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Principais Causas de Cavitação e Falhas na bomba hidráulica marruci e Como Evitar

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Principais Causas de Cavitação e Falhas na bomba hidráulica marruci e Como Evitar

A poltrona tem uma característica que poucos móveis possuem: ela muda o ambiente em que está. Uma sala sem poltrona é funcional. Uma sala com a poltrona certa tem personalidade, tem um canto que convida, tem um ponto focal que organiza visualmente o espaço inteiro. O mesmo vale para o quarto, para a varanda, para o escritório em casa e até para o quarto do bebê.

Mas esse potencial de transformação vem acompanhado de uma armadilha comum: a poltrona escolhida sem critério pode ser grande demais para o espaço, incompatível com o uso pretendido, feita com material inadequado para o ambiente ou esteticamente destoante do restante da decoração. Esses erros são frequentes, e a maioria deles pode ser evitada com um pouco mais de informação antes da compra.

Neste guia completo, você vai entender quais critérios definem a escolha certa de poltrona para cada cômodo da casa, quais tipos existem e para que servem, quais materiais funcionam melhor em cada contexto e como combinar a poltrona com o restante da decoração de forma harmoniosa.

Antes de tudo: defina a função da poltrona

Esse é o primeiro passo e o mais ignorado. A poltrona vai ser usada para quê, exatamente? A resposta para essa pergunta determina o tipo de modelo, o nível de conforto necessário, a profundidade ideal do assento e os recursos que farão diferença no uso diário.

A escolha começa pela função pretendida. Para canto de leitura, busque modelos com braço, encosto médio a alto e profundidade entre 80 e 95 cm. Para assento extra ocasional na sala, modelos slim sem braço economizam espaço. Para descanso pesado, televisão e soneca, reclinável ou poltrona do papai oferecem ergonomia mais completa. 

Também é importante considerar quem vai usar a poltrona com mais frequência. Uma poltrona para leitura diária exige suporte lombar adequado e profundidade de assento que permita sentar com as costas completamente apoiadas. Uma poltrona decorativa que vai receber visitas ocasionais tem requisitos muito diferentes. Uma poltrona de amamentação precisa de características específicas que nenhum outro tipo de uso exige da mesma forma.

Os principais tipos de poltrona e quando usar cada um

Poltrona decorativa

É o tipo mais versátil e o mais presente nas salas de estar brasileiras. Tem como função principal criar um ponto de assento adicional ao sofá, adicionar cor ou textura ao ambiente e compor visualmente o espaço com personalidade.

Na sala, a poltrona decorativa é uma aliada para criar mais pontos de assento e dar um toque de personalidade. Ela complementa o sofá, adicionando cor ou textura. O segredo é pensar no espaço disponível e no estilo geral do ambiente. 

Para criar ponto focal, escolha poltrona em cor ou material que contraste com o sofá: veludo verde em sala neutra, bouclê cru em sala escura, couro caramelo em sala clássica. Combine com mesa lateral próxima para apoiar luminária e copo, criando um canto funcional além do decorativo. 

Poltrona reclinável

É a escolha quando o conforto para longos períodos é a prioridade. Mecanismos que inclinam o encosto e elevam o apoio de pés transformam a poltrona em um espaço completo de descanso, adequado para assistir televisão, ler ou relaxar após o trabalho.

Um ponto técnico importante: a poltrona reclinável precisa de 70 a 90 cm de folga atrás para que o mecanismo de reclinação funcione completamente sem encostar na parede. Esse espaço precisa ser planejado antes da compra. Modelos modernos têm mecanismo elétrico com controle integrado, função massagem e suporte para pés. 

Poltrona do papai

É uma versão mais robusta da reclinável, com estrutura mais ampla, assento mais fundo e mecanismo de reclinação mais completo, geralmente permitindo posição quase horizontal. É a escolha mais indicada para quem quer o máximo de conforto para uso de televisão e descanso prolongado. Ocupa mais espaço do que os outros tipos e precisa de ambiente com dimensões generosas para não parecer desproporcional.

