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Após notificações do MPF, empresa cumpre acordo e entrega equipamentos à PRF em Rondônia – Geral

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O Ministério Público Federal (MPF) em Rondônia confirmou o cumprimento integral de uma obrigação prevista em Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado com a empresa Chapada Transportes Ltda., que se comprometeu a doar equipamentos à Superintendência da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Rondônia. A regularização ocorreu após o MPF identificar pendências na entrega dos bens, realizar novas notificações e solicitar esclarecimentos à empresa e à PRF.

O acordo foi firmado no âmbito de inquérito civil que apura a prática reiterada de infrações por excesso de peso pela transportadora. Pelo TAC, a empresa deveria destinar equipamentos à PRF, em entregas parceladas, totalizando inicialmente R$ 97.889,62.

Durante o acompanhamento do acordo, o MPF constatou que havia parcelas vencidas e indícios de descumprimento das obrigações assumidas. Diante da situação, a empresa foi notificada para explicar o atraso e regularizar as pendências, sob a advertência de que o acordo poderia ser executado judicialmente caso o descumprimento persistisse.

Na sequência, o MPF realizou novas diligências, encaminhando as informações apresentadas pela transportadora à PRF e solicitando a confirmação do recebimento dos equipamentos. Em uma das respostas, a corporação informou que três itens ainda estavam pendentes. O MPF, então, voltou a notificar a empresa para que informasse a previsão de entrega dos bens restantes.

Após as cobranças, a Chapada Transportes providenciou a entrega dos itens pendentes. Em resposta ao MPF, a PRF confirmou o recebimento integral dos equipamentos previstos no acordo, cujo valor total foi registrado em R$ 97.895,25.

Com a confirmação, o procurador da República Raphael Luis Pereira Bevilaqua reconheceu o cumprimento integral da obrigação prevista na cláusula terceira, inciso II, do TAC. O inquérito civil, porém, não foi arquivado. O despacho determina que, após a conclusão e a certificação das providências administrativas, os autos sejam encaminhados à assessoria para elaboração de minuta de arquivamento.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Pequenas trocas sustentáveis para incluir na rotina do dia a dia – Negócios

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Imagem de Pavel Danilyuk no Pexels

Uma rotina mais sustentável não precisa começar com grandes compras ou mudanças radicais. Muitas vezes, o ponto de partida está em situações conhecidas: alimentos esquecidos na geladeira, embalagens recebidas sem necessidade e objetos substituídos antes de perderem a utilidade. Observar esses momentos ajuda a encontrar ajustes que cabem no orçamento e na organização da casa.

O desafio é transformar intenção em hábito, sem criar novas complicações. Uma troca funciona melhor quando resolve uma necessidade concreta e pode ser repetida no trabalho, nas compras ou durante os passeios. Aproveitar o que já existe, planejar pequenas decisões e evitar aquisições por impulso são caminhos possíveis para começar.

1. Aproveite os objetos disponíveis antes de comprar alternativas

Antes de adquirir um produto apresentado como sustentável, vale conferir o que já está disponível em casa. Sacolas guardadas, recipientes em boas condições e utensílios esquecidos podem atender à mesma necessidade. A troca mais coerente nem sempre envolve uma compra: pode ser apenas colocar um objeto existente novamente em circulação, em vez de deixá-lo parado no armário.

Uma organização simples facilita esse aproveitamento. Sacolas podem ficar próximas à porta, enquanto potes com tampas correspondentes devem ocupar um espaço acessível. Quando esses itens ficam escondidos ou separados, aumenta a chance de recorrer a alternativas descartáveis por conveniência. Também convém avaliar se determinado recipiente é adequado ao uso pretendido, especialmente quando haverá contato com alimentos.

A substituição faz sentido quando o objeto deixa de funcionar, não atende à rotina ou apresenta danos que comprometem o uso. Até esse momento, conservação e organização ajudam a evitar compras desnecessárias.

2. Planeje as refeições com base no que precisa ser consumido

O planejamento das refeições pode começar pela geladeira, e não por um cardápio idealizado. Folhas próximas de perder o frescor, frutas maduras e ingredientes já abertos merecem atenção antes da próxima compra. Essa observação permite montar combinações possíveis e evita levar para casa alimentos que disputarão espaço com produtos ainda disponíveis.

Uma lista vinculada às refeições previstas ajuda a ajustar quantidades. Se haverá poucos almoços em casa, comprar grandes volumes de alimentos perecíveis pode não compensar, mesmo diante de uma promoção. Porções menores, compradas conforme a necessidade, tendem a ser mais compatíveis com agendas que mudam ao longo da semana.

