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Consciência Limpa: projeto chega a Porto Velho e vai promover gincana de reciclagem em três escolas

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Resposta rápida: o professor pode se preparar para lidar com TDAH em sala de aula combinando três frentes, entender o que o transtorno realmente é e como ele se manifesta no comportamento escolar, adaptar rotinas e estratégias pedagógicas para favorecer a atenção e a organização do aluno, e buscar capacitação continuada, algo que deixou de ser apenas recomendável e passou a ser uma exigência prevista em lei federal para os sistemas de ensino brasileiros.

É comum que o primeiro contato de um professor com um aluno com TDAH aconteça antes mesmo de qualquer diagnóstico formal. Muitas vezes é o próprio educador quem observa, ao longo do ano letivo, uma dificuldade persistente de manter a atenção, terminar tarefas ou permanecer sentado durante períodos mais longos. Essa observação tem peso real: pesquisas conduzidas em escolas brasileiras mostram que a triagem inicial feita pelas professoras costuma identificar corretamente uma parte significativa dos casos que depois são confirmados por diagnóstico clínico, o que reforça o quanto o olhar atento do professor é parte do processo, mesmo sem substituir a avaliação profissional.

O que o TDAH realmente é

O transtorno do déficit de atenção com hiperatividade é uma condição do neurodesenvolvimento que pode afetar a concentração, a organização e o controle do comportamento. Ele não tem um exame de sangue ou uma imagem de ressonância que o confirme sozinho, o diagnóstico é clínico, baseado em critérios comportamentais bem estabelecidos, como os descritos no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, o DSM-5, referência usada por profissionais de saúde mental em todo o mundo.

Estudos de meta-análise que reuniram dados de mais de 170 mil pessoas em diferentes países estimam uma prevalência mundial próxima de 5% entre crianças e adolescentes, com variações explicadas mais pelas diferenças de metodologia entre os estudos do que por diferenças geográficas reais. Isso significa que é bastante provável que, ao longo da carreira, praticamente todo professor de educação básica tenha em algum momento um ou mais alunos com TDAH em sala, mesmo que o diagnóstico ainda não tenha sido feito.

Como o TDAH aparece na rotina escolar

Na prática de sala de aula, o TDAH costuma se manifestar de formas que variam bastante de um aluno para outro. Alguns apresentam mais o componente de desatenção, com dificuldade de seguir instruções em várias etapas, perder materiais com frequência ou parecer “no mundo da lua” durante explicações. Outros mostram mais hiperatividade e impulsividade, levantando da carteira sem perceber, interrompendo colegas ou tendo dificuldade em esperar sua vez. Existe ainda o perfil combinado, que reúne características dos dois grupos.

É importante que o professor não confunda esses comportamentos com falta de educação, preguiça ou desinteresse proposital. Quando essas características não são compreendidas dentro do contexto do transtorno, o risco é que o aluno seja repetidamente repreendido por algo que não está inteiramente sob seu controle voluntário, o que tende a gerar frustração tanto para a criança quanto para o educador.

Por que essa capacitação deixou de ser opcional

Em 2021 foi sancionada a Lei Federal nº 14.254, que instituiu um programa de acompanhamento integral para estudantes com dislexia, TDAH ou outro transtorno de aprendizagem na educação básica, tanto na rede pública quanto na privada. A norma prevê identificação precoce do transtorno, encaminhamento do aluno para diagnóstico e apoio educacional dentro da própria rede de ensino, em conjunto com o apoio terapêutico especializado da rede de saúde.

Um dos pontos mais relevantes da lei para quem está em sala de aula é o artigo que trata diretamente da formação docente. O texto determina que os sistemas de ensino devem garantir aos professores da educação básica amplo acesso à informação sobre os encaminhamentos possíveis e formação continuada para capacitá-los à identificação precoce dos sinais relacionados aos transtornos de aprendizagem e ao TDAH, além do atendimento educacional adequado dentro da escola.

Na prática, isso significa que a capacitação docente sobre TDAH não é mais apenas uma boa prática pedagógica isolada, é uma responsabilidade prevista em lei federal, o que reforça a importância de professores buscarem ativamente esse conhecimento, independentemente de a própria rede de ensino já oferecer ou não essa formação de forma estruturada.

