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melhores dicas de treinos e cuidados – Negócios – WEB TV ALTERNATIVA

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Começar a treinar costuma despertar duas reações ao mesmo tempo: entusiasmo e insegurança. A vontade de melhorar o condicionamento, ganhar força ou simplesmente sair do sedentarismo convive com dúvidas bastante comuns sobre intensidade, frequência, execução e risco de lesões. Por isso, o início precisa ser tratado menos como um teste de resistência e mais como uma fase de adaptação inteligente.

As recomendações de saúde e treinamento apontam que os melhores resultados para iniciantes tendem a surgir quando a rotina combina regularidade, progressão gradual e atenção aos sinais do corpo. Nesse contexto, alguns cuidados simples ajudam a construir consistência, reduzir desconfortos evitáveis e tornar o treino mais sustentável ao longo das semanas.

1. Comece com metas realistas

Um dos erros mais comuns no início é transformar motivação em excesso. Estabelecer metas muito ambiciosas, como treinar todos os dias ou buscar mudanças rápidas no corpo, costuma gerar frustração e abandono precoce. Para iniciantes, o mais eficaz é definir objetivos mensuráveis e possíveis, como comparecer a algumas sessões por semana e melhorar a disposição no dia a dia.

Diretrizes de atividade física para adultos reforçam que mesmo volumes moderados de exercício já trazem benefícios relevantes para a saúde. Isso significa que a evolução não depende de uma rotina extrema, mas de continuidade. Quando a meta respeita a fase de adaptação, o treino deixa de ser um evento isolado e passa a fazer parte da rotina.

2. Priorize a técnica antes da carga

No começo, a execução correta vale mais do que aumentar peso, velocidade ou número de repetições. Aprender padrões básicos de movimento, como agachar, empurrar, puxar e estabilizar o tronco, ajuda a distribuir melhor o esforço e a reduzir compensações que podem sobrecarregar articulações e músculos.

Essa lógica também favorece resultados mais consistentes. Um exercício mal executado pode parecer mais intenso, mas nem sempre trabalha o grupo muscular desejado com eficiência. Em ambientes com diferentes modalidades e níveis de suporte, buscar orientação e conhecer as opções de treino perto de mim pode facilitar a escolha de práticas mais compatíveis com o estágio inicial e com o objetivo pretendido.

3. Respeite a progressão do corpo

A adaptação ao exercício acontece de forma gradual. Músculos, tendões, sistema cardiovascular e coordenação motora precisam de tempo para responder ao novo estímulo. Por isso, aumentar volume, carga ou intensidade de uma só vez tende a elevar desconfortos desnecessários e risco de interrupção da rotina.

O princípio da progressão é central nas recomendações do American College of Sports Medicine. Na prática, isso significa evoluir um elemento por vez, como acrescentar alguns minutos de atividade, uma série extra ou pequena elevação de carga, sempre com boa execução. O corpo costuma responder melhor quando o avanço é previsível e sustentável.

4. Inclua aquecimento de forma consistente

O aquecimento prepara o organismo para o esforço principal e não deve ser tratado como detalhe. Alguns minutos de movimentos leves e progressivos ajudam a elevar a temperatura corporal, melhorar a mobilidade e aumentar a prontidão neuromuscular para exercícios aeróbicos ou de força.

Para iniciantes, esse momento também cumpre função pedagógica. Ele permite perceber rigidez, cansaço acumulado ou limitações daquele dia antes de começar a parte principal do treino. Um início brusco, sem preparação, pode prejudicar o desempenho e tornar a sessão mais desconfortável do que precisa ser.

5. Alterne estímulo e recuperação

Treinar bem não significa apenas realizar esforço, mas também reservar tempo para recuperação. O descanso entre sessões ajuda o organismo a reparar tecidos, adaptar-se à carga e retornar em melhores condições para o treino seguinte. Sem esse intervalo, a tendência é acumular fadiga e reduzir qualidade de execução.

Isso vale especialmente para treinos de força em grupos musculares semelhantes em dias consecutivos. Iniciantes costumam interpretar dor muscular tardia como sinal obrigatório de progresso, mas desconforto intenso e persistente pode indicar excesso. Recuperação adequada, sono regular e distribuição equilibrada da semana são partes do processo, não pausas improdutivas.