Preparações prontas devem ser armazenadas adequadamente, identificadas e consumidas dentro de condições seguras. Aproveitamento não significa insistir em alimentos com sinais de deterioração. Quando houver dúvida sobre conservação, a segurança alimentar deve prevalecer sobre a intenção de evitar desperdício.

3. Substitua descartáveis em situações recorrentes

Os descartáveis mais fáceis de substituir são aqueles associados a ocasiões previsíveis, como a água levada ao trabalho ou a bebida consumida no trajeto. Identificar esses momentos permite preparar uma alternativa antes de sair. A escolha precisa considerar transporte, limpeza e possibilidade de reabastecimento, para que o objeto não acabe abandonado em casa.

Nesse contexto, uma garrafa de água reutilizável pode integrar a organização da bolsa ou da mochila. Capacidade compatível com o percurso, fechamento adequado e facilidade de higienização são critérios úteis. O benefício da troca depende do uso continuado, e não apenas da aquisição de um novo recipiente.

O mesmo raciocínio vale para talheres e copos: levar apenas o necessário evita excesso de acessórios. A limpeza deve seguir as orientações do fabricante, com atenção a tampas, vedações e outras partes que entram em contato com a bebida ou o alimento.

4. Escolha produtos com menos embalagem

Nas compras, vale observar quais embalagens têm uma função necessária e quais apenas acrescentam volume. Um produto já protegido pode dispensar outra sacola; frutas selecionadas individualmente nem sempre precisam de vários envoltórios. A decisão deve respeitar as condições de transporte e conservação, sem comprometer a integridade dos alimentos ou dificultar o manuseio.

Comprar a granel pode ser uma alternativa quando permite adquirir a quantidade realmente necessária. Entretanto, a opção exige atenção à higiene do estabelecimento, ao armazenamento e às regras para recipientes levados de casa. Embalagens maiores também merecem avaliação: deixam de ser uma escolha conveniente quando parte do conteúdo acaba vencendo antes do consumo.

Depois da compra, o descarte precisa acompanhar as regras da coleta local. Separar materiais sem conhecer o destino disponível pode gerar confusão. A orientação do serviço municipal ou da cooperativa responsável ajuda a organizar uma separação compatível com a realidade do bairro.

5. Priorize reparos e cuidados que prolonguem o uso

Uma costura solta, uma peça substituível ou um móvel com acabamento desgastado não significam necessariamente o fim da vida útil do objeto. Antes do descarte, vale verificar a possibilidade de reparo e comparar custo, condição geral e utilidade. Em muitos casos, um ajuste pontual permite manter algo que ainda atende bem à rotina.

Cuidados cotidianos também fazem diferença. Respeitar instruções de lavagem, secagem e armazenamento evita danos desnecessários. Para aparelhos elétricos ou itens cuja falha possa causar acidentes, a avaliação deve ser feita por assistência qualificada. Prolongar o uso não significa improvisar consertos inseguros nem manter equipamentos com funcionamento comprometido.

6. Agrupe deslocamentos e avalie outros meios de transporte

Resolver tarefas próximas no mesmo percurso pode evitar viagens repetidas. Mercado, retirada de encomendas e outros compromissos podem ser organizados por região, desde que os horários permitam. Essa mudança depende mais de planejamento do que de equipamentos ou gastos adicionais.

Para trajetos curtos, caminhada, bicicleta ou transporte coletivo podem ser considerados conforme distância, acessibilidade, clima e segurança. Não existe uma solução adequada para todas as pessoas. O objetivo é reconhecer oportunidades reais de mudança, sem ignorar limitações físicas, responsabilidades familiares ou a infraestrutura disponível.

Como manter as trocas sustentáveis na rotina

Pequenas trocas ganham sentido quando permanecem na rotina. Aproveitar recursos existentes e ajustar escolhas recorrentes costuma ser um começo mais consistente do que buscar uma transformação perfeita de uma só vez.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Residência médica: como se preparar para os desafios da prática clínica real – Negócios

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Imagem de Tima Miroshnichenko no Pexels

A entrada na residência médica muda a relação com o conhecimento. Diante de um paciente, não basta reconhecer uma doença: é necessário organizar informações incompletas, definir prioridades, comunicar decisões e acompanhar a resposta ao cuidado. Tudo isso acontece em serviços com rotinas, recursos e equipes diferentes.

A preparação para essa etapa combina estudo, prática supervisionada e compreensão dos processos assistenciais. O objetivo não é eliminar toda dúvida antes do primeiro plantão, mas desenvolver condições para reconhecer limites, procurar apoio e transformar experiências clínicas em aprendizado consistente.

