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MP denuncia 6 pessoas e pede reparação milionária por supostas fraudes em licitações no Cimcero – Cidades – WEB TV ALTERNATIVA

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O ex-prefeito de Porto Velho e pré-candidato ao governo do Estado, Hildon Chaves (Federação União Progressistas), denunciou o “descaso com as pessoas que sofrem todos os dias com esse “vai pra cima, vai pra baixo” de ambulâncias, sem que se resolva o grave problema da saúde no Estado”. Para Hildon, “mais importante do que simplesmente saber quantas consultas foram realizadas, é preciso entender por que tantas pessoas ainda precisam percorrer centenas de quilômetros até Porto Velho em busca de atendimento”. E completa: “Uma boa gestão não administra números, ela resolve problemas e, o principal, cuida das pessoas”, afirmou Hildon. “Chega de tanto sofrimento, nosso povo está cansado”.

O pré-candidato afirmou que é preciso saber se alguém está ganhando dinheiro com o que ele chamou de “ambulancioterapia”. “O fato é que muitas vezes acontecem coisas que a gente nem imagina, então precisamos tomar pé da situação”, disse Hildon. “O prefeito, o governador, têm a obrigação de levantar a bunda da cadeira logo cedo e trabalhar, têm obrigação de saber o que está acontecendo, e a partir daí, dar o direcionamento para os secretários”, declarou.

Hildon ressaltou que é preocupante a forma como o Estado vem administrando os maiores problemas que envolvem a população, especialmente a saúde. “Temos que reorganizar a rede pública de saúde e dar condições aos municípios, e para fazer isso é preciso ter gestão”, assinalou.

Telemedicina

Durante sua gestão como prefeito da capital, Hildon Chaves implantou um programa de teleatendimento na área de saúde, em parceria com o renomado hospital Albert Einstein, de São Paulo. Foram realizados cerca de cinco mil atendimentos em 12 especialidades médicas, para as populações dos bairros e distritos de Maurício Bustani, Areal da Floresta, José Adelino, Nazaré, Extrema e União Bandeirantes.

“Levamos a telemedicina pra dentro dos postos de saúde”, relembrou. Os atendimentos foram realizados em especialidades como cardiologia, pneumologia, pediatria e psiquiatria – tudo dentro dos bairros. Agora, Hildon pretende levar a experiência para todo o Estado.

Para Hildon, o gestor precisa “conhecer os desafios, acompanhar os indicadores, cobrar resultados e participar das decisões mais importantes. Ele tem que saber tudo o que acontece. Foi assim que conduzi Porto Velho. Sempre fiz questão de estar presente, conversar com as equipes e acompanhar de perto o andamento das ações. Não acontecia nada na prefeitura que eu não soubesse”, afirmou.

“Sempre tive a prefeitura da capital na minha cabeça, e é assim que deve ser no Governo do Estado”, disparou. “A boa gestão não é sorte. É competência, preparo e muito trabalho”. O pré-candidato lembrou que os desafios “não desaparecem sozinhos. Eles exigem liderança, planejamento e capacidade de execução. É isso que faz uma gestão eficiente”.

Via: web tv alternativa

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Prestador de serviços no Parque da Cidade está desaparecido desde o dia 7 e Polícia pede ajuda – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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Harry potter and the deathly hallows: part 2 contém a sequência mais emocionalmente devastadora de toda a franquia, a revelação através das memórias de Snape do que o personagem havia sido ao longo de todos os sete livros e oito filmes, e Alan Rickman criou ao longo de dez anos uma performance que tornava essa revelação retroativamente transformadora de tudo que havia vindo antes. Para o espectador que havia acompanhado a saga, rever os filmes anteriores com o conhecimento do que a sequência das memórias revela é uma das experiências de revisão mais ricas que a franquia oferece.

Alan Rickman e o maior arco secreto da saga

Alan Rickman soube desde o primeiro filme o que Snape era e o que o personagem havia sido, porque J.K. Rowling revelou ao ator o segredo de Snape antes das filmagens de qualquer cena, para que ele pudesse construir a performance com a consciência do subtexto que o roteiro só tornaria explícito no oitavo filme. Essa informação privilegiada é visível em retrospecto nas escolhas de Rickman ao longo da saga, o amor com que Snape trata as memórias de Lily Evans, a proteção velada que oferece a Harry mesmo enquanto o tortura nas aulas de Occlumência e a forma como cada crueldade parece conter uma camada de dor que o personagem nunca pode expressar diretamente.

A sequência das memórias, filmada com uma delicadeza visual que David Yates havia desenvolvido ao longo de quatro filmes, é o momento mais emocionalmente rico de toda a franquia e o que transformou Snape de antagonista moralmente ambíguo numa das histórias de amor mais trágicas que a literatura juvenil produziu em qualquer época.

