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Licitação de R$ 8,47 bilhões para concessão de água e esgoto em Rondônia termina sem propostas

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Encontrar água acumulada embaixo de um trocador de calor não significa necessariamente que o equipamento esteja vazando. Durante o funcionamento, é normal que alguns sistemas produzam condensação, principalmente quando o ar contém bastante umidade.

Essa água pode escorrer pela base do equipamento e formar uma poça que, à primeira vista, parece ter saído da tubulação da piscina.

Ainda assim, vazamentos reais também podem ocorrer. A diferença precisa ser identificada antes de ignorar o problema ou solicitar uma manutenção desnecessária.

Como diferenciar condensação de vazamento
Por que ocorre condensação?
O trocador de calor movimenta ar através de componentes cuja temperatura pode ficar abaixo da temperatura do ar ambiente.

Quando o ar úmido encontra uma superfície fria, parte do vapor de água se transforma em líquido.

É o mesmo princípio que faz um copo gelado ficar molhado por fora.

A água não veio de dentro do copo.

Ela estava presente no próprio ar.

Em um equipamento funcionando durante várias horas, a quantidade acumulada pode surpreender.

Quanto mais úmido o dia, maior pode ser a quantidade
Em regiões quentes e úmidas, a condensação pode ser significativa.

Depois de uma chuva ou durante períodos de alta umidade, o volume de água produzido pode aumentar.

Por isso, observar apenas o tamanho da poça não é suficiente para concluir que existe defeito.

É necessário identificar sua origem.

Primeiro observe onde a água aparece
A condensação normalmente se forma na região do equipamento e é conduzida ou eliminada pela parte inferior.

Um vazamento hidráulico tende a apresentar sinais próximos de conexões, uniões, registros ou tubulações.

Vale observar se há gotas saindo diretamente de algum encaixe.

Também é importante verificar se a água continua aparecendo mesmo quando o sistema está desligado há algum tempo.

Essas pistas ajudam a separar os dois cenários.

Desligar o equipamento pode ajudar na investigação
Uma forma simples de começar o diagnóstico é observar o comportamento depois que o trocador deixa de operar.

A condensação está diretamente relacionada ao funcionamento e às condições do ar.

Se o equipamento permanece desligado e mesmo assim há fluxo contínuo de água relacionado ao circuito hidráulico, a possibilidade de vazamento merece mais atenção.

Isso não substitui inspeção técnica, mas ajuda a reunir informações.

A aparência da água dá alguma pista?
Pode dar, mas não deve ser usada isoladamente.

Água de condensação tende a se parecer com água limpa porque se formou a partir da umidade presente no ar.

Água retirada do circuito da piscina contém os produtos químicos utilizados no tratamento.

Existem métodos de análise capazes de ajudar a identificar essa diferença.

Entretanto, avaliações domésticas improvisadas não devem ser tratadas como diagnóstico definitivo.

Se houver dúvida, o ideal é inspecionar conexões e funcionamento do sistema.

Vazamentos podem ocorrer em conexões externas
Nem todo vazamento significa defeito interno no trocador.

Uma união mal apertada, vedação envelhecida ou conexão hidráulica pode permitir escape de água.

Esse tipo de problema pode aparecer depois de intervenções na casa de máquinas ou alterações de registros.

Por isso, antes de concluir que o equipamento sofreu uma falha complexa, vale verificar os pontos mais simples do circuito.

Instalação e drenagem do equipamento

A drenagem precisa estar livre

Como a produção de condensação pode ser normal, o equipamento precisa ser instalado de forma que essa água consiga escoar.

Se o dreno estiver obstruído ou se a base tiver sido montada de maneira inadequada, a água pode se acumular ao redor do trocador.

Isso aumenta a impressão de que existe um vazamento.

Em locais internos ou próximos de áreas sensíveis, o planejamento da drenagem é ainda mais importante.

Também vale manter a área ao redor livre para inspeção. Quando a drenagem fica escondida por objetos, vegetação ou revestimentos improvisados, uma condensação normal pode se acumular e dificultar a identificação rápida da origem da água.

Instalação inclinada pode causar problema?
O equipamento precisa respeitar as condições de nivelamento e apoio especificadas pelo fabricante.

Uma base inadequada pode prejudicar drenagem, gerar vibração e dificultar manutenção.

Portanto, quando a água começa a se acumular em locais inesperados, também vale observar as condições físicas da instalação.

Escolher o local certo evita confusão
Ao planejar um sistema com trocadores de calor para diferentes projetos de piscina, espaço, ventilação e drenagem deveriam ser considerados junto com capacidade térmica.