6. Combine exercícios aeróbicos e de força

Uma rotina equilibrada costuma reunir diferentes estímulos. Atividades aeróbicas contribuem para condicionamento cardiorrespiratório, disposição e controle metabólico. Já os exercícios de força são importantes para massa muscular, funcionalidade, proteção articular e autonomia nas tarefas diárias.

Órgãos de saúde pública recomendam que adultos incluam ambos os componentes ao longo da semana. Para quem está começando, essa combinação pode ser simples: sessões curtas de caminhada, bicicleta ou esteira associadas a exercícios básicos de resistência. O ponto principal não é complexidade, mas regularidade com boa tolerância física.

7. Observe hidratação e sinais de fadiga

A percepção de esforço é uma ferramenta valiosa para iniciantes. Queda abrupta de rendimento, tontura, falta de ar desproporcional, dor aguda e sensação de exaustão fora do esperado merecem atenção. Nem todo desconforto faz parte de uma adaptação normal, e insistir apesar de sinais claros pode ser contraproducente.

A hidratação também participa desse cuidado. Em sessões mais intensas, em ambientes quentes ou quando há sudorese elevada, a reposição de líquidos ajuda a preservar desempenho e bem-estar. Quando sintomas são persistentes, especialmente em pessoas com condições pré-existentes, a conduta mais segura é buscar avaliação profissional antes de manter a rotina sem ajustes.

8. Valorize a constância acima da intensidade

Para a maior parte dos iniciantes, o maior desafio não é descobrir o treino perfeito, mas manter uma prática viável por tempo suficiente para que os resultados apareçam. Rotinas muito exigentes no começo podem até gerar empolgação inicial, porém costumam ser difíceis de sustentar em semanas com trabalho, estudo e outras responsabilidades.

Constância cria adaptação, confiança e percepção de progresso. Sessões bem planejadas, ainda que simples, tendem a produzir mais benefícios do que picos de esforço seguidos por longas interrupções. Quando o treino se encaixa na realidade de vida, ele deixa de depender apenas de motivação momentânea e passa a se apoiar em hábito.

9. Busque orientação ao lidar com limitações

Nem todo iniciante parte do mesmo ponto. Histórico de lesões, dores recorrentes, hipertensão, diabetes, obesidade, gestação ou longos períodos de sedentarismo podem exigir ajustes de intensidade, seleção de exercícios e monitoramento mais cuidadoso. Nesses casos, personalização deixa de ser luxo e passa a ser medida de segurança.

As evidências sobre exercício são amplamente favoráveis, mas também ressaltam a importância de triagem e prescrição adequadas quando existem condições clínicas relevantes. Diante de sintomas, restrições funcionais ou receio persistente para começar, o acompanhamento de profissional de educação física e, quando necessário, de equipe de saúde, tende a tornar o processo mais seguro e eficiente.

Começar bem costuma ser mais importante do que começar com pressa. Quando o treino respeita o ritmo de adaptação, a evolução tende a ser mais estável, segura e duradoura.

Referências

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Physical activity guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/education-resources/trending-topics-resources/physical-activity-guidelines/.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. ACSM publishes updated resistance training guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/resistance-training-guidelines-update-2026/.

CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Adult activity: an overview. 2023. Disponível em: https://www.cdc.gov/physical-activity-basics/guidelines/adults.html.

U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. Physical activity guidelines for Americans. 2018. Disponível em: https://health.gov/sites/default/files/2019-09/PhysicalActivityGuidelines2ndedition.pdf.

NYE, N. S. et al. Universal training precautions: a review of evidence and recommendations for prevention of exercise-related injury, illness, and death in warfighters and athletes. 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10176841/pdf/i1938-162X-58-3-232.pdf

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Sindsef/RO aciona Justiça Federal e cobra cumprimento imediato de liminar para reenquadramento de servidores – Geral – WEB TV ALTERNATIVA

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Começar a treinar costuma despertar duas reações ao mesmo tempo: entusiasmo e insegurança. A vontade de melhorar o condicionamento, ganhar força ou simplesmente sair do sedentarismo convive com dúvidas bastante comuns sobre intensidade, frequência, execução e risco de lesões. Por isso, o início precisa ser tratado menos como um teste de resistência e mais como uma fase de adaptação inteligente.