Como funciona a autonomia supervisionada na residência

A residência articula assistência e aprendizagem. A responsabilidade aumenta conforme as competências demonstradas, mas essa progressão não deve ser confundida com atuação sem apoio. Conhecer a organização da supervisão é tão importante quanto revisar os temas da especialidade.

Antes de uma rotação, cabe esclarecer quem responde pelas decisões, como acionar a preceptoria e quais atividades exigem acompanhamento direto. Procedimentos ainda não dominados, deterioração clínica e incertezas relevantes pedem avaliação do profissional responsável.

Os requisitos do ACGME, entidade que acredita programas de residência nos Estados Unidos, destacam supervisão proporcional às capacidades do residente. No Brasil, essa referência não substitui as regras do programa, as atribuições da preceptoria ou os protocolos institucionais.

Como desenvolver o raciocínio clínico diante de incertezas

Na prática, os casos raramente chegam com todos os elementos de uma questão de prova. História, exame físico e exames complementares podem apresentar lacunas ou resultados discordantes. A preparação precisa incluir discussão de casos, justificativa das hipóteses e revisão das decisões com supervisão.

Uma síntese útil reúne o problema principal, os achados que sustentam as hipóteses e as informações ainda necessárias. Também diferencia a explicação mais provável das possibilidades graves que precisam ser consideradas. Essa organização ajuda a evitar que uma impressão inicial encerre prematuramente a investigação.

Na discussão com o preceptor, explicitar a dúvida permite uma orientação mais precisa. Depois, comparar a hipótese inicial com a evolução observada ajuda a identificar quais informações foram valorizadas ou negligenciadas.

Como organizar o estudo a partir dos casos atendidos

O contato com pacientes revela necessidades de aprendizagem específicas. Uma dificuldade na interpretação de um exame pode exigir revisão de fundamentos; uma dúvida sobre tratamento pede consulta a recomendações atualizadas e ao protocolo local. São demandas diferentes, que não precisam receber a mesma abordagem.

A seleção do material deve considerar autoria especializada, edição, referências, profundidade e adequação à etapa de formação. Para estudantes e residentes que precisam consolidar fundamentos e compreender decisões clínicas, os livros de medicina podem integrar uma trilha temática de estudo. Formatos digitais ou impressos atendem a rotinas distintas, enquanto recursos multimídia, quando disponíveis, complementam a compreensão de procedimentos e conceitos.

Uma revisão sistemática de Trumble e colaboradores encontrou benefícios da prática distribuída e da recuperação ativa para o desempenho acadêmico em profissões da saúde. Retomar conteúdos em sessões separadas e tentar explicá-los sem consulta pode apoiar a aprendizagem, mas melhores notas não equivalem, automaticamente, a competência assistencial.

Passagem de plantão e comunicação com a equipe

Uma passagem de plantão precisa transmitir mais do que diagnósticos. A equipe que assume necessita conhecer a condição atual, as tarefas pendentes, os riscos previstos e as situações que exigem reavaliação. Registros claros e comunicação verbal estruturada cumprem funções complementares.

O estudo de Starmer e colaboradores associou a implementação do programa I-PASS à redução de erros médicos e eventos adversos evitáveis. A intervenção combinou padronização, treinamento e acompanhamento; portanto, o resultado não deve ser atribuído apenas a uma sigla.

Na preparação, exercícios de passagem de caso podem receber feedback da preceptoria. Na assistência, cabe utilizar o modelo institucional e confirmar a compreensão das informações críticas, inclusive quando houver mudança de conduta.

Segurança do paciente na rotina dos plantões

Segurança do paciente envolve identificação correta, prevenção de infecções, uso seguro de medicamentos e comunicação efetiva. O Programa Nacional de Segurança do Paciente reúne diretrizes para reduzir riscos assistenciais, enquanto o guia curricular da OMS incorpora essas dimensões à formação em saúde.

Antes dos plantões, é importante conhecer os fluxos de prescrição, os sistemas de registro e os procedimentos de notificação de incidentes. A conferência de alergias e a identificação de informações contraditórias não devem depender exclusivamente da memória.

Dúvidas sobre medicamentos, procedimentos ou protocolos exigem consulta às referências institucionais e à equipe responsável. Materiais educacionais apoiam o entendimento, mas não substituem avaliação individual, supervisão ou recomendações atualizadas para cada situação.

Feedback, fadiga e limites na residência

A avaliação formativa é mais útil quando descreve comportamentos observáveis. Em vez de comentários vagos, a discussão pode apontar uma informação ausente na anamnese, uma justificativa incompleta ou uma falha na comunicação. A correção deve resultar em uma meta concreta para os próximos atendimentos.

