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Gestão de clínica odontológica: como organizar a operação e fidelizar pacientes

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Gestão de clínica odontológica: como organizar a operação e fidelizar pacientes

Créditos: magnific

Durante a pandemia, parecia que o escritório tinha os dias contados. Empresas mandaram funcionários para casa, devolveram andares inteiros e analistas chegaram a decretar o fim do espaço corporativo.

Cinco anos depois, o prédio comercial não acabou. O que aconteceu foi diferente: a forma de ocupar o espaço se reorganizou, e boa parte das companhias trocou o contrato fixo de longo prazo por arranjos que podem encolher ou crescer conforme a necessidade do momento.

O número que resume essa virada vem do setor de escritórios compartilhados. Segundo o Censo Coworking 2024, levantamento realizado pela Woba, o Brasil passou de 2.443 para 2.986 espaços de coworking ativos em um ano, uma alta de aproximadamente 20%.

A maior parte deles, 58,5%, está concentrada nas capitais. Estados como São Paulo, com 1.121 unidades, Minas Gerais, com 307, e Rio de Janeiro, com 251, lideram a oferta no país.

Esse avanço acontece no mesmo período em que grandes empresas revisam quanto espaço fixo realmente precisam manter. Os dois movimentos parecem contraditórios, mas contam a mesma história.

O escritório não morreu, mudou de formato

A leitura mais rápida do mercado aponta para um retorno ao presencial. Em São Paulo, a taxa de vacância dos escritórios de alto padrão caiu para 14,7% no fim de 2025, o menor patamar em 14 anos, segundo levantamentos do setor imobiliário corporativo.

Companhias como Amazon, JPMorgan e Dell apertaram as regras de presença, e no Brasil nomes como Nubank e Bradesco caminharam na mesma direção, com a reocupação gradual de seus espaços.

A diferença é grande em relação ao quadro de poucos anos atrás. No segundo trimestre de 2023, os edifícios comerciais de Manhattan registraram 22,4% de desocupação, e em São Francisco o índice chegou a 31,8%, segundo a consultoria Cushman & Wakefield. Era o auge da crise dos escritórios vazios, quando muitos previam a conversão de torres inteiras em moradia.

Mas a volta às mesas não significou volta ao modelo antigo. Pesquisa da WeWork mostra que 79% dos executivos de alto escalão ainda aceitam dividir o tempo de trabalho entre a empresa e a casa do funcionário.

Entre as companhias brasileiras, o híbrido segue como o arranjo mais comum, com 57% de adesão, segundo dados compilados pela Bloomberg Línea. O trabalho totalmente presencial aparece em parcela pequena das empresas, e o totalmente remoto, em uma fração ainda menor.

O resultado prático é uma conta diferente. Se a equipe vai ao escritório duas ou três vezes por semana, manter um andar inteiro ocupado todos os dias deixou de fazer sentido financeiro. Foi nesse espaço entre o home office e a sede tradicional que o modelo compartilhado encontrou seu lugar.

Por que o contrato fixo perdeu força

Manter um escritório próprio envolve aluguel, condomínio, IPTU, reforma, mobiliário, internet, recepção, limpeza e uma série de contas que se acumulam mesmo quando a sala fica vazia. Para uma empresa pequena ou média, esse custo fixo pesa todos os meses, independentemente de quanto ela faturou.

O modelo flexível inverte essa lógica. A companhia paga pelo que usa. Pode contratar uma estação por algumas horas, uma sala de reunião por uma tarde ou uma sala privativa por alguns meses, e ajustar o tamanho do espaço conforme a equipe cresce ou diminui.

A flexibilidade contratual foi apontada por 35,2% dos usuários como a maior vantagem do coworking no Censo 2024, à frente de qualquer outro fator avaliado.

Há ainda a questão do ponto de partida. Quem está abrindo uma empresa raramente tem caixa para alugar um ponto comercial só para conseguir registrar o negócio.

O espaço compartilhado resolve esse impasse ao oferecer estrutura pronta no dia em que o empreendedor chega, sem obra, sem fiador e sem investimento inicial alto. A redução imediata de custos fixos com aluguel é, segundo gestores do setor, o motivo mais citado por quem migra.

O coworking avança enquanto o aluguel tradicional recua

A projeção do próprio mercado reforça que não se trata de modismo passageiro. Estimativas do setor indicam que os escritórios flexíveis devem saltar de 5% para 30% do mercado imobiliário corporativo até 2030.