As recomendações de saúde e treinamento apontam que os melhores resultados para iniciantes tendem a surgir quando a rotina combina regularidade, progressão gradual e atenção aos sinais do corpo. Nesse contexto, alguns cuidados simples ajudam a construir consistência, reduzir desconfortos evitáveis e tornar o treino mais sustentável ao longo das semanas.

1. Comece com metas realistas

Um dos erros mais comuns no início é transformar motivação em excesso. Estabelecer metas muito ambiciosas, como treinar todos os dias ou buscar mudanças rápidas no corpo, costuma gerar frustração e abandono precoce. Para iniciantes, o mais eficaz é definir objetivos mensuráveis e possíveis, como comparecer a algumas sessões por semana e melhorar a disposição no dia a dia.

Diretrizes de atividade física para adultos reforçam que mesmo volumes moderados de exercício já trazem benefícios relevantes para a saúde. Isso significa que a evolução não depende de uma rotina extrema, mas de continuidade. Quando a meta respeita a fase de adaptação, o treino deixa de ser um evento isolado e passa a fazer parte da rotina.

2. Priorize a técnica antes da carga

No começo, a execução correta vale mais do que aumentar peso, velocidade ou número de repetições. Aprender padrões básicos de movimento, como agachar, empurrar, puxar e estabilizar o tronco, ajuda a distribuir melhor o esforço e a reduzir compensações que podem sobrecarregar articulações e músculos.

Essa lógica também favorece resultados mais consistentes. Um exercício mal executado pode parecer mais intenso, mas nem sempre trabalha o grupo muscular desejado com eficiência. Em ambientes com diferentes modalidades e níveis de suporte, buscar orientação e conhecer as opções de treino perto de mim pode facilitar a escolha de práticas mais compatíveis com o estágio inicial e com o objetivo pretendido.

3. Respeite a progressão do corpo

A adaptação ao exercício acontece de forma gradual. Músculos, tendões, sistema cardiovascular e coordenação motora precisam de tempo para responder ao novo estímulo. Por isso, aumentar volume, carga ou intensidade de uma só vez tende a elevar desconfortos desnecessários e risco de interrupção da rotina.

O princípio da progressão é central nas recomendações do American College of Sports Medicine. Na prática, isso significa evoluir um elemento por vez, como acrescentar alguns minutos de atividade, uma série extra ou pequena elevação de carga, sempre com boa execução. O corpo costuma responder melhor quando o avanço é previsível e sustentável.

4. Inclua aquecimento de forma consistente

O aquecimento prepara o organismo para o esforço principal e não deve ser tratado como detalhe. Alguns minutos de movimentos leves e progressivos ajudam a elevar a temperatura corporal, melhorar a mobilidade e aumentar a prontidão neuromuscular para exercícios aeróbicos ou de força.

Para iniciantes, esse momento também cumpre função pedagógica. Ele permite perceber rigidez, cansaço acumulado ou limitações daquele dia antes de começar a parte principal do treino. Um início brusco, sem preparação, pode prejudicar o desempenho e tornar a sessão mais desconfortável do que precisa ser.

5. Alterne estímulo e recuperação

Treinar bem não significa apenas realizar esforço, mas também reservar tempo para recuperação. O descanso entre sessões ajuda o organismo a reparar tecidos, adaptar-se à carga e retornar em melhores condições para o treino seguinte. Sem esse intervalo, a tendência é acumular fadiga e reduzir qualidade de execução.

Isso vale especialmente para treinos de força em grupos musculares semelhantes em dias consecutivos. Iniciantes costumam interpretar dor muscular tardia como sinal obrigatório de progresso, mas desconforto intenso e persistente pode indicar excesso. Recuperação adequada, sono regular e distribuição equilibrada da semana são partes do processo, não pausas improdutivas.

6. Combine exercícios aeróbicos e de força

Uma rotina equilibrada costuma reunir diferentes estímulos. Atividades aeróbicas contribuem para condicionamento cardiorrespiratório, disposição e controle metabólico. Já os exercícios de força são importantes para massa muscular, funcionalidade, proteção articular e autonomia nas tarefas diárias.

