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Dor no joelho na academia pode virar lesão grave quando os sinais são ignorados

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Reprodução: freepik.com/

Um nódulo pequeno, que aparece sem aviso no dorso da mão ou do punho, costuma ser o primeiro sinal de que algo mudou na articulação. A maioria das pessoas que percebe esse tipo de caroço demora semanas ou meses para procurar um médico. Algumas até esquecem.

O problema é que, enquanto o cisto sinovial segue ali, firme e indolor na maior parte dos casos, há situações em que ele cresce, comprime nervos, limita a mobilidade da mão e começa a atrapalhar tarefas simples como segurar uma xícara de café ou digitar no celular.

A ortopedia registra o cisto sinovial como o tumor benigno mais comum da mão e do punho. Ele corresponde a algo entre 50% e 70% de todas as massas de partes moles encontradas nessa região do corpo, segundo a literatura médica especializada.

Em Rondônia, onde a ortopedia concentrou o maior volume de cirurgias do estado no triênio 2022 a 2024 com mais de 9.300 procedimentos realizados pelo SUS, conforme dados da Secretaria Estadual de Saúde (Sesau), o acesso a subespecialidades como a cirurgia da mão ainda exige deslocamentos longos para quem mora no interior.

Moradores de municípios como Alta Floresta D’Oeste, Cacoal e cidades da Zona da Mata rondoniense sabem o que significa depender de regulação para conseguir uma consulta com especialista.

A distância entre a queixa inicial e o diagnóstico correto pode ser de meses, e no caso do cisto sinovial esse intervalo costuma gerar ansiedade desnecessária, já que muita gente confunde a lesão com algo maligno.

O que é o cisto sinovial e por que ele aparece

O cisto sinovial é uma bolsa preenchida por líquido sinovial, o mesmo fluido viscoso que lubrifica as articulações e permite o movimento dos tendões. Quando a cápsula articular sofre algum tipo de microlesão, seja por trauma direto, esforço repetitivo ou mesmo por uma fragilidade estrutural da própria articulação, esse líquido extravasa e forma um acúmulo sob a pele.

Dr. Henrique Bufaiçal, ortopedista especialista em mão e punho em Goiânia, afirma que o organismo, na tentativa de conter o vazamento, cria uma membrana ao redor do fluido. É essa membrana que dá ao cisto sua consistência firme, similar a uma bolinha de borracha.

A localização mais frequente é o dorso do punho, onde se concentram entre 60% e 70% dos casos. A região palmar vem em segundo lugar, respondendo por cerca de 20% das ocorrências. Há registros também em articulações dos dedos, na base da unha e na palma da mão, embora sejam menos habituais.

A condição atinge três vezes mais mulheres do que homens. Em 70% dos casos, o paciente tem entre 20 e 40 anos, o que significa que a lesão afeta justamente pessoas em idade produtiva, com demandas físicas no trabalho e na vida cotidiana.

Trabalhadores rurais, operários de frigoríficos, motoristas e profissionais que usam as mãos de forma repetitiva ao longo do dia fazem parte do grupo que mais percebe o incômodo precoce, mesmo que a causa direta do cisto nem sempre esteja ligada à profissão.

Sintomas que levam o paciente ao consultório

Na maioria das vezes, o que leva alguém a procurar um médico não é a dor. É o aspecto visual. O cisto aparece como uma protuberância arredondada, visível e palpável, e muita gente se assusta achando que pode ser algo grave. A preocupação com um possível câncer é, inclusive, uma das queixas mais relatadas em consultório.

Quando o cisto é pequeno e não comprime nenhuma estrutura, ele pode ser completamente indolor. O paciente percebe o volume, nota que ele aumenta ou diminui conforme a atividade física, e convive com ele sem grandes limitações. Em alguns casos, o nódulo desaparece sozinho e depois retorna semanas mais tarde.

O cenário muda quando o cisto cresce ou quando sua posição pressiona nervos adjacentes. Aí surgem dor localizada, formigamento nos dedos, perda de força na mão e dificuldade para executar movimentos de preensão. Abrir uma tampa de garrafa, segurar ferramentas ou apoiar o peso do corpo sobre o punho se tornam atividades incômodas.

