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Ministério Público recomenda medidas urgentes para garantir fornecimento de energia em distritos de Alta Floresta d’Oeste

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Ministério Público recomenda medidas urgentes para garantir fornecimento de energia em distritos de Alta Floresta d’Oeste

Foto: Comunicação/MPF.

O Ministério Público Federal (MPF) entrou na Justiça contra um proprietário de área rural e dois arrendatários por uso de agrotóxicos que têm causado intoxicação em indígenas Puruborá e também gerado contaminação do meio ambiente, em Seringueiras (RO).

A propriedade rural tem plantio de soja e outros cultivos. O MPF considera que a pulverização de agrotóxicos é parte de um conflito maior de intimidação pelos quais os indígenas passam em decorrência da pressão causada pelo plantio de soja e tentativa de expulsá-los da região. A comunidade indígena reivindica a demarcação de seu território, o que desagrada os fazendeiros da região.

O imóvel rural se chama Sítio Boa Esperança e fica próximo à aldeia Aperoí, da etnia Puruborá. A aldeia tem cerca de 40 indígenas. Após pulverizações de agrotóxicos por aeronave, várias crianças, adultos e idosos indígenas dessa aldeia tiveram erupções cutâneas espalhadas pelo corpo, além de dores de cabeça e náuseas.

Uma das casas dos indígenas, que fica no meio de duas plantações de soja, foi abandonada após as pulverizações causarem problemas de saúde aos moradores – um casal e seus dois filhos.

A Agência de Defesa Sanitária Agrosilvopastoril de Rondônia (Idaron) autuou e notificou mais de uma vez os arrendatários e o proprietário do imóvel rural para que interrompessem a intoxicação dos indígenas e a poluição do meio ambiente.

Ao analisar o solo da área, a Idaron encontrou herbicidas de soja, milho, café e pasto. Entre os agrotóxicos encontrados estava um considerado extremamente tóxico (fosfeto de alumínio) e outros dois que são moderadamente tóxicos aos seres humanos (metonil; bifentrina e acetamiprido). Entre todos os agrotóxicos encontrados na análise, 12% tinham grau elevado de toxicidade.

Aumento da tensão – Antes de acionar a Justiça Federal por ação civil pública, o MPF tentou uma solução extrajudicial para o problema: expediu uma recomendação e posteriormente iniciou negociações para assinatura de um acordo (termo de ajustamento de conduta), mas ainda durante as tratativas ocorreram novas pulverizações de agrotóxicos, afetando a saúde de diversos indígenas.

Segundo o MPF, os réus não só mantiveram, mas intensificaram a pulverização de agrotóxicos na plantação de soja em 2024 e 2025. Nessa época, crianças e adultos Puruborá passaram a apresentar graves lesões e feridas na pele. Para o MPF, houve um escalonamento de ações por parte dos réus que buscavam forçar a expulsão dos indígenas da área que habitam.

O órgão relaciona a intoxicação com outros episódios contra os indígenas na mesma época, como a queima de uma maloca, considerada sagrada pelos Puruborá, além de tiros de revólver em direção à residência de indígenas durante os trabalhos do grupo de demarcação da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).

Antes disso, os indígenas já haviam relatado incêndios criminosos próximos às suas casas e às suas plantações.

Entre os motivos para a tentativa de expulsão dos indígenas também estaria o fato de que, em março de 2024, o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) visualizou na aldeia Aperoí, vizinha ao Sítio Boa Esperança, diversos fragmentos de antigos vasilhames cerâmicos na superfície nos dois lados da cerca que divide as terras.

Os achados arqueológicos motivaram o Iphan a emitir uma notificação ao proprietário da fazenda para suspender as atividades de intervenção no solo e enviar a documentação de regularidade de suas atividades agrícolas.

A intenção do Iphan com a medida foi preservar o sítio arqueológico Puruborá.

