Os desenhos devem ser produzidos individualmente, à mão, em sala de aula e sob supervisão pedagógica, utilizando uma folha de papel branco tamanho A4 e técnica livre
O concurso é destinado a estudantes de todo o país, divididos em duas categorias: Crianças, para participantes com até 11 anos, e Adolescentes, para aqueles com idade entre 12 e 17 anos, regularmente matriculados até o último ano do ensino médio.
A inscrição é gratuita e deve ser realizada exclusivamente pela escola, que poderá encaminhar até cinco desenhos por categoria, após seleção interna. As informações e orientações estão disponíveis no site oficial do CNJ: https://www.cnj.jus.br/concurso-nacional-de-desenho/.
Os desenhos devem ser produzidos individualmente, à mão, em sala de aula e sob supervisão pedagógica, utilizando uma folha de papel branco tamanho A4 e técnica livre. Os trabalhos precisam ser inéditos, autorais e originais, sem utilização de inteligência artificial ou de outros recursos tecnológicos na elaboração.
A proposta deve abordar, de forma positiva e educativa, a promoção dos direitos de crianças e adolescentes no ambiente digital, incentivando o uso consciente das tecnologias, a convivência familiar, a educação, o lazer e a proteção integral.
Cada estudante poderá concorrer com apenas um desenho e em uma única categoria. A escola deverá preencher o formulário eletrônico disponibilizado pela organização, informar os dados do estudante, do professor orientador e da instituição de ensino, além de anexar o desenho digitalizado ou fotografado em formato legível e a autorização expressa do responsável legal.
O trabalho original deverá permanecer guardado pela escola, podendo ser solicitado pela organização do concurso.
JULGAMENTO
De acordo com o cronograma atualizado, o julgamento dos desenhos pela Comissão Julgadora ocorrerá até 31 de dezembro de 2026. O resultado final está previsto para janeiro de 2027, enquanto a cerimônia de premiação deverá ocorrer entre janeiro e fevereiro de 2027. As datas são estimadas e podem sofrer alterações, que serão divulgadas nos canais oficiais da organização.
Serão premiados os três primeiros colocados de cada categoria, totalizando seis estudantes vencedores. Cada um receberá certificado de premiação e reconhecimento, um kit de materiais escolares, de arte e de pintura, além de um notebook destinado à família, com entrega ao responsável legal.
Os professores orientadores dos estudantes premiados também receberão certificado e um notebook, sendo contemplados uma única vez, mesmo que tenham orientado mais de um vencedor.
A avaliação considerará a pertinência ao tema e aos objetivos do concurso, com até 40 pontos; a criatividade e a originalidade, com até 30 pontos; e a qualidade e a expressividade da composição visual, também com até 30 pontos. A seleção será realizada separadamente por categoria, com classificação dos trabalhos em primeiro, segundo e terceiro lugares.
A escola e os participantes são responsáveis por acompanhar as publicações oficiais para verificar eventuais atualizações do cronograma.
O tema da redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2026 é “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”, conforme divulgado pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, em redes sociais.
O Enem começou a ser aplicado em todo o país a partir das 13h30 (horário de Brasília). Os portões nos locais de aplicação foram fechados às 13h.
A redação é considerada uma das principais provas a ser enfrentada pelos candidatos, uma vez que corresponde a 20% da nota final do Enem.É necessário escrever no mínimo oito e no máximo 30 linhas de texto no gênero dissertativo-argumentativo.
Cada candidato recebeu uma folha para rascunho, que deve ser passado a limpo na Folha de Redação, a única que será corrigida pelos avaliadores. Deve-se reservar um tempo específico para fazer essa transcrição, uma vez que a folha de rascunho não é levada em conta na correção.
Para ter um bom desempenho, é importante que o candidato tenha conhecimento do estilo da prova e das regras da redação do Enem, que são detalhadas no Guia do Participante.
A redação deve ser fundamentada com argumentos, com o objetivo de convencer o leitor sobre determinada opinião.
Chuva derrubou árvores em Maringá — Foto: Alex Magosso/RPC
O Paraná enfrentou momentos de tensão entre a tarde de domingo (1º) e a madrugada desta segunda-feira (2 de novembro), após fortes tempestades provocarem uma série de estragos em diferentes regiões do estado.