Poltrona de amamentação e glider

Desenvolvida especificamente para o contexto do quarto do bebê, essa poltrona prioriza o conforto da mãe durante os longos minutos de amamentação e o movimento suave que acalma o bebê. O modelo glider oferece um balanço sutil que é especialmente eficaz para ninar. Muitos modelos combinam balanço com giro de 360°, facilitando o posicionamento sem esforço. 

Tecidos macios como suede, linho e veludo são os mais confortáveis para esse uso. Além disso, é importante optar por materiais resistentes e fáceis de limpar, já que pequenos acidentes com leite ou líquidos são comuns nessa fase. A boa notícia é que muitos modelos têm design neutro e elegante o suficiente para continuar sendo usados como poltrona decorativa no quarto, sala de estar ou cantinho de leitura, mesmo após o período de amamentação. 

Poltrona giratória

Combina funcionalidade e dinamismo. A base giratória permite alterar a direção do assento sem precisar mover o móvel inteiro, o que é especialmente útil em escritórios onde se alterna entre computador, mesa e interlocutores, e em salas de TV onde a poltrona precisa se adaptar a diferentes ângulos de visão conforme a situação.

Poltrona na sala de estar: como integrar sem comprometer a harmonia

A sala de estar é o ambiente onde a poltrona tem mais possibilidades e também onde os erros de escala e estilo aparecem com mais clareza.

O critério de escala é o mais importante. A poltrona deve ser proporcional ao sofá e ao tamanho da sala. Uma poltrona muito grande em uma sala pequena pode deixar o ambiente apertado, enquanto uma poltrona muito pequena em uma sala grande pode parecer desproporcional e desequilibrada visualmente. 

O estilo da poltrona deve estar em sintonia com a decoração da sala. A escolha deve considerar a paleta de cores predominante e os materiais já presentes na sala, como madeira do rack, tecido das cortinas e revestimento do sofá. Poltronas em tecidos como veludo ou linho costumam reforçar a sofisticação em ambientes clássicos. 

Para ambientes contemporâneos ou minimalistas, modelos com linhas retas, estrutura mais leve e poucos detalhes ornamentais funcionam melhor. Uma poltrona com design mais leve visualmente, mesmo quando ocupa espaço físico semelhante a modelos mais robustos, tende a transmitir a impressão de um ambiente menos carregado.

Uma peça que contraste sutilmente com o sofá, sem destoar completamente da paleta da sala, costuma criar o efeito mais harmonioso. O contraste intencional, como uma poltrona em veludo verde em uma sala predominantemente neutra, por exemplo, é uma estratégia eficaz para criar ponto focal sem gerar desorganização visual.

Poltrona no quarto: conforto e amplitude em equilíbrio

O quarto é o segundo ambiente mais comum para poltrona, e os critérios aqui são ligeiramente diferentes dos da sala.

Em quartos pequenos, prefira modelos com pés aparentes e estrutura visualmente leve. Cores claras como off-white, bege e cinza claro reforçam a sensação de amplitude. Em quartos amplos, vale uma poltrona grande em veludo ou bouclê como peça de destaque, posicionada na ponta da cama ou em frente à janela, criando uma atmosfera de hotel boutique. 

No quarto, a poltrona reclinável serve como espaço adicional de conforto, seja para leitura, amamentação ou simplesmente relaxar antes de dormir. Ao escolher um modelo que harmonize com a decoração do ambiente e que não ocupe muito espaço, é possível manter a funcionalidade e a estética do cômodo ao mesmo tempo. 

O posicionamento no quarto mais funcional é geralmente ao lado de uma janela, criando um canto de leitura com luz natural, ou na ponta da cama, onde funciona como espaço de apoio para dobrar roupas e sentar ao se arrumar. Uma mesa lateral pequena e uma luminária de piso completam esse cantinho de forma muito eficaz.

Poltrona na varanda: o que muda quando o ambiente é externo

A varanda é o ambiente que exige o maior cuidado na escolha do material, porque a exposição ao sol, à chuva, ao vento e à variação de temperatura demanda características que poltronas de uso interno simplesmente não têm.

Uma poltrona decorativa para sala dificilmente será feita com material indicado para ficar ao ar livre. No caso de um móvel posicionado na varanda, é ideal investir em materiais mais resistentes aos impactos do clima, como vento, raios solares, chuva e mudanças de temperatura. 