Daniel Radcliffe havia atuado como Harry Potter pela primeira vez aos onze anos, e a Parte 2 das Relíquias da Morte mostrou um ator de vinte e um anos que havia crescido junto com o personagem de uma forma que a maioria dos trabalhos de ator não permite. O Harry que caminha para o encontro com Voldemort sabendo que precisará morrer para que o vilão seja derrotado é um personagem de maturidade genuína que só era possível de criar por alguém que havia passado dez anos construindo o percurso que levou a esse momento, e Radcliffe encontrou para a cena uma serenidade que tornava o sacrifício convincente sem ser melodramático.

A cena de King’s Cross e o momento filosófico

A sequência em que Harry conversa com Dumbledore num King’s Cross branco e vazio, após ter sido atingido pela maldição da morte, é o momento mais abstrato de toda a franquia e o único que abandona completamente a lógica narrativa convencional. Yates filmou a cena com uma luz superexposta que remove qualquer referência espacial, criando um espaço que existe fora do mundo físico.

A conversa entre os dois personagens sobre escolha, sacrifício e sobre se aquilo estava acontecendo na cabeça de Harry ou de verdade é a declaração temática mais explícita que Rowling fez em toda a saga, e o filme a preserva praticamente palavra por palavra do livro.

Uma das sequências mais divertidas do filme é aquela em que Hermione, disfarçada de Bellatrix Lestrange com Poção Polissuco, precisa se passar pela vilã em Gringotes. Helena Bonham Carter interpreta a cena imitando os maneirismos de Emma Watson interpretando Bellatrix, criando uma camada de performance que exigiu que as duas atrizes trabalhassem juntas para calibrar exatamente o que estava sendo imitado.

Bonham Carter descreveu o exercício como um dos mais complexos tecnicamente de sua carreira, precisando interpretar simultaneamente sua personagem, a atriz que a interpretava e a personagem que essa atriz estava interpretando.

Os dezenove anos depois e a caracterização

A sequência do epílogo exigiu que os atores principais fossem envelhecidos em dezenove anos através de maquiagem, um processo que a produção testou extensivamente antes de decidir usar maquiagem prática em vez de efeitos digitais. O resultado dividiu opiniões, com parte do público considerando a caracterização pouco convincente.

Daniel Radcliffe comentou que a experiência de interpretar um homem de trinta e sete anos aos vinte e um foi estranha e que ele não tinha referências de vida para construir aquele Harry adulto.

O epílogo de Deathly Hallows Parte 2, com Harry, Rony, Hermione e Draco dezessete anos depois enviando os próprios filhos para Hogwarts, foi recebido de forma dividida por críticos e fãs, com alguns achando o salto temporal necessário para o fechamento emocional e outros o considerando prescindível depois da resolução principal. Independente da avaliação, o epílogo abriu o caminho para o universo expandido de Animais Fantásticos e para a peça de teatro Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, confirmando que a saga de Rowling tinha material para existir muito além dos sete livros originais.

A escolha da Warner de dividir o último livro em dois filmes foi recebida com ceticismo pela imprensa, que interpretou a decisão como manobra comercial, mas a execução justificou a escolha em termos narrativos. A Parte 1 é um filme de estrada melancólico sobre três jovens perdidos, e a Parte 2 é um filme de guerra sobre a batalha final, e essa diferença tonal radical entre as duas metades é a evidência mais forte de que a divisão foi acertada em termos criativos além dos comerciais.

Os números confirmam que a saga havia construído algo que transcendia o interesse casual em fantasia, com um público que acompanhou oito filmes ao longo de dez anos sem que a atenção diminuísse em nenhum momento do percurso.

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Alan Rickman e a revelação do arco de Snape que mudou tudo – Negócios – WEB TV ALTERNATIVA

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Harry potter and the deathly hallows: part 2 contém a sequência mais emocionalmente devastadora de toda a franquia, a revelação através das memórias de Snape do que o personagem havia sido ao longo de todos os sete livros e oito filmes, e Alan Rickman criou ao longo de dez anos uma performance que tornava essa revelação retroativamente transformadora de tudo que havia vindo antes. Para o espectador que havia acompanhado a saga, rever os filmes anteriores com o conhecimento do que a sequência das memórias revela é uma das experiências de revisão mais ricas que a franquia oferece.

Alan Rickman e o maior arco secreto da saga

Alan Rickman soube desde o primeiro filme o que Snape era e o que o personagem havia sido, porque J.K. Rowling revelou ao ator o segredo de Snape antes das filmagens de qualquer cena, para que ele pudesse construir a performance com a consciência do subtexto que o roteiro só tornaria explícito no oitavo filme. Essa informação privilegiada é visível em retrospecto nas escolhas de Rickman ao longo da saga, o amor com que Snape trata as memórias de Lily Evans, a proteção velada que oferece a Harry mesmo enquanto o tortura nas aulas de Occlumência e a forma como cada crueldade parece conter uma camada de dor que o personagem nunca pode expressar diretamente.

A sequência das memórias, filmada com uma delicadeza visual que David Yates havia desenvolvido ao longo de quatro filmes, é o momento mais emocionalmente rico de toda a franquia e o que transformou Snape de antagonista moralmente ambíguo numa das histórias de amor mais trágicas que a literatura juvenil produziu em qualquer época.