Os temporais foram acompanhados de rajadas de vento, chuvas intensas e queda de granizo, causando prejuízos em residências, estabelecimentos comerciais e prédios públicos.
Conforme balanço divulgado pela Defesa Civil Estadual na tarde desta segunda-feira, 21 municípios foram atingidos, aproximadamente 4 mil pessoas foram afetadas e 28 precisaram ser encaminhadas para abrigos. O levantamento também aponta 456 residências danificadas e uma completamente destruída.
As cidades de Maringá, no Noroeste, e Marquinho, na região Centro-Sul, estão entre as localidades que sofreram os maiores prejuízos.
Ventos ultrapassam 109 km/h e provocam destruição
De acordo com o Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar), a maior rajada de vento foi registrada em Altônia, no Noroeste do estado, onde a velocidade chegou a impressionantes 109,1 quilômetros por hora.
Em Maringá, o vendaval derrubou árvores, danificou imóveis, comprometeu a rede de energia elétrica e deixou ruas e avenidas interditadas.
Um dos locais atingidos foi o quartel do Corpo de Bombeiros. A força do vento arrancou parte da cobertura da unidade, provocando danos na estrutura e atingindo móveis, documentos e equipamentos eletrônicos.
Segundo uma avaliação preliminar do Simepar, Maringá pode ter sido atingida por uma supercélula, fenômeno meteorológico caracterizado pela formação de tempestades intensas e organizadas, capazes de produzir ventos extremamente fortes e destrutivos.
Granizo destrói telhados e causa prejuízos em Marquinho
No município de Marquinho, os moradores também enfrentaram momentos de preocupação. Uma intensa chuva de granizo atingiu casas, escolas, unidades de saúde, estabelecimentos comerciais e prédios pertencentes à administração municipal.
As pedras de gelo perfuraram coberturas e permitiram a entrada de água em diversos imóveis. Além dos danos estruturais, foram registrados prejuízos em móveis, eletrodomésticos e equipamentos eletrônicos, incluindo computadores utilizados em unidades escolares.
Equipes de emergência foram mobilizadas para prestar assistência às famílias atingidas e realizar o levantamento dos prejuízos.
Mais de 113 mil imóveis ficam sem energia
Os impactos das tempestades também atingiram o fornecimento de eletricidade em diferentes regiões do Paraná.
Segundo a Companhia Paranaense de Energia (Copel), mais de 113 mil imóveis permaneciam sem energia elétrica na tarde desta segunda-feira.
A concessionária informou que equipes técnicas trabalham para reparar os danos na rede e restabelecer o fornecimento nas localidades afetadas.
Defesa Civil mantém atenção diante do risco de novas tempestades
O Governo do Paraná mobilizou equipes da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros para auxiliar os municípios atingidos, realizar a retirada de árvores e prestar atendimento à população.
A previsão meteorológica indica que o estado poderá enfrentar novos episódios de instabilidade ao longo da semana, exigindo atenção redobrada dos moradores.
A Defesa Civil recomenda que a população acompanhe os alertas oficiais, evite permanecer próxima de árvores e postes durante os temporais e não atravesse áreas alagadas.
Fonte: Defesa Civil do Paraná, Simepar, Copel e Governo do Estado e G1.
De acordo com a especialista, os hormônios que a tireoide produz têm ação em praticamente todo o organismo, inclusive no cérebro. Segundo Renata, esses hormônios participam da regulação do metabolismo, da disposição, do sono, da concentração, da memória e também podem interferir no estado emocional. “Por isso, quando existe uma alteração importante na quantidade desses hormônios, o paciente pode perceber mudanças não apenas físicas, mas também na forma como se sente e se comporta”, completa.
E é justamente devido a esses sintomas que aumenta a apreensão e acende o sinal de alerta de uma possível associação entre as alterações do hormônio da tireoide com a depressão e a ansiedade.