Os materiais mais indicados para poltrona de varanda são:

O alumínio é o material mais resistente às ações do vento, chuva e sol, sendo o mais aconselhado para ambientes externos abertos. Leve, anticorrosivo e com vida útil longa, é especialmente indicado para varandas sem cobertura ou com exposição intensa ao tempo.

A fibra plástica, também chamada de fibra sintética ou rattan sintético, é recomendada para uso em ambientes abertos, especialmente por não esquentar excessivamente quando há muito sol. Seu aspecto natural imita o rattan tradicional com muito mais durabilidade e resistência à umidade. 

A madeira com tratamento é uma boa opção para varandas cobertas e semi-cobertas. Para prolongar a durabilidade da peça, invista em processos como vitrificação ou aplicação de camada acrílica protetora, que impedem a absorção de umidade e o ressecamento causado pela exposição ao sol.

Tecidos de estofados para varanda devem ter tratamento hidrófugo, que repele água, e proteção anti-UV, que evita o desbotamento causado pela exposição solar. Na ausência dessas características, o estofado deteriora rapidamente mesmo em varandas cobertas.

Poltrona no escritório em casa: equilíbrio entre função e estética

O escritório doméstico ganhou muito mais importância no cotidiano brasileiro com a consolidação do trabalho remoto, e a poltrona tem um papel específico nesse contexto.

Para quem recebe clientes ou parceiros em casa, uma poltrona no escritório cria um espaço de reunião mais informal e acolhedor do que apenas cadeiras de escritório convencionais. Nesse contexto, a poltrona deve ser ergonômica o suficiente para sessões de conversa que podem durar uma ou duas horas, mas também esteticamente alinhada com a identidade visual do escritório.

A poltrona giratória se destaca especialmente nesse contexto. A capacidade de girar sem mover o móvel inteiro é uma vantagem real em espaços compactos e em situações onde você alterna entre computador, papéis e interlocutores com frequência.

Para estilo, se a proposta do escritório é moderna, aposte em estruturas metálicas, linhas retas e tecidos neutros. Já ambientes clássicos pedem madeiras nobres e tecidos com textura ou padronagens sutis. 

Materiais: o que cada um entrega e quando faz sentido

A escolha do material do revestimento da poltrona tem impacto direto no conforto, na durabilidade, na facilidade de manutenção e no estilo visual da peça.

O veludo entrega uma textura rica e um visual sofisticado que funciona especialmente bem em ambientes contemporâneos e clássicos. Ressalta muito bem as cores, o que o torna excelente para poltronas que funcionam como ponto focal. A desvantagem é a sensação térmica em dias muito quentes, já que o veludo retém mais calor do que tecidos naturais.

O linho e o algodão são os materiais com melhor desempenho térmico para climas quentes. Respiráveis, naturais e com um aspecto orgânico que combina com estilos escandinavo, boho e contemporâneo, são especialmente recomendados para uso no Brasil. A limpeza exige mais atenção do que o couro, mas a sensação de conforto em dias quentes compensa.

O couro legítimo e o couro sintético oferecem durabilidade superior e facilidade de limpeza, sendo a escolha mais indicada para lares com crianças pequenas e animais de estimação. Poltronas de couro, por exemplo, são populares pela durabilidade e facilidade de manutenção, mas podem requerer cuidados específicos com hidratação periódica no caso do couro legítimo. 

O bouclé é uma das apostas mais fortes da decoração contemporânea de 2026. Sua textura irregular e aspecto artesanal criam uma qualidade visual muito valorizada em composições minimalistas e escandinava-inspired, e sua resistência ao desgaste é superior à de muitos tecidos lisos.

O suede é uma alternativa intermediária muito versátil: mais fácil de limpar do que linho e algodão, mais respirável do que veludo e com um aspecto aveludado que funciona bem em diferentes estilos.

Ergonomia: o critério que decide se a poltrona vai ser usada ou decorar

Uma poltrona que parece linda mas causa desconforto depois de 20 minutos não vai ser usada. Ela vai decorar o canto da sala sem cumprir sua função real, que é criar um espaço convidativo para sentar.

