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Senado aprova fim da escala de trabalho 6×1 – Nacional

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Jonas Pereira/Agência Senado

O Senado aprovou nesta quarta-feira (14) o fim da escala 6×1, de seis dias de trabalho para um dia de repouso. A PEC 221/2019 foi aprovada em dois turnos, com a mesma votação em ambos: 75 votos favoráveis e apenas um contrário. A PEC vai à promulgação.

Com a aprovação, o trabalhador terá direito a repouso semanal remunerado de dois dias, um deles preferencialmente aos domingos, sem redução salarial.

Além disso, o texto reduz a jornada máxima de trabalho semanal de 44 para 40 horas. Serão até oito horas diárias de trabalho, com possibilidade de compensação de horários e redução da jornada por acordo ou convenção coletiva de trabalho. Algumas das mudanças serão implementadas de forma progressiva.

— Neste momento, milhões de brasileiros, milhões de trabalhadores e trabalhadoras estão acompanhando esta sessão com esperança. São pessoas que conhecem na própria rotina o valor de um dia a mais de descanso. Tenho certeza absoluta de que vamos cumprir o nosso dever com absoluta responsabilidade, pensando, acima de tudo, no que é melhor para o nosso país — disse o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, ao abrir a votação.

A proposta, que tinha como primeiro signatário o deputado federal Reginaldo Lopes (PT-MG), foi relatada pelo senador Omar Aziz (PSD-AM).

A PEC, que havia sido aprovada em maio pela Câmara e em setembro pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado, foi aprovada em Plenário com calendário especial, após passar por cinco sessões de discussão em primeiro turno. Requerimento assinado por líderes e aprovado pelo Plenário dispensou as três sessões de discussão em segundo turno.

O único voto contrário foi do senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), que não se manifestou na sessão.

Discussão

A discussão durou mais de cinco horas. Todos os senadores que se manifestaram, governistas e de oposição, se declararam favoráveis à aprovação da PEC, ainda que com ressalvas e pedidos de mudanças futuras por parte da oposição.

— Eu vi muitos discursos, aqui, preocupados pontualmente com algumas questões, mas muito me alegra que a unanimidade do Senado vai votar a favor da PEC. A gente entra para a história, Câmara e o Senado — disse o relator Omar Aziz.

Paulo Paim (PT-RS), que se manifestou pela aprovação da proposta em diversos pronunciamentos ao longo da tramitação, não escondeu a emoção durante a sessão. Ao longo da carreira, Paim apresentou várias proposições para reduzir a jornada dos trabalhadores para 40 horas.

— Tenho certeza de que, em cada canto do Brasil, o nosso povo está cantando, está dançando, está chorando de emoção por ver que, depois de 40 anos, nós estamos dando a liberdade a eles de não terem que trabalhar de segunda a sábado — disse o senador, que comemorou a presença de trabalhadores nas galerias.

Paim, que não disputou a reeleição e encerra seu mandato no início de 2027, recebeu homenagens dos colegas.

Ao manifestar seu voto favorável, Eduardo Braga (MDB-AM), líder de seu partido, afirmou que a democracia não se encerra no pleno funcionamento das instituições e precisa chegar à mesa, à casa e à vida do trabalhador.

— Quero falar do vigilante, do atendente do supermercado, do trabalhador da construção civil que enfrenta o calor do nosso Amazonas a semana inteira e chega em casa muitas vezes sem força para conversar com a própria família. Essa é a realidade de milhares de amazonenses, e é por eles que eu voto sim — declarou.

O senador Cleitinho (Republicanos-MG) homenageou o autor da proposta, que estava presente em Plenário, e pediu “sensibilidade e consciência” dos colegas para aprovar a PEC.

— Essa luta, gente, não é de esquerda nem da direita, não; essa luta é do trabalhador. Vamos votar, vamos fazer o que nós temos que fazer aqui, que é trabalhar, é votar — disse o senador.

As senadoras Zenaide Maia (PSD-RN), Leany Lemos (PSB-DF), Jussara Lima (PSD-PI) e Dra. Eudócia (PSDB-AL) destacaram a relevância da mudança na vida das mulheres, que enfrentam jornada dupla e que, muitas vezes, são as únicas responsáveis por cuidar dos filhos e sustentá-los.