Em profissões que exigem força manual constante, como as ligadas ao agronegócio e à agroindústria na Zona da Mata de Rondônia, esse tipo de limitação pode afastar o trabalhador de suas funções por tempo indeterminado.

Diagnóstico: simples na maioria dos casos

O exame clínico feito por um ortopedista experiente costuma ser suficiente para identificar o cisto sinovial. O médico avalia a localização, o tamanho, a consistência e a mobilidade da lesão. A técnica de transiluminação, que consiste em projetar luz sobre o nódulo para verificar se o conteúdo é líquido, também ajuda a diferenciar o cisto de outras massas.

A ultrassonografia é o exame complementar mais utilizado. Tem baixo custo, é rápida, não causa desconforto e apresenta alta capacidade de detecção. A ressonância magnética fica reservada para casos em que há dúvida sobre a natureza da lesão ou quando o cisto está em localização atípica.

Radiografias simples têm pouca utilidade diagnóstica para cistos de partes moles, mas podem ser pedidas quando há suspeita de alterações ósseas ou artrose associada.

O ponto importante aqui é que o diagnóstico diferencial precisa ser feito por alguém com formação em patologias da mão. Nem toda protuberância no punho é um cisto sinovial. Existem tumores de células gigantes, cistos de inclusão epidérmica e, em casos raros, sarcomas de partes moles que podem ter aparência semelhante à primeira vista.

Buscar tratamentos para cisto sinovial no Brasil com profissionais qualificados é o caminho mais seguro para evitar condutas equivocadas ou atrasos que comprometam o resultado.

Tratamento conservador: quando esperar é a melhor escolha

Um estudo prospectivo publicado na Revista Brasileira de Ortopedia acompanhou 42 pacientes com cisto sinovial no dorso do punho ao longo de 45 meses, apenas com orientação e observação periódica.

Os resultados mostraram que o cisto desapareceu por completo em 46,3% dos casos, diminuiu em cerca de 5%, permaneceu estável sem queixas em 36,5% e evoluiu com necessidade de intervenção em apenas 12% dos pacientes. Mais de 87% estavam satisfeitos com a conduta conservadora ao final do acompanhamento.

Esses números mostram que, na ausência de dor significativa, perda de função ou crescimento acelerado, a observação é uma conduta válida e respaldada pela literatura.

O tratamento conservador pode incluir analgésicos, anti-inflamatórios e uso de órteses para repouso da articulação. A aspiração por agulha, embora seja um procedimento simples e possível de realizar no próprio consultório, carrega uma taxa de recidiva alta, que ultrapassa 50% na maioria das séries publicadas.

Alguns estudos apontam recorrência superior a 90% apenas com a punção, já que o pedículo de comunicação entre o cisto e a articulação não é fechado por esse método.

A infiltração com corticoides após a aspiração pode resolver o problema de forma definitiva em 20% a 30% dos casos, mas ainda assim a taxa de retorno da lesão preocupa.

Por isso, a tendência atual na ortopedia de mão é reservar a punção para casos selecionados e priorizar a orientação do paciente sobre a natureza benigna da condição.

Quando a cirurgia entra em cena

A indicação cirúrgica aparece quando o tratamento conservador falha ou quando o cisto causa limitação funcional persistente. Dor que não cede com medicação, perda de força na mão, compressão de nervos com dormência nos dedos e cistos que crescem rapidamente são os critérios mais comuns para indicar a remoção.

A cirurgia pode ser feita por via aberta, com uma incisão de 3 a 5 centímetros sobre o cisto, ou por artroscopia, com pequenas incisões e auxílio de câmera. Ambas as técnicas apresentam resultados semelhantes em termos de resolução.

A artroscopia tem a vantagem de menor dor no pós-operatório e recuperação mais rápida, enquanto a via aberta pode apresentar taxa de recidiva discretamente menor em alguns estudos.

