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Rondônia paga R$ 500 milhões à Energisa pela Caerd, recebe R$ 700 milhões e repassa cota para municípios, explica Luis Fernando – Eleições – WEB TV ALTERNATIVA

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Figura 1: O sapo-cururu (Rhinella schneideri). Foto: Luiz Turci

Certos animais acabam sendo mal vistos pelas populações, sendo considerados “não carismáticos”, por serem espécies nocivas, repugnantes ou perigosas, tais como, as aranhas, escorpiões, sapos, lagartixas, serpentes, gambás e morcegos.

Os anfíbios anuros (sapos, rãs e pererecas) são os representantes da classe Amphibia são os mais conhecidos, o sapo-cururu (Rhinella spp.) seja o mais conhecido entre os leigos, este gênero representa várias espécies no Brasil, o espécime Rhinella schneideri (Figura 1), provavelmente seja o mais conhecido na Amazônia, conhecido popularmente na região da zona da mata por sapo-cururu ou sapo-boi.

Alguns aspectos negativos recaem sobre este espécime, muitas vezes ele é associado com a magia negra, quando pessoas capturam esse animal e costuram sua boca, surge a expressão “seu nome está na boca do sapo” referindo-se que a pessoa foi vítima de algum feitiço.

O sapo-cururu é um animal venenoso, apresenta glândulas paratoides na região dorsal, podendo causar envenenamento de forma passiva, caso seja mordido ou ingerido, isso acontece com cachorros.

Os anfíbios apresentam importante função nos ecossistemas sendo predadores de insetos, aranhas e pequenos vertebrados e não representando perigo para as pessoas.

Figura 2: Perereca-kambô (Phyllomedusa bicolor) utilizada na medicina tradicional por populações tradicionais na Amazônia. Foto: Luiz Turci

Algumas espécies de pererecas do gênero Phyllomedusa são usadas por populações tradicionais na Amazônia e também pessoas da área urbana estão fazendo uso do veneno como forma de tratamento de medicina tradicional (Figura 2).

Figura 3: Rã-touro (Lithobates catesbeianus). Foto: Fabíola Tomaz

Pele da rã-touro vem sendo utilizada como componente alternativo em tratamentos de ferimentos por conter peptídeos naturais destes tecidos, que são barreiras contra agentes infecciosos, melhorando o tratamento dos pacientes Figura 3.

Figura 4: Limpa-pasto (Drymarchon corais), preda roedores e outras serpentes peçonhentas de importância médica. Foto: Luiz Turci

A serpente Drymarchon corais (Figura 4), conhecida popularmente na região da zona-da-mata, como limpa-pasto, não é peçonhenta, é amplamente distribuída pela Amazônia, trata-se de uma serpente de grande porte, podendo alcançar até 2,5 metros de tamanho, pode ocorrer em diferentes habitats.

Com maior ocorrência na zona rural, quando é avistada acabam sendo mortas pelos moradores, muitas vezes por ser confundida com uma espécie venenosa (Pico-de-jaca – Lachesis muta) e também por eventualmente predarem aves domésticas.

A serpente limpa-pasto (D. corais) é uma espécie generalista, se alimenta de uma ampla variedade de animais, incluindo outras serpentes, lagartos, anfíbios anuros, aves e pequenos mamíferos

Ações de Educação Ambiental visando informar os produtores rurais, que esta é uma espécie não-peçonhenta, não apresenta importância médica e que pode ajudar a controlar os roedores que podem transmitir doenças e causar prejuízos na produção e também elas se alimentam de outras serpentes peçonhentas de importância médica como as surucucus e jararacas, podem controlar a ocorrência de espécies peçonhentas na propriedade, podendo minimizar a chance de ocorrer um acidente ofídico.

Figura 5: Jararaca-da-Amazônia (Bothrops atrox), zona da mata, RO. Foto: Luiz Turci

Figura 6: Jararaca-da-Amazônia (Bothrops atrox), juvenil, zona da mata, RO. Foto: Luiz Turci

As serpentes são animais carnívoros e compõe um grupo de grande importância no ecossistema, sendo predadores de vários grupos animais, tais como: artrópodes, peixes, anfíbios, lagartos, outras serpentes, pássaros, marsupiais, roedores, morcegos, entre outros e também acabam sendo predadas por outros animais.

As espécies peçonhentas, o seu veneno apresenta um grande potencial farmacológico. Pode destacar o veneno da jararaca na produção de uma cola (cola de fibrina) para ser utilizada em cirurgias, o anti-hipertensivo Captopril.

Alguns mamíferos silvestres com maior contato com as pessoas nas áreas urbanas, os marsupiais (gambás) e os morcegos. Dentre os marsupiais, os gambás (gênero Didelphis) (Figura 7), eventualmente são mortos pela população quando encontrados.

