O rápido crescimento da candidatura do ex-prefeito Hildon Chaves (União Progressista) já está incomodando os principais adversários Marcos Rogério (PL) e Adailton Fúria (PSD). Os comitês dos dois candidatos estão utilizando páginas com grande volume de seguires nas redes sociais para disseminar conteúdo pejorativo. Numa delas, Hildon é atacado por estar fechando alianças com “velhas raposas” da política, quando a verdade é outra. Marcos Rogério está há 16 anos no Congresso Nacional com mandatos na Câmara Federal e no Senado, eleito pelo PDT e defensor da esquerda nos seus primeiros anos de Brasília. Por conveniência, o parlamentar resolveu defender o bolsonarismo, e hoje está acolhido no PL defendendo as bandeiras da direita, família, pátria e liberdade.
Já Adailton Fúria fez dobradinha com Expedito Junior, político de carreira há mais de 30 anos em Rondônia, no projeto de poder para o Governo. Fúria é apoiado pelo governador Marcos Rocha (PSD), e tenta a todo custo se distanciar do atual chefe do Executivo, lançando mão de várias artimanhas, a exemplo de um alegado “rompimento” de última hora às vésperas das eleições.
Crescimento em Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes
Por outro lado, a campanha do ex-prefeito Hildon Chaves apresenta sinais de crescimento nas regiões de Porto Velho, Ji-Paraná e Ariquemes, onde tem aliados de forte expressão de votos. Nesta semana, ele tem agendas nessas regiões, inclusive Vilhena, para reforçar sua presença nos principais colégios eleitorais.
A AMAGGI EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO LTDA., com sede à RODOVIA BR 364, S/N, GLEBA 25, ALTO PARAÍSO /RO, CEP.: 76.862-000, Estado de Rondônia devidamente cadastradono CNPJ/MF nº 77.294.254/0122-81.Torna público que requereu junto a COREH/SEDAM, a solicitação da Licença Prévia, Licença de Instalação, Licença de Operação e Termo de Outorga do Poço Tubular, cujo ponto está localizado nas Coordenadas Geográficas PT01: 09º41’35,36”S – 63º06’31,97”W, cuja água será utilizada na atividade ABASTECIMENTO DO EMPREENDIMENTO PARA USO DOMÉSTICO E LIMPEZA EM GERAL.
O candidato ao Governo de Rondônia pelo PSB, Samuel Costa, foi entrevistado pela jornalista Maria Clara, do Portal Guajará, em Guajará-Mirim. Durante a conversa, o postulante apresentou propostas para fortalecer o turismo sustentável, impulsionar a industrialização e ampliar a geração de emprego e renda na região da Pérola do Mamoré.
Na entrevista, Samuel Costa destacou que Guajará-Mirim possui grande potencial econômico, turístico, ambiental e cultural, mas ainda carece de ações efetivas do Governo do Estado para transformar essas riquezas em oportunidades para a população.
“Guajará-Mirim não pode ficar refém do contracheque. É uma região rica, próspera, que tem incentivo fiscal, mas infelizmente muitas empresas só vêm carimbar nota, levam a riqueza e a cidade fica abandonada”, afirmou Costa.
Turismo como vetor de desenvolvimento
O candidato defendeu que o turismo seja tratado como uma política permanente de desenvolvimento econômico para Guajará-Mirim, com investimentos em infraestrutura, divulgação dos destinos turísticos e qualificação profissional.
Entre as propostas apresentadas estão a criação de um Plano Estadual de Turismo para a região da Pérola do Mamoré, em parceria com o município, setor privado, comunidades tradicionais e povos indígenas; melhoria da infraestrutura de acesso aos atrativos; sinalização turística; capacitação de guias e trabalhadores; e criação de roteiros integrados envolvendo natureza, cultura, gastronomia, história e turismo de fronteira.
O entrevistado também defendeu o fortalecimento do turismo histórico ligado à Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, a valorização do patrimônio cultural de Guajará-Mirim e o estímulo a eventos culturais e gastronômicos capazes de atrair visitantes e movimentar hotéis, restaurantes, comércio, transporte e serviços.
Outra frente apresentada foi o incentivo ao ecoturismo e ao turismo de base comunitária, permitindo que comunidades locais participem diretamente da cadeia econômica gerada pela atividade, conciliando geração de renda e preservação ambiental.
