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POLITICA

Bruno Bolsonaro Scheid apoia decisão dos EUA de classificar PCC e CV como terroristas – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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“Não existe futuro para o Brasil enquanto o crime organizado tiver mais força que o Estado”, diz pré-candidato

O pré-candidato ao Senado por Rondônia, Bruno Bolsonaro Scheid (PL), manifestou apoio à decisão do governo dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como Organizações Terroristas Estrangeiras. A medida foi anunciada pelo Departamento de Estado norte-americano e passa a produzir efeitos a partir do dia 5 de junho.

Segundo o governo dos Estados Unidos, as duas facções estão entre as organizações criminosas mais violentas da América Latina e possuem atuação que ultrapassa as fronteiras brasileiras. Em comunicado oficial, o secretário de Estado Marco Rubio afirmou que PCC e Comando Vermelho têm promovido ataques contra agentes públicos, integrantes das forças de segurança e civis, além de manter redes ilícitas que alcançam diversos países.

Ao comentar a decisão, Bruno Scheid afirmou que o reconhecimento internacional da gravidade do problema reforça um debate que, segundo ele, já faz parte da realidade de milhões de brasileiros. Para o pré-candidato, o avanço das organizações criminosas afeta diretamente a segurança da população, o ambiente de negócios e a capacidade do Estado de exercer sua autoridade.

“Não existe futuro para o Brasil enquanto o crime organizado tiver mais força que o Estado e o cidadão de bem”, declarou. Segundo Scheid, o enfrentamento às facções criminosas deve permanecer entre as prioridades das autoridades públicas, com fortalecimento das instituições de segurança e da atuação integrada no combate ao crime organizado.

O posicionamento foi divulgado por meio das redes sociais do pré-candidato, que também destacou a importância de políticas voltadas à garantia da ordem pública, da segurança das famílias e da proteção da atividade econômica. Para Scheid, medidas que ampliem a capacidade do Estado de combater organizações criminosas são fundamentais para assegurar estabilidade institucional e desenvolvimento.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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POLITICA

Zach Bryan lança EP com dueto inédito ao lado de Lana Del Rey – WEB TV ALTERNATIVA

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© Lula Marques/Agência Brasil.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.

O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a  77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.

Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.

A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Debate em plenário

A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.

“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.

“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.

“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.

Fonte: DA AGÊNCIA BRASIL

Via: web tv alternativa

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Belo sofre acidente com fogo em gravações de série

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O cantor Belo passou por um susto considerável recentemente durante os bastidores de suas gravações para a produção audiovisual Arcanjo Renegado. Conhecido nacionalmente por sua trajetória de sucesso na música, o artista agora expande ainda mais suas fronteiras artísticas ao se aventurar no universo da atuação, mas acabou enfrentando um imprevisto perigoso no set de filmagem que resultou em ferimentos leves em uma de suas mãos.

O incidente durante as gravações

De acordo com as informações divulgadas sobre o incidente, o contratempo ocorreu justamente em uma cena que envolvia efeitos especiais com fogo. Embora toda a equipe técnica de produções desse porte siga rigorosos protocolos de segurança, um descuido ou falha pontual acabou atingindo o cantor, que teve uma das mãos queimadas. O momento gerou apreensão imediata entre os colegas de elenco e a equipe de produção presente no local.

Apesar do susto inicial, os profissionais de atendimento de primeiros socorros que ficam de prontidão nos sets agiram rapidamente para prestar o suporte necessário ao músico e ator. Ele recebeu os primeiros cuidados médicos ainda no local e, posteriormente, foi encaminhado para avaliação especializada, onde foi confirmado que os danos foram superficiais e não comprometeram sua integridade física de forma grave.

Recuperação e dedicação ao projeto

A participação de Belo em Arcanjo Renegado tem sido tratada com muita dedicação pelo artista, que tem se empenhado em entregar uma atuação convincente e à altura do sucesso da série. Mesmo após o incidente envolvendo queimaduras leves, o cantor demonstrou profissionalismo e tranquilizou os fãs quanto ao seu estado de saúde atual.

Nas redes sociais e através de sua assessoria, mensagens de apoio rapidamente se multiplicaram, mostrando a força e o carinho que o público nutre por ele. O episódio serve como um lembrete dos riscos que os artistas enfrentam ao se arriscarem em novas frentes profissionais, como a atuação em cenas de ação e grande tensão dramática, exigindo coragem e entrega total ao personagem.

Via: web tv alternativa

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Diddy é transferido de prisão após confusão e vira alvo de 50 Cent – WEB TV ALTERNATIVA

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© Lula Marques/Agência Brasil.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.

O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a  77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.

Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.

A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Debate em plenário

A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.

“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.

“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.

“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.

Fonte: DA AGÊNCIA BRASIL

Via: web tv alternativa

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