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O que é mito ou verdade sobre doenças respiratórias e o uso do ar-condicionado?

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A convivência com animais de estimação pode trazer benefícios para a saúde mental e ajudar a reduzir sentimentos de solidão, estresse e ansiedade, especialmente quando o pet passa a integrar de forma efetiva a rotina familiar. Especialistas alertam, no entanto, que os animais não substituem acompanhamento psicológico ou psiquiátrico e que a decisão de adotar exige responsabilidade.

Para Emanuelly Guimarães, coordenadora do curso de Psicologia da Afya São Lucas, a influência dos animais sobre o bem-estar emocional está diretamente relacionada ao vínculo construído entre o pet e os integrantes da família. Quando existe uma relação de companheirismo, carinho e cuidado, o animal pode proporcionar momentos de tranquilidade e funcionar como uma rede de apoio em períodos difíceis.

Segundo a psicóloga, essa convivência pode ser especialmente benéfica para pessoas que enfrentam situações de ansiedade, depressão, estresse ou solidão. Nesses casos, o animal pode auxiliar durante o processo de adaptação e tratamento, oferecendo companhia e contribuindo para uma rotina emocionalmente mais positiva.

Ela ressalta, porém, que o papel do pet tem limites. Caso haja necessidade de acompanhamento profissional, a presença do animal deve ser entendida como complementar, e não como substituição ao atendimento psicológico ou psiquiátrico.

“O animal entraria como um aliado durante esse processo”, explica Emanuelly. Segundo ela, existem necessidades que exigem intervenções específicas que um animal, por mais importante que seja na vida da pessoa, não pode oferecer.

A especialista também chama atenção para os riscos de adotar ou comprar um animal por impulso, especialmente em momentos de fragilidade emocional. Antes da decisão, fatores como rotina, condições financeiras e disponibilidade para cuidar do pet precisam ser considerados.

Para Emanuelly, depositar no animal a expectativa de resolver problemas emocionais pode provocar frustração e até resultar em situações em que a pessoa posteriormente não esteja disposta ou preparada para manter o animal sob seus cuidados.

A convivência também pode ter impacto relevante entre crianças e idosos. De acordo com a psicóloga, os animais podem estimular nas crianças aspectos como responsabilidade e interação, enquanto para os idosos podem representar companhia e oportunidade de expressão de sentimentos em uma rotina com menos contatos sociais.

 

Redução do estresse e ansiedade

O coordenador do curso de Medicina Veterinária da Afya Ji-Paraná, professor Bruno Porto de Lima, destaca que a interação com animais também está relacionada a respostas fisiológicas associadas à sensação de bem-estar. Segundo ele, o contato pode favorecer a liberação de substâncias como oxitocina, dopamina e serotonina e contribuir para a redução de estresse, ansiedade e solidão.

Bruno acrescenta que a presença de cães, por exemplo, pode estimular a prática de atividades físicas, já que passeios e brincadeiras aumentam a movimentação dos tutores e fortalecem a interação com o animal.

A proximidade entre pessoas e animais também exige cuidados para prevenir zoonoses e outros problemas de saúde. O médico-veterinário recomenda atenção à higiene das mãos após contato com fezes, urina e outras secreções dos animais, além da limpeza adequada dos ambientes.

Outro cuidado é evitar oferecer carne crua aos animais e manter acompanhamento veterinário regular. Bruno recomenda ainda atenção ao corte das unhas, vacinação, vermifugação e controle de parasitas.

Esses cuidados devem ser redobrados em casas com crianças, idosos ou pessoas imunossuprimidas. Também é importante avaliar o temperamento do animal e verificar se suas características são compatíveis com o espaço e a rotina da família.

Segundo o veterinário, conhecer essas condições antes da adoção ajuda a reduzir riscos de mordidas, arranhões e problemas relacionados à adaptação, além de garantir melhores condições tanto para o animal quanto para seus tutores.

Para os especialistas, os animais podem representar uma importante fonte de companhia e apoio emocional, mas os benefícios dependem de uma relação responsável, construída com cuidado e levando em consideração também as necessidades do próprio pet.

Diferenças na legislação

Apesar de um animal de estimação poder oferecer companhia e conforto emocional ao tutor, a legislação estabelece diferenças importantes entre pets, animais de apoio emocional e cães-guia.

O animal de estimação é aquele mantido principalmente por afeto e companhia. Em condomínios residenciais, não pode haver uma proibição genérica à presença de pets, embora o tutor tenha o dever de evitar riscos, perturbações ou danos aos demais moradores e possa ser responsabilizado por eventuais prejuízos causados pelo animal.