Figura 7: Gambá (Didelphis marsupialis), zona da mata, Rondônia. Foto: GEHERPTO

Os gambás, são grandes dispersores de sementes em fragmentos florestais urbanos, também são predadores de serpentes peçonhentas como as cascavéis e jararacas, pois são imunes aos seus venenos.

Os morcegos são vistos de modo geral pela população de forma negativa, atribuída ao fato do hábito hematófago de algumas espécies e por serem potenciais transmissores de doenças como a Raiva humana, a grande falta de conhecimento pela população sobre os morcegos, fazem esses animais serem mal visto.

O morcego hematófago Desmodus rotundus apresenta em sua saliva propriedades anticoagulantes e uma proteína (Draculina) foi isolada e apresenta potencial para uso terapêutico em doenças cardiovasculares.

Figura 8: Morcego frugívoro (Artibeus lituratus), esta espécie atua como dispersora de sementes. Foto: Jardson S. Aguiar

Os morcegos formam guildas nos ecossistemas apresentando hábitos alimentares diversificados, como espécies que se alimentam de néctar e pólen, fazem a polinização de plantas noturnas, espécies frugívoras atuando como dispersoras de sementes (Figura 8), demonstrando o importante papel desses animais para a recuperação de áreas florestais e outros são predadores de artrópodes, controlam populações de insetos.

Considerando as funções deles nos ecossistemas e suas interações com outros organismos e benefícios diretos que eles proporcionam ao ser humano. Com a intervenção de ações associadas a educação ambiental possa melhorar a percepção e atitudes dos seres humanos em relação a esses animais considerados “não carismáticos” contribuindo para a conservação dessas espécies.

O presente texto elaborado pelo Prof. Dr. Luiz Carlos Turci da Universidade Federal de Rondônia – UNIR campus de Rolim de Moura, RO, compõe parte de um artigo voltado à área de Educação Ambiental.

Por: Prof. Dr. Luiz Carlos Turci

Via: web tv alternativa

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Funcionários são condenados a penas que somam 47 anos pelo assassinato do dono do supermercado Dalto – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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© Lula Marques/Agência Brasil.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.

O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a  77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.

Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.

A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Debate em plenário

A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.

“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.

“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.

“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.

Fonte: DA AGÊNCIA BRASIL

Via: web tv alternativa

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Olivia Rodrigo e Chappell Roan unem forças em remix oitentista

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O cenário pop internacional acaba de ser abalado por uma parceria que promete dominar as paradas de sucesso nas próximas semanas. A estrela Olivia Rodrigo decidiu surpreender seus milhões de fãs ao redor do mundo ao anunciar o lançamento de um remix inédito para a faixa ‘expectations’, desta vez contando com a colaboração marcante de Chappell Roan. A novidade foi recebida com enorme entusiasmo pelo público e pela crítica especializada, que já apontam a colaboração como um dos grandes momentos musicais do ano.

Uma viagem nostálgica aos anos 80

O grande diferencial desta nova versão é a imersão completa na estética sonora da década de 1980. Conhecida por suas letras confessionais e sonoridade influenciada pelo rock alternativo e pop-rock, Olivia Rodrigo inova ao abraçar sintetizadores marcantes, batidas eletrônicas nostálgicas e uma atmosfera vibrante tipicamente oitentista. A adição da voz singular de Chappell Roan elevou a faixa a um novo patamar, criando uma harmonia vocal poderosa que dialoga perfeitamente com a proposta retrô da produção.

Desde o anúncio oficial nas redes sociais, a expectativa em torno do lançamento não parava de crescer. Ambas as artistas vêm acumulando recordes e construindo bases de fãs extremamente fiéis, tornando a união de seus talentos um verdadeiro acontecimento na indústria fonográfica. Críticos musicais já destacam que a releitura consegue manter a essência dolorida e sincera da composição original, enquanto injeta uma energia dançante e magnética inspirada nos grandes hinos dos anos 80.

O impacto da parceria no pop atual

A colaboração entre Olivia Rodrigo e Chappell Roan reforça a tendência atual de artistas pop contemporâneas resgatarem sonoridades do passado e as reinterpretarem com uma visão moderna e autoral. O sucesso imediato da faixa nas plataformas digitais comprova que o público está ávido por inovações que dialoguem com a nostalgia sem perder a relevância atual.

Enquanto os fãs celebram a novidade e esgotam os streams do remix, crescem os rumores sobre possíveis novas parcerias entre as duas cantoras no futuro. Por ora, resta ao público aproveitar essa viagem no tempo proporcionada por ‘expectations’ e acompanhar os desdobramentos dessa união que já entrou para a história recente da música pop.

Via: web tv alternativa

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Motorista morre preso às ferragens após bater de frente em ônibus na BR-319 – Polícia – WEB TV ALTERNATIVA

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© Lula Marques/Agência Brasil.

Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.

O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a  77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.

O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.

Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.

Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.

A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.

Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).

Debate em plenário

A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.

“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.

“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).

Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.

“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.

Fonte: DA AGÊNCIA BRASIL

Via: web tv alternativa

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