“Eu costumo explicar que os hormônios da tireoide ajudam a determinar o ritmo em que o organismo funciona. Quando temos hormônio tireoidiano de menos, como acontece no hipotireoidismo, várias funções ficam mais lentas. Quando temos hormônio em excesso, como no hipertireoidismo, o organismo tende a ficar acelerado. E o cérebro acompanha essas alterações. Por isso, algumas doenças da tireoide podem se manifestar inicialmente com sintomas que parecem apenas emocionais ou psiquiátricos”, explica Renata.
No caso do hipotireoidismo, por exemplo, o paciente pode relatar sintomas depressivos. Já no hipertireoidismo, a ansiedade, o nervosismo e a irritabilidade é que chamam mais a atenção. Apesar da associação, Renata ressalta que ter ansiedade ou depressão não significa automaticamente ter uma doença da tireoide, já que são condições muito frequentes na população e que podem existir independentemente da tireoide.
Confusão com os sintomas
Mas como saber quando depressão e ansiedade estão ligadas diretamente a doenças da tireoide? Essa confusão acontece justamente porque vários sintomas são comuns às duas situações.
O que vai diferenciar os diagnósticos é quando, em ambas as doenças, os sintomas emocionais aparecerem associados a outros sinais físicos. Renata explica que, no caso de hipotireoidismo, o paciente por ter intolerância ao frio, pele mais seca, constipação intestinal, queda de cabelo, alteração menstrual, aumento do colesterol e alguma tendência ao ganho de peso.
No hipertireoidismo, acrescenta, o quadro é de palpitações, aumento da frequência cardíaca, tremores nas mãos, suor excessivo, intolerância ao calor, perda de peso (apesar de manter ou até aumentar a alimentação), aumento do funcionamento intestinal e fraqueza muscular.
No entanto, embora os sintomas sejam característicos da alteração hormonal, via tireoide, a certeza científica e prática é por meio do exame de sangue. A médica explica que o TSH é o principal exame inicial para avaliação da função da tireoide, geralmente complementado pelo T4 livre, quando necessário. No hipertireoidismo, em determinadas situações, é avaliado também o T3.
“E existe ainda uma terceira possibilidade que eu sempre gosto de lembrar: o paciente pode ter as duas condições. Uma pessoa pode ter uma doença da tireoide e, ao mesmo tempo, ter depressão ou um transtorno de ansiedade. Uma coisa não exclui a outra”, diz Renata.
Grupos de risco
Renata faz uma ressalva a respeito do tema. Ela afirma que doenças autoimunes da tireoide são mais frequentes em mulheres, como a tireoidite de Hashimoto, e que pode ocorrer em várias pessoas de uma mesma família.
“Também precisamos ter um cuidado maior em determinadas fases da vida, como durante a gestação e após o parto, e com o avançar da idade. Na dúvida, a investigação inicial costuma ser bastante simples. Em grande parte dos casos começamos com uma avaliação clínica e a dosagem do TSH, acrescentando outros exames de acordo com o resultado e com a história daquele paciente”, explicou.
Tratamento
Identificado o tipo e grau de alteração da tireoide, Renata informa que os tratamentos são diferentes. No hipotireoidismo, explica, é feita a reposição do hormônio que a tireoide não está conseguindo produzir adequadamente, geralmente com a levotiroxina. Já no hipertireoidismo, o tratamento pode ser via medicamento e, em situações específicas, com iodo radioativo ou cirurgia.
Renata pontua que nem tudo pode ser atribuído à tireoide e alerta que, se os exames se normalizam e a ansiedade, a tristeza, a falta de motivação ou outros sintomas emocionais permanecem, é necessário investigar outras causas e, quando necessário, trabalhar em conjunto com profissionais da área de saúde mental.
“A mensagem que eu gostaria de deixar é justamente essa: tireoide e saúde emocional têm uma relação importante, mas não podemos transformar todo sintoma emocional em problema hormonal e nem ignorar a possibilidade de uma alteração hormonal quando existe um conjunto de sinais sugestivos. O ideal é olhar o paciente como um todo”, finaliza.
Cookies necessários ativam recursos essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Eles não armazenam dados pessoais.
Nenhum
►
Cookies funcionais suportam recursos como compartilhamento de conteúdo em redes sociais, coleta de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
►
Cookies analíticos rastreiam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
►
Cookies de publicidade entregam anúncios personalizados baseados em suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
►
Cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, junto com os provedores de cookies individuais.