A 3ª Expo Turismo Rondônia será realizada entre 8 e 10 de outubro, em Porto Velho, e chega à sua terceira edição em um dos principais cartões-postais da capital: o Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré.
Promovida pelo Sistema Fecomércio-RO/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio em parceria com Governo do Estado de Rondônia por meio das Secretaria de Estado do Desenvolvimento Econômico (Sedec) e Secretaria Estadual de Turismo – Setur, a feira reunirá representantes do poder público, municípios, empresários, entidades, profissionais do turismo, expositores e diferentes segmentos da cadeia produtiva do setor.
A escolha do Complexo Madeira-Mamoré como sede da edição de 2026 reforça a proposta de aproximar o evento de um espaço diretamente ligado à história, à cultura e à identidade turística de Rondônia, ampliando também a experiência dos visitantes e a visibilidade dos destinos apresentados durante os três dias de programação.
“Estamos muito felizes em celebrar mais um ano de parceria com o Governo de Rondônia, a Sedec e a Setur. Esta terceira edição é resultado de um trabalho consistente construído ao longo dos últimos anos, reunindo o trade turístico, o poder público e a iniciativa privada para mostrar as potencialidades de Rondônia e gerar novas oportunidades para o setor”, destacou Raniery Araújo Coêlho, presidente do Conetur e do Sistema Fecomércio-RO.
O projeto da terceira edição foi apresentado pelo Sistema Fecomércio-RO durante reunião do Conselho de Desenvolvimento do Estado de Rondônia (Conder), ocasião em que também foram demonstrados os resultados alcançados na edição anterior.
Os números reforçam a consolidação da Expo Turismo Rondônia como uma importante vitrine de promoção turística, geração de negócios e fortalecimento das marcas e destinos locais. A edição de 2025 registrou mais de 10 mil interações nos estandes, reuniu 85 marcas e parceiros, movimentou quase R$290 mil em vendas diretas durante o evento e alcançou mais de R$4,1 milhões em impacto econômico estimado.
Mais do que uma feira, a Expo Turismo Rondônia vem se consolidando como uma plataforma estratégica de integração, promoção e desenvolvimento do turismo, aproximando governo, municípios, empresários, entidades e comunidades envolvidas diretamente com a atividade turística. Também haverá caravanas para os empresários dos municípios de Rondônia de forma gratuita para que possam participar da Feira, expondo seus empreendimentos e participando de toda programação.
A programação de 2026 deverá contemplar diferentes segmentos e experiências, com espaço para turismo municipal, pesca esportiva, etnoturismo, ecoturismo, observação de aves, turismo rural, gastronomia, cultura, artesanato, negócios e capacitação profissional, além de palestras, oficinas, apresentações culturais, rodadas de negócios e oportunidades de networking.
As ações promocionais durante a Feira se darão para os credenciados, com prêmios, entre eles barcos, motores, bicicletas, caiaques, entre outros.
Prestigiando a Expo Turismo, contaremos com a presença da Família Nakamura, Fábio Baca, Anderson Guedes, João Cordeiro e outros profissionais da pesca esportiva, bem como momentos especiais com as mulheres na pesca esportiva.
De forma inédita, neste ano, entre as programações haverá a “Arena Cultural” com apresentação de danças folclóricas do estado de Rondônia. Também homenagem aos 52 países que auxiliaram na fundação e desenvolvimento do estado, a partir da construção da rodovia estrada de ferro Madeira-Mamoré. Haverá campeonato de arremessos (categorias Adulto, Infantil, PCD e Idosos), campeonato de taekwondo, chute ao gol, apresentações culturais (como a apresentação de dança do Grupo Pestalozzi), além de um espaço kids.
Com a realização no Complexo Madeira-Mamoré, a terceira edição pretende ampliar ainda mais a conexão entre turismo, cultura, economia e identidade regional, fortalecendo Rondônia como destino e aproximando o público das experiências, produtos e serviços que integram a cadeia turística do estado.
Serviço
3ª Expo Turismo Rondônia Data: 8, 9 e 10 de outubro de 2026 Horário: 14h às 22h nos dias 8 e 9 e no dia 10 das 10h às 18h. Local: Complexo da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré – Porto Velho/RO Realização: Sistema Fecomércio-RO/Sesc/Senac/Instituto Fecomércio em parceria com o Governo do Estado de Rondônia, por meio da Sedec e Setur.