Danos ambientais – Em 2024, a Idaron constatou que a aplicação de agrotóxicos não respeitou a distância mínima de 90 metros em relação à margem do Rio Manoel Correia, que é área de preservação permanente.

Na época, a Idaron atestou a inviabilidade da área arrendada (52 hectares) para o plantio de soja. Isso porque o local é ambientalmente sensível, pois é uma bacia de captação e de nascentes do rio. Nesse tipo de área é recomendado apenas cultivo de produtos orgânicos e de recomposição florestal, como cacau e cupuaçu.

Em inspeção ao local, o Idaron encontrou resíduos de cultivo de soja não colhidos, em estado de pouco desenvolvimento ou grãos inviáveis devido à umidade excessiva.

Como forma de dar vazão à água das partes alagadas, os réus escavaram valas que saem do imóvel rural e vão até um pequeno igarapé, que tem abundantes nascentes e é afluente do Rio Manoel Correia.

As valas foram feitas em uma área de preservação permanente, com despejo direto no rio, impactando o ecossistema, sem autorização dos órgãos ambientais.

Na ação, o MPF destaca que a insistência no cultivo de soja e na aplicação de agrotóxicos em local sabidamente inadequado ocorreu mesmo após advertências formais por meio de autos de infração ambiental, recomendação do órgão e tentativa de pactuar um acordo.

Além disso, o documento afirma que a degradação do meio ambiente também causou desequilíbrio ecológico, com mortandade de peixes no rio Manoel Correia, onde os indígenas pescavam, agravando a subsistência da comunidade.

Compensação e reparação – O MPF pede compensação e reparação dos danos causados, inclusive danos morais da comunidade indígena. Entre os pedidos do órgão à Justiça Federal estão a condenação dos réus a:
• Pagamento de danos morais coletivos de R$ 2 milhões em favor da comunidade indígena Puruborá;
• Pagamento de R$ 30 mil reais a cada morador da aldeia Aperoi;
• Pagamento de R$ 100 mil para cada integrante da família (um casal com dois filhos) que necessitou abandonar sua casa após a contaminação por agrotóxicos;
• Proibição de pulverizar agrotóxicos e de não promover ou permitir plantação de soja no local;
• Proibição de realizar intervenções nas áreas de preservação permanente;
• Fazer a recomposição total da área de preservação permanente.

Assessoria de Comunicação
Ministério Público Federal em Rondônia

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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PM aposentado reage a roubo, é baleado e mata criminoso em Porto Velho – Polícia

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O criminoso Alexandre Ferreira Lima, vulgo “Buda”, morreu e um policial militar aposentado foi baleado durante uma tentativa de roubo ocorrida neste domingo (16), em uma região de mata onde funcionava o antigo Cemitério da Candelária, na Vila Candelária, em Porto Velho. Um grupo visitava a área quando foi surpreendido por dois homens armados.

O local fica em frente ao restaurante Pitbull. Entre as pessoas que estavam na região havia um policial militar aposentado, que reagiu após a dupla anunciar o roubo.

Durante a troca de tiros, Alexandre Ferreira foi baleado. Ele e o comparsa correram para a área de mata logo depois dos disparos.

O homem atingido foi posteriormente encontrado morto no matagal. O segundo conseguiu fugir.

O policial militar aposentado também foi atingido durante o confronto. O disparo provocou um ferimento de raspão no braço. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e prestou socorro ao policial.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Luis Fernando dá início à caminhada eleitoral ao senado com mega adesivaço em Porto Velho – Eleições

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Na madrugada deste domingo (16), um mega adesivaço em Porto Velho marcou a largada da campanha do PSD e reuniu apoiadores, lideranças políticas e integrantes do grupo que disputa as eleições deste ano em Rondônia. 

 

Realizado na Avenida Santos Dumont, em frente à passarela do Espaço Alternativo, o evento começou na virada do sábado para o domingo e simbolizou o primeiro grande momento da corrida eleitoral. 