Muitas vezes o proprietário concentra toda a atenção na potência do equipamento e deixa questões de instalação para depois.

Uma posição bem planejada facilita identificar água de condensação, acessar conexões e executar futuras manutenções.

Quando investigar e chamar assistência

Quando chamar assistência?

Alguns sinais justificam uma avaliação mais detalhada:

  • água saindo claramente de uma conexão;
  • queda frequente no nível da piscina;
  • necessidade de completar água mais que o habitual;
  • pressão ou vazão alteradas;
  • água aparecendo mesmo sem funcionamento relacionado à condensação;
  • mensagens de erro;
  • redução perceptível do desempenho.
  • Se houver qualquer sinal elétrico anormal, o equipamento deve receber atenção ainda maior.

Não é recomendável desmontar componentes internos sem conhecimento técnico.

A piscina também perde água naturalmente

Outro fator que pode confundir o diagnóstico é a própria evaporação da piscina.

Durante períodos quentes, secos ou com vento, o nível pode cair sem existir vazamento.

Por isso, a queda de nível deve ser analisada considerando o comportamento habitual da piscina.

Uma poça perto do trocador e uma redução no nível não provam, isoladamente, que os dois fenômenos estejam relacionados.

Condensação é sinal de defeito?

Não.

A formação de condensação pode ser uma consequência normal do funcionamento do equipamento.

O problema ocorre quando a drenagem não foi prevista ou quando uma ocorrência normal é confundida com falha hidráulica.

Também não se deve cair no extremo oposto e presumir que toda água próxima ao trocador é condensação.

A inspeção é necessária.

O que fazer ao encontrar uma poça
O procedimento mais racional é observar antes de concluir.

Verifique de onde a água parece sair, se existem conexões úmidas, quando a poça se forma, como está a umidade do ambiente e se o fenômeno desaparece depois que o equipamento fica desligado.

Essas informações ajudam muito um técnico caso seja necessária uma avaliação.

Na maior parte dos sistemas, portanto, água embaixo do trocador pode ser apenas condensação.

Mas quando existem sinais de perda hidráulica, alterações no funcionamento ou dúvida sobre a origem, o sistema deve ser inspecionado.

Fonte: Via: florestanoticias

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Recuperação judicial pode ser uma segunda chance para produtores rurais endividados, destaca especialista durante Agro&Cont em Cacoal – WEB TV ALTERNATIVA

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Em entrevista ao RuralCast, engenheiro agrícola Vinícius Hunke explica como juros elevados, queda dos preços das commodities e problemas climáticos afetam a saúde financeira

O crescimento do endividamento no agronegócio brasileiro, associado aos juros elevados, às oscilações dos preços das commodities e às dificuldades climáticas, tem ampliado a necessidade de planejamento financeiro e reestruturação das atividades rurais. Em determinadas situações, a recuperação judicial pode representar uma alternativa para reorganizar compromissos e permitir que produtores e empresas continuem suas operações.

O assunto foi destaque durante a segunda edição do Agro&Cont 2026, realizada nos dias 30 e 31 de outubro, no AgroHub da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Cacoal. O evento reuniu especialistas, empresários, produtores rurais, profissionais da contabilidade e representantes de instituições para discutir os desafios econômicos e tributários do setor.

Durante a cobertura especial do RuralCast, podcast do Grupo Amazun, o professor Charles Carminati entrevistou o engenheiro agrícola Vinícius Hunke, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), pós-graduado em Gestão e Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP) e sócio da Quist Investimentos.

Com mais de 15 anos de experiência na área financeira, Hunke apresentou sua visão sobre o tema “Recuperação Judicial no Agronegócio: Riscos, Estratégias e Continuidade do Negócio”.

Juros elevados, dificuldades climáticas e preços agrícolas pressionam produtores

Segundo o especialista, a combinação entre taxas de juros elevadas e redução dos preços de determinadas commodities tem prejudicado a capacidade financeira de produtores rurais.

Além das dificuldades econômicas, a atividade agropecuária está permanentemente exposta a fatores externos, como períodos de estiagem, excesso de chuvas e perdas de produtividade.

Quando esses acontecimentos se repetem em ciclos produtivos consecutivos, o produtor pode enfrentar dificuldades para pagar financiamentos, fornecedores e outras obrigações assumidas anteriormente.

Hunke ressaltou que o endividamento nem sempre está relacionado à falta de capacidade de gestão do agricultor. Muitas vezes, os problemas decorrem de circunstâncias econômicas e climáticas que ultrapassam seu controle.