O cenário pop internacional acaba de ser abalado por uma parceria que promete dominar as paradas de sucesso nas próximas semanas. A estrela Olivia Rodrigo decidiu surpreender seus milhões de fãs ao redor do mundo ao anunciar o lançamento de um remix inédito para a faixa ‘expectations’, desta vez contando com a colaboração marcante de Chappell Roan. A novidade foi recebida com enorme entusiasmo pelo público e pela crítica especializada, que já apontam a colaboração como um dos grandes momentos musicais do ano.
Uma viagem nostálgica aos anos 80
O grande diferencial desta nova versão é a imersão completa na estética sonora da década de 1980. Conhecida por suas letras confessionais e sonoridade influenciada pelo rock alternativo e pop-rock, Olivia Rodrigo inova ao abraçar sintetizadores marcantes, batidas eletrônicas nostálgicas e uma atmosfera vibrante tipicamente oitentista. A adição da voz singular de Chappell Roan elevou a faixa a um novo patamar, criando uma harmonia vocal poderosa que dialoga perfeitamente com a proposta retrô da produção.
Desde o anúncio oficial nas redes sociais, a expectativa em torno do lançamento não parava de crescer. Ambas as artistas vêm acumulando recordes e construindo bases de fãs extremamente fiéis, tornando a união de seus talentos um verdadeiro acontecimento na indústria fonográfica. Críticos musicais já destacam que a releitura consegue manter a essência dolorida e sincera da composição original, enquanto injeta uma energia dançante e magnética inspirada nos grandes hinos dos anos 80.
O impacto da parceria no pop atual
A colaboração entre Olivia Rodrigo e Chappell Roan reforça a tendência atual de artistas pop contemporâneas resgatarem sonoridades do passado e as reinterpretarem com uma visão moderna e autoral. O sucesso imediato da faixa nas plataformas digitais comprova que o público está ávido por inovações que dialoguem com a nostalgia sem perder a relevância atual.
Enquanto os fãs celebram a novidade e esgotam os streams do remix, crescem os rumores sobre possíveis novas parcerias entre as duas cantoras no futuro. Por ora, resta ao público aproveitar essa viagem no tempo proporcionada por ‘expectations’ e acompanhar os desdobramentos dessa união que já entrou para a história recente da música pop.
Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.
O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.
O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.
A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.
Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.
“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.
Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.
A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.
Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
Debate em plenário
A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.
“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.
“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).
Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.
“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.
Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos.
O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.
O texto prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.
A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.
Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para o máximo de 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.
“Eu tenho certeza que, desde a Constituinte de 1988, esta é a maior conquista dos trabalhadores brasileiros”, afirmou o senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa.
Ele manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.
A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.
Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
Debate em plenário
A sessão deliberativa começou pouco depois das 14h e se estendeu até por volta das 22h, quando o resultado da votação foi revelado. Praticamente todos os senadores que subiram à tribuna se declararam favoráveis à proposta, mesmo com críticas pontuais.
“Estamos escrevendo este capítulo ao lado de cada trabalhador que acorda antes do sol nascer, de cada mãe e cada pai que querem acompanhar o crescimento de seus filhos, de quem deseja estudar, cuidar da saúde, encontrar os amigos, estar com a família ou descansar”, afirmou a senadora Tereza Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado.
“A jornada de 44 horas semanais vigora desde a Constituição de 1988 e não reflete mais a realidade do mundo do trabalho, profundamente transformado pela tecnologia, pela automação, por novas normas e formas de organização produtiva”, comentou o senador Eduardo Braga (MDB-AM).
Citando dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a senadora Leany Lemos (PSD-DF) destacou que 36,2 milhões de vínculos de trabalho com carteira assinada possuem jornada contratada superior a 40 horas semanais no Brasil, o que equivale a praticamente 80% dos vínculos celetistas analisados.
“Ou seja, somente 20% dos trabalhadores formalizados no país não trabalham na jornada 6×1. Esses dados permitem dimensionar o alcance da redução da jornada e identificar os setores mais afetados”, pontuou.
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