— Que tempo sobra para acompanhar a criança na escola, ajudar na tarefa, levar o filho ao médico ou, simplesmente, sentar-se e conversar com ele? — questionou Zenaide.

A senadora Eliziane Gama (PSD-MA) criticou o discurso dos que alegam que a mudança pode quebrar o país. Ela e Fabiano Contarato (PT-ES) citaram exemplos de outras conquistas dos trabalhadores que foram combatidas com esse mesmo discurso, como as férias anuais, o 13º salário e a licença-maternidade.

Ressalvas

Carlos Portinho (PL-RJ), líder de seu partido, declarou o voto favorável. Afirmou que, na vida do trabalhador, o impacto será positivo, mas que não há trabalhador sem empregador e que é preciso olhar “os dois lados da mesa”.

— Para que todos esses direitos valham, é preciso que tenha emprego. É preciso que o país produza, que gere riqueza, que distribua a riqueza entre a sociedade — disse o líder, apontando o risco de precarização do trabalho.

Apesar de declarar o voto favorável à PEC, o senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO) defendeu mudanças futuras, que, na sua visão, podem proteger o emprego. Uma delas, presente em emenda apresentada por ele na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), é a jornada flexível, em que o trabalhador é pago por hora, com remuneração proporcional.

— A jornada flexível tem salário por hora, por escolha do trabalhador, com acordo por escrito. Nessa modalidade, ele pode montar o próprio horário, com férias, 13º, FGTS e previdência garantidos, e com a hora nunca abaixo do salário mínimo ou do piso da categoria — explicou.

O senador Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) afirmou que votaria a favor do texto, mas argumentou que é preciso aumentar a produtividade, com qualificação, e dar ao trabalhador a escolha de trabalhar quantos dias quiser.

— Eu acredito que a pessoa tem que trabalhar o quanto ela acha que tem que trabalhar. Trabalhar um dia, dois dias ou trabalhar sete dias, porque o filho acabou de nascer e preciso fazer mais dinheiro — defendeu.

Na mesma linha, Magno Malta (PL-ES) afirmou que o trabalhador pode querer usar seu tempo de descanso para trabalhar. Os senadores Alan Rick (Republicanos-AC), Nelsinho Trad (PSD-MS) e Jayme Campos (União-MT) declararam voto favorável à PEC, mas defenderam uma “transição responsável” para as novas regras.

— Vamos planejar a transição como está na PEC, de maneira responsável, com diálogo, com previsibilidade. A nossa preocupação é com qualidade de vida e com condições para o nosso setor produtivo assumir, absorver essa nova jornada de trabalho — disse Jayme Campos.

A senadora Roberta Acioly (Republicanos-RR) defendeu contrapartidas do governo aos empregadores, que terão que se adaptar à mudança.

Os possíveis impactos sobre os municípios foram lembrados por Nelsinho, que teme o aumento de despesas para as prefeituras.

Emenda

Também declarando-se favorável à aprovação da PEC, o senador Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) apresentou uma emenda, subscrita por mais 27 senadores, segundo ele para deixar claro que a proposta não terá impacto na redução de jornadas que já estejam abaixo das 40 horas semanais e que, se for o caso, haverá redistribuição de acordo com a regra dos cinco dias semanais.

A emenda foi apresentada como sendo de redação, o que não exigiria a volta do texto à Câmara caso fosse aprovada, mas o relator considerou que a mudança impactaria o mérito da proposta e, por esse motivo, recomendou a rejeição. Oriovisto retirou o destaque para votação da emenda.

O relator disse concordar que alguns pontos da proposta, como cargas horárias de setores específicos, precisarão ser regulamentados com a maior rapidez possível pelo Congresso.

Futuro

A líder do governo no Senado, senadora Teresa Leitão (PT-PE), afirmou que, mesmo após a votação, será preciso manter a vigilância e o acompanhamento, porque segundo ela já há outras propostas em tramitação com regras menos benéficas para o trabalhador.

O senador Humberto Costa (PT-PE) afirmou que o discurso da oposição tem “duas caras”. Tanto ele quanto Veneziano Vital do Rêgo (MDB-PB) lembraram que apesar do voto favorável, alguns parlamentares já se articulam para reverter as mudanças.

O líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), citou uma dessas propostas, a PEC 12/2026, apresentada pelo líder da oposição, senador Rogerio Marinho (PL-RN). A proposta prevê a possibilidade de um regime flexível, no qual o empregado receberia de acordo com as horas trabalhadas.

— É o inverso do fim da 6×1. Eles querem é isso, é o prevalecer do negociado sobre legislado, como se houvesse igualdade de armas entre patrão e empregado — disse Randolfe, que desafiou os oposicionistas a retirarem assinaturas para que a PEC 12/2026 seja arquivada.

Tanto Randolfe quanto Renan Filho (MDB-AL) criticaram a ausência de alguns senadores oposicionistas em Plenário.

Além do autor, deputado Reginaldo Lopes, também estava presente na sessão a deputada Erika Hilton (PSOL-SP), autora de outra proposta com a mesma finalidade.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Perfume importado masculino: como escolher o seu e conferir a compra – Negócios

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Em Porto Velho e no interior de Rondônia, boa parte dos homens que procuram um perfume importado masculino compra pela internet, sem poder cheirar o frasco antes. A escolha vira um jogo de palpite: o nome é conhecido, a foto é bonita, a avaliação é boa, e mesmo assim o cheiro que chega pode não ter nada a ver com o que se imaginava. Entender como o perfume é descrito reduz bastante esse risco.

Perfume importado masculino começa pela família olfativa

Os rótulos e as descrições usam a família olfativa para resumir o perfil do perfume. As mais comuns no universo masculino são a amadeirada, a aromática, a cítrica e a oriental. A amadeirada lembra cedro, vetiver e patchouli. A aromática traz ervas e lavanda. A cítrica usa limão, bergamota e laranja. A oriental junta especiarias, âmbar e baunilha.

Nenhuma é melhor que a outra. O que muda é o uso. Cítricos e aromáticos pedem menos esforço e combinam com o trabalho. Orientais ficam mais densos e rendem melhor em encontros e noites. Se você nunca comprou importado, comece pela família do perfume que já usa e deu certo.

Leia as três camadas de notas

A descrição de um perfume costuma dividir as notas em topo, coração e fundo. O topo é o que se sente nos primeiros minutos. O coração define o caráter depois que o topo passa. O fundo é o que sobra na pele e na roupa horas depois. Dois perfumes de abertura parecida podem terminar muito diferentes, por isso vale ler o fundo antes de decidir.

Asad, da Lattafa

O Asad é um perfume masculino da família Oriental (Âmbar), lançado em 2021. Na abertura aparecem Pimenta-preta, Abacaxi e Tabaco. No coração, Patchouli, Café e Íris. No fundo, Baunilha, Âmbar, Madeira seca, Benjoim e Labdano. É Eau de Parfum, em frasco de 100 ml. O perfil é doce e especiado, mais próprio de uma saída à noite do que de um dia de calor forte.

Fakhar Black, também da Lattafa

O Fakhar Black, de 2022, é um oriental masculino em Eau de Parfum de 100 ml. O topo traz Maçã, Bergamota e Gengibre. O coração reúne Lavanda, Sálvia, Zimbro e Gerânio. O fundo tem Fava tonka, Cedro, Amberwood e Vetiver. A mistura de erva e madeira dá um perfil mais seco que o do Asad.

Os dois são importados, masculinos e da mesma casa, e ainda assim pedem ocasiões diferentes. Esse é o tipo de comparação que ajuda mais do que a fama do nome.

Casas e linhas: como se orientar no catálogo

Importados chegam de várias casas, e cada uma costuma ter linhas com identidade própria. A Lattafa, dos Emirados Árabes, trabalha muito com orientais e amadeirados. A Armaf, também dos Emirados, tem a linha Club de Nuit, que reúne várias versões masculinas. Quando uma casa tem uma linha inteira, vale olhar a família toda antes de escolher um único frasco, porque as versões variam em doçura, intensidade e concentração.

Eau de Toilette ou Eau de Parfum

Eau de Toilette, Eau de Parfum e Extrait são categorias de concentração de compostos aromáticos. De modo geral, o Eau de Toilette tem menos concentração e o Eau de Parfum fica no meio. A categoria indica a proposta, mas a duração na pele depende da fórmula e de quem usa. No calor de Rondônia, uma versão mais leve pode ser mais confortável durante o dia, e a mais concentrada rende melhor à noite, com menos borrifadas.

