Uma abordagem a um homem que estava com uma criança de aproximadamente dois a três anos terminou na recaptura de um foragido condenado por latrocínio, na madrugada deste domingo (9), no bairro Mariana, zona leste de Porto Velho.
Uma guarnição do 5º BPM fazia patrulhamento pela rua Moinho dos Ventos, por volta de 1h05, quando viu o homem saindo de uma residência apontada como ponto de venda de drogas. Ele estava acompanhado da criança.
Durante a abordagem, o suspeito afirmou inicialmente que se chamava apenas “Felipe”. Após ser questionado sobre os dados pessoais, passou a se identificar como “Felipe Ferreira dos Santos”, mas não apresentou documento nem forneceu outras informações que permitissem confirmar a identidade.
A criança chorava e aparentava estar com fome e sono. O homem afirmou que era o pai, mas não conseguiu fornecer informações suficientes sobre a identificação do filho e da mãe. Pela pouca idade, a criança também não conseguiu informar o nome do pai.
Enquanto a guarnição verificava a situação, o celular que estava com o homem recebeu uma ligação. Ele pediu que os policiais atendessem. Do outro lado estava uma mulher chorando, que afirmou estar procurando o filho.
A mãe disse que havia saído para trabalhar e deixado a criança aos cuidados do pai. Ela relatou ainda que ele era usuário de drogas e teria saído de casa com o filho para comprar e consumir entorpecentes no local onde acabou abordado.
A mulher forneceu aos policiais a verdadeira identificação do homem. A informação foi conferida nos sistemas disponíveis e revelou que se tratava de Cleison A. S., conhecido como “Louro”.
A consulta também apontou um mandado de prisão de recaptura expedido pela Vara de Execuções Penais (VEP) de Porto Velho. Cleison estava foragido do regime semiaberto desde 13 de junho de 2021 e havia ordem para que fosse novamente recolhido ao sistema prisional. Durante a ocorrência, também foi constatado que Cleison cumpre pena por latrocínio.
Com a confirmação da identidade e do mandado em aberto, ele foi preso. A criança permaneceu sob os cuidados da patrulha até a chegada da mãe.
Sílvia Cristina tem intensificado a sua pré-campanha ao Senado, na capital e no interior, com reuniões com lideranças, concedendo entrevistas e ampliando a sua rede de adesões. Nesses encontros, ela tem destacado que o trabalho e resultados fazem a diferença na vida das pessoas.
“Temos trabalho prestado, temos entregas e resultados, que fazem a diferença na vida das pessoas. O povo quer isso: quer ver ação concreta e benefícios. E é isso que estamos fazendo”, destacou.
Sílvia Cristina tem percorrido o Estado, alinhando apoios e ampliando as suas bases. “São muitas lideranças, muitas adesões que chegam para somar ao nosso projeto. E as pessoas estão nos recebendo com muito carinho em nossas andanças por Rondônia”.
O comércio mundial de bens alcançou cerca de US$ 13,7 trilhões no primeiro semestre de 2026, alta de 12,5% sobre o mesmo período de 2025. Os serviços cresceram 10,5%, e as duas frentes acrescentaram aproximadamente US$ 2 trilhões. Parte do avanço foi sustentada por produtos ligados à inteligência artificial e à mobilidade elétrica, enquanto preços mais altos também elevaram o valor comercial.
Essa expansão chega ao uso cotidiano por meio de servidores, smartphones, pagamentos móveis e serviços na nuvem. Partidas, mercados esportivos e dados atualizados ao longo do dia também podem ser acessados pelo 1xbet download, enquanto aparelhos compatíveis, redes estáveis e centros de dados eficientes sustentam o funcionamento móvel.
Componentes lideram a aceleração
O Global Trade Update da UN Trade and Development mostra que a alta não ficou concentrada em um único produto. No primeiro trimestre de 2026, em comparação com os três meses anteriores, o comércio de minerais críticos cresceu 38%, seguido pelos semicondutores, com 25%. As baterias avançaram 15%, os produtos de tecnologia da informação e comunicação subiram 14%, e os veículos elétricos registraram alta de 11%.