A fadiga também merece atenção. O ACGME inclui medidas de reconhecimento e mitigação desse risco nos requisitos de formação. Sonolência importante ou dificuldade para manter a atenção justificam comunicação à supervisão e acionamento dos mecanismos de apoio do serviço.

O que significa estar preparado para a residência

Preparação consistente não significa resistência ilimitada. Significa aprender com acompanhamento, reconhecer limites e proteger as condições necessárias ao cuidado.

A maturidade clínica se constrói quando conhecimento, supervisão e reflexão orientam a prática. A confiança profissional ganha fundamento na capacidade de decidir e também de pedir ajuda.

Referências

ACCREDITATION COUNCIL FOR GRADUATE MEDICAL EDUCATION. Common program requirements: Residency. 2026. Disponível em: https://www.acgme.org/globalassets/pfassets/programrequirements/2026-prs/cprresidency_2026.pdf.

BRASIL. Ministério da Saúde. Segurança do paciente. [s.d.]. Disponível em: https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saes/seguranca-do-paciente.

ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Guia curricular de segurança do paciente: Edição multiprofissional. [s.d.]. Disponível em: https://www.who.int/docs/default-source/patient-safety/9788555268502-por.pdf?sfvrsn=9e58a092_1.

STARMER, A. J. et al. Changes in medical errors after implementation of a handoff program. New England Journal of Medicine, 2014. Disponível em: https://www.nejm.org/doi/full/10.1056/NEJMsa1405556.

TRUMBLE, E. et al. Systematic review of distributed practice and retrieval practice in health professions education. 2023. Disponível em: https://pmc.ncbi.nlm.nih.gov/articles/PMC11078833/.

Rondoniagora.com

Fonte: Via: rondoniagora

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Nota Legal Rondoniense sorteia R$ 160 mil em prêmios no próximo dia 29 – Geral

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Cidadania fiscal

O programa Nota Legal Rondoniense vai sortear R$ 160 mil em prêmios no próximo dia 29 de outubro, às 11h, durante transmissão ao vivo em um programa de televisão local. A iniciativa do governo de Rondônia por meio da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin) vai contemplar 14 participantes cadastrados que solicitaram a inclusão do CPF na nota fiscal em suas compras.

O sorteio tem como objetivo incentivar a cidadania fiscal e ampliar a conscientização da população sobre a importância da emissão de documentos fiscais. Ao solicitar a nota, o consumidor fortalece a transparência nas relações comerciais, garante seus direitos e contribui para os investimentos realizados pelo governo de Rondônia em áreas essenciais à população.

Incentivo à cidadania fiscal

Nesta edição serão distribuídos cinco prêmios de R$ 5 mil, três de R$ 10 mil, três de R$ 15 mil e três de R$ 20 mil, totalizando R$ 160 mil em premiações. Os valores divulgados são brutos e estão sujeitos ao desconto de 30% de Imposto de Renda, conforme previsto na legislação federal.

Criado para estimular a participação ativa dos consumidores no controle social da arrecadação tributária, o Nota Legal Rondoniense também oferece prêmios instantâneos por meio das raspadinhas virtuais disponíveis no aplicativo. Os participantes ainda podem destinar créditos para entidades sociais sem fins lucrativos cadastradas no programa.

O programa é coordenado pela Secretaria de Estado de Finanças (Sefin) e conta com a participação dos consumidores cadastrados em todo o estado. As informações sobre o regulamento, sorteios e acompanhamento dos bilhetes podem ser consultadas diretamente no aplicativo Nota Legal Rondoniense.

Para o secretário de Estado de Finanças, Franco Maegaki Ono, o crescimento do programa demonstra o interesse da população em participar das iniciativas promovidas pelo estado. “O Nota Legal reúne benefícios que alcançam diferentes públicos. O cidadão concorre a prêmios, as entidades sociais recebem apoio e o estado fortalece ações de educação fiscal. É uma iniciativa que gera resultados positivos em várias frentes”, enfatizou.

Como participar

Para concorrer, o consumidor deve estar cadastrado no Nota Legal Rondoniense, disponível no Sefin App, aplicativo da Secretaria de Estado de Finanças (Sefin). Além de permitir o acesso ao programa, a plataforma reúne diversos serviços digitais da Secretaria, como emissão de certidões, consulta a débitos e geração de documentos fiscais.

Após realizar o cadastro, basta solicitar a inclusão do CPF na nota fiscal durante as compras realizadas em estabelecimentos participantes. A cada R$ 50 acumulados em compras com CPF na nota, o sistema gera um bilhete para concorrer aos sorteios. O consumidor pode acompanhar a quantidade de bilhetes gerados, os valores acumulados e as informações sobre os sorteios diretamente no aplicativo, na aba “Sorteio”.

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Fonte: Via: rondoniagora

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