Seria uma fatia seis vezes maior em menos de uma década, puxada por flexibilidade contratual, redução de custos e infraestrutura compartilhada de qualidade.

O perfil dos espaços também amadureceu. Hoje 70,3% dos coworkings funcionam em prédios comerciais, e não mais em casas adaptadas, o que mostra que o setor profissionalizou a oferta.

As unidades deixaram de ser apenas fileiras de mesas e passaram a reunir salas privativas, salas de reunião com equipamento audiovisual, auditórios para treinamentos e serviços de recepção e copa.

Para empresas que cresceram contratando à distância e agora precisam reunir parte do time presencialmente, esse tipo de estrutura encaixa melhor do que um contrato de cinco anos em uma laje fixa que ficaria meio vazia. O espaço acompanha a empresa, e não o contrário.

Domicílio fiscal: o serviço que atrai quem nem usa a mesa

Boa parte da demanda recente nem está ligada ao desejo de trabalhar no local. Ela está ligada à necessidade de ter um endereço para registrar a empresa.

O domicílio fiscal é o endereço que a Receita Federal reconhece como sede da companhia. É ele que aparece no CNPJ, nas notas fiscais eletrônicas e nas notificações oficiais.

Sem um endereço fiscal válido, não é possível abrir nem manter uma empresa regularizada no Brasil. Diferente do endereço comercial, onde a empresa de fato atua, o domicílio fiscal funciona como dado cadastral perante os órgãos públicos.

O problema é que registrar o negócio no endereço residencial expõe dados pessoais do dono e nem sempre é permitido, dependendo da atividade e das regras do condomínio ou do município.

Foi por isso que muitos empreendedores passaram a procurar coworkings com domicílio fiscal para registrar o CNPJ em um endereço comercial de verdade, com gestão de correspondência, sem precisar alugar uma sala que ficaria fechada a maior parte do tempo. O custo desse serviço costuma começar na faixa de R$ 60 a R$ 100 por mês, valor que dificilmente cobriria sequer o condomínio de uma sala própria.

Além da economia, há o ganho de imagem. Um endereço em região reconhecida transmite mais credibilidade a clientes, fornecedores e órgãos públicos do que um endereço residencial em bairro afastado.

Para advogados, contadores, consultorias e profissionais que atuam pela internet, como agências, criadores de conteúdo e afiliados, essa diferença pesa na hora de fechar contrato e emitir nota.

O que pesar antes de escolher

Nem todo espaço serve para qualquer empresa, e a escolha exige alguns cuidados. O primeiro é a confiabilidade do local. Se o coworking fechar as portas, o empresário terá custo e burocracia para transferir o endereço da empresa em todos os órgãos, da Junta Comercial à Receita Federal, o que pode travar a operação por semanas.

Vale conferir a localização real do endereço, a estrutura disponível para receber clientes quando preciso, o que está incluído no plano contratado e quais serviços extras existem, como linha telefônica exclusiva, atendimento personalizado, salas de reunião por hora e gestão de correspondência.

Confirmar se aquele endereço pode de fato ser usado para registro de CNPJ é outro passo que evita transtorno depois, já que nem todo espaço oferece esse serviço de forma regular.

A regra prática é direta: o contrato precisa caber no tamanho atual do negócio e acompanhar o crescimento sem prender a empresa a cláusulas longas demais.

Um movimento que passa das capitais

Embora a maior parte dos espaços esteja concentrada nas grandes cidades, o formato já alcança empreendedores de municípios menores e do interior, inclusive na Região Norte, que enxergam ali uma forma de profissionalizar a operação sem assumir o custo de um escritório próprio.

Microempreendedores individuais, prestadores de serviço e pequenas empresas que nasceram digitais formam boa parte dessa demanda crescente.

O que era visto como espaço para freelancers virou ferramenta de gestão de custos para empresas de portes variados. A pandemia derrubou a ideia de que toda companhia precisa de uma sede fixa ocupada de segunda a sexta.

O que ficou no lugar foi a percepção de que estrutura profissional e contrato flexível podem caminhar juntos, e que pagar por metro quadrado parado raramente é o melhor negócio.

Para muitas empresas brasileiras, a pergunta deixou de ser onde fica o escritório. Passou a ser quanto espaço vale a pena manter, e por quanto tempo.