Estratégias práticas para o dia a dia da sala de aula

Algumas adaptações simples costumam fazer diferença real no engajamento de alunos com TDAH, sem exigir uma reformulação completa do planejamento de aula. Estabelecer rotinas visuais, como quadros ou agendas que organizem as atividades do dia, ajuda o aluno a antecipar o que vem a seguir e reduz a ansiedade ligada à imprevisibilidade. Dividir tarefas longas em etapas menores, com pausas curtas entre elas, também tende a favorecer a manutenção da atenção.

Posicionar o aluno em locais da sala com menos estímulos visuais e sonoros ao redor, próximo ao professor, facilita o redirecionamento discreto da atenção quando necessário. Instruções dadas de forma clara, curta e uma de cada vez costumam ser mais eficazes do que comandos longos com várias etapas ao mesmo tempo. Reforço positivo imediato, reconhecendo pequenos avanços assim que eles acontecem, tende a funcionar melhor do que consequências negativas aplicadas depois de comportamentos indesejados.

Nenhuma dessas estratégias substitui o acompanhamento clínico do aluno quando ele existe, mas todas contribuem para um ambiente escolar mais favorável ao aprendizado, com ou sem diagnóstico formal já confirmado.

O papel da parceria entre escola e família

O trabalho do professor se fortalece consideravelmente quando existe comunicação constante com a família do aluno. Compartilhar observações sobre o comportamento em sala, alinhar estratégias que também estão sendo usadas em casa e manter uma linha de comunicação aberta com os responsáveis evita que o aluno receba orientações contraditórias em ambientes diferentes, o que costuma prejudicar ainda mais a consistência necessária para lidar com o TDAH.

Quando existe também acompanhamento por profissionais de saúde, como neuropediatras, psicólogos ou psicopedagogos, a troca de informações entre esses profissionais e a escola tende a produzir um plano mais coerente e eficaz para o aluno, algo que a própria Lei 14.254 prevê ao mencionar a articulação entre a rede de ensino e a rede de saúde.

Como se capacitar de forma estruturada

Buscar informação de forma isolada, por meio de artigos ou vídeos avulsos, ajuda, mas tem limites. Um curso estruturado sobre o tema costuma organizar esse conhecimento de forma progressiva, começando pelos fundamentos do transtorno até chegar às estratégias práticas aplicáveis em sala de aula, o que economiza tempo e reduz a chance de o professor formar uma compreensão parcial ou equivocada sobre o assunto.

A Unova Cursos disponibiliza formações voltadas para educadores que querem se aprofundar nesse tema, com opções sobre TDAH e sobre educação inclusiva de forma mais ampla, todas online, com matrícula gratuita e certificado opcional para quem deseja comprovar a capacitação em processos seletivos ou para fins de horas complementares.

Preparar-se para lidar com TDAH em sala de aula não é sobre dominar técnicas complexas de um dia para o outro, é sobre observar, adaptar e buscar conhecimento de forma contínua. Com informação adequada, o professor deixa de enxergar o comportamento do aluno como um obstáculo e passa a enxergá-lo como parte de um processo que pode, sim, ser conduzido com mais tranquilidade para todos os envolvidos.

Perguntas frequentes

Um professor pode diagnosticar TDAH?

Não. O diagnóstico é clínico e deve ser feito por profissionais de saúde qualificados, com base em critérios estabelecidos pelo DSM-5. O papel do professor é observar sinais persistentes de desatenção, hiperatividade ou impulsividade e encaminhar essa observação para a família, que poderá buscar avaliação especializada.

Existe uma lei que obriga a escola a capacitar professores sobre TDAH?

Sim. A Lei Federal nº 14.254, sancionada em 2021, determina que os sistemas de ensino garantam aos professores da educação básica acesso à informação e formação continuada para identificação precoce de sinais relacionados ao TDAH e a outros transtornos de aprendizagem, além do atendimento educacional adequado dentro da escola.

Qual a porcentagem de alunos que pode ter TDAH em uma sala de aula?

Estudos de meta-análise indicam uma prevalência mundial próxima de 5% entre crianças e adolescentes, o que significa que praticamente toda sala de aula de educação básica pode ter pelo menos um aluno com o transtorno, diagnosticado ou não.

Quais adaptações simples ajudam um aluno com TDAH em sala?

Rotinas visuais, divisão de tarefas em etapas menores, instruções curtas e diretas, posicionamento estratégico na sala com menos distrações ao redor e reforço positivo imediato costumam favorecer o engajamento, mesmo sem uma reformulação completa do planejamento pedagógico.