Os critérios ergonômicos mais importantes são a altura do assento, a profundidade e o suporte do encosto. Para uso de leitura ou descanso prolongado, verifique se o encosto oferece suporte adequado para a coluna lombar e cervical. Dimensões: meça o espaço disponível para garantir que a poltrona não bloqueie a circulação. Material de Revestimento: escolha tecidos resistentes como linho ou veludo conforme a frequência de uso. Estrutura: prefira madeiras maciças ou metais reforçados para maior vida útil. 

Uma boa poltrona não é apenas estética: ela é investimento de longo prazo. Por isso, opte por peças com materiais de alta durabilidade e acabamento artesanal. Esses detalhes são a diferença entre um móvel bonito e um móvel que envelhece bem.

Como não errar no tamanho: o guia de medidas

Esse é o passo prático mais ignorado e o que mais causa arrependimento pós-compra. Antes de comprar qualquer poltrona, meça o espaço disponível no cômodo e considere:

A largura total da poltrona incluindo braços, não apenas o assento. Uma poltrona de 80 cm de largura em uma parede de 100 cm vai parecer espremida e comprometer a circulação ao redor.

O espaço livre à frente da poltrona. Para acesso confortável, mantenha pelo menos 60 a 80 cm de circulação entre a poltrona e o móvel mais próximo à frente.

Para poltronas reclináveis, o espaço necessário atrás do móvel é de 70 a 90 cm para que o mecanismo funcione completamente sem danificar a parede.

A altura do assento em relação à altura dos usuários. Um assento muito baixo dificulta sentar e levantar para pessoas mais altas ou com limitações físicas. Um assento muito alto deixa os pés sem apoio e causa desconforto nas pernas após pouco tempo.

A poltrona certa é a que resolve todas as perguntas certas

Escolher a poltrona ideal para cada ambiente da casa é um processo que começa com as perguntas certas: para que vai ser usada, em qual ambiente vai ficar, quem vai usar com mais frequência, qual espaço está disponível e qual estilo precisa dialogar com a decoração existente.

Com essas respostas em mãos, a navegação entre os tipos, materiais e tamanhos disponíveis fica muito mais direta e as chances de acertar na compra aumentam consideravelmente. Uma poltrona bem escolhida não apenas decora, ela cria um lugar que as pessoas querem ocupar, que tem conforto suficiente para convidar ao descanso e personalidade suficiente para transformar o ambiente em que está.

 

FonteVia: FLORESTA NOTICIAS

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Super ofertas final de semana do Supermercado Santiago, confira!

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O Supermercado Santiago completa quatro anos de atuação em Alta Floresta D’Oeste. Administrado pelo Sr. Telmo e Dona Teresinha, o estabelecimento preparou uma programação de aniversário que tem início na segunda-feira, 28 de setembro, trazendo promoções em vários setores, sorteio de brindes e atividades voltadas para os clientes.

Na feirinha, ambiente climatizado coordenado pelo senhor Bené, as ofertas contam com produtos frescos a preços especiais:

O açougue, sob a responsabilidade do açougueiro Joarez — que soma 18 anos de experiência na área. 

Já o setor de padaria, que atende diariamente das 7h às 18h, oferece pães franceses, pães de queijo, rocamboles e salgados assados, como esfirras e pizzas.

Para a reposição da despensa, o mercado também inclui no período promocional itens de mercearia, como arroz, feijão, óleo e trigo.

Segundo Jaqueline a sub-Gerente do supermercado, quem realizar compras ao longo da semana de aniversário concorrerá a brindes e prêmios que serão sorteados no sábado, no encerramento do expediente.

Durante toda a semana comemorativa, os clientes também terão à disposição momentos de degustação com refrigerante e algodão-doce na loja.

Fonte: Via: florestanoticias

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Vigilante de 33 anos e mulher morrem em grave acidente de moto na zona Sul da capital – Polícia

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Um casal, que estava em uma moto Honda 300 cilindradas, morreu na madrugada desta sexta-feira (16) em um grave acidente na avenida Jatuarana, na zona Sul de Porto Velho. Apenas o homem foi identificado: o vigilante Caio Renato Lobo, 33 anos.