Órgãos de saúde pública recomendam que adultos incluam ambos os componentes ao longo da semana. Para quem está começando, essa combinação pode ser simples: sessões curtas de caminhada, bicicleta ou esteira associadas a exercícios básicos de resistência. O ponto principal não é complexidade, mas regularidade com boa tolerância física.

7. Observe hidratação e sinais de fadiga

A percepção de esforço é uma ferramenta valiosa para iniciantes. Queda abrupta de rendimento, tontura, falta de ar desproporcional, dor aguda e sensação de exaustão fora do esperado merecem atenção. Nem todo desconforto faz parte de uma adaptação normal, e insistir apesar de sinais claros pode ser contraproducente.

A hidratação também participa desse cuidado. Em sessões mais intensas, em ambientes quentes ou quando há sudorese elevada, a reposição de líquidos ajuda a preservar desempenho e bem-estar. Quando sintomas são persistentes, especialmente em pessoas com condições pré-existentes, a conduta mais segura é buscar avaliação profissional antes de manter a rotina sem ajustes.

8. Valorize a constância acima da intensidade

Para a maior parte dos iniciantes, o maior desafio não é descobrir o treino perfeito, mas manter uma prática viável por tempo suficiente para que os resultados apareçam. Rotinas muito exigentes no começo podem até gerar empolgação inicial, porém costumam ser difíceis de sustentar em semanas com trabalho, estudo e outras responsabilidades.

Constância cria adaptação, confiança e percepção de progresso. Sessões bem planejadas, ainda que simples, tendem a produzir mais benefícios do que picos de esforço seguidos por longas interrupções. Quando o treino se encaixa na realidade de vida, ele deixa de depender apenas de motivação momentânea e passa a se apoiar em hábito.

9. Busque orientação ao lidar com limitações

Nem todo iniciante parte do mesmo ponto. Histórico de lesões, dores recorrentes, hipertensão, diabetes, obesidade, gestação ou longos períodos de sedentarismo podem exigir ajustes de intensidade, seleção de exercícios e monitoramento mais cuidadoso. Nesses casos, personalização deixa de ser luxo e passa a ser medida de segurança.

As evidências sobre exercício são amplamente favoráveis, mas também ressaltam a importância de triagem e prescrição adequadas quando existem condições clínicas relevantes. Diante de sintomas, restrições funcionais ou receio persistente para começar, o acompanhamento de profissional de educação física e, quando necessário, de equipe de saúde, tende a tornar o processo mais seguro e eficiente.

Começar bem costuma ser mais importante do que começar com pressa. Quando o treino respeita o ritmo de adaptação, a evolução tende a ser mais estável, segura e duradoura.

Referências

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. Physical activity guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/education-resources/trending-topics-resources/physical-activity-guidelines/.

AMERICAN COLLEGE OF SPORTS MEDICINE. ACSM publishes updated resistance training guidelines. 2026. Disponível em: https://acsm.org/resistance-training-guidelines-update-2026/.

CENTERS FOR DISEASE CONTROL AND PREVENTION. Adult activity: an overview. 2023. Disponível em: https://www.cdc.gov/physical-activity-basics/guidelines/adults.html.

U.S. DEPARTMENT OF HEALTH AND HUMAN SERVICES. Physical activity guidelines for Americans. 2018. Disponível em: https://health.gov/sites/default/files/2019-09/PhysicalActivityGuidelines2ndedition.pdf.

NYE, N. S. et al. Universal training precautions: a review of evidence and recommendations for prevention of exercise-related injury, illness, and death in warfighters and athletes. 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC10176841/pdf/i1938-162X-58-3-232.pdf

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Congresso aprova exame obrigatório para exercício da medicina – Nacional – WEB TV ALTERNATIVA

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O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia (IFRO), Campus Ji-Paraná, está com inscrições abertas para 80 vagas no curso técnico em Florestas integrado ao Ensino Médio. A oferta faz parte do Processo Seletivo Unificado (PSU) 2027/1, com ingresso no primeiro semestre de 2027. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas até 25 de outubro, pelo Portal de Seleção do IFRO.

O curso, que tem duração de três anos, será ofertado na modalidade presencial, com aulas nos turnos matutino e vespertino. A formação permite cursar o Ensino Médio e obter a habilitação técnica em Florestas, com matrícula única. Não há cobrança de taxa de inscrição, matrícula ou mensalidades.