O perigo de buscar ajuda somente quando já é tarde

Um dos principais alertas feitos pelo entrevistado está relacionado ao comportamento de produtores e empresários diante das primeiras dificuldades financeiras.

De acordo com Hunke, é comum que o empreendedor tente resolver sozinho os problemas, adiando a procura por orientação especializada.

Nesse processo, alguns produtores começam a vender equipamentos, propriedades e outros bens para manter os pagamentos em dia.

O problema, segundo o especialista, é que a venda de patrimônio em condições de urgência pode resultar em negociações muito abaixo do valor de mercado.

Essa situação pode comprometer não apenas a estrutura financeira, mas também a capacidade produtiva da atividade rural.

Para Hunke, é fundamental reconhecer os sinais de dificuldade e avaliar alternativas antes que o endividamento alcance um estágio mais grave.

Recuperação judicial não significa necessariamente o fim da atividade

Um dos pontos centrais da entrevista foi a necessidade de combater a percepção negativa que ainda existe sobre a recuperação judicial.

O especialista explicou que muitos empresários resistem a procurar esse mecanismo por receio da repercussão entre fornecedores, credores e pessoas próximas.

Entretanto, a recuperação judicial foi apresentada como um instrumento que pode permitir a reorganização de dívidas e a continuidade das atividades economicamente viáveis, observadas as condições previstas na legislação.

“Nós costumamos dizer que a recuperação judicial é uma segunda chance, porque todo mundo tem o direito de errar.”

A declaração de Hunke destaca a importância de compreender a crise empresarial como uma situação que pode exigir mudanças na gestão, renegociação de compromissos e apoio especializado.

O entrevistado também explicou que, em sua experiência profissional, alguns clientes reconhecem posteriormente que deveriam ter buscado orientação antes.

A mensagem central é que enfrentar os problemas financeiros de maneira antecipada pode ampliar as possibilidades de preservar o patrimônio e a atividade produtiva.

Reforma Tributária amplia desafios para a gestão empresarial

A Reforma Tributária também esteve entre os assuntos discutidos durante a entrevista.

Para Vinícius Hunke, as mudanças no sistema tributário brasileiro exigirão atenção das empresas, especialmente daquelas que já enfrentam dificuldades para cumprir suas obrigações fiscais.

“O impacto vai ser gigantesco. Eu não tenho dúvidas sobre isso hoje.”

O especialista destacou que ainda existem incertezas sobre os efeitos práticos da implementação das mudanças, sobretudo na relação entre as obrigações tributárias e os processos de reestruturação financeira.

Durante a conversa, ele ressaltou que os efeitos concretos precisarão ser acompanhados à medida que as novas regras forem implementadas.

Nesse cenário, a integração entre profissionais da contabilidade, gestores financeiros, especialistas jurídicos e produtores rurais tende a ganhar importância.

Três caminhos para reorganizar empresas e buscar soluções

Ao apresentar a atuação da Quist Investimentos, Hunke explicou que o trabalho desenvolvido pela empresa está estruturado em três frentes principais.

A primeira envolve consultoria e reestruturação financeira, incluindo situações de maior endividamento e processos de recuperação judicial.

A segunda está relacionada à busca de alternativas de crédito e investidores para empresas que enfrentam restrições nas linhas tradicionais de financiamento.

A terceira contempla operações de fusões e aquisições, auxiliando empresários interessados na compra ou venda de negócios.

O entrevistado também abordou a negociação de créditos inadimplidos, segmento do mercado financeiro que envolve operações com instituições e fundos especializados.

Planejamento e orientação especializada são fundamentais

Na parte final da entrevista, Vinícius Hunke deixou uma mensagem direcionada aos produtores e empresários de Rondônia que enfrentam dificuldades financeiras.

“Se você já não conseguir mais lidar com esse problema sozinho, contrate uma pessoa especialista que possa auxiliá-lo.”

O especialista também demonstrou expectativa de recuperação das condições de mercado, especialmente em relação aos preços das commodities, embora tenha reconhecido que os próximos movimentos ainda são incertos.

A entrevista reforçou uma reflexão importante para o agronegócio: produzir bem continua sendo indispensável, mas a continuidade de uma atividade rural também depende de planejamento, controle financeiro e capacidade de tomar decisões diante das adversidades.

A recuperação judicial não é uma solução automática para todos os casos. Sua viabilidade depende das condições financeiras e jurídicas de cada produtor ou empresa. Ainda assim, o debate evidencia a necessidade de discutir alternativas antes que as dificuldades comprometam definitivamente o negócio.