Segundo informações de moradores, o casal estava em alta velocidade, quando o piloto perdeu o controle da direção e colidiu em uma lixeira. A perícia afirma que os corpos ainda atingiram um poste. Já a moto batreu ainda em um carro que estava estacionado. Os dois morreram no local.

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Exercícios para iniciantes: melhores dicas de treinos e cuidados – Negócios

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Foto de Magnific

Começar a treinar costuma despertar duas reações ao mesmo tempo: entusiasmo e insegurança. A vontade de melhorar o condicionamento, ganhar força ou simplesmente sair do sedentarismo convive com dúvidas bastante comuns sobre intensidade, frequência, execução e risco de lesões. Por isso, o início precisa ser tratado menos como um teste de resistência e mais como uma fase de adaptação inteligente.

As recomendações de saúde e treinamento apontam que os melhores resultados para iniciantes tendem a surgir quando a rotina combina regularidade, progressão gradual e atenção aos sinais do corpo. Nesse contexto, alguns cuidados simples ajudam a construir consistência, reduzir desconfortos evitáveis e tornar o treino mais sustentável ao longo das semanas.

1. Comece com metas realistas

Um dos erros mais comuns no início é transformar motivação em excesso. Estabelecer metas muito ambiciosas, como treinar todos os dias ou buscar mudanças rápidas no corpo, costuma gerar frustração e abandono precoce. Para iniciantes, o mais eficaz é definir objetivos mensuráveis e possíveis, como comparecer a algumas sessões por semana e melhorar a disposição no dia a dia.

Diretrizes de atividade física para adultos reforçam que mesmo volumes moderados de exercício já trazem benefícios relevantes para a saúde. Isso significa que a evolução não depende de uma rotina extrema, mas de continuidade. Quando a meta respeita a fase de adaptação, o treino deixa de ser um evento isolado e passa a fazer parte da rotina.

2. Priorize a técnica antes da carga

No começo, a execução correta vale mais do que aumentar peso, velocidade ou número de repetições. Aprender padrões básicos de movimento, como agachar, empurrar, puxar e estabilizar o tronco, ajuda a distribuir melhor o esforço e a reduzir compensações que podem sobrecarregar articulações e músculos.

Essa lógica também favorece resultados mais consistentes. Um exercício mal executado pode parecer mais intenso, mas nem sempre trabalha o grupo muscular desejado com eficiência. Em ambientes com diferentes modalidades e níveis de suporte, buscar orientação e conhecer as opções de treino perto de mim pode facilitar a escolha de práticas mais compatíveis com o estágio inicial e com o objetivo pretendido.

3. Respeite a progressão do corpo

A adaptação ao exercício acontece de forma gradual. Músculos, tendões, sistema cardiovascular e coordenação motora precisam de tempo para responder ao novo estímulo. Por isso, aumentar volume, carga ou intensidade de uma só vez tende a elevar desconfortos desnecessários e risco de interrupção da rotina.

O princípio da progressão é central nas recomendações do American College of Sports Medicine. Na prática, isso significa evoluir um elemento por vez, como acrescentar alguns minutos de atividade, uma série extra ou pequena elevação de carga, sempre com boa execução. O corpo costuma responder melhor quando o avanço é previsível e sustentável.

4. Inclua aquecimento de forma consistente

O aquecimento prepara o organismo para o esforço principal e não deve ser tratado como detalhe. Alguns minutos de movimentos leves e progressivos ajudam a elevar a temperatura corporal, melhorar a mobilidade e aumentar a prontidão neuromuscular para exercícios aeróbicos ou de força.

Para iniciantes, esse momento também cumpre função pedagógica. Ele permite perceber rigidez, cansaço acumulado ou limitações daquele dia antes de começar a parte principal do treino. Um início brusco, sem preparação, pode prejudicar o desempenho e tornar a sessão mais desconfortável do que precisa ser.

5. Alterne estímulo e recuperação

Treinar bem não significa apenas realizar esforço, mas também reservar tempo para recuperação. O descanso entre sessões ajuda o organismo a reparar tecidos, adaptar-se à carga e retornar em melhores condições para o treino seguinte. Sem esse intervalo, a tendência é acumular fadiga e reduzir qualidade de execução.