Luis Fernando integra a chapa que tem Adailton Fúria como candidato ao Governo de Rondônia e Everton Leoni como candidato a vice-governador. 

O grupo também conta com a participação de PSD, Avante, PRD e Solidariedade, partidos que estarão juntos ao longo da caminhada eleitoral. A largada acontece depois de um período de pré-campanha marcado por encontros em diferentes regiões do estado. 

Luis Fernando esteve ao lado da população, de lideranças, representantes de categorias profissionais, produtores e setores da economia, levando o diálogo e ouvindo demandas de diferentes municípios. 

Entre as principais bandeiras apresentadas pelo candidato estão o desenvolvimento econômico de Rondônia, o fortalecimento do setor produtivo, a geração de emprego e renda e a construção de políticas públicas capazes de melhorar a vida da população. “Quero agradecer a cada rondoniense que esteve comigo nessa caminhada até aqui, que abriu as portas, participou dos encontros, conversou comigo e compartilhou suas expectativas para o nosso estado. A partir de agora, seguimos ainda mais fortes. Conto com cada um de vocês para continuarmos levando nossas propostas, ouvindo as pessoas e construindo juntos um futuro de mais desenvolvimento e oportunidades para Rondônia”, destacou Luis. 

Com o início oficial da campanha neste domingo, a agenda eleitoral de Luis Fernando será ampliada, com atividades e encontros em diferentes municípios de Rondônia. A agenda oficial será compartilhada em suas redes sociais oficiais, como o instagram: @luis.fernando.ro 

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Vereador Pastor Evanildo reforça diálogo com comunidades e lideranças durante visitas a São Francisco do Guaporé e Ji-Paraná – Política

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O vereador Pastor Evanildo cumpriu uma agenda de visitas em São Francisco do Guaporé e Ji-Paraná, onde participou de encontros com comunidades, líderes religiosos, empresários, amigos e lideranças políticas. Durante os compromissos, o vereador destacou a importância de estar presente nos municípios, ouvir as pessoas e conhecer de perto as principais demandas da população.

Em São Francisco do Guaporé, Pastor Evanildo esteve na residência do amigo Guaira, onde participou de uma reunião com amigos e lideranças locais. O encontro foi marcado por uma conversa sobre a realidade do município e as necessidades da população. O vereador também esteve ao lado do deputado Laerte Gomes, oportunidade em que compartilhou algumas palavras com os participantes da reunião.

“É muito importante sair do gabinete e estar perto das pessoas, ouvir os moradores, conversar com as lideranças e conhecer de perto a realidade de cada comunidade. Esses encontros fortalecem amizades, ampliam o diálogo e nos ajudam a entender melhor as necessidades de quem vive nos municípios”, afirmou Pastor Evanildo.

Ainda em São Francisco do Guaporé, o vereador participou de um culto na sede principal da Assembleia de Deus. Ao lado do Pastor Marlon, de Ji-Paraná, e do irmão Agno, Pastor Evanildo participou de uma noite de louvor, Palavra e comunhão com os irmãos. Ele também agradeceu ao Pastor Presidente Mateus pela recepção e pela oportunidade de participar do momento de fé.

Em Ji-Paraná, Pastor Evanildo participou de uma reunião com a Pastora Carmem, que reuniu líderes e amigos. O encontro foi marcado por um ambiente de descontração, diálogo e aproximação, com conversas sobre diferentes assuntos e a realidade das comunidades. Para o vereador, ouvir diferentes setores da sociedade é fundamental para construir uma atuação cada vez mais próxima da população.

“Minha caminhada tem sido feita com diálogo, respeito e presença. Quero continuar visitando as comunidades, encontrando os líderes religiosos, conversando com empresários, amigos e moradores. Cada conversa traz um aprendizado e reforça a responsabilidade de trabalhar por Rondônia e pelas pessoas que vivem aqui”, destacou Pastor Evanildo.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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