Para ingressar, o candidato deve ter concluído o Ensino Fundamental até o momento da matrícula. Candidatos menores de 18 anos não emancipados devem contar com a participação de seu responsável legal nos atos formais do processo seletivo.

Inscreva-se clicando aqui.

Formação e atuação profissional

Vinculado ao eixo tecnológico de Recursos Naturais, o curso técnico em Florestas prepara profissionais para atuar na produção, no manejo sustentável e na utilização de recursos florestais, além de desenvolver atividades de preservação e conservação ambiental.

Saiba mais sobre o curso

A preparação técnica abrange atividades como construção de viveiros, produção de mudas, coleta e conservação de sementes, inventário florestal e manejo de florestas nativas e comerciais.

Entre as possibilidades de atuação apresentadas pelo curso estão a administração de unidades de conservação e de produção florestal, o monitoramento de fauna e flora silvestres e a elaboração de documentos técnicos da área. A matriz curricular inclui componentes como Botânica, Ecologia Florestal, Geoprocessamento, Legislação Florestal, Sementes e Viveiros e Inventário e Manejo Florestal.

Inscrições e classificação

Para se inscrever no processo seletivo, é necessário acessar o Portal de Seleção do IFRO, consultar o edital referente aos cursos técnicos integrados, selecionar o Campus Ji-Paraná, o curso técnico em Florestas e o turno integral.

No momento da inscrição, o candidato deve ter em mãos CPF, documento oficial de identificação e Histórico Escolar do Ensino Fundamental, Boletim Escolar oficial ou documento equivalente. O candidato deverá preencher os dados pessoais, responder ao questionário socioeconômico, informar as notas ou os conceitos escolares e selecionar a modalidade de concorrência.

A seleção será realizada em etapa única, sem aplicação de prova, com classificação pelo desempenho escolar. Serão consideradas as notas nas disciplinas de Língua Portuguesa, Matemática, Ciências, História e Geografia do 6º ao 8º ano do Ensino Fundamental, conforme os procedimentos previstos no edital.

Ensino médio em Ji-Paraná

Além de Florestas, o IFRO Campus Ji-Paraná também está com vagas abertas para os cursos técnicos integrados ao Ensino Médio em Informática e em Química. São ofertadas 80 vagas em cada curso, com aulas presenciais nos turnos matutino e vespertino.

Os candidatos devem acompanhar o Portal de Seleção do IFRO para consultar resultados, convocações e eventuais alterações no cronograma.

Dúvidas podem ser esclarecidas com a Coordenação de Registros Acadêmicos do Campus Ji-Paraná, pelo e-mail cra.jiparana@ifro.edu.br ou pelos telefones (69) 2183-6907, com atendimento também pelo WhatsApp, e (69) 2183-6908.

Acesse o edital dos cursos técnicos integrados ao Ensino Médio.

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Senado vai promulgar fim da escala 6×1 nesta sexta – Nacional

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), promulga nesta sexta-feira (16) a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 221), que acaba com a escala um dia de descanso a cada seis de trabalho no país, a escala 6×1.

Na mesma sessão solene desta sexta, o parlamentar, que é também presidente do Congresso Nacional, escreveu que vai assinar também a PEC 14, que prevê aposentadoria especial aos agentes comunitários de saúde e aos agentes de combate às endemias.

“Solicito a todos que compareçam para que possamos celebrar a aprovação dessas emendas de grande importância para o povo brasileiro”, escreveu o parlamentar em documento para os senadores.

Prazos

O plenário do Senado aprovou PEC que colocou fim à escala 6×1 na noite da última quarta-feira (14) com 75 votos a favor e apenas um contrário, em ambos os turnos.

Pelo texto aprovado no Senado, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.

O texto aprovado prevê descanso remunerado obrigatório de dois dias por semana, em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.

Agentes de saúde

Também prevista para promulgação na sexta, a PEC 14/21 cria regras específicas para aposentadoria diferenciada aos agentes comunitários de saúde (ACS) e aos agentes de combate às endemias (ACE).

A legislação cria requisitos diferenciados de aposentadoria para os profissionais no Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e no Regime Geral de Previdência Social (RGPS), com idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 anos para homens, condicionada a 25 anos de contribuição e de efetivo exercício na atividade.

FonteVia: rondoniagora

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