Nesta segunda-feira (10), uma ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia (FICCO/RO) na região central de Porto Velho terminou com um homem preso e dois adolescentes apreendidos após policiais encontrarem uma pistola calibre .45, 11 munições e porções de crack/oxi preparadas para venda em um imóvel.
Os policiais perceberam uma movimentação suspeita no local e realizaram a abordagem. Além da arma e das munições, foi encontrado um carregador. As porções de crack/oxi estavam fracionadas e embaladas para comercialização.
Quatro aparelhos celulares também foram apreendidos. A arma, as munições, a droga e os demais objetos passarão por exames periciais.
O homem foi preso em flagrante. A ocorrência envolve suspeitas de tráfico de drogas, posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e corrupção de menores.
Os dois adolescentes foram apreendidos por atos infracionais análogos ao tráfico de drogas e ao porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Eles foram apresentados à autoridade policial acompanhados pelos responsáveis legais.
A FICCO/RO reúne integrantes da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Penal Estadual, Polícia Militar e Polícia Penal Federal.
O núcleo de campanha do ex-prefeito Adailton Fúria destacou o ex-secretário Lauro Fernandes para começar uma série de ataques ao ex-prefeito Hildon Chaves, candidato a governador pela Federação União Progressista. O objetivo é desqualificar as entregas do ex-prefeito em Porto Velho, usando falsos dados para confundir a opinião pública, dando, inclusive, crédito ao falido programa Tchau Poeira, muito criticado por moradores dos bairros Jardim Santana e Castanheiras por obras inacabadas e de qualidade duvidosa.
Lauro questionou o programa de iluminação pública, os 850 quilômetros de asfalto e a construção da nova rodoviária. Para ele, Hildon foi “desleal” porque não citou quem o ajudou a construir esse patrimônio político na Capital. Chegou a dizer em vídeo para militância do PSD, legenda de Fúria, que a rodoviária foi erguida com recursos únicos e exclusivos de emendas da ex-deputada Mariana Carvalho, hoje candidata o Senado na chapa de Hildon Chaves.
Na verdade, Hildon nunca esqueceu de citar Mariana como uma das maiores incentivadoras da nova rodoviária. Mas a metade do recurso da obra veio dos cofres da própria prefeitura, conforme relata a matéria da época PMPV – Prefeitura de Porto Velho entrega nova rodoviária à popul… O uso dos R$ 22 milhões para conclusão do novo terminal foi decisão política de Hildon Chaves. De igual forma, nos 8 anos de mandato o ex-prefeito garantiu mais de 800 quilômetros de asfalto. O Tchau Poeira, programa criado pelo ex-chefe da Casa Civil do Governo Marcos Rocha, Júnior Gonçalves, para garantir a reeleição do ex-chefe nas eleições passadas, não passou de um engodo.
Reclamações e críticas ao programa Tchau Poeira
Moradores do bairro Jardim Santana aguardam até hoje a conclusão de várias vias com o prometido asfalto do Tchau Poeira. E mesmo onde as obras avançaram, o programa recebe críticas pela má qualidade do asfalto. O jornal Gente de Opinião -Obras do Tchau Poeira são alvo de reclamações após água e lama invadirem casas no Castanheira – Municípios – Gente de Opinião- levantou uma matéria sobre a divulgação de vídeos de moradores do bairro Castanheiras na zona sul de Porto Velho reclamando da lama levada pelas chuvas após a atuação do Tchau Poeira. Uma senhora relatou que a casa foi tomada pela água e relatou danos em móveis, eletrodomésticos e equipamentos utilizados em atividades de costura.
Quem prometeu e não cumpriu foi a gestão apoiada por Lauro Fernandes
Em Porto Velho, quem faltou com o compromisso com a população foi a gestão apoiada por Lauro Fernandes. Há 4 anos, próximo do período eleitoral, o ex-chefe da Casa Civil assinou um empenho no valor de R$ 30 milhões para conclusão de unidades habitacionais na Capital. Os empreendimentos eram de responsabilidade do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), ligado ao Governo Federal, que deveria viabilizar a retomada das obras. Como não houve interesse do Governo Federal, a Caixa Econômica Federal (CEF) abriu a alternativa do Estado assumir a responsabilidade. A equipe do governador Marcos Rocha assinou o empenho de R$ 30 milhões, mas depois da vitória no segundo turno da campanha, cancelou, deixando centenas de famílias sem esperança da casa própria.