A entrevista integra a cobertura especial do RuralCast, do Grupo Amazun, realizada durante o Agro&Cont 2026, na UNIR, em Cacoal (RO), com conteúdos disponibilizados pelo canal Olá Rondônia, no YouTube.

Fonte: rolimnoticias.com.br

Fonte: Via: web tv alternativa

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SUS detecta quase 10 mil testes positivos para HPV de alto risco – WEB TV ALTERNATIVA

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Em entrevista ao RuralCast, engenheiro agrícola Vinícius Hunke explica como juros elevados, queda dos preços das commodities e problemas climáticos afetam a saúde financeira

O crescimento do endividamento no agronegócio brasileiro, associado aos juros elevados, às oscilações dos preços das commodities e às dificuldades climáticas, tem ampliado a necessidade de planejamento financeiro e reestruturação das atividades rurais. Em determinadas situações, a recuperação judicial pode representar uma alternativa para reorganizar compromissos e permitir que produtores e empresas continuem suas operações.

O assunto foi destaque durante a segunda edição do Agro&Cont 2026, realizada nos dias 30 e 31 de outubro, no AgroHub da Universidade Federal de Rondônia (UNIR), em Cacoal. O evento reuniu especialistas, empresários, produtores rurais, profissionais da contabilidade e representantes de instituições para discutir os desafios econômicos e tributários do setor.

Durante a cobertura especial do RuralCast, podcast do Grupo Amazun, o professor Charles Carminati entrevistou o engenheiro agrícola Vinícius Hunke, formado pela Universidade Federal de Lavras (UFLA), pós-graduado em Gestão e Engenharia da Qualidade pela Universidade de São Paulo (USP) e sócio da Quist Investimentos.

Com mais de 15 anos de experiência na área financeira, Hunke apresentou sua visão sobre o tema “Recuperação Judicial no Agronegócio: Riscos, Estratégias e Continuidade do Negócio”.

Juros elevados, dificuldades climáticas e preços agrícolas pressionam produtores

Segundo o especialista, a combinação entre taxas de juros elevadas e redução dos preços de determinadas commodities tem prejudicado a capacidade financeira de produtores rurais.

Além das dificuldades econômicas, a atividade agropecuária está permanentemente exposta a fatores externos, como períodos de estiagem, excesso de chuvas e perdas de produtividade.

Quando esses acontecimentos se repetem em ciclos produtivos consecutivos, o produtor pode enfrentar dificuldades para pagar financiamentos, fornecedores e outras obrigações assumidas anteriormente.

Hunke ressaltou que o endividamento nem sempre está relacionado à falta de capacidade de gestão do agricultor. Muitas vezes, os problemas decorrem de circunstâncias econômicas e climáticas que ultrapassam seu controle.

O perigo de buscar ajuda somente quando já é tarde

Um dos principais alertas feitos pelo entrevistado está relacionado ao comportamento de produtores e empresários diante das primeiras dificuldades financeiras.

De acordo com Hunke, é comum que o empreendedor tente resolver sozinho os problemas, adiando a procura por orientação especializada.

Nesse processo, alguns produtores começam a vender equipamentos, propriedades e outros bens para manter os pagamentos em dia.

O problema, segundo o especialista, é que a venda de patrimônio em condições de urgência pode resultar em negociações muito abaixo do valor de mercado.

Essa situação pode comprometer não apenas a estrutura financeira, mas também a capacidade produtiva da atividade rural.

Para Hunke, é fundamental reconhecer os sinais de dificuldade e avaliar alternativas antes que o endividamento alcance um estágio mais grave.

Recuperação judicial não significa necessariamente o fim da atividade

Um dos pontos centrais da entrevista foi a necessidade de combater a percepção negativa que ainda existe sobre a recuperação judicial.

O especialista explicou que muitos empresários resistem a procurar esse mecanismo por receio da repercussão entre fornecedores, credores e pessoas próximas.

Entretanto, a recuperação judicial foi apresentada como um instrumento que pode permitir a reorganização de dívidas e a continuidade das atividades economicamente viáveis, observadas as condições previstas na legislação.

“Nós costumamos dizer que a recuperação judicial é uma segunda chance, porque todo mundo tem o direito de errar.”

A declaração de Hunke destaca a importância de compreender a crise empresarial como uma situação que pode exigir mudanças na gestão, renegociação de compromissos e apoio especializado.

O entrevistado também explicou que, em sua experiência profissional, alguns clientes reconhecem posteriormente que deveriam ter buscado orientação antes.

A mensagem central é que enfrentar os problemas financeiros de maneira antecipada pode ampliar as possibilidades de preservar o patrimônio e a atividade produtiva.