Onde um professor pode se capacitar sobre TDAH de forma gratuita?

Existem cursos online voltados especificamente para esse tema, que organizam o conteúdo de forma estruturada. A Unova Cursos, por exemplo, oferece formações gratuitas sobre TDAH e educação inclusiva, com certificado opcional para quem deseja comprovar a capacitação.

Fonte: Via: florestanoticias

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Vídeo: Flávio Bolsonaro chega a Miami com a família após viagem em avião particular – Nacional

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Sem cumprir uma ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) para entregar seus passaportes, o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o Brasil e chegou a Miami, nos Estados Unidos, na manhã desta quarta-feira (28). A viagem foi feita com a esposa e as filhas, após a família atravessar a fronteira com a Argentina e embarcar em um avião particular.

O governo argentino confirmou que o parlamentar e seus familiares entraram no país na noite de terça-feira (27). O comunicado, divulgado na madrugada desta quarta-feira, também confirmou que o grupo embarcou em uma aeronave particular que deixou a Argentina naquela noite.

O voo seguiu para os Estados Unidos sem atravessar o espaço aéreo brasileiro e fez escala no Equador. O percurso foi informado por fontes citadas na reportagem original.

A família viajou em um jatinho Gulfstream G400, que pousou no aeroporto executivo Opa-locka, em Miami, na manhã desta quarta-feira.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Após ação do MPRO, Justiça determina medidas para ampliar acesso à Carteira de Identidade Nacional em Rondônia

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O Ministério Público do Estado de Rondônia (MPRO) iniciou, em 2026, a expansão do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no interior do estado. Em 22 de maio de 2026, a Portaria n.º 598/PGJ designou promotores e promotoras de Justiça para representar o grupo em Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena.

Segundo o coordenador do Gaeco, promotor de Justiça Anderson Batista de Oliveira, a expansão busca aproximar o Gaeco dos órgãos de segurança pública, das instituições de fiscalização e da sociedade nos municípios do interior.

A presença de representantes locais também permite acompanhar as investigações desde o início, facilita a articulação entre as instituições e contribui para a agilidade na análise de informações e no encaminhamento de medidas investigativas, favorecendo a articulação de resposta integrada nas diversas regiões.

Expansão

A previsão de criação de cinco regionais do Gaeco já existia desde 2019, mas a implantação começou efetivamente em 2026, com a designação de promotores e promotoras de Justiça para representar o grupo no interior de Rondônia.

Segundo o coordenador do Gaeco, a expansão começou quando a instituição encontrou condições para dar início ao processo. A proposta é ampliar a presença do grupo no interior e facilitar o trabalho conjunto com as forças de segurança locais.

Para Anderson Batista, ter um representante do Gaeco no interior permite conhecer melhor a realidade de cada município e manter contato mais próximo com os profissionais que participam das investigações. Isso pode facilitar a troca de informações e agilizar o andamento dos casos, porque o promotor acompanha a situação desde o início e já conhece o contexto.

O coordenador explica que a confiança entre os profissionais é essencial para investigações que exigem sigilo. Em cidades menores, onde muitas pessoas se conhecem, é necessário ter cuidado com o compartilhamento de informações para evitar vazamentos que possam prejudicar o trabalho.

A regionalização também tem caráter preventivo. Organizações criminosas tendem a buscar territórios onde a presença do Estado é menos intensa, para estabelecer rotas, recrutar pessoas e se infiltrar em atividades econômicas e na administração pública. Ao manter representantes no interior, o Gaeco consegue perceber esses movimentos ainda no início, quando a intervenção é mais eficaz e o dano social é menor.

A expansão também favorece o contato com a população. Segundo o promotor, muitas pessoas do interior se sentem mais à vontade para procurar pessoalmente o Ministério Público e relatar situações suspeitas. A conversa direta permite esclarecer dúvidas e obter detalhes que ajudam a compreender os fatos apresentados.

“Nosso principal objetivo é exatamente a aproximação”, afirma Anderson Batista, ao explicar que a regionalização busca aproximar o Gaeco tanto da sociedade quanto dos órgãos responsáveis pela investigação e fiscalização.