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Escolas estaduais têm até 23 de outubro para retificar dados do Censo Escolar 2026

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Os desenhos devem ser produzidos individualmente, à mão, em sala de aula e sob supervisão pedagógica, utilizando uma folha de papel branco tamanho A4 e técnica livre

O concurso é destinado a estudantes de todo o país, divididos em duas categorias: Crianças, para participantes com até 11 anos, e Adolescentes, para aqueles com idade entre 12 e 17 anos, regularmente matriculados até o último ano do ensino médio.

A inscrição é gratuita e deve ser realizada exclusivamente pela escola, que poderá encaminhar até cinco desenhos por categoria, após seleção interna. As informações e orientações estão disponíveis no site oficial do CNJ: https://www.cnj.jus.br/concurso-nacional-de-desenho/.

Os desenhos devem ser produzidos individualmente, à mão, em sala de aula e sob supervisão pedagógica, utilizando uma folha de papel branco tamanho A4 e técnica livre. Os trabalhos precisam ser inéditos, autorais e originais, sem utilização de inteligência artificial ou de outros recursos tecnológicos na elaboração.

A proposta deve abordar, de forma positiva e educativa, a promoção dos direitos de crianças e adolescentes no ambiente digital, incentivando o uso consciente das tecnologias, a convivência familiar, a educação, o lazer e a proteção integral.

Cada estudante poderá concorrer com apenas um desenho e em uma única categoria. A escola deverá preencher o formulário eletrônico disponibilizado pela organização, informar os dados do estudante, do professor orientador e da instituição de ensino, além de anexar o desenho digitalizado ou fotografado em formato legível e a autorização expressa do responsável legal.

O trabalho original deverá permanecer guardado pela escola, podendo ser solicitado pela organização do concurso.

JULGAMENTO

De acordo com o cronograma atualizado, o julgamento dos desenhos pela Comissão Julgadora ocorrerá até 31 de dezembro de 2026. O resultado final está previsto para janeiro de 2027, enquanto a cerimônia de premiação deverá ocorrer entre janeiro e fevereiro de 2027. As datas são estimadas e podem sofrer alterações, que serão divulgadas nos canais oficiais da organização.

Serão premiados os três primeiros colocados de cada categoria, totalizando seis estudantes vencedores. Cada um receberá certificado de premiação e reconhecimento, um kit de materiais escolares, de arte e de pintura, além de um notebook destinado à família, com entrega ao responsável legal.

Os professores orientadores dos estudantes premiados também receberão certificado e um notebook, sendo contemplados uma única vez, mesmo que tenham orientado mais de um vencedor.

A avaliação considerará a pertinência ao tema e aos objetivos do concurso, com até 40 pontos; a criatividade e a originalidade, com até 30 pontos; e a qualidade e a expressividade da composição visual, também com até 30 pontos. A seleção será realizada separadamente por categoria, com classificação dos trabalhos em primeiro, segundo e terceiro lugares.

A escola e os participantes são responsáveis por acompanhar as publicações oficiais para verificar eventuais atualizações do cronograma.

Fonte: Via: florestanoticias

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IFRO de Ji-Paraná abre 80 vagas para o Ensino Médio Integrado ao Técnico em Florestas – Concursos e Empregos

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Ji-Paraná, está com inscrições abertas para 80 vagas no curso técnico em Florestas integrado ao Ensino Médio. A oferta faz parte do Processo Seletivo Unificado (PSU) 2027/1, com ingresso no primeiro semestre de 2027. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 25 de outubro, pelo Portal de Seleção do IFRO.

O curso, que tem duração de três anos, será ofertado na modalidade presencial, com aulas nos turnos matutino e vespertino. A formação permite cursar o Ensino Médio e obter a habilitação técnica em Florestas, com matrícula única. Não há cobrança de taxa de inscrição, matrícula ou mensalidades.

Para ingressar, o candidato deve ter concluído o Ensino Fundamental até o momento da matrícula. Candidatos menores de 18 anos não emancipados devem contar com a participação de seu responsável legal nos atos formais do processo seletivo.

Inscreva-se clicando aqui.

Formação e atuação profissional

Vinculado ao eixo tecnológico de Recursos Naturais, o curso técnico em Florestas prepara profissionais para atuar na produção, no manejo sustentável e na utilização de recursos florestais, além de desenvolver atividades de preservação e conservação ambiental.