Diante do cenário, o ex-prefeito Hildon Chaves remanejou seu próprio orçamento no valor de R$ 30 milhões, retirando de várias secretárias finalísticas os recursos, para transferir para Caixa Econômica Federal e retomar as obras. O resultado foram as entregas dos Residenciais Porto Bello I, Porto Fino, Porto Madero II e Porto Madero V, totalizando 1.168 apartamentos; e Pró-Moradia Leste I e FNHIS III, IV e VII com 269 casas.
A verdade é outra, e não a contada em rede social pelo ex-assessor de Rocha e atual entusiasta da campanha da continuidade liderada por Adailton Fúria. E não é a primeira vez que Lauro Fernandes ataca Hildon. Em 2020, ele inventou que o ex-prefeito não tinha interesse em construir a nova rodoviária. O tempo mostrou quem tinha razão. Veja matéria da época:
Governo usa assessores para mentir e atacar prefeito no caso da rodoviária; entenda o caso
A formação e a contratação de novos policiais civis em Rondônia avançaram nesta terça-feira (11), após a liberação de recursos do Fundo Nacional de Segurança Pública para custear as bolsas dos alunos e a realização da Academia de Polícia. A informação foi apresentada durante reunião no Ministério Público de Rondônia, acompanhada pelo presidente do Sindicato dos Servidores da Polícia Civil de Rondônia (Sinpol), Odair Ozame, e pelo diretor jurídico da entidade, Manoel Tavares. No encontro, também foi apresentada a possibilidade de ingresso de 381 alunos, contemplando todos os cargos, com expectativa de contratação ainda em 2026.
A reunião foi conduzida pela promotora Tânia Garcia, responsável pelo controle externo da atividade policial, e reuniu representantes da Sesdec, Polícia Civil, Procuradoria-Geral do Estado, Sepog e Casa Civil, além do deputado estadual Ribeiro do Sinpol.
A atuação do Sinpol no processo envolve o acompanhamento das tratativas para viabilizar a formação e recompor o efetivo da Polícia Civil. Além da participação nas discussões institucionais, o sindicato se colocou à disposição para ajudar no levantamento das condições das unidades policiais e mantém uma ação civil pública relacionada à necessidade de novas contratações, que também deverá ser encaminhada à Sepog como elemento para a análise da recomposição do quadro.
O recurso federal resolve um dos principais obstáculos para a realização da academia. A destinação inicialmente estava limitada a policiais e não alcançava alunos em formação. Após articulação da Sesdec em Brasília, com participação do deputado Ribeiro do Sinpol, a utilização do fundo foi autorizada para pagar as bolsas dos alunos e os custos da formação.
A etapa final passa pela análise e aprovação no portal do Sinesp. O procedimento estava previsto para ocorrer ainda nesta terça-feira (11), com expectativa de uma resposta definitiva até quarta-feira (19). Resolvida essa fase, começam a correr os prazos para a realização da academia.
Durante a reunião, a diretora de Recursos Humanos da Polícia Civil, Ándria, e a assessora jurídica da direção-geral, Joyce, participaram das discussões sobre os ajustes necessários. A Polícia Civil pediu de uma a duas semanas para concluir essa etapa.
O Conselho da Polícia Civil também deverá analisar questões administrativas e jurídicas relacionadas à academia ainda nesta semana ou, no mais tardar, na próxima.
O planejamento trabalha ainda com uma mudança no modelo de formação. A previsão é reduzir a academia para aproximadamente 60 dias e adotar posteriormente um sistema de educação continuada. A proposta recebeu apoio do Ministério Público.
A necessidade de ampliar a estrutura de atendimento às mulheres também entrou nas justificativas apresentadas para a liberação dos recursos. Porto Velho foi apontada como a única capital brasileira sem uma Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) funcionando 24 horas, em um cenário de aumento dos crimes contra mulheres, incluindo feminicídios e estupros.