Daniel Radcliffe havia atuado como Harry Potter pela primeira vez aos onze anos, e a Parte 2 das Relíquias da Morte mostrou um ator de vinte e um anos que havia crescido junto com o personagem de uma forma que a maioria dos trabalhos de ator não permite. O Harry que caminha para o encontro com Voldemort sabendo que precisará morrer para que o vilão seja derrotado é um personagem de maturidade genuína que só era possível de criar por alguém que havia passado dez anos construindo o percurso que levou a esse momento, e Radcliffe encontrou para a cena uma serenidade que tornava o sacrifício convincente sem ser melodramático.

A cena de King’s Cross e o momento filosófico

A sequência em que Harry conversa com Dumbledore num King’s Cross branco e vazio, após ter sido atingido pela maldição da morte, é o momento mais abstrato de toda a franquia e o único que abandona completamente a lógica narrativa convencional. Yates filmou a cena com uma luz superexposta que remove qualquer referência espacial, criando um espaço que existe fora do mundo físico.

A conversa entre os dois personagens sobre escolha, sacrifício e sobre se aquilo estava acontecendo na cabeça de Harry ou de verdade é a declaração temática mais explícita que Rowling fez em toda a saga, e o filme a preserva praticamente palavra por palavra do livro.

Uma das sequências mais divertidas do filme é aquela em que Hermione, disfarçada de Bellatrix Lestrange com Poção Polissuco, precisa se passar pela vilã em Gringotes. Helena Bonham Carter interpreta a cena imitando os maneirismos de Emma Watson interpretando Bellatrix, criando uma camada de performance que exigiu que as duas atrizes trabalhassem juntas para calibrar exatamente o que estava sendo imitado.

Bonham Carter descreveu o exercício como um dos mais complexos tecnicamente de sua carreira, precisando interpretar simultaneamente sua personagem, a atriz que a interpretava e a personagem que essa atriz estava interpretando.

Os dezenove anos depois e a caracterização

A sequência do epílogo exigiu que os atores principais fossem envelhecidos em dezenove anos através de maquiagem, um processo que a produção testou extensivamente antes de decidir usar maquiagem prática em vez de efeitos digitais. O resultado dividiu opiniões, com parte do público considerando a caracterização pouco convincente.

Daniel Radcliffe comentou que a experiência de interpretar um homem de trinta e sete anos aos vinte e um foi estranha e que ele não tinha referências de vida para construir aquele Harry adulto.

O epílogo de Deathly Hallows Parte 2, com Harry, Rony, Hermione e Draco dezessete anos depois enviando os próprios filhos para Hogwarts, foi recebido de forma dividida por críticos e fãs, com alguns achando o salto temporal necessário para o fechamento emocional e outros o considerando prescindível depois da resolução principal. Independente da avaliação, o epílogo abriu o caminho para o universo expandido de Animais Fantásticos e para a peça de teatro Harry Potter e a Criança Amaldiçoada, confirmando que a saga de Rowling tinha material para existir muito além dos sete livros originais.

A escolha da Warner de dividir o último livro em dois filmes foi recebida com ceticismo pela imprensa, que interpretou a decisão como manobra comercial, mas a execução justificou a escolha em termos narrativos. A Parte 1 é um filme de estrada melancólico sobre três jovens perdidos, e a Parte 2 é um filme de guerra sobre a batalha final, e essa diferença tonal radical entre as duas metades é a evidência mais forte de que a divisão foi acertada em termos criativos além dos comerciais.

Os números confirmam que a saga havia construído algo que transcendia o interesse casual em fantasia, com um público que acompanhou oito filmes ao longo de dez anos sem que a atenção diminuísse em nenhum momento do percurso.

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Operação apreende 400 frascos de vacina veterinária clandestina em Guajará-Mirim – Polícia

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A PM rondoniense apreendeu duas caixas térmicas com 400 frascos da vacina veterinária Providean Clostridial 8, nesta segunda-feira (27), durante a Operação Brasil Contra o Crime Organizado, em Guajará-Mirim.

O material foi abandonado perto de um porto e estava sem documentação fiscal, aduaneira ou sanitária. As caixas foram localizadas por equipes do Comando de Policiamento Especializado (CPE) do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas (BPFRON), durante patrulhamento na região.

A suspeita é de que a mercadoria tenha sido introduzida clandestinamente no país, proveniente da Bolívia. Diante dessa situação, toda a carga foi apreendida e encaminhada à Receita Federal em Guajará-Mirim para as providências legais.

Coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública em parceria com o Governo do Estado de Rondônia, a Operação Brasil Contra o Crime Organizado reúne ações voltadas ao enfrentamento de facções criminosas e de crimes transfronteiriços, com atenção especial ao tráfico de drogas na faixa de fronteira.

FonteVia: rondoniagora

Via: web tv alternativa

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