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Nikolas Ferreira vem a Rondônia no domingo a pedido de Bruno Scheid no maior evento do Norte contra Alexandre de Moraes – Eleições

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O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) virá a Rondônia, a convite de Bruno Scheid (PL), para participar do “Fora Moraes”, manifestação política prevista para o próximo domingo (27), em Ji-Paraná, às 10h30. A expectativa divulgada pelos organizadores é realizar uma grande mobilização de apoiadores da direita, apresentada pelo grupo como o maior evento do gênero na região Norte.

A presença de Nikolas em Rondônia ocorre em meio à aproximação política entre o parlamentar mineiro e Bruno Scheid. Candidato ao Senado por Rondônia, Scheid já recebeu manifestação pública de apoio de Nikolas durante a campanha eleitoral. Em vídeo divulgado em agosto, o deputado mineiro relacionou seu apoio ao rondoniense à confiança depositada nele pelo ex-presidente Jair Bolsonaro.

A relação entre os dois ganhou novo capítulo em setembro, quando Bruno Scheid foi ao Amapá e participou, ao lado de Nikolas Ferreira, de uma manifestação em Macapá. O ato teve como uma de suas principais pautas a cobrança para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), dê andamento a pedidos de impeachment apresentados contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na ocasião, Scheid discursou no mesmo palco que Nikolas e defendeu o avanço do processo de impeachment de Moraes. A manifestação no Amapá também contou com a participação de outros nomes ligados à direita e ao bolsonarismo. O movimento buscou pressionar Alcolumbre, a quem cabe, na condição de presidente do Senado, decidir sobre a tramitação dos pedidos de impeachment apresentados contra ministros do STF.

Agora, o movimento se inverte: depois de Bruno ir ao Amapá participar da mobilização ao lado de Nikolas, será o deputado mineiro quem virá a Rondônia para participar do evento articulado no estado. A agenda amplia a atuação conjunta dos dois em torno de pautas críticas à atuação de Alexandre de Moraes e defendidas por setores da direita.

O “Fora Moraes” está marcado para o próximo domingo, às 10h30, e deverá reunir apoiadores e lideranças políticas. Nikolas Ferreira e Bruno Scheid estarão entre os principais participantes da mobilização, que, segundo os organizadores, pretende atrair participantes de diferentes municípios de Rondônia e se consolidar como o maior evento do gênero na região Norte.

A vinda de Nikolas também reforça uma relação política que não começou agora. Em janeiro, Bruno Scheid esteve entre os representantes de Rondônia que participaram da caminhada liderada pelo deputado mineiro em direção a Brasília. Meses depois, os dois voltaram a dividir uma mobilização no Amapá e, agora, têm novo encontro previsto em Rondônia.

Com essa agenda, Bruno Scheid traz para Rondônia um dos parlamentares de maior presença nas redes sociais entre os nomes da direita brasileira e mantém no centro da mobilização as críticas à atuação de Alexandre de Moraes e a defesa do avanço dos pedidos de impeachment contra o ministro no Senado.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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ALTA FLORESTA – HOMEM DESAPARECE APÓS SER ARRASTADO PELA CORRENTEZA DE RIO DURANTE PESCARIA NA ZONA RURAL – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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Mel com ‘sabor amazônico’ produzido por abelhas sem ferrão custa até R$ 400 o litro em Porto Velho – WEB TV ALTERNATIVA

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Atividade foi regulamentada em Porto Velho e chama atenção pelo valor do produto, mas especialistas alertam que foco principal deve ser a preservação e a polinização.

Quando se fala em abelhas, muita gente logo pensa em picadas. Em Porto Velho, no entanto, moradores criam espécies nativas sem ferrão no quintal de casa. Além de ajudar na preservação ambiental, os insetos produzem um mel que pode custar entre R$ 350 e R$ 400 o litro. A atividade é conhecida como meliponicultura.

É o caso da meliponicultora Regina Ferreira Mariz, moradora da Zona Norte de Porto Velho. Ao g1, ela contou que cria abelhas nativas há cerca de seis anos. No quintal de casa, mantém diferentes espécies, muitas delas resgatadas de áreas onde estavam em situação de risco. As espécies são

  • Jataí-amarela (Tetragonisca angustula)
  • Mandaguari-preta (Scaptotrigona postica)
  • Marmelada-amarela (Frieseomelitta varia)
  • Boca-de-renda (Melipona seminigra)
  • Jataí-negra (Scaura latitarsis)

Em alguns casos, a ação humana sobre o meio ambiente, como queimadas e desmatamento, coloca as colônias em risco. Nessas situações, o resgate pode ser necessário para garantir a preservação das espécies.