Reforma Tributária amplia desafios para a gestão empresarial

A Reforma Tributária também esteve entre os assuntos discutidos durante a entrevista.

Para Vinícius Hunke, as mudanças no sistema tributário brasileiro exigirão atenção das empresas, especialmente daquelas que já enfrentam dificuldades para cumprir suas obrigações fiscais.

“O impacto vai ser gigantesco. Eu não tenho dúvidas sobre isso hoje.”

O especialista destacou que ainda existem incertezas sobre os efeitos práticos da implementação das mudanças, sobretudo na relação entre as obrigações tributárias e os processos de reestruturação financeira.

Durante a conversa, ele ressaltou que os efeitos concretos precisarão ser acompanhados à medida que as novas regras forem implementadas.

Nesse cenário, a integração entre profissionais da contabilidade, gestores financeiros, especialistas jurídicos e produtores rurais tende a ganhar importância.

Três caminhos para reorganizar empresas e buscar soluções

Ao apresentar a atuação da Quist Investimentos, Hunke explicou que o trabalho desenvolvido pela empresa está estruturado em três frentes principais.

A primeira envolve consultoria e reestruturação financeira, incluindo situações de maior endividamento e processos de recuperação judicial.

A segunda está relacionada à busca de alternativas de crédito e investidores para empresas que enfrentam restrições nas linhas tradicionais de financiamento.

A terceira contempla operações de fusões e aquisições, auxiliando empresários interessados na compra ou venda de negócios.

O entrevistado também abordou a negociação de créditos inadimplidos, segmento do mercado financeiro que envolve operações com instituições e fundos especializados.

Planejamento e orientação especializada são fundamentais

Na parte final da entrevista, Vinícius Hunke deixou uma mensagem direcionada aos produtores e empresários de Rondônia que enfrentam dificuldades financeiras.

“Se você já não conseguir mais lidar com esse problema sozinho, contrate uma pessoa especialista que possa auxiliá-lo.”

O especialista também demonstrou expectativa de recuperação das condições de mercado, especialmente em relação aos preços das commodities, embora tenha reconhecido que os próximos movimentos ainda são incertos.

A entrevista reforçou uma reflexão importante para o agronegócio: produzir bem continua sendo indispensável, mas a continuidade de uma atividade rural também depende de planejamento, controle financeiro e capacidade de tomar decisões diante das adversidades.

A recuperação judicial não é uma solução automática para todos os casos. Sua viabilidade depende das condições financeiras e jurídicas de cada produtor ou empresa. Ainda assim, o debate evidencia a necessidade de discutir alternativas antes que as dificuldades comprometam definitivamente o negócio.

A entrevista integra a cobertura especial do RuralCast, do Grupo Amazun, realizada durante o Agro&Cont 2026, na UNIR, em Cacoal (RO), com conteúdos disponibilizados pelo canal Olá Rondônia, no YouTube.

Fonte: rolimnoticias.com.br

Fonte: Via: web tv alternativa

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Homem em situação de rua é encontrado morto em posto de combustíveis em Vilhena – WEB TV ALTERNATIVA

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Julgamento ocorreu na quarta-feira (28); Justiça fixou regime inicial fechado e determinou o cumprimento imediato da pena.

Um homem foi condenado a 21 anos de reclusão pelo assassinato de um trabalhador no cruzamento da Avenida Amazonas com a Rua Elias Gorayeb, em Porto Velho (RO). O julgamento foi realizado na quarta-feira, 28 de outubro de 2026, pela 1ª Vara do Tribunal do Júri da comarca da capital.

Conforme os autos, o crime aconteceu em 28 de maio de 2025, por volta das 13h11. A vítima foi morta em plena via pública, durante o dia.

O Conselho de Sentença acolheu a acusação apresentada pelo Ministério Público de Rondônia e reconheceu as circunstâncias qualificadoras descritas na denúncia, relacionadas ao motivo fútil, à emboscada e à dificuldade de defesa da vítima.

Ao estabelecer a pena, o juiz responsável pelo julgamento destacou elementos de planejamento e premeditação. Também considerou a gravidade de o crime ter ocorrido em um local público e à luz do dia.

A pena-base foi estabelecida em 18 anos. Após a análise das circunstâncias agravantes e atenuantes, incluindo a confissão espontânea, a condenação foi fixada em 21 anos de reclusão.

A sentença determinou o regime inicial fechado e o cumprimento imediato da pena. O pedido para recorrer em liberdade foi negado.

A decisão também previu comunicações aos órgãos competentes e as demais providências decorrentes da condenação.

Fonte: Olá Rondônia

Fonte: Via: web tv alternativa

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