O procedimento é ambulatorial, feito sob anestesia local com sedação, e o paciente retorna para casa no mesmo dia. O pós-operatório exige repouso inicial com a mão elevada, uso de curativo por cerca de duas semanas e fisioterapia para evitar rigidez articular. A mobilização precoce dos dedos e do punho, orientada por profissional, é parte importante da recuperação.

Quando a cirurgia é feita por um especialista com experiência em patologias da mão e o paciente segue as orientações no pós-operatório, a taxa de recidiva cai para menos de 10%. O principal fator de recorrência após a operação é a falta de repouso adequado nas primeiras semanas, com uso prematuro da mão para esforço físico.

É por esse motivo que clínicas especialistas em cirurgia de mão concentram equipes multidisciplinares que incluem fisioterapeutas, o que ajuda a garantir uma recuperação completa e reduzir a chance de complicações.

A importância do especialista em cirurgia da mão

A mão é uma das regiões mais complexas do corpo humano do ponto de vista anatômico. Em poucos centímetros convivem tendões, nervos, vasos sanguíneos, ligamentos e articulações que funcionam em sincronia para permitir movimentos precisos.

Uma cirurgia realizada nessa área sem conhecimento aprofundado da anatomia local pode resultar em lesão de nervos, rigidez permanente ou perda de função.

O cirurgião da mão é o profissional que, além da formação em ortopedia, passou por treinamento específico de pelo menos dois anos em centros de referência voltados exclusivamente para patologias da mão, do punho e do antebraço.

É esse profissional que avalia se o cisto precisa ser operado, escolhe a técnica mais adequada e conduz o acompanhamento até a recuperação completa.

No Brasil, a Sociedade Brasileira de Cirurgia da Mão (SBCM) e a Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT) são as entidades que certificam esses especialistas. Verificar se o médico possui o Registro de Qualificação de Especialista (RQE) nessa área é uma forma objetiva de confirmar a formação antes de marcar a consulta.

Para os melhores ortopedistas especialistas em mãos, vale verificar a formação acadêmica, a experiência clínica e cirúrgica, a atuação em centros de referência e a filiação às sociedades médicas da especialidade. Esses critérios ajudam a filtrar profissionais com preparo real para lidar com as particularidades das patologias da mão.

Atenção ao interior: distância não pode ser sinônimo de atraso

Rondônia avançou na saúde pública nos últimos anos, especialmente na área ortopédica. O programa Compartilhando Saúde, do governo estadual, executou mais de 8.200 procedimentos cirúrgicos de média e alta complexidade em 21 municípios.

A telemedicina, por meio de parceria com o Hospital Albert Einstein, alcançou mais de 94 mil atendimentos entre 2021 e 2025. São números expressivos para um estado com a extensão territorial e os desafios logísticos de Rondônia.

Ainda assim, o morador do interior enfrenta barreiras reais. Consultas com subespecialistas como o cirurgião da mão dependem de regulação pelo SISREG, com filas que variam de semanas a meses conforme a região.

Municípios menores, sem hospital de referência, precisam encaminhar pacientes para Porto Velho, Cacoal ou Ji-Paraná, o que envolve horas de estrada e custos que nem sempre o trabalhador consegue absorver.

No caso do cisto sinovial, o atraso no diagnóstico não coloca a vida em risco, já que a lesão é benigna. Mas a demora pode significar meses de dor, limitação funcional e afastamento do trabalho que poderiam ter sido evitados com uma avaliação precoce.

O paciente que identifica um nódulo na mão ou no punho deve procurar atendimento ortopédico o quanto antes, ainda que a conduta inicial seja apenas a observação.

A orientação da literatura médica é clara: mesmo que o cisto desapareça sozinho, o acompanhamento profissional garante que outras condições mais graves sejam descartadas.

“E quando a cirurgia é necessária, o encaminhamento para um especialista em cirurgia da mão faz diferença no resultado e na segurança do procedimento”, reforçam os ortopedistas do COE, centro ortopédico reconhecido em Goiânia.

