos consecutivos, o produtor pode enfrentar dificuldades para pagar financiamentos, fornecedores e outras obrigações assumidas anteriormente.

Hunke ressaltou que o endividamento nem sempre está relacionado à falta de capacidade de gestão do agricultor. Muitas vezes, os problemas decorrem de circunstâncias econômicas e climáticas que ultrapassam seu controle.

O perigo de buscar ajuda somente quando já é tarde

Um dos principais alertas feitos pelo entrevistado está relacionado ao comportamento de produtores e empresários diante das primeiras dificuldades financeiras.

De acordo com Hunke, é comum que o empreendedor tente resolver sozinho os problemas, adiando a procura por orientação especializada.

Nesse processo, alguns produtores começam a vender equipamentos, propriedades e outros bens para manter os pagamentos em dia.

O problema, segundo o especialista, é que a venda de patrimônio em condições de urgência pode resultar em negociações muito abaixo do valor de mercado.

Essa situação pode comprometer não apenas a estrutura financeira, mas também a capacidade produtiva da atividade rural.

Para Hunke, é fundamental reconhecer os sinais de dificuldade e avaliar alternativas antes que o endividamento alcance um estágio mais grave.

Recuperação judicial não significa necessariamente o fim da atividade

Um dos pontos centrais da entrevista foi a necessidade de combater a percepção negativa que ainda existe sobre a recuperação judicial.

O especialista explicou que muitos empresários resistem a procurar esse mecanismo por receio da repercussão entre fornecedores, credores e pessoas próximas.

Entretanto, a recuperação judicial foi apresentada como um instrumento que pode permitir a reorganização de dívidas e a continuidade das atividades economicamente viáveis, observadas as condições previstas na legislação.

“Nós costumamos dizer que a recuperação judicial é uma segunda chance, porque todo mundo tem o direito de errar.”

A declaração de Hunke destaca a importância de compreender a crise empresarial como uma situação que pode exigir mudanças na gestão, renegociação de compromissos e apoio especializado.

O entrevistado também explicou que, em sua experiência profissional, alguns clientes reconhecem posteriormente que deveriam ter buscado orientação antes.

A mensagem central é que enfrentar os problemas financeiros de maneira antecipada pode ampliar as possibilidades de preservar o patrimônio e a atividade produtiva.

Reforma Tributária amplia desafios para a gestão empresarial

A Reforma Tributária também esteve entre os assuntos discutidos durante a entrevista.

Para Vinícius Hunke, as mudanças no sistema tributário brasileiro exigirão atenção das empresas, especialmente daquelas que já enfrentam dificuldades para cumprir suas obrigações fiscais.

“O impacto vai ser gigantesco. Eu não tenho dúvidas sobre isso hoje.”

O especialista destacou que ainda existem incertezas sobre os efeitos práticos da implementação das mudanças, sobretudo na relação entre as obrigações tributárias e os processos de reestruturação financeira.

Durante a conversa, ele ressaltou que os efeitos concretos precisarão ser acompanhados à medida que as novas regras forem implementadas.

Nesse cenário, a integração entre profissionais da contabilidade, gestores financeiros, especialistas jurídicos e produtores rurais tende a ganhar importância.

Três caminhos para reorganizar empresas e buscar soluções

Ao apresentar a atuação da Quist Investimentos, Hunke explicou que o trabalho desenvolvido pela empresa está estruturado em três frentes principais.

A primeira envolve consultoria e reestruturação financeira, incluindo situações de maior endividamento e processos de recuperação judicial.

A segunda está relacionada à busca de alternativas de crédito e investidores para empresas que enfrentam restrições nas linhas tradicionais de financiamento.

A terceira contempla operações de fusões e aquisições, auxiliando empresários interessados na compra ou venda de negócios.

O entrevistado também abordou a negociação de créditos inadimplidos, segmento do mercado financeiro que envolve operações com instituições e fundos especializados.

Planejamento e orientação especializada são fundamentais

Na parte final da entrevista, Vinícius Hunke deixou uma mensagem direcionada aos produtores e empresários de Rondônia que enfrentam dificuldades financeiras.

“Se você já não conseguir mais lidar com esse problema sozinho, contrate uma pessoa especialista que possa auxiliá-lo.”

O especialista também demonstrou expectativa de recuperação das condições de mercado, especialmente em relação aos preços das commodities, embora tenha reconhecido que os próximos movimentos ainda são incertos.

A entrevista reforçou uma reflexão importante para o agronegócio: produzir bem continua sendo indispensável, mas a continuidade de uma atividade rural também depende de planejamento, controle financeiro e capacidade de tomar decisões diante das adversidades.

A recuperação judicial não é uma solução automática para todos os casos. Sua viabilidade depende das condições financeiras e jurídicas de cada produtor ou empresa. Ainda assim, o debate evidencia a necessidade de discutir alternativas antes que as dificuldades comprometam definitivamente o negócio.

A entrevista integra a cobertura especial do RuralCast, do Grupo Amazun, realizada durante o Agro&Cont 2026, na UNIR, em Cacoal (RO), com conteúdos disponibilizados pelo canal Olá Rondônia, no YouTube.

Fonte: rolimnoticias.com.br

Fonte: Via: web tv alternativa

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Homem em situação de rua é encontrado morto em posto de combustíveis em Vilhena – WEB TV ALTERNATIVA

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Julgamento ocorreu na quarta-feira (28); Justiça fixou regime inicial fechado e determinou o cumprimento imediato da pena.

Um homem foi condenado a 21 anos de reclusão pelo assassinato de um trabalhador no cruzamento da Avenida Amazonas com a Rua Elias Gorayeb, em Porto Velho (RO). O julgamento foi realizado na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da comarca da capital.

Conforme os autos, o crime aconteceu em 28 de maio de 2025, por volta das 13h11. A vítima foi morta em plena via pública, durante o dia.

O Conselho de Sentença acolheu a acusação apresentada pelo Ministério Público de Rondônia e reconheceu as circunstâncias qualificadoras descritas na denúncia, relacionadas ao motivo fútil, à emboscada e à dificuldade de defesa da vítima.

Ao estabelecer a pena, o juiz responsável pelo julgamento destacou elementos de planejamento e premeditação. Também considerou a gravidade de o crime ter ocorrido em um local público e à luz do dia.

A pena-base foi estabelecida em 18 anos. Após a análise das circunstâncias agravantes e atenuantes, incluindo a confissão espontânea, a condenação foi fixada em 21 anos de reclusão.

A sentença determinou o regime inicial fechado e o cumprimento imediato da pena. O pedido para recorrer em liberdade foi negado.

A decisão também previu comunicações aos órgãos competentes e as demais providências decorrentes da condenação.

Fonte: Olá Rondônia

Fonte: Via: web tv alternativa

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