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Veja a Programação da Festa da Cidade, dos 44 Anos de Alta Floresta D´Oeste – WEB TV ALTERNATIVA

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Representando o deputado estadual Jean Oliveira (PRD), o chefe de gabinete Claudemir de Abreu participou neste domingo (14) do 12º Campeonato de Pesca Esportiva de Seringueiras, realizado na Toca da Raposa, às margens do Rio São Miguel, na Linha 101, Km 09, Lote 20, Gleba 02.

O evento, considerado um dos maiores do segmento em Rondônia, reuniu pescadores de diversas cidades do estado e de regiões vizinhas, consolidando-se como importante ferramenta de incentivo ao turismo, lazer e desenvolvimento econômico local.

Organizado pela Associação dos Pescadores Esportivos de Seringueiras (ASPES), presidida por Claudemir Leite, o campeonato entrou para a história ao reunir 481 competidores e atingir a capacidade máxima de 130 equipes inscritas. Com mais de R$ 100 mil em premiações, o evento reafirmou sua importância dentro do calendário esportivo e turístico do município.

Durante o evento, o chefe de gabinete Claudemir de Abreu destacou que o apoio do deputado Jean Oliveira demonstra o compromisso do parlamentar com iniciativas que promovem o desenvolvimento dos municípios rondonienses. “Estou aqui representando o deputado Jean Oliveira, que tem um carinho especial por Seringueiras e sempre apoia ações que geram oportunidades para a população.

Este campeonato fortalece o turismo, movimenta a economia, incentiva a preservação ambiental por meio da pesca esportiva e reúne famílias em um momento de lazer e integração. Jean Oliveira parabeniza todos os organizadores, participantes e apoiadores pelo sucesso desta grande festa”, afirmou Claudemir de Abreu.

O presidente da ASPES, Claudemir Leite, agradeceu aos parceiros que contribuíram para a realização do campeonato e destacou o empenho da diretoria da entidade. “Quero agradecer ao deputado Jean Oliveira, à SETUR, ao Governo de Rondônia, à Prefeitura de Seringueiras, ao vereador Ricardo Stevanelli, aos assessores parlamentares Cido Brasil e Anderson Argentino e a todos os apoiadores que acreditaram neste projeto.

Também faço um agradecimento especial a toda a diretoria da ASPES, que trabalhou com dedicação para que este evento acontecesse. O sucesso desta edição mostra a força da nossa associação e o potencial que Seringueiras tem para se tornar referência na pesca esportiva”, destacou.

O vereador Ricardo Stevanelli também ressaltou a importância da competição para o município. “Eventos como este fortalecem o turismo, geram renda para os comerciantes, divulgam nossas belezas naturais e colocam Seringueiras em evidência.

Parabenizo a ASPES pela excelente organização e agradeço ao deputado Jean Oliveira pelo apoio que tem dado ao nosso município”, afirmou o vereador.

O assessor parlamentar do deputado Jean Oliveira, Cido Brasil, acompanhou a programação e enfatizou o impacto positivo da iniciativa para a região. “É gratificante ver um evento dessa magnitude reunindo tantas pessoas e promovendo desenvolvimento para Seringueiras.

O deputado Jean Oliveira tem sido um parceiro importante dos municípios e entende que investir em eventos como este é investir na economia, no turismo e na qualidade de vida da população. Parabéns à ASPES e a todos os envolvidos pela belíssima organização”, declarou Cido Brasil.

O assessor parlamentar Anderson Argentino também destacou o sucesso da competição e a união de esforços para sua realização. “Foi uma grande satisfação acompanhar mais uma edição deste importante campeonato. O número recorde de participantes demonstra a credibilidade da ASPES e a força do turismo esportivo em Seringueiras.

Parabenizo toda a diretoria da associação, os voluntários e parceiros que contribuíram para a realização deste grande evento, que gera renda, lazer e visibilidade para o município”, afirmou Anderson Argentino.

Além da competição, o público participou de um grande momento de confraternização. O clima de festa tomou conta da Toca da Raposa durante todo o domingo, com almoço para os participantes e apresentações musicais ao vivo da Banda Forró Swing, Vando e Banda e Bonde Dancaê, proporcionando entretenimento para toda a família.