O que levar da consulta

Quem percebe um caroço na mão ou no punho deve anotar quando ele apareceu, se dói, se muda de tamanho com atividade e se há dormência ou perda de força nos dedos. Essas informações ajudam o médico a avaliar a gravidade e a decidir pela melhor conduta.

A ultrassonografia é o exame mais indicado para uma primeira investigação. Se o médico da unidade básica de saúde não tem formação em patologias da mão, o encaminhamento ao ortopedista com subespecialidade nessa área precisa ser solicitado. Esperar para ver se o cisto some não é errado, desde que essa decisão seja tomada com orientação médica e não por conta própria.

O cisto sinovial é, na maioria das vezes, uma condição tranquila. Mas tranquila não significa que deva ser negligenciada. Um diagnóstico correto, feito no momento certo e pelo profissional adequado, é o que separa o paciente que resolve o problema com rapidez daquele que convive meses com um incômodo que já poderia ter sido tratado.



Fonte: Via: florestanoticias

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Governador demite secretário da Educação após 7 meses e nomeia cabo da PM interino

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O servidor público Massud Jorge Badra Neto foi exonerado nesta terça-feira (27) do cargo de secretário da Educação de Rondônia. A demissão, assinada pelo governador Marcos Rocha e publicada no Diário Oficial, acontece em meio a questiona…

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FonteVia: rondoniagora

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A Paróquia Nossa Senhora da Penha convida toda a comunidade para participar da Santa Missa de Finados

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Nesta sexta-feira feriado de 1º de maio foi marcado por aventura e integração para os membros do Clube de Desbravadores Sírius, de Alta Floresta Oeste. Em uma iniciativa que uniu atividades físicas, requisitos de classe e momentos de lazer, o grupo realizou um pernoite especial seguido de uma caminhada que variou entre 5 km e 20 km, dependendo da faixa etária dos participantes.

O evento teve início com uma caminhada saindo da cidade com destino à chácara do vereador Jeremias, que cedeu o espaço para o acampamento e as refeições. Segundo a diretora do Clube Sírius, Leila Gabriel, a atividade é um requisito anual dos cadernos de classe e contou com o apoio fundamental da comunidade e das famílias.

Integração e Apoio da Comunidade

O anfitrião da jornada, o vereador Jeremias, destacou a felicidade em receber os jovens pelo quarto ano consecutivo. “É uma alegria ver essa garotada vivendo o que eu vivi há 15 anos. Mesmo com a chuva na madrugada, a molecada se divertiu e manteve o espírito de grupo”, afirmou o parlamentar, ressaltando a importância de incentivar princípios familiares e bons valores.

A programação também contou com a presença de:

  • Pastor João Paulo: Destacou o papel vital dos pais no suporte ao clube.

  • Eduarda (Líder do Clube Sentinelas): Reforçou a união entre os diferentes clubes da região em preparação para eventos maiores, como o próximo encontro em Barretos.

  • Uat: Colaboradora e Aanfitriã que auxiliou na recepção e logística do acampamento.

O Olhar dos Pais e Desbravadores

Para os pais, como Tainá e o Sargento Hilário, participar desses momentos é uma oportunidade de acompanhar de perto o desenvolvimento físico e moral de seus filhos. “O clube é um atrativo que ensina conduta e responsabilidade, envolvendo não só os adventistas, mas toda a comunidade”, pontuou Hilário.

O desbravador Lucas resumiu o sentimento do grupo após a longa jornada: “Foi muito divertido. Fizemos fogueira para o café da manhã e, apesar da caminhada cansativa, os momentos com os amigos valeram a pena”.

O evento encerrou-se com um almoço de confraternização, celebrando o sucesso de mais uma etapa cumprida pelo Clube Sírius na promoção do desenvolvimento mental, espiritual e físico de seus jovens.

Fonte: Via: florestanoticias

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TSE confirma: cerca de 34 mil votos foram registrados após horário normal da votação – Eleições

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O 2º turno das Eleições 2026 registrou 34.393 votos após as 17h em território nacional, segundo levantamento do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Desse total, 32.399 votos foram computados entre 17h e 18h, 1.981 entre 18h e 19h e 13 após as 19h. Os dados consideram as 497.333 seções eleitorais que tiveram o encerramento registrado depois das 17h. 