O cão-guia, por outro lado, possui proteção específica prevista na legislação federal. A Lei nº 11.126/2005, regulamentada pelo Decreto nº 5.904/2006, garante à pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia o direito de ingressar e permanecer com o animal em meios de transporte e estabelecimentos abertos ao público, sem cobrança adicional. O animal precisa ser treinado para desempenhar funções específicas e atender aos requisitos previstos na regulamentação.

Já o animal de apoio emocional é utilizado para proporcionar conforto psicológico a pessoas com transtornos mentais ou outras condições de saúde, mas não possui o mesmo treinamento formal nem o mesmo regime jurídico dos cães-guia.

Atualmente, não existe uma lei federal específica que regulamente de forma abrangente os animais de apoio emocional. O Projeto de Lei nº 33/2022 foi aprovado pelo Senado e permanece em tramitação na Câmara dos Deputados. Enquanto não houver uma norma nacional, algumas situações são disciplinadas por leis estaduais ou municipais e outras acabam sendo analisadas individualmente pela Justiça.

A distinção tem efeitos práticos. Em maio de 2025, a Quarta Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu que animais de apoio emocional não podem ser equiparados automaticamente a cães-guia para garantir o ingresso obrigatório em cabines de aeronaves. Com isso, as companhias aéreas podem definir regras próprias para o transporte desses animais, dentro da regulamentação do setor.

O acesso a outros ambientes também varia. Em condomínios, a manutenção de animais não pode ser proibida de forma genérica. Em hotéis, estabelecimentos comerciais, meios de transporte e instituições de ensino, porém, a entrada de animais de apoio emocional pode depender da legislação local, das regras do estabelecimento e das circunstâncias de cada caso.

Comprovação da necessidade

A falta de regulamentação federal específica faz com que a documentação tenha papel importante na caracterização de um animal de apoio emocional.

O principal documento é o laudo emitido por profissional de saúde habilitado, como médico ou psicólogo, indicando a existência de uma condição clínica e a importância do animal no acompanhamento daquela pessoa. A recomendação é que o documento apresente informações suficientes para demonstrar que há efetivamente uma necessidade terapêutica.

Certificados adquiridos pela internet ou registros emitidos sem avaliação profissional não garantem, por si só, o reconhecimento do animal como apoio emocional. Em eventual processo judicial, a documentação pode ser analisada pelo juiz e, conforme o caso, pode haver até a realização de perícia para verificar a necessidade alegada.

A exigência busca diferenciar situações em que o animal efetivamente integra o acompanhamento da pessoa daquelas em que a classificação é utilizada apenas como forma de obter acesso a locais nos quais a entrada de animais normalmente seria limitada.

Sobre a Afya 

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades promovendo pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. São 3.768 vagas de Medicina em operação, com mais de 26 mil alunos formados nos últimos 25 anos.

Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.

Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo “Valor Inovação” (2023) como a mais inovadora do Brasil e “Valor 1000” (2021, 2023, 2024, 2025 e 2026) como a melhor empresa de educação.

Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio “Executivo de Valor” (2023). Em 2024, a empresa passou a integrar o programa “Liderança com ImPacto”, do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 – Saúde e Bem-Estar. Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

 

Fonte: Via: florestanoticias

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Exercícios para iniciantes: melhores dicas de treinos e cuidados – Negócios

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Foto de Magnific

Começar a treinar costuma despertar duas reações ao mesmo tempo: entusiasmo e insegurança. A vontade de melhorar o condicionamento, ganhar força ou simplesmente sair do sedentarismo convive com dúvidas bastante comuns sobre intensidade, frequência, execução e risco de lesões. Por isso, o início precisa ser tratado menos como um teste de resistência e mais como uma fase de adaptação inteligente.

As recomendações de saúde e treinamento apontam que os melhores resultados para iniciantes tendem a surgir quando a rotina combina regularidade, progressão gradual e atenção aos sinais do corpo. Nesse contexto, alguns cuidados simples ajudam a construir consistência, reduzir desconfortos evitáveis e tornar o treino mais sustentável ao longo das semanas.

1. Comece com metas realistas

Um dos erros mais comuns no início é transformar motivação em excesso. Estabelecer metas muito ambiciosas, como treinar todos os dias ou buscar mudanças rápidas no corpo, costuma gerar frustração e abandono precoce. Para iniciantes, o mais eficaz é definir objetivos mensuráveis e possíveis, como comparecer a algumas sessões por semana e melhorar a disposição no dia a dia.

Diretrizes de atividade física para adultos reforçam que mesmo volumes moderados de exercício já trazem benefícios relevantes para a saúde. Isso significa que a evolução não depende de uma rotina extrema, mas de continuidade. Quando a meta respeita a fase de adaptação, o treino deixa de ser um evento isolado e passa a fazer parte da rotina.

2. Priorize a técnica antes da carga

No começo, a execução correta vale mais do que aumentar peso, velocidade ou número de repetições. Aprender padrões básicos de movimento, como agachar, empurrar, puxar e estabilizar o tronco, ajuda a distribuir melhor o esforço e a reduzir compensações que podem sobrecarregar articulações e músculos.