“Guajará-Mirim não pode ser apenas um lugar de passagem. Precisamos transformar o potencial turístico da região em emprego, renda e oportunidade para quem vive aqui. O turista precisa chegar, ficar, consumir e voltar. Para isso, o Estado precisa investir em infraestrutura, divulgação, qualificação e segurança”, declarou.
O político também propôs mecanismos de incentivo para empreendedores locais investirem em pousadas, restaurantes, agências de turismo, transporte turístico, artesanato e experiências relacionadas à cultura e à natureza da região.
Industrialização e geração de emprego
Na área econômica, o postulante ao Palácio Rio Madeira defendeu uma política de industrialização capaz de transformar os benefícios fiscais existentes na região em empregos e desenvolvimento local.
A proposta é estimular empresas a produzirem em Guajará-Mirim, ampliando o impacto econômico dos incentivos e fazendo com que uma parcela maior da riqueza permaneça no município.
“Precisamos fazer com que a riqueza fique aqui. Não queremos uma economia baseada apenas no contracheque. Queremos indústria, comércio forte, turismo, agricultura familiar, cooperativas e novas oportunidades para a juventude”, afirmou.
Segurança pública
Na segurança pública, a proposta apresentada é ampliar o efetivo disponível para o patrulhamento ostensivo e preventivo, com o retorno à atividade operacional de cerca de 500 policiais militares atualmente cedidos a outros órgãos e Poderes.
Segundo o candidato, praças e oficiais da Polícia Militar devem estar prioritariamente nas ruas, cumprindo sua função constitucional.
“Policial militar, praça e oficial, tem que estar cumprindo sua função constitucional: fazendo patrulhamento ostensivo e preventivo. Nós vamos trabalhar para ampliar a presença da Polícia Militar nas ruas e dar mais segurança ao cidadão”, declarou.
Costa também anunciou a intenção de solicitar aproximadamente 300 policiais da Força Nacional de Segurança Pública, independentemente de quem ocupar a Presidência da República, para reforçar o policiamento em pontos estratégicos de Rondônia.
A proposta prevê atuação integrada nas BRs-364, 319, 425 e 429, além do reforço da segurança na região de fronteira entre Guajará-Mirim e Costa Marques.
Para Costa, o enfrentamento ao crime organizado exige integração entre as forças de segurança, inteligência e investigação.
“Vamos trabalhar com inteligência, investigando e asfixiando o crime organizado e as facções, infelizmente predominantes em nosso estado”, finalizou.
A agenda em Guajará-Mirim integra a campanha do candidato pelo interior de Rondônia, com apresentação de propostas e diálogo com jornalistas, lideranças, trabalhadores e moradores sobre as principais demandas de cada região.
A Polícia Federal cumpriu 19 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (16) em uma investigação sobre um esquema de retirada e comércio ilegal de madeira proveniente de terras indígenas. A operação mobilizou 76 policiais federais em Espigão do Oeste e Vilhena, com foco especialmente nas Terras Indígenas Roosevelt e Parque do Aripuanã.
As ordens foram expedidas pela Justiça Federal e são cumpridas em residências e estabelecimentos empresariais. A investigação é conduzida pela Polícia Federal em Vilhena e apura desde a retirada da madeira até o destino das cargas e dos recursos obtidos com a comercialização.
O caso começou a ser investigado em novembro de 2023, quando dois homens foram presos em flagrante transportando toras sem documentação nas proximidades de terras indígenas. A partir da análise de dispositivos eletrônicos apreendidos naquela ocasião, a PF identificou indícios da participação de outras pessoas nas etapas de extração, transporte, armazenamento, beneficiamento e venda da madeira.
A investigação também encontrou elementos que indicam a possível utilização de empresas, documentos e créditos florestais irregulares para dar aparência legal à madeira retirada ilegalmente. A PF tenta identificar quem recebia as cargas e quem teria obtido benefícios financeiros com o esquema.
Durante as buscas desta quarta-feira, os policiais procuram dispositivos eletrônicos, documentos e registros financeiros. O material apreendido será analisado para aprofundar a investigação e identificar outros possíveis envolvidos.
Os investigados poderão responder, de acordo com a participação apurada, por crimes relacionados à exploração e comercialização ilegal de produtos florestais, além de outros delitos que eventualmente sejam identificados.
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