Clima quente e perfume importado masculino

O calor muda o comportamento do perfume. A pele quente acelera a evaporação das notas de topo e faz o fundo aparecer mais cedo. A umidade e o suor também interferem: a pele suada dilui a camada de perfume e soma o cheiro do corpo ao da fragrância. Por isso o mesmo frasco pode parecer outro em um dia abafado e em um ambiente com ar-condicionado.

Na prática, isso orienta a escolha. Perfumes de abertura cítrica ou aromática costumam ser mais confortáveis durante o dia. Os doces e especiados, como os orientais, ficam mais intensos no calor, então pedem dose menor e, de preferência, horários mais amenos. Antes de decidir por um frasco para o dia a dia, teste-o em uma tarde quente e veja como ele se comporta depois de algumas horas.

Onde aplicar e quanto usar

Aplique depois do banho, com a pele limpa e seca, em pontos como a parte interna do pulso e a dobra do cotovelo. Um ou dois borrifos bastam para a maior parte dos perfumes. Evite esfregar um pulso no outro: o gesto aquece e espalha o líquido antes da hora. Se o cheiro parecer ter sumido, aproxime o pulso do nariz depois de um tempo longe dele antes de reaplicar, porque o próprio olfato se acostuma ao perfume em poucos minutos.

Quem trabalha ao ar livre ou em ambientes quentes pode preferir aplicar na roupa, de longe e em tecido que não manche, já que o tecido não sua. Teste antes numa área escondida. Perfume na roupa dura mais do que na pele, o que também significa que ele pode permanecer de um dia para o outro.

Como testar quando chegar

  • Papel e pele. Borrife uma tira de papel e um ponto do pulso, e compare depois de uma hora.
  • Dia comum. Use o perfume numa rotina normal, com o calor e o trânsito de sempre, antes de formar opinião.
  • Dose pequena. Um ou dois borrifos já mostram o perfil. No calor, mais do que isso costuma pesar.

Conferência da encomenda

Quando o pacote chegar, abra com calma. Compare nome, volume e concentração da caixa com o pedido e com a nota fiscal. Veja se a embalagem está íntegra, fotografe qualquer avaria e guarde o código de lote da base da caixa. O artigo 49 do Código de Defesa do Consumidor prevê o direito de arrependimento em compras feitas fora da loja física, e cada loja descreve como quer receber a devolução. Leia essas condições antes de abrir o lacre. Se algo não bater, fale com o vendedor antes do primeiro uso.

Onde comparar opções

Com a família, o fundo e a concentração em mente, fica mais fácil percorrer um catálogo. Uma seleção de perfumes Club de Nuit da Armaf é um bom ponto de partida para quem quer comparar versões de uma mesma linha, com notas e concentração descritas lado a lado.

No fim, um bom perfume importado masculino é o que combina com o seu clima, a sua rotina e o seu gosto. Para ver outras casas e famílias olfativas, uma referência é perfumearabe.com.

Fonte: Via: rondoniagora

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Vereadora Ellis Regina aguardam desfecho decisivo no STF em defesa do piso integral da Enfermagem municipal – Política

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O desfecho da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 7222) no Supremo Tribunal Federal (STF) coloca a enfermagem brasileira — e em especial os servidores municipais de Porto Velho — em um momento histórico de definição. Na linha de frente dessa batalha, a vereadora Ellis Regina, que traz no seu histórico a vivência como servidora pública de carreira, parlamentar e presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Porto Velho (SINDEPROF), acompanha com expectativa e pulso firme as movimentações em Brasília.

Para a parlamentar, o julgamento no Supremo representa a consolidação de uma luta de anos por dignidade salarial e reconhecimento profissional de enfermeiros, técnicos e auxiliares de enfermagem que mantêm a saúde pública da capital de pé. A Adi 7222 está em tramitação na Suprema Corte, mas teve julgamento suspenso ontem a pedido do ministro Gilmar Mendes.

Em defesa do texto original aprovado pelo Congresso

A posição de Ellis Regina é clara: a vitória completa da categoria depende do rechaço às teses empresariais que tentam derrubar a Lei nº 14.434/2022, bem como da derrubada das travas impostas pelas decisões cautelares que reduziram o alcance do piso salarial nacional.