Essa lógica também favorece resultados mais consistentes. Um exercício mal executado pode parecer mais intenso, mas nem sempre trabalha o grupo muscular desejado com eficiência. Em ambientes com diferentes modalidades e níveis de suporte, buscar orientação e conhecer as opções de treino perto de mim pode facilitar a escolha de práticas mais compatíveis com o estágio inicial e com o objetivo pretendido.

3. Respeite a progressão do corpo

A adaptação ao exercício acontece de forma gradual. Músculos, tendões, sistema cardiovascular e coordenação motora precisam de tempo para responder ao novo estímulo. Por isso, aumentar volume, carga ou intensidade de uma só vez tende a elevar desconfortos desnecessários e risco de interrupção da rotina.

O princípio da progressão é central nas recomendações do American College of Sports Medicine. Na prática, isso significa evoluir um elemento por vez, como acrescentar alguns minutos de atividade, uma série extra ou pequena elevação de carga, sempre com boa execução. O corpo costuma responder melhor quando o avanço é previsível e sustentável.

4. Inclua aquecimento de forma consistente

O aquecimento prepara o organismo para o esforço principal e não deve ser tratado como detalhe. Alguns minutos de movimentos leves e progressivos ajudam a elevar a temperatura corporal, melhorar a mobilidade e aumentar a prontidão neuromuscular para exercícios aeróbicos ou de força.

Para iniciantes, esse momento também cumpre função pedagógica. Ele permite perceber rigidez, cansaço acumulado ou limitações daquele dia antes de começar a parte principal do treino. Um início brusco, sem preparação, pode prejudicar o desempenho e tornar a sessão mais desconfortável do que precisa ser.

5. Alterne estímulo e recuperação

Treinar bem não significa apenas realizar esforço, mas também reservar tempo para recuperação. O descanso entre sessões ajuda o organismo a reparar tecidos, adaptar-se à carga e retornar em melhores condições para o treino seguinte. Sem esse intervalo, a tendência é acumular fadiga e reduzir qualidade de execução.

Isso vale especialmente para treinos de força em grupos musculares semelhantes em dias consecutivos. Iniciantes costumam interpretar dor muscular tardia como sinal obrigatório de progresso, mas desconforto intenso e persistente pode indicar excesso. Recuperação adequada, sono regular e distribuição equilibrada da semana são partes do processo, não pausas improdutivas.

6. Combine exercícios aeróbicos e de força

Uma rotina equilibrada costuma reunir diferentes estímulos. Atividades aeróbicas contribuem para condicionamento cardiorrespiratório, disposição e controle metabólico. Já os exercícios de força são importantes para massa muscular, funcionalidade, proteção articular e autonomia nas tarefas diárias.

Órgãos de saúde pública recomendam que adultos incluam ambos os componentes ao longo da semana. Para quem está começando, essa combinação pode ser simples: sessões curtas de caminhada, bicicleta ou esteira associadas a exercícios básicos de resistência. O ponto principal não é complexidade, mas regularidade com boa tolerância física.

7. Observe hidratação e sinais de fadiga

A percepção de esforço é uma ferramenta valiosa para iniciantes. Queda abrupta de rendimento, tontura, falta de ar desproporcional, dor aguda e sensação de exaustão fora do esperado merecem atenção. Nem todo desconforto faz parte de uma adaptação normal, e insistir apesar de sinais claros pode ser contraproducente.

A hidratação também participa desse cuidado. Em sessões mais intensas, em ambientes quentes ou quando há sudorese elevada, a reposição de líquidos ajuda a preservar desempenho e bem-estar. Quando sintomas são persistentes, especialmente em pessoas com condições pré-existentes, a conduta mais segura é buscar avaliação profissional antes de manter a rotina sem ajustes.

8. Valorize a constância acima da intensidade

Para a maior parte dos iniciantes, o maior desafio não é descobrir o treino perfeito, mas manter uma prática viável por tempo suficiente para que os resultados apareçam. Rotinas muito exigentes no começo podem até gerar empolgação inicial, porém costumam ser difíceis de sustentar em semanas com trabalho, estudo e outras responsabilidades.

Constância cria adaptação, confiança e percepção de progresso. Sessões bem planejadas, ainda que simples, tendem a produzir mais benefícios do que picos de esforço seguidos por longas interrupções. Quando o treino se encaixa na realidade de vida, ele deixa de depender apenas de motivação momentânea e passa a se apoiar em hábito.

9. Busque orientação ao lidar com limitações

Nem todo iniciante parte do mesmo ponto. Histórico de lesões, dores recorrentes, hipertensão, diabetes, obesidade, gestação ou longos períodos de sedentarismo podem exigir ajustes de intensidade, seleção de exercícios e monitoramento mais cuidadoso. Nesses casos, personalização deixa de ser luxo e passa a ser medida de segurança.