Isso vale especialmente para treinos de força em grupos musculares semelhantes em dias consecutivos. Iniciantes costumam interpretar dor muscular tardia como sinal obrigatório de progresso, mas desconforto intenso e persistente pode indicar excesso. Recuperação adequada, sono regular e distribuição equilibrada da semana são partes do processo, não pausas improdutivas.

6. Combine exercícios aeróbicos e de força

Uma rotina equilibrada costuma reunir diferentes estímulos. Atividades aeróbicas contribuem para condicionamento cardiorrespiratório, disposição e controle metabólico. Já os exercícios de força são importantes para massa muscular, funcionalidade, proteção articular e autonomia nas tarefas diárias.

Órgãos de saúde pública recomendam que adultos incluam ambos os componentes ao longo da semana. Para quem está começando, essa combinação pode ser simples: sessões curtas de caminhada, bicicleta ou esteira associadas a exercícios básicos de resistência. O ponto principal não é complexidade, mas regularidade com boa tolerância física.

7. Observe hidratação e sinais de fadiga

A percepção de esforço é uma ferramenta valiosa para iniciantes. Queda abrupta de rendimento, tontura, falta de ar desproporcional, dor aguda e sensação de exaustão fora do esperado merecem atenção. Nem todo desconforto faz parte de uma adaptação normal, e insistir apesar de sinais claros pode ser contraproducente.

A hidratação também participa desse cuidado. Em sessões mais intensas, em ambientes quentes ou quando há sudorese elevada, a reposição de líquidos ajuda a preservar desempenho e bem-estar. Quando sintomas são persistentes, especialmente em pessoas com condições pré-existentes, a conduta mais segura é buscar avaliação profissional antes de manter a rotina sem ajustes.

8. Valorize a constância acima da intensidade

Para a maior parte dos iniciantes, o maior desafio não é descobrir o treino perfeito, mas manter uma prática viável por tempo suficiente para que os resultados apareçam. Rotinas muito exigentes no começo podem até gerar empolgação inicial, porém costumam ser difíceis de sustentar em semanas com trabalho, estudo e outras responsabilidades.

Constância cria adaptação, confiança e percepção de progresso. Sessões bem planejadas, ainda que simples, tendem a produzir mais benefícios do que picos de esforço seguidos por longas interrupções. Quando o treino se encaixa na realidade de vida, ele deixa de depender apenas de motivação momentânea e passa a se apoiar em hábito.

9. Busque orientação ao lidar com limitações

Nem todo iniciante parte do mesmo ponto. Histórico de lesões, dores recorrentes, hipertensão, diabetes, obesidade, gestação ou longos períodos de sedentarismo podem exigir ajustes de intensidade, seleção de exercícios e monitoramento mais cuidadoso. Nesses casos, personalização deixa de ser luxo e passa a ser medida de segurança.

As evidências sobre exercício são amplamente favoráveis, mas também ressaltam a importância de triagem e prescrição adequadas quando existem condições clínicas relevantes. Diante de sintomas, restrições funcionais ou receio persistente para começar, o acompanhamento de profissional de educação física e, quando necessário, de equipe de saúde, tende a tornar o processo mais seguro e eficiente.

Começar bem costuma ser mais importante do que começar com pressa. Quando o treino respeita o ritmo de adaptação, a evolução tende a ser mais estável, segura e duradoura.

Referências

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Physical activity guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/education-resources/trending-topics-resources/physical-activity-guidelines/.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. ACSM publishes updated resistance training guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/resistance-training-guidelines-update-2026/.

CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Adult activity: an overview. 2023. Disponível em: https://www.cdc.gov/physical-activity-basics/guidelines/adults.html.

U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. Physical activity guidelines for Americans. 2018. Disponível em: https://health.gov/sites/default/files/2019-09/PhysicalActivityGuidelines2ndedition.pdf.

NYE, N. S. et al. Universal training precautions: a review of evidence and recommendations for prevention of exercise-related injury, illness, and death in warfighters and athletes. 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10176841/pdf/i1938-162X-58-3-232.pdf

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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