Atuação local

De acordo com Anderson Batista, o conhecimento da realidade local contribui para o trabalho investigativo, especialmente em casos que exigem sigilo. A proximidade permite que o representante do Ministério Público conheça os atores institucionais da região e articule a colaboração entre equipes policiais.

Outro aspecto é o atendimento presencial. A presença de um representante do Gaeco no município amplia as possibilidades de contato direto com a população, que pode procurar o Ministério Público para apresentar informações e denúncias.

A estratégia também considera a necessidade de construir relações de confiança entre as instituições. Em localidades menores, o conhecimento prévio das dinâmicas locais ajuda a identificar possíveis conflitos de interesse e a definir os cuidados necessários para preservar o sigilo das investigações.

As regionais atuam de forma integrada. As informações levantadas em cada município e região são compartilhadas com a sede, em Porto Velho, o que permite cruzar dados e identificar conexões entre fatos que, vistos separadamente, pareceriam pontuais.

Um mesmo grupo criminoso pode atuar em mais de uma cidade ou região, e a leitura integrada permite compreender a estrutura da organização como um todo e orientar a atuação de forma mais estratégica.

Capacitação

Para apoiar a expansão, policiais militares de inteligência que atuam no interior participam de treinamento voltado à metodologia de investigação do Gaeco. A capacitação ocorre em articulação com a Força-Tarefa Integrada de Combate ao Crime Organizado, vinculada à estrutura estadual de segurança pública.

Para apoiar esse processo, nove policiais militares que atuam na área de inteligência no interior estão sendo capacitados para trabalhar com a metodologia do Gaeco. São três profissionais de Cacoal, três de Rolim de Moura e três de Vilhena. A proposta é que, após a capacitação, eles retornem às cidades de origem e contribuam com as atividades das regionais.

A proposta é preparar os profissionais para trabalhar de forma integrada com as regionais, especialmente na coleta, análise e cruzamento de informações relacionadas às organizações criminosas.
O trabalho dos analistas envolve, entre outras atividades, a pesquisa em fontes abertas na internet, o exame de documentos e a análise de dados extraídos de dispositivos eletrônicos.

A sede, em Porto Velho, permanece como referência para o suporte técnico e pericial especializado.

A coordenação do Gaeco também projeta ampliar a estrutura das regionais de forma gradual, conforme as necessidades operacionais. A perspectiva é aumentar a dedicação dos promotores ao grupo e fortalecer as equipes de apoio, sem comprometer a capacidade de atendimento da sede.

Estrutura, Tecnologia e Pessoal

O coordenador do Gaeco explicou ainda que a transição para uma persecução penal orientada por dados exige investimentos contínuos em infraestrutura de TI, estações de trabalho de altíssimo desempenho, softwares de inteligência forense e um quadro funcional especializado.

A partir de maio de 2021, o Gaeco ingressou em um plano sistemático de modernização e reestruturação. O processo de modernização operacional esteve fincado em três eixos vitais:
Hardware de Alta Performance: Substituição do parque tecnológico por estações de trabalho avançadas, dotadas de capacidade de processamento massivo.

O processamento de grandes volumes de dados de extrações eletrônicas inviabiliza o uso de computadores convencionais, os quais travam e paralisam as investigações.

Softwares Forenses Especializados: Aquisição e renovação contínua de licenças para sistemas de extração de dados, quebra de senhas, perícia digital forense, análise de vínculos (link analysis) e scanners de alta produtividade.

Ergonomia e Saúde Ocupacional: Reorganização dos espaços físicos de trabalho focando na ergonomia e no bem-estar dos servidores. A adequação ambiental reduziu o desgaste físico e psíquico decorrente da análise ininterrupta de dados brutos por longas jornadas, resultando na diminuição de licenças médicas, mitigação de erros operacionais e sensível incremento na precisão técnica dos relatórios de inteligência.

Participação da Sociedade

As investigações do Grupo têm três principais origens: a prospecção própria de inteligência, que envolve o monitoramento de informações e indícios de atividades criminosas; as denúncias recebidas pela Ouvidoria do MPRO; e os encaminhamentos de órgãos de controle, como o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RO) e a Polícia Federal.

Para que uma denúncia ajude o Gaeco a investigar um possível crime, é necessário apresentar informações concretas sobre os fatos. Relatos baseados apenas em suspeitas, sem indicar o que aconteceu ou quem pode estar envolvido, podem não ser suficientes para iniciar uma apuração.