Um dos compromissos assumidos pelo Estado é justamente implantar a DEAM 24 horas na capital. Outra unidade especializada está em construção em Rolim de Moura.
Aposentadorias podem abrir espaço para contratações
A possibilidade de contratar novos policiais ainda em 2026 também foi analisada sob o aspecto fiscal. A Procuradoria-Geral do Estado pediu uma avaliação da Mesa de Negociação para verificar a possibilidade das admissões sem violação da Lei de Responsabilidade Fiscal.
Entre janeiro e agosto deste ano, foram registrados 62 processos de aposentadoria na Polícia Civil, com desoneração estimada em R$ 10 milhões até dezembro. Somente desde abril, são 51 processos, correspondentes a R$ 7,9 milhões.
A economia decorrente dessas aposentadorias deverá ser direcionada às novas contratações. Os recursos gerados por processos anteriores foram utilizados na ampliação de vagas para promoção à classe especial.
A pressão sobre o efetivo pode aumentar. Em agosto, existem 83 processos de aposentadoria em andamento e 213 policiais recebem abono de permanência. Esses servidores já cumpriram o tempo necessário e podem deixar o quadro.
O processo orçamentário de 2027 também foi aberto nesta terça-feira (11). A estimativa apresentada mantém o orçamento no mesmo patamar de 2026, sem crescimento, mas com capacidade para absorver os custos da academia.
A discussão fiscal envolve ainda um termo de acordo de gestão entre a Sesdec e o Tribunal de Contas do Estado, relacionado à sustentabilidade fiscal e ao planejamento da Polícia Civil.
Possibilidade de 381 novos policiais
O planejamento apresentado prevê a possibilidade de contratação de 381 alunos aprovados em concurso público, distribuídos entre todos os cargos. A expectativa discutida na reunião é de que as admissões possam ocorrer ainda em 2026.
Também foi assegurada a inclusão dos aprovados no concurso da Politec na academia, após articulação envolvendo o deputado Ribeiro do Sinpol e o sindicato.
Tânia Garcia pediu que o RH da Polícia Civil, a Sepog e o Ministério Público trabalhem conjuntamente no planejamento e acompanhamento da recomposição do quadro.
A promotora também apontou a necessidade de um levantamento da situação de cada unidade policial de Rondônia, incluindo estrutura, efetivo e capacidade de policiamento. O Sinpol se colocou à disposição para participar do trabalho junto à direção-geral da Polícia Civil, com elaboração de roteiro e questionário para aplicação nos próximos meses.
Dois compromissos assumidos pelo Estado deverão ser acompanhados. Além da implantação da DEAM 24 horas em Porto Velho, ficou estabelecida a devolução ao Fundo Nacional dos valores referentes aos alunos que concluírem a academia, mas não tomarem posse.
A ação civil pública ajuizada pelo Sinpol, processo nº 7043687-08.2026.8.22.0001, em tramitação na 2ª Vara de Fazenda e Saúde Pública de Porto Velho, deverá ser encaminhada à Sepog e utilizada entre os elementos apresentados para justificar a necessidade de contratação.
O planejamento financeiro e a recomposição do efetivo continuarão sob acompanhamento do Ministério Público, Tribunal de Contas do Estado e Procuradoria-Geral do Estado.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revogou nesta segunda-feira (10) uma série de resoluções e medidas preventivas que proibiam a comercialização e a propaganda de medicamentos nas plataformas iFood, Rappi, Mercado Livre, Submarino e Americanas.
Na última quinta-feira (6), a Anvisa já havia revogado a proibição da comercialização e da propaganda de medicamentos na plataforma Shopee.
Em nota, a agência destacou que as revogações não isentam essas empresas de cumprir integralmente a regulamentação sanitária aplicável e também não implicam autorização automática de comercialização de produtos farmacêuticos.
No comunicado, a Anvisa destacou que a aplicação da Lei 15.357/2026, que passou a permitir que farmácias e drogarias regularmente licenciadas contratem canais digitais e plataformas de comércio eletrônico para logística e entrega de medicamentos aos consumidores, depende de regulamentação específica a ser editada pela própria agência.
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