RESULTADO DA COMPETIÇÃO
A disputa reuniu dezenas de equipes, premiando os melhores colocados com embarcações, motores, caiaques e troféus.
1º Lugar – Equipe Thaioba do Poço 56
Premiação: Kit com barco, motor e carretinha + troféus
Peixe capturado: 88 cm
2º Lugar – Equipe Canoa Furada do Poço 118
Premiação: Motor + troféus
Peixe capturado: 83 cm
3º Lugar – Equipe Salve a Pátria do Poço 20
Premiação: Barco + troféus
Peixe capturado: 82 cm
4º Lugar – Equipe Agora Eu Pego
Premiação: Caiaque + troféu
5º Lugar – Equipe Minhoca
Premiação: Caiaque + troféu
6º Lugar – Equipe Cosme e Damião
Premiação: Caiaque + troféu
7º Lugar – Equipe Família Proença
Premiação: Caiaque + troféu
8º Lugar – Equipe Sucuri
Premiação: Caiaque + troféu
9º Lugar – Equipe Os Tuiú
Premiação: Caiaque + troféu
10º Lugar – Equipe Cowboy
Premiação: Caiaque + troféu
Com recorde de participantes, clima familiar, atrações culturais e mais de R$ 100 mil em premiações, o Campeonato de Pesca Esportiva de Seringueiras reafirmou seu papel como um dos principais eventos turísticos e esportivos da região, promovendo integração, lazer, preservação ambiental e fortalecimento da economia local.

TEXTO: Jornalista Ricardo Barros
FOTOS: COGESTI

Via: web tv alternativa

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Procurador-geral de Cacoal se apresenta como advogado de deputado eleito; cargo impede advocacia particular – Política – WEB TV ALTERNATIVA

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© Lula Marques/Agência Brasil

O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6×1) e prevê a escala 5×2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão.

O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”.

“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”

Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”.

“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6×1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”.

Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.

“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta.

Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil.

“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.

Entenda a nova emenda

A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.

Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda história dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6×1.

A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.

>> Clique aqui e entenda a PEC

O texto permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. O número de folgas remuneradas, no entanto, deve ser mantido em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.

A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.

A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

Transição

A implementação da redução da jornada de 44 para 40 horas terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

Para todos os demais trabalhadores, as empresas terão que garantir a escala 5×2 em até 60 dias, contados a partir de hoje, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.

Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.

No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço.

Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.

Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, é necessário pagamento de hora-extra.

Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1:

  • escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
  • redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
  • jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).

Acordos coletivos

A Emenda Constitucional permite ainda, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5×2.

Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6×1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.

Em outro parágrafo, a Emenda permite que uma lei posterior pode prever regimes diferentes para duração do trabalho e dias de repouso, desde que respeitados os limites de 40 horas semanais e dois dias de repouso remunerado por semana.

Terceirizados do Estado

As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6×1 dos empregados.

A nova jornada passará a valer no momento da formalização do aditamento do contrato das empresas com o Poder Público. Porém, os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.

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Promulgada emenda do fim da 6×1; escala 5×2 começa em 60 dias – Nacional – WEB TV ALTERNATIVA

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© Lula Marques/Agência Brasil

O Congresso Nacional promulgou, nesta sexta-feira (16), a Emenda Constitucional nº 141 de 2026, que põe fim à escala de seis dias de trabalho e apenas um de descanso (6×1) e prevê a escala 5×2, com duas folgas por semana, para todos os trabalhadores do Brasil dentro de dois meses.

A nova Emenda foi promulgada em sessão solene com participação dos presidentes do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP); da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); e do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ministros de estado, senadores e deputados da base aliada lotaram o plenário do Senado. Lideranças da oposição não compareceram à sessão.

O presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, destacou que os impactos da medida “são incalculáveis”.

“Quanto vale mais tempo para cuidar de si e de quem se ama? Para milhões de pessoas que precisam trabalhar seis, às vezes sete dias por semana, a resposta é simples, essas coisas não tem preço, tem valor.”

Alcolumbre acrescentou que foi preciso “muita coragem” para enfrentar um assunto que “tanta gente preferia deixar para depois”.

“Um assunto que divide opiniões, que afeta as relações de trabalho e mexe com a vida de milhões de famílias. Quando o tema é complexo, o mais cômodo é deixar para lá e não enfrentar. Mas o Legislativo brasileiro escolheu o caminho certo, não o caminho fácil”, completou o presidente do Senado.

O presidente da Câmara, Hugo Motta, afirmou que o fim da 6×1 alcança milhões de brasileiros que “acordam antes do amanhecer, atravessam cidades inteiras e dedicam grande parte de seus dias ao trabalho”.

Motta acrescentou que os impactos da mudança para os micro e pequenos negócios serão mitigados pela aprovação do aumento do limite anual de faturamento dos MEIs dos atuais R$ 80 mil para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028.