O promotor explica que o Ministério Público precisa de elementos que permitam verificar se há indícios de irregularidades. A compra de um carro caro por um servidor público, por exemplo, não comprova, por si só, a prática de corrupção. É necessário apresentar informações que ajudem a esclarecer a possível origem ilícita do dinheiro ou a relação com algum crime.

Segundo Anderson Batista, o cidadão pode contribuir com a investigação informando, sempre que souber, quem são os envolvidos, qual irregularidade teria ocorrido, como ela foi praticada, onde e quando aconteceu.

Quanto mais precisos forem os dados apresentados, maiores serão as possibilidades de a equipe analisar a denúncia e identificar elementos que justifiquem o aprofundamento da investigação.

Como denunciar

A população pode denunciar possíveis irregularidades ao MPRO presencialmente, nas unidades da instituição em Porto Velho, Ariquemes, Ji-Paraná, Cacoal, Rolim de Moura e Vilhena; pelo telefone 127; pelos WhatsApps (69) 99977-0127 e (69) 99977-0180; ou pelo formulário eletrônico da Ouvidoria.

Endereços para atendimento presencial:
Porto Velho: Rua Jamari, 1555, Olaria.
Ariquemes: Avenida Tancredo Neves, 2700, Setor Institucional.
Ji-Paraná: Rua Seis de Maio, 485, Urupá.
Cacoal: Avenida São Paulo, 3477, Jardim Clodoaldo.
Rolim de Moura: Avenida João Pessoa, 4526, Centro.
Vilhena: Avenida Luís Maziero, 4480, Jardim América.

Série especial

Esta matéria integra a série “MP mais perto de você”, que apresenta ações do programa de aperfeiçoamento institucional do Ministério Público de Rondônia. A iniciativa reúne medidas voltadas à ampliação e ao aprimoramento dos serviços prestados pelo MPRO à população em diferentes regiões do Estado.

A série apresenta, em sequência, as ações do programa e mostra como as medidas adotadas ampliam a presença da instituição e qualificam o atendimento à população.

Gerência de Comunicação Integrada (GCI)

Fonte: Via: florestanoticias

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Com diagnóstico na Saúde pronto, futuro Governo reduzirá gastos da máquina e promete fortes ações nos 100 dias para reduzir filas de exames e cirurgias – Política

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O futuro Governo, liderado por Marcos Rogério (PL), fará um amplo corte de gastos da máquina pública, reduzindo cargos de confiança, contratos e despesas com passagens e diárias, e criará uma força-tarefa através do chamado Gabinete de Crise na Saúde nos primeiros 100 dias para reduzir filas de exames e cirurgias, uma das promessas de campanha do atual senador. O diagnóstico na Saúde já está pronto e será apresentado nos próximos dias ao governador eleito, garante o deputado federal reeleito Lúcio Mosquini (PL), coordenador da Transição do Governo. No Eixo Saúde, um dos 10 criados para estudar a atual máquina pública, foram detectados 47 contratos continuados e a recomendação será a continuidade para não parar as ações na Saúde, porque tratam-se de contratos de anestesistas, fornecimento de oxigênio, remédios essenciais, UTIs, entre outros.

Para Mosquini, a economia será possível para garantir investimentos onde há necessidade através da criação da futura Secretaria de Eficiência de Gasto Público, que substituirá a atual Secretaria de Gastos Públicos (Sugesp), mas com maior abrangência. Sobre o trabalho da transição, o coordenador explica que o grupo de 22 técnicos foi dividido em equipes para atuar na compilação de dados dos 10 eixos de abordagem. Por exemplo, o Eixo Produção envolveu a Seagri, Emater, Idaron e a Secretaria de Desenvolvimento Ambiental (Sedam).

O trabalho de Mosquini foi elogiado por membros da equipe de transição, a exemplo do advogado Edemir Monteiro Brasil Neto, membro da Procuradoria Geral do Estado (PGE). A futura primeira-dama Patrícia Rigotti também fez menção a boa condução dos trabalhos liderada pelo parlamentar reeleito. Patrícia e Edemir são dois nomes certos para configurar o primeiro escalão do Governo Marcos Rogério. Perguntado se abriria mão do mandato para ajudar a equipe do governador eleito, Lúcio preferiu não responder, mas explicou que será um “colaborador e apoiador” do futuro Governo.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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