A votação foi estendida até as 19h, considerando-se o horário de Brasília, por decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), nas seções eleitorais em território nacional que ainda estavam em funcionamento às 17h. A medida foi adotada após as duas candidaturas à Presidência da República relatarem dificuldades relacionadas ao transporte de eleitores no dia do pleito.                          

Detalhamento dos dados 

Das seções eleitorais abrangidas no levantamento, 473.065 concluíram os trabalhos até as 17h10, enquanto 24.268 permaneceram abertas depois desse horário. Considerando-se os votos computados desde as 17h nessas 24.268 seções, foram registrados 8.673 votos. O corte temporal de 17h10 é uma estimativa de tempo para os procedimentos de encerramento e impressões finais das urnas, que só podem ser encerradas a partir das 17h. 

O levantamento também identificou que 6.766 seções encerraram a votação após as 19h. Considerando-se todo o período posterior às 17h, essas seções contabilizaram 4.773 votos, sendo 2.837 entre 17h e 18h, 1.923 entre 18h e 19h e apenas 13 depois das 19h. Esses quantitativos já estão incluídos nos 8.673 votos mencionados anteriormente. 

De acordo com o levantamento, São Paulo registrou o maior número de seções eleitorais que permaneceram abertas após as 17h10, com 6.093 seções e 2.496 votos computados depois das 17h. Em seguida, aparecem Rio de Janeiro, com 5.713 seções e 2.349 votos; Bahia, com 3.787 seções e 1.656 votos; e Pernambuco, com 1.872 seções e 577 votos. 

Os demais estados registraram quantitativos inferiores a mil seções abertas após as 17h10, com destaque para Maranhão (865 seções e 166 votos), Minas Gerais (740 seções e 136 votos), Pará (701 seções e 152 votos) e Distrito Federal (696 seções e 157 votos). 

Procedimento de encerramento 

Pelas regras da Justiça Eleitoral, o encerramento da votação nas urnas não pode ocorrer antes das 17h, mas pode ser realizado exatamente nesse horário, desde que não haja eleitores aguardando para votar. Assim, em seções eleitorais sem filas ou eleitores chegando para votar até as 17h, os mesários podem iniciar imediatamente os procedimentos de encerramento, previstos nos artigos 127 e 160 da Resolução-TSE nº 23.751/2026, que incluem a emissão dos Boletins de Urna (BUs). Dessa forma, é possível que algumas urnas registrem o encerramento às 17h em ponto ou nos segundos seguintes, embora a conclusão dos procedimentos normalmente ocorra nos minutos posteriores

Portanto, registros de encerramento até as 17h10 fazem parte da rotina eleitoral e não representam, por si sós, uma situação atípica. Já nas seções em que houver eleitores na fila às 17h, o artigo 160 da resolução determina sua identificação e a distribuição de senhas, a fim de assegurar a continuidade da votação até que todos sejam atendidos. 

Cumprimento da decisão 

A determinação do STF exigiu ajustes nos procedimentos operacionais da Justiça Eleitoral, especialmente no recebimento dos Boletins de Urna (BUs), na totalização dos votos e na divulgação dos resultados, temporariamente suspensos e retomados após as 19h. 

Durante a coletiva de encerramento do 2º turno, o presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, destacou o trabalho das equipes técnicas para assegurar o cumprimento da decisão judicial. De acordo com o ministro, a medida exigiu adaptações nos sistemas e nas rotinas da Justiça Eleitoral, além de cuidados adicionais com a segurança de servidores e mesários. 

Na ocasião, o presidente agradeceu o empenho de magistrados, servidores, mesários, colaboradores e demais profissionais envolvidos na realização do pleito. O ministro também ressaltou que as providências adotadas permitiram dar continuidade à apuração e destacou o trabalho da Justiça Eleitoral para assegurar o atendimento ao eleitorado. 

Confira o total de votos após 17h.

Veja os votos computados após 17h10.

Acesse os votos registrados após 19h.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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