As evidências sobre exercício são amplamente favoráveis, mas também ressaltam a importância de triagem e prescrição adequadas quando existem condições clínicas relevantes. Diante de sintomas, restrições funcionais ou receio persistente para começar, o acompanhamento de profissional de educação física e, quando necessário, de equipe de saúde, tende a tornar o processo mais seguro e eficiente.

Começar bem costuma ser mais importante do que começar com pressa. Quando o treino respeita o ritmo de adaptação, a evolução tende a ser mais estável, segura e duradoura.

Referências

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Physical activity guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/education-resources/trending-topics-resources/physical-activity-guidelines/.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. ACSM publishes updated resistance training guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/resistance-training-guidelines-update-2026/.

CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Adult activity: an overview. 2023. Disponível em: https://www.cdc.gov/physical-activity-basics/guidelines/adults.html.

U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. Physical activity guidelines for Americans. 2018. Disponível em: https://health.gov/sites/default/files/2019-09/PhysicalActivityGuidelines2ndedition.pdf.

NYE, N. S. et al. Universal training precautions: a review of evidence and recommendations for prevention of exercise-related injury, illness, and death in warfighters and athletes. 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10176841/pdf/i1938-162X-58-3-232.pdf

Rondoniagora.com

FonteVia: rondoniagora

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Prefeitura anuncia benefícios, salário antecipado, prêmios e carteira digital para servidores – Geral

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A Prefeitura de Porto Velho anunciou, nesta sexta-feira (16), uma série de benefícios e ações voltadas aos mais de 12 mil servidores municipais. O lançamento da programação do Mês do Servidor ocorreu no Teatro Banzeiros e incluiu premiações, carteira funcional digital, descontos no comércio, confraternização e antecipação salarial.

Entre as iniciativas estão o Prêmio Servidor de Valor e o Prêmio Inova Estágio PVH, que vão reconhecer boas práticas, produtividade e iniciativas de servidores efetivos e estagiários.

O prefeito Léo Moraes destacou que a valorização do funcionalismo vai além da remuneração e também envolve respeito, reconhecimento e melhores condições de trabalho.

“Hoje temos a felicidade em saber que temos um quadro funcional de pessoas que amam a nossa cidade e que estão dispostas a trabalhar pelo futuro de todos os porto-velhenses. Por esse motivo, eles merecem todo o reconhecimento possível”.

Outra iniciativa é o programa Ben+ Servidor, que prevê descontos exclusivos em estabelecimentos comerciais conveniados. A Prefeitura também lançou a Carteira Funcional Digital, que promete facilitar o acesso dos servidores à identificação funcional e aos benefícios oferecidos.

O secretário adjunto de Administração, Antônio Figueiredo, destacou que as medidas buscam ampliar as vantagens oferecidas aos trabalhadores do município. Já a estagiária Alina Gabriela ressaltou a importância do reconhecimento aos jovens que estão iniciando a trajetória profissional no serviço público.

A programação inclui ainda a Resenha do Servidor, marcada para 29 de outubro, com confraternização e sorteio de prêmios. O salário de outubro será antecipado para o dia 23, enquanto o feriado do Dia do Servidor Público, originalmente previsto para quarta-feira (28), foi transferido para sexta-feira (30).

As ações integram a programação de outubro dedicada ao funcionalismo municipal. A Prefeitura também mantém a perspectiva de ampliar o quadro de pessoal por meio de concursos públicos, com previsão de quase três mil vagas em diferentes áreas.

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FonteVia: rondoniagora

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Motorista é preso com quase meia tonelada de drogas após fuga da PRF na BR-364 – Polícia

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Um motorista foi preso em flagrante por tráfico de drogas após a PRF encontrar 464,42 kg de entorpecentes em um caminhão na BR-364, em Pimenta Bueno. A apreensão ocorreu na madrugada desta sexta-feira (16), depois que o homem desobedeceu a uma ordem de parada e tentou escapar da fiscalização. O caso foi encaminhado à 2ª Delegacia de Repressão ao Crime Organizado (DRACO 2), da Polícia Civil.

O veículo, formado por um caminhão-trator e dois semirreboques, foi interceptado no km 196 da rodovia. Os policiais faziam um patrulhamento de rotina quando deram ordem de parada ao motorista, que continuou dirigindo e passou a ser acompanhado pela equipe até a abordagem.

Durante a vistoria no compartimento de carga, foram encontrados diversos fardos e caixas com drogas. A apreensão totalizou 225,52 kg de cloridrato de cocaína, 236,7 kg de skunk e 2,2 kg de haxixe.

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FonteVia: rondoniagora

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