Saiba mais sobre o curso

A preparação técnica abrange atividades como construção de viveiros, produção de mudas, coleta e conservação de sementes, inventário florestal e manejo de florestas nativas e comerciais.

Entre as possibilidades de atuação apresentadas pelo curso estão a administração de unidades de conservação e de produção florestal, o monitoramento de fauna e flora silvestres e a elaboração de documentos técnicos da área. A matriz curricular inclui componentes como Botânica, Ecologia Florestal, Geoprocessamento, Legislação Florestal, Sementes e Viveiros e Inventário e Manejo Florestal.

Inscrições e classificação

Para se inscrever no processo seletivo, é necessário acessar o Portal de Seleção do IFRO, consultar o edital referente aos cursos técnicos integrados, selecionar o Campus Ji-Paraná, o curso técnico em Florestas e o turno integral.

No momento da inscrição, o candidato deve ter em mãos CPF, documento oficial de identificação e Histórico Escolar do Ensino Fundamental, Boletim Escolar oficial ou documento equivalente. O candidato deverá preencher os dados pessoais, responder ao questionário socioeconômico, informar as notas ou os conceitos escolares e selecionar a modalidade de concorrência.

A seleção será realizada em etapa única, sem aplicação de prova, com classificação pelo desempenho escolar. Serão consideradas as notas nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental, conforme os procedimentos previstos no edital.

Ensino médio em Ji-Paraná

Além de Florestas, o IFRO Campus Ji-Paraná também está com vagas abertas para os cursos técnicos integrados ao Ensino Médio em Informática e em Química. São ofertadas 80 vagas em cada curso, com aulas presenciais nos turnos matutino e vespertino.

Os candidatos devem acompanhar o Portal de Seleção do IFRO para consultar resultados, convocações e eventuais alterações no cronograma.

Dúvidas podem ser esclarecidas com a Coordenação de Registros Acadêmicos do Campus Ji-Paraná, pelo e-mail cra.jiparana@ifro.edu.br ou pelos telefones (69) 2183-6907, com atendimento também pelo WhatsApp, e (69) 2183-6908.

Acesse o edital dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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FICCO/RO reprime célula de organização criminosa com atuação no estado

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A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) deflagrou, nesta sexta-feira (16/10), com apoio da Polícia Civil e da Polícia Militar, a Operação Dissolução, voltada ao combate a integrantes de organização criminosa com atuação em Porto Velho e em municípios do interior de Rondônia.

A operação tem como objetivo desarticular célula de grupo criminoso responsável pela dominação territorial de residencial popular localizado na Zona Sul da capital, onde o grupo mantinha pontos de venda de drogas, sistema de vigilância armada e controle de acesso de moradores e visitantes, além de ser apontado como responsável por uma série de delitos graves, incluindo homicídios consumados e tentados, tráfico de drogas, porte ilegal de armas de fogo, extorsão e restrição de liberdade de pessoas, ocorridos principalmente entre os anos de 2024 e 2025.

A organização criminosa mantinha estrutura responsável pela guarda de armamento, pela arrecadação e pelo repasse de valores do tráfico, pela aplicação de sanções internas, além de executores, olheiros e responsáveis por pontos de venda de drogas, que prestavam contas periodicamente à cúpula do grupo.

A investigação apurou, ainda, que o braço armado da célula teria sido responsável por ataques contra integrantes de facção rival, em escalada de violência registrada na capital no segundo semestre de 2024, e que a organização mantinha comunicação e coordenação entre suspeitos em liberdade e pessoas recolhidas ao sistema prisional.

A decisão judicial determinou o cumprimento de 23 mandados de prisão temporária e 18 de busca e apreensão domiciliar, expedidos pela 1ª Vara de Garantias da Comarca de Porto Velho, do Tribunal de Justiça do Estado de Rondônia. As medidas são cumpridas em Porto Velho e no município de Alto Paraíso.

Ao tomar conhecimento de atividades criminosas, facções, tráfico de drogas ou pessoas foragidas da Justiça, a população pode entrar em contato mediante o DISK 197, canal oficial da Polícia Civil para denúncias, sendo garantido o sigilo da identidade do denunciante.

A FICCO/RO é composta pela Polícia Federal, pela Polícia Civil, pela Polícia Penal Estadual, pela Polícia Militar e pela Secretaria Nacional de Políticas Penais.

Comunicação Social da PF Rondônia 

Fonte: Via: florestanoticias

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