Como liderança sindical e representante política dos servidores municipais, a vereadora contesta o “fatiamento” do piso por meio da regra de proporcionalidade para jornadas inferiores a 44 horas semanais e do abate de gratificações fixas sob o pretexto de “remuneração global”.

“A enfermagem não pediu um favor; conquistou um direito legítimo votado e aprovado no Congresso Nacional. Acompanhamos o STF na expectativa de um desfecho inteiramente favorável, que valide a lei em sua essência original: como piso no vencimento básico e sem desidratar as conquistas do nosso Plano de Cargos, Carreiras e Salários”, afirma Ellis Regina.

Atuação municipal e garantia de direitos

Na Câmara Municipal de Porto Velho, Ellis Regina tem atuado como ponte entre a categoria, a Secretaria Municipal de Saúde (SEMUSA) e a gestão municipal, garantindo que o repasse da Assistência Financeira Complementar enviado pela União chegue de forma transparente e correta ao contracheque dos servidores locais.

Além disso, como presidente do SINDEPROF, a parlamentar mantém vigilância constante para evitar que o pagamento do piso seja utilizado como justificativa para o achatamento da tabela remuneratória do município ou prejuízo às gratificações já conquistadas ao longo da carreira.

Momento de união e mobilização

Com o Supremo na fase final de pacificação do tema, a vereadora reforça a necessidade de manter a categoria unida e atenta aos próximos desdobramentos jurídicos e administrativos. Seja no plenário da Câmara, nas mesas de negociação com a Prefeitura ou na mobilização das ruas, nossa bandeira permanece a mesma: piso salarial justo, valorização da carreira municipal e respeito incondicional à Enfermagem de Porto Velho”, finalizou a vereadora.

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Fonte: Via: rondoniagora

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Porto Velho: confira quais cargos exigem ensino médio e superior no concurso da Educação – Concursos e Empregos

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O concurso público da Secretaria Municipal de Educação de Porto Velho (Semed) está com inscrições abertas e oferece oportunidades para candidatos com formação de níveis médio e superior. Com diferentes cargos e exigências de escolaridade, a seleção é uma oportunidade para quem busca ingressar no serviço público municipal.

Para o cargo de Agente de Secretaria Escolar, é exigido ensino médio completo. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, com remuneração inicial de R$ 1.820,78.

Já o cargo de Professor Nível II, Séries Iniciais, exige graduação em Pedagogia, com licenciatura plena, em instituição reconhecida pelo Ministério da Educação (MEC). A carga horária é de 30 horas semanais, e o salário inicial é de R$ 3.847,97.

O concurso também oferece oportunidades para Especialista em Educação, Orientador Educacional. Nesse caso, é exigida formação superior em Pedagogia, com a habilitação específica prevista no edital. A jornada é de 30 horas semanais, com remuneração inicial de R$ 3.847,97.

Para o cargo de Especialista em Educação, Supervisor Educacional, também é necessária formação superior em Pedagogia, com a habilitação exigida para a função, conforme os requisitos do edital. A carga horária é de 30 horas semanais, com salário inicial de R$ 3.847,97.

O prefeito Léo Moraes destacou a importância da seleção para reforçar a rede municipal de ensino e ampliar as oportunidades de ingresso no serviço público.

“O concurso da educação tem como foco trazer para o serviço público cidadãos interessados em colaborar com a qualidade do ensino na rede municipal, aumentando as oportunidades para os nossos jovens e abrindo oportunidade de trabalho para quem deseja se tornar um funcionário público. Foram anos sem concurso, mas agora Porto Velho vive uma nova realidade”.

A seleção contempla diferentes funções da rede municipal de ensino. Das 430 oportunidades oferecidas, 165 são destinadas à contratação imediata de professores, enquanto as outras 265 são para formação de cadastro de reserva.

As inscrições seguem abertas até 11 de novembro de 2026, às 16h, no horário de Rondônia, e devem ser realizadas pela internet, no site do Instituto Brasileiro de Gestão e Pesquisa (IBGP), responsável pela organização do concurso.

Os candidatos devem consultar o edital e suas retificações para conferir os requisitos de cada cargo, a documentação necessária e as demais etapas do processo seletivo.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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