Essas categorias se conectam na produção:
semicondutores entram em servidores, celulares, automóveis e redes
baterias sustentam veículos elétricos e dispositivos portáteis
minerais críticos abastecem componentes e unidades de armazenamento
produtos de comunicação ligam usuários, lojas e serviços remotos
A procura por infraestrutura de IA aumenta encomendas de processadores, memória, sistemas de resfriamento e peças para centros de dados. Smartphones carregam essa cadeia, pois dependem de chips, telas, módulos de comunicação e armazenamento. O crescimento, porém, não veio apenas de volumes maiores. Parte da alta refletiu preços elevados, que aumentaram custos de produção e entrega.
Da fábrica à tela do celular
Uma peça eletrônica atravessa várias empresas. O chip pode ser projetado em um mercado, produzido em outro, montado em um aparelho e vendido pela internet. Essa divisão explica por que uma alta em semicondutores se espalha por servidores, telefones, veículos e terminais de pagamento.
Para sites de entretenimento, mais aparelhos conectados ampliam o público possível. Processadores melhores permitem gráficos detalhados, vídeos estáveis e atualização rápida de placares. Pagamentos por celular reduzem etapas entre consulta e transação, enquanto a nuvem distribui o tráfego nos horários de maior procura. Aplicativos de apostas também registram picos de acesso antes de grandes jogos. Capacidade de servidor, velocidade de pagamento e atualização das linhas influenciam o funcionamento dos mercados pré-jogo quando escalações ou horários são alterados.
Cinco taxas resumem o movimento
Segmento
Crescimento
Ligação comercial
Uso frequente
Minerais críticos
38%
base de componentes
baterias e eletrônicos
Semicondutores
25%
processamento
servidores e smartphones
Baterias
15%
armazenamento
veículos e dispositivos
Produtos de TIC
14%
conectividade
redes e comércio online
Veículos elétricos
11%
mobilidade
transporte conectado
Os números mostram uma cadeia, não setores isolados. Uma operação móvel precisa de aparelhos disponíveis, redes com capacidade, hospedagem e meios de pagamento. O mesmo vale para lojas virtuais, transmissão esportiva e serviços por assinatura. Quando esses elementos avançam juntos, páginas carregam mais rápido e suportam mais usuários.
O segundo semestre testará a continuidade
A UN Trade and Development espera expansão no restante de 2026, embora o ritmo possa variar. Para empresas de comércio eletrônico, será importante observar custos de componentes, disponibilidade de servidores e procura por dispositivos. Mais vendas de equipamentos não garantem crescimento igual no consumo online.
Projetos esportivos e de entretenimento podem acompanhar três sinais: tráfego móvel, velocidade de pagamento e estabilidade em horários críticos. Melhorias técnicas tendem a aumentar permanência e retorno. Falhas de sincronização, demora no carregamento ou notificações tardias produzem o efeito contrário.
Os US$ 13,7 trilhões registram a força do primeiro semestre, enquanto as taxas setoriais indicam onde ela nasceu. Chips, baterias, produtos de comunicação e veículos elétricos ligam comércio físico a serviços online. No outono, novos dados mostrarão se esse impulso mantém o ritmo e quanto dele chega à experiência móvel.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou nesta segunda-feira (10) uma série de resoluções e medidas preventivas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos nas plataformas iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americanas.
Na última quinta-feira (6), a Anvisa já havia revogado a proibição da comercialização e da propaganda de medicamentos na plataforma Shopee.
Em nota, a agência destacou que as revogações não isentam essas empresas de cumprir integralmente a regulamentação sanitária aplicável e também não implicam autorização automática de comercialização de produtos farmacêuticos.
No comunicado, a Anvisa destacou que a aplicação da Lei 15.357/2026, que passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega de medicamentos aos consumidores, depende de regulamentação específica a ser editada pela própria agência.
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