Segundo Regina, a retirada das abelhas de áreas ameaçadas deve seguir as diretrizes previstas na legislação.

“Por exemplo, se há risco para as abelhas, se é uma área de derrubada, se derrubaram uma árvore e as abelhas estão ali correndo o risco, pode resgatar”, disse Regina.

Em junho de 2024, a Lei Complementar nº 990/2024 regulamentou a criação e o manejo de abelhas nativas sem ferrão e da espécie Apis mellifera em Porto Velho para fins educacionais, ambientais, científicos e econômicos.

Caixa com abelha sem ferrão — Foto: Tiago Ghizoni/ NSC

Mel pode custar até R$ 400 o litro

Além de contribuir para a preservação das espécies, a criação de abelhas sem ferrão também chama a atenção pelo valor do mel produzido.
Segundo Roseval Guzzo, gerente de Assistência Técnica da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), embora a produção das abelhas nativas seja menor em quantidade, o mel tem características próprias e maior valorização comercial. O litro pode custar entre R$ 350 e R$ 400.

“Ele é mais saboroso, tem um sabor mais amazônico e também é mais valorizado”, destacou Guzzo.

Risco da mercantilização

Apesar do potencial econômico, a valorização do mel também acende um alerta sobre os rumos que a atividade pode tomar quando o interesse financeiro se sobrepõe à preservação ambiental.
Tanto Guzzo quanto Regina destacam que a criação de abelhas sem ferrão não deve perder de vista o principal papel desses insetos na natureza: a polinização.

“Não podemos permitir que essa atividade seja vista apenas como uma oportunidade de ganho material ou comercial”, disse Regina.

Para ela o retorno financeiro pode existir, mas precisa caminhar junto com a preservação, o bem-estar das colônias e o compromisso ambiental.

“Meliponicultura é preservar, educar, produzir com consciência e respeitar a vida. É entender que somos responsáveis não apenas pelas abelhas que criamos, mas também pelo legado ambiental que deixaremos para as próximas gerações” finalizou.

Guzzo destacou sobre a polinização das florestas, dos alimentos que consumimos e da necessidade de manter essas abelhas vivas.

“Sem elas a humanidade viveria mais ou menos uns quatro anos sobre um caos, não teria manga, não teria laranja, uva, praticamente nada”, disse.

Fonte: G1/RO

Fonte: Via: web tv alternativa

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Menino de 4 anos morre após ser arrastado pela correnteza de igarapé em Ji-Paraná – WEB TV ALTERNATIVA

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Corpo de Bombeiros realizou buscas na região neste domingo (1º); trabalhos devem ser retomados nesta segunda-feira.

Uma ocorrência de desaparecimento mobilizou equipes do Corpo de Bombeiros neste domingo (1º), na zona rural de Alta Floresta d’Oeste, em Rondônia. Um homem identificado como Mário, servidor público aposentado e bastante conhecido no município, desapareceu nas águas do Rio Branco após um incidente durante uma pescaria.

De acordo com as informações preliminares, Mário estava acompanhado de outras pessoas na região da Linha 47,5, quando teria sido surpreendido pela força da correnteza e arrastado pela água. Testemunhas relataram que ele chegou a ser visto submergindo, mas não voltou à superfície.

Após o ocorrido, foram iniciadas buscas na tentativa de localizar o homem. O Corpo de Bombeiros atuou na ocorrência durante este domingo, mas os trabalhos foram encerrados ao final do dia, com previsão de retomada nesta segunda-feira (2).

COMOÇÃO ENTRE FAMILIARES E AMIGOS

A notícia causou grande repercussão em Alta Floresta d’Oeste, onde Mário construiu uma trajetória de muitos anos como servidor público. Embora atualmente residisse em Cacoal, ele mantinha fortes vínculos com o município, onde possui familiares, amigos e pessoas próximas.

Mário também é irmão do ex-vereador Manoel da Saúde, figura conhecida na comunidade local.

Familiares e amigos acompanham o caso com apreensão e mantêm a esperança de que ele seja localizado com vida.

As circunstâncias do desaparecimento seguem sendo apuradas, e novas informações deverão ser divulgadas conforme o andamento dos trabalhos de busca.

Fonte: www.190online.com

Fonte: Via: web tv alternativa

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