“O texto também permite a contratação de até dois funcionários por microempreendedor, garantindo assim que o MEI possa ter um funcionário a mais do que aquele que é permitido atualmente. Afinal, fortalecer o MEI é fortalecer milhões de famílias brasileiras”, completou Motta.

Após a promulgação, o presidente Lula comemorou a medida e criticou os grupos que atacaram a PEC alegando que ela iria quebrar o Brasil.

“Eu lembro da campanha do 13º salário, no começo dos anos 1960, foi a mesma coisa: vai quebrar as empresas! Vai afundar as empresas! No mundo inteiro não tem isso. Não quebrou as empresas. O dado concreto é que toda vez que os trabalhadores conseguem um benefício, ele vive um pouco mais, ele tem um pouco mais de prazer na vida”, destacou.

Entenda a nova emenda

A emenda aprovada na quarta-feira prevê também uma redução gradual da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais, sem redução salarial, dentro de um período de transição de 14 meses.

Nascida a partir de pressão das ruas e atendendo a uma demanda história dos trabalhadores e sindicatos, a proposta teve a tramitação concluída na última quarta-feira (14) no Senado, com 75 votos favoráveis contra 1, do ex-vice-presidente e senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS).

Apoiada pelo governo, a votação contou com apoio também da oposição, que era contra a PEC e tentava impedir a votação nesta semana. Após a sessão ter sido marcada, no entanto, a oposição liberou a bancada, que votou majoritariamente pelo fim da 6×1.

A nova regra institui a obrigatoriedade de dois dias de descanso por semana, além de reduzir a jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais. Tudo isso sem redução salarial.

>> Clique aqui e entenda a PEC

O texto permite, por outro lado, compensar o sábado ou domingo trabalhados no caso de categorias com jornadas especiais. O número de folgas remuneradas, no entanto, deve ser mantido em duas por semana, em média, gozadas obrigatoriamente no mesmo mês.

A PEC ainda permite jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebem, atualmente, igual ou acima de R$ 21.188,87, desde que mantida a escala 5×2. Nesses casos, a negociação direta entre patrão e trabalhador deve definir a duração do trabalho.

A proposta prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os microempreendedores individuais (MEIs), microempresas e empresas de pequeno porte.

Transição

A implementação da redução da jornada de 44 para 40 horas terá uma transição de até 14 meses. A exceção são os trabalhadores terceirizados da administração pública, que terão uma regra de transição diferenciada.

Para todos os demais trabalhadores, as empresas terão que garantir a escala 5×2 em até 60 dias, contados a partir de hoje, assim como a redução da jornada para 42 horas semanais.

Doze meses após essa primeira redução, a jornada cai para 40 horas.

No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação, o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço.

Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.

Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em cinco dias na semana. Para trabalhar mais horas, é necessário pagamento de hora-extra.

Veja as regras de transição da PEC que acaba com a escala 6×1:

  • escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
  • redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias)
  • jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).

Acordos coletivos

A Emenda Constitucional permite ainda, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5×2.

Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.

Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6×1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.

Em outro parágrafo, a Emenda permite que uma lei posterior pode prever regimes diferentes para duração do trabalho e dias de repouso, desde que respeitados os limites de 40 horas semanais e dois dias de repouso remunerado por semana.

Terceirizados do Estado

As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6×1 dos empregados.

A nova jornada passará a valer no momento da formalização do aditamento do contrato das empresas com o Poder Público. Porém, os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.

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Motorista é preso com quase meia tonelada de drogas após fuga da PRF na BR-364 – Polícia

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Um motorista foi preso em flagrante por tráfico de drogas após a PRF encontrar 464,42 kg de entorpecentes em um caminhão na BR-364, em Pimenta Bueno. A apreensão ocorreu na madrugada desta sexta-feira (16), depois que o homem desobedeceu a uma ordem de parada e tentou escapar da fiscalização. O caso foi encaminhado à 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 2), da Polícia Civil em Cacoal.

O veículo, formado por um caminhão-trator e dois semirreboques, foi interceptado no km 196 da rodovia. Os policiais faziam um patrulhamento de rotina quando deram ordem de parada ao motorista, que continuou dirigindo e passou a ser acompanhado pela equipe até a abordagem.

Durante a vistoria no compartimento de carga, foram encontrados diversos fardos e caixas com drogas. A apreensão totalizou 225,52 kg de cloridrato de cocaína, 236,7 kg de skunk e